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Paralisia facial periférica recorrente familiar
ORPHA:2809CID-10 · G51.0CID-11 · 8B88.0OMIM 134200DOENÇA RARA
Face / craniofacialInício infantil
Sinônimos clínicos: Paralisia familiar recorrente de Bell

Paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição genética autossômica dominante caracterizada por episódios repetidos de paralisia do nervo facial.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

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Visão geral

A Paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição rara caracterizada por episódios repetidos de paralisia facial (fraqueza ou imobilidade dos músculos de um lado do rosto) que ocorrem em mais de um membro da mesma família. A doença tem uma prevalência estimada entre 1 e 9 casos a cada 100.000 pessoas na população geral. Os primeiros sintomas podem aparecer na infância, na adolescência ou na vida adulta.[1][2]

Sinais e sintomas

O principal sintoma é a paralisia facial, que geralmente afeta um lado do rosto, causando dificuldade para fechar o olho, sorrir ou franzir a testa. Os episódios são recorrentes, ou seja, podem se repetir ao longo da vida, com períodos de recuperação entre eles.[1][2]

Causas genéticas

A condição apresenta herança autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene envolvido (transmitida por um dos pais) é suficiente para causar a doença. Até o momento, o gene específico responsável ainda não foi identificado (símbolo do gene: não disponível).[1][3][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na história clínica de episódios recorrentes de paralisia facial em um contexto familiar. Exames genéticos, como o sequenciamento completo do exoma (WES), podem ser utilizados para investigar possíveis causas genéticas. O teste genético está disponível em laboratórios especializados (10 testes listados em bases de dados).[1][3][4][5]

Tratamento e manejo

O manejo da paralisia facial periférica recorrente familiar inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) com cobertura parcial. O tratamento dos episódios agudos geralmente envolve o uso de medicamentos, mas não há uma recomendação padronizada de dose ou esquema — o médico assistente deve avaliar cada caso individualmente.[1][3][5]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte: PubTator3) menciona associações entre esta doença e os seguintes fármacos, com base no número de publicações encontradas (entre parênteses). Importante: essas são associações mineradas de artigos científicos, e não constituem recomendação de tratamento. Consulte sempre seu médico. Fármacos citados: Aciclovir (11 publicações), Prednisolona (9), Esteroides (8), Doxiciclina (4), Ciclofosfamida (3), Prednisona (3), Valaciclovir (2), Gadolínio (1), Metildopa (1), Acetazolamida (1).[5]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição genética rara em que ocorrem episódios repetidos de fraqueza ou paralisia nos movimentos da face. Essa alteração pode acometer mais de uma pessoa da mesma família, transmitindo-se com padrão autossômico dominante. As crises de paralisia podem ter início durante a infância, adolescência ou vida adulta. Não há medicamento específico dispensado pelo SUS ou PCDT oficial, mas a rede pública prevê procedimentos de atendimento em reabilitação e exames como o sequenciamento do exoma.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Paralisia facial periférica recorrente familiar é uma condição genética autossômica dominante caracterizada por episódios repetidos de paralisia do nervo facial.

Publicações científicas
2 artigos
Último publicado: 1984 Nov-Dec

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
1-9 / 100 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
5.6
Worldwide
Início
Adolescent
+ adult, childhood
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 45%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G51.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Características mais comuns

—
Herança autossômica dominante
—
Paralisia facial
2sintomas
Sem dados (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 2 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Herança autossômica dominanteAutosomal dominant inheritance
Paralisia facialFacial palsy

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa42desde 1984
Total histórico2PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico19811 papers
Linha do tempo
19902000201020201984Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Paralisia facial periférica recorrente familiar

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição apresenta um padrão de herança autossômica dominante, passando de pais para filhos. No entanto, os genes causais específicos associados a esse quadro ainda não estão descritos nas bases oficiais.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

6 fontes citadas no texto · 2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:16609
    GARD (NIH)
  3. Q55780591
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Paralisia facial periférica recorrente familiar. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/paralisia-facial-periferica-recorrente-familiar

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Paralisia facial periférica recorrente familiar

ORPHA:2809 · MONDO:0007592
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
Prevalência
1-9 / 100 000
CID-10
G51.0 · Paralisia de Bell
CID-11
Início
Adolescent, Adult, Childhood
Prevalência
5.6 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1851399
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara