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Paralisia facial periférica recorrente familiar
ORPHA:2809CID-10 · G51.0CID-11 · 8B88.0OMIM 134200DOENÇA RARA
Face / craniofacialInício infantil
Sinônimos clínicos: Paralisia familiar recorrente de Bell

Paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição genética autossômica dominante caracterizada por episódios repetidos de paralisia do nervo facial.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin86% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição rara caracterizada por episódios repetidos de paralisia facial (fraqueza ou imobilidade dos músculos de um lado do rosto) que ocorrem em mais de um membro da mesma família. A doença tem uma prevalência estimada entre 1 e 9 casos a cada 100.000 pessoas na população geral. Os primeiros sintomas podem aparecer na infância, na adolescência ou na vida adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

O principal sintoma é a paralisia facial, que geralmente afeta um lado do rosto, causando dificuldade para fechar o olho, sorrir ou franzir a testa. Os episódios são recorrentes, ou seja, podem se repetir ao longo da vida, com períodos de recuperação entre eles.[1][4]

Causas genéticas

A condição apresenta herança autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene envolvido (transmitida por um dos pais) é suficiente para causar a doença. Até o momento, o gene específico responsável ainda não foi identificado (símbolo do gene: não disponível).[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na história clínica de episódios recorrentes de paralisia facial em um contexto familiar. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para investigar possíveis causas genéticas. O teste genético está disponível em laboratórios especializados (10 testes listados em bases de dados).[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo da paralisia facial periférica recorrente familiar inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura parcial. O tratamento dos episódios agudos geralmente envolve o uso de medicamentos, mas não há uma recomendação padronizada de dose ou esquema — o médico assistente deve avaliar cada caso individualmente.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre esta doença e os seguintes fármacos, com base no número de publicações encontradas (entre parênteses). Importante: essas são associações mineradas de artigos científicos, e não constituem recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico. Fármacos citados: Aciclovir (11 publicações), Prednisolona (9), Esteroides (8), Doxiciclina (4), Ciclofosfamida (3), Prednisona (3), Valaciclovir (2), Gadolínio (1), Metildopa (1), Acetazolamida (1).[6]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição genética autossômica dominante caracterizada por episódios repetidos de paralisia do nervo facial.

Publicações científicas
2 artigos
Último publicado: 1984 Nov-Dec

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
1-9 / 100 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
5.6
Worldwide
Início
Adolescent
+ adult, childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 45%
CID-10: G51.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição rara caracterizada por episódios repetidos de paralisia facial (fraqueza ou imobilidade dos músculos de um lado do rosto) que ocorrem em mais de um membro da mesma família. A doença tem uma prevalência estimada entre 1 e 9 casos a cada 100.000 pessoas na população geral. Os primeiros sintomas podem aparecer na infância, na adolescência ou na vida adulta.[1][4]

Sinais e sintomas

O principal sintoma é a paralisia facial, que geralmente afeta um lado do rosto, causando dificuldade para fechar o olho, sorrir ou franzir a testa. Os episódios são recorrentes, ou seja, podem se repetir ao longo da vida, com períodos de recuperação entre eles.[1][4]

Causas genéticas

A condição apresenta herança autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene envolvido (transmitida por um dos pais) é suficiente para causar a doença. Até o momento, o gene específico responsável ainda não foi identificado (símbolo do gene: não disponível).[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na história clínica de episódios recorrentes de paralisia facial em um contexto familiar. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para investigar possíveis causas genéticas. O teste genético está disponível em laboratórios especializados (10 testes listados em bases de dados).[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O manejo da paralisia facial periférica recorrente familiar inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura parcial. O tratamento dos episódios agudos geralmente envolve o uso de medicamentos, mas não há uma recomendação padronizada de dose ou esquema — o médico assistente deve avaliar cada caso individualmente.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre esta doença e os seguintes fármacos, com base no número de publicações encontradas (entre parênteses). Importante: essas são associações mineradas de artigos científicos, e não constituem recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico. Fármacos citados: Aciclovir (11 publicações), Prednisolona (9), Esteroides (8), Doxiciclina (4), Ciclofosfamida (3), Prednisona (3), Valaciclovir (2), Gadolínio (1), Metildopa (1), Acetazolamida (1).[6]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Características mais comuns

Herança autossômica dominante
Paralisia facial
2sintomas
Sem dados (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 2 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Herança autossômica dominanteAutosomal dominant inheritance
Paralisia facialFacial palsy

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa42desde 1984
Total histórico2PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico19811 papers
Linha do tempo
19902000201020201984Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Paralisia facial periférica recorrente familiar

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Familial recurrent peripheral facial palsy.
    Am J Otolaryngol· 1984· PMID 6336357recente
  2. Familial recurrent peripheral facial palsy. Observations of the pediatric population.
    Arch Neurol· 1981· PMID 7247773recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:2809(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:134200(OMIM)
  3. MONDO:0007592(MONDO)
  4. GARD:16609(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55780591(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Paralisia facial periférica recorrente familiar
Compêndio · Raras BR

Paralisia facial periférica recorrente familiar

ORPHA:2809 · MONDO:0007592
Prevalência
1-9 / 100 000
CID-10
G51.0 · Paralisia de Bell
CID-11
Início
Adolescent, Adult, Childhood
Prevalência
5.6 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1851399
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata