Pular para o conteúdo
Resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina
ORPHA:99832CID-10 · E03.1CID-11 · 5A00.01OMIM 618573DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
EndócrinoInício infânciaHerança AR
Também conhecida comoTRH

A síndrome de resistência ao hormônio liberador de tirotropina (TRH) é um tipo de hipotiroidismo congênito central (ver este termo), caracterizado por níveis baixos de hormônio da tiroide causados ​​pela liberação insuficiente de hormônio estimulador da tiroide (TSH) devido à resistência da pituitária ao TRH. Pode ou não ser assistido à nascente.

Em construçãohistóricoSugerir correção
Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 22/06/2026Revisão médica pendente
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina (TRH) é uma doença genética rara que afeta a glândula tireoide e o eixo hipotálamo-hipófise. Nessa condição, o organismo não responde adequadamente ao hormônio liberador de tireotropina (TRH), levando a um quadro de hipotireoidismo central (hipofisário). A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara. A herança é autossômica recessiva, e os sintomas geralmente começam na infância.[1][2]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da resistência generalizada à TRH resultam do hipotireoidismo hipofisário e podem incluir: atraso de crescimento, baixa estatura, letargia, fadiga, atraso do neurodesenvolvimento, maturação esquelética atrasada, voz rouca, pele seca, bócio (aumento da tireoide), sobrepeso, depressão, icterícia neonatal prolongada e anormalidades do sistema nervoso. Exames laboratoriais frequentemente mostram níveis diminuídos de tiroxina (T4) e T3 livre circulante, concentração elevada de TSH (hormônio tireoestimulante) circulante, aumento da prolactina circulante (ou, em alguns casos, concentração reduzida), positividade de autoanticorpos e captação reduzida de iodo radioativo. A resposta do TSH ao teste de estímulo com TRH é reduzida.[1][2]

Causas genéticas

A doença é causada por mutações no gene TRHR (receptor do hormônio liberador de tireotropina), localizado no cromossomo 8. Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína que atua como receptor na superfície das células da hipófise, permitindo que o TRH se ligue e desencadeie a liberação de TSH. Mutações no TRHR prejudicam essa sinalização, resultando em resistência ao TRH e hipotireoidismo central. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar duas cópias alteradas do gene (uma de cada genitor) para manifestar a doença.[1][3][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na combinação de achados clínicos (sinais de hipotireoidismo desde a infância), exames laboratoriais (TSH elevado, T4 livre baixo, resposta reduzida ao teste de estímulo com TRH) e confirmação genética. O teste genético molecular para o gene TRHR está disponível e pode identificar variantes patogênicas. Atualmente, há 46 variantes registradas no ClinVar associadas a essa condição. No Brasil, o teste do pezinho (triagem neonatal) pode detectar precocemente alterações tireoidianas, mas não substitui a investigação genética específica.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O tratamento é baseado na reposição hormonal com levotiroxina (T4 sintético), que visa normalizar os níveis de hormônios tireoidianos e aliviar os sintomas. A dose deve ser ajustada individualmente, com monitoramento regular dos níveis de TSH e T4 livre. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para essa condição além da reposição padrão. O acompanhamento multidisciplinar (endocrinologista, pediatra, geneticista) é importante para avaliar o crescimento, o desenvolvimento neuropsicomotor e a qualidade de vida. No SUS, a cobertura mínima inclui a triagem neonatal (teste do pezinho).[1][3]

Prognóstico e qualidade de vida

Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado com reposição hormonal, a maioria dos pacientes apresenta melhora dos sintomas e pode levar uma vida com qualidade próxima do normal. No entanto, atrasos no diagnóstico podem levar a comprometimento do crescimento e do desenvolvimento neurológico. O prognóstico é geralmente bom quando o tratamento é iniciado na infância e mantido de forma contínua.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina é uma condição genética rara que se manifesta na infância e atinge o controle dos hormônios da tireoide. A família costuma notar atraso no crescimento, baixa estatura, cansaço frequente, lentidão e, às vezes, pele e olhos amarelados que duram além do período neonatal. Os exames de sangue apontam alterações hormonais, como a queda dos níveis de tiroxina e de T3 livre circulantes. No Brasil, a enfermidade não conta com um protocolo clínico (PCDT) próprio no SUS, e o cuidado médico é feito de forma individualizada nos serviços públicos de referência.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

A síndrome de resistência ao hormônio liberador de tirotropina (TRH) é um tipo de hipotiroidismo congênito central (ver este termo), caracterizado por níveis baixos de hormônio da tiroide causados ​​pela liberação insuficiente de hormônio estimulador da tiroide (TSH) devido à resistência da pituitária ao TRH. Pode ou não ser assistido à nascente.

Medicamentos
1 com registro
Mekinist (TRAMETINIB)

Tem tratamento?

✓ 1 medicamento específico desta doença (registro ANVISA, FDA ou SUS/CEAF)
Ver detalhes, fases e interações →
MEKINIST (TRAMETINIB)

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 20%
1 procedimentos SIGTAPCID-10: E03.1
🇧🇷Dados SUS / DATASUS2024
420
internações/ano
R$ 1.890
custo médio/internação
ESTADOS COM MAIS INTERNAÇÕES
SPMGRJBARS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (1)
•
Teste do pezinho (triagem neonatal)
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

📏
Crescimento
5 sintomas
🦴
Ossos e articulações
2 sintomas
🧠
Neurológico
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas
🛡️
Imunológico
1 sintomas

+ 14 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

55%prev.
Atraso de crescimento
Frequente (79-30%)
55%prev.
Letargia
Frequente (79-30%)
55%prev.
Nível diminuído de tiroxina circulante
Frequente (79-30%)
55%prev.
Fadiga
Frequente (79-30%)
55%prev.
Maturação esquelética atrasada
Frequente (79-30%)
55%prev.
Aumento da concentração circulante de prolactina
Frequente (79-30%)
25sintomas
Frequente (19)
Sem dados (6)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 25 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Frequente (79-30%)55%
LetargiaLethargy
Frequente (79-30%)55%
Nível diminuído de tiroxina circulanteDecreased circulating thyroxine level
Frequente (79-30%)55%
FadigaFatigue
Frequente (79-30%)55%
Maturação esquelética atrasadaDelayed skeletal maturation
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa12
Últimos 10 anos13publicações
Pico20173 papers
Linha do tempo
20202014Hoje · 2026📈 2017Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
TRHR
TRHRThyrotropin-releasing hormone receptorDisease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (2)
G alpha (q) signalling eventsPeptide ligand-binding receptors
MECANISMO DE DOENÇA

Hypothyroidism, congenital, non-goitrous, 7

A form of central hypothyroidism, a disorder characterized by sub-optimal thyroid hormone secretion, due to insufficient stimulation by thyrotropin of an otherwise normal thyroid gland. It may be caused by congenital or acquired disorders of the pituitary gland or hypothalamus. CHNG7 is a congenital, autosomal recessive form characterized by normal-to-low T4 and normal-to-high thyrotropin levels, and reduced or absent pituitary responsiveness to thyrotropin-releasing hormone. Patients may exhibit short stature, growth retardation, and delayed bone age, as well as lethargy or fatigue.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Baixa expressão)
Pituitária
0.9 TPM
Tireoide
0.1 TPM
Nervo tibial
0.1 TPM
Tecido adiposo
0.1 TPM
Músculo esquelético
0.0 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
hypothyroidism, congenital, nongoitrous, 7
HGNC:12299UniProt:P34981

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Mekinist (TRAMETINIB)
Ver no DailyMed/FDA

Variantes genéticas (ClinVar)

46 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 TRHR: NM_003301.7(TRHR):c.983G>A (p.Arg328His) ()
🧬 TRHR: NM_003301.7(TRHR):c.767G>T (p.Ser256Ile) ()
🧬 TRHR: NM_003301.7(TRHR):c.597_598del (p.Phe199fs) ()
🧬 TRHR: GRCh37/hg19 8p23.3-q24.3(chr8:158048-146295771)x3 ()
🧬 TRHR: GRCh37/hg19 8q21.12-24.11(chr8:79409349-119040631)x3 ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Carga SUS por estado
Internações SUS por estado · DATASUS 2024
Total/ano400
Estado com maior volumeSP (112)
Estados com registro10

Dado oficial do SIH/SUS · Volume por estado de residência do paciente.

🇧🇷 Atendimento SUS — Resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Targeting the brain-gut-prostate axis in chronic prostatitis: mechanisms and therapeutics.

Frontiers in endocrinology2025

Chronic prostatitis/chronic pelvic pain syndrome (CP/CPPS), a refractory urinary system disorder, is closely associated with dysregulation of the brain-gut-prostate axis. Emerging evidence highlights the pivotal role of gut microbiota dysbiosis and its bidirectional interactions with the neuroimmune system in CP/CPPS pathogenesis. This systematic review integrates perspectives from microbiomics, neuroimmunology, and metabolomics to propose a theoretical framework of the brain-gut-prostate axis and multi-dimensional therapeutic strategies targeting this axis. By transcending conventional localized anti-inflammatory approaches, these strategies aim to address clinical resistance and phenotypic heterogeneity. Mechanistic insights into microbiota-derived metabolites (e.g., short-chain fatty acids, SCFAs), neuroendocrine signaling (e.g., thyrotropin-releasing hormone, TRH), and immune crosstalk (e.g., Th17/Treg imbalance) are explored, alongside innovative therapies such as microbiome modulation, neural interventions, and immune regulation. This holistic paradigm not only provides new mechanistic insights but also offers promising avenues for personalized management and translational research in CP/CPPS, potentially overcoming current therapeutic bottlenecks.

#2

Association between thyroid hormone resistance and obesity: a cross-sectional study and mouse stimulation test.

Obesity (Silver Spring, Md.)2024 Aug

Thyroid hormone influences key metabolic pathways, and reduced sensitivity to thyroid hormone is considered a new risk factor for adverse metabolic outcomes. However, the association between thyroid hormone resistance and obesity in euthyroid individuals is still unknown. We enrolled 8021 euthyroid individuals, calculated thyroid hormone resistance indices, and analyzed the association between thyroid hormone resistance and obesity by regression analysis. Furthermore, we conducted the thyrotropin-releasing hormone stimulation test in both control and obese mice (n = 5) to demonstrate the association. The euthyroid adults with overweight and obesity had increased thyroid hormone resistance indices (all p < 0.05). BMI and prevalence of overweight and obesity increased (odds ratio of thyroid feedback quantile-based index [ORTFQI] = 1.164, p = 0.036; OR of free triiodothyronine/free thyroxine [ORFT3/FT4] = 1.508, p < 0.001) following the elevation of thyroid hormone resistance indices. Mediation analysis indicated a complete mediation effect (beta coefficient of indirect effect [βInd]= 6.838, p < 0.001) of metabolic disorders in the relationship. Furthermore, in the mice with obesity, the thyrotropin response to thyrotropin-releasing hormone stimulation (68.33-90.89 pg/mL) was comparatively blunted (p = 0.029). Euthyroid individuals with obesity exhibit both central and peripheral thyroid hormone resistance, a phenomenon that is more pronounced in individuals with metabolic abnormalities. Thyroid hormone resistance is associated with an increased prevalence of overweight and obesity mediated by metabolic disorders.

#3

Clinically Symptomatic Resistance to Thyroid Hormone β Syndrome Because of THRB Gene Mosaicism.

The Journal of clinical endocrinology and metabolism2022 Aug 18

Resistance to thyroid hormone β syndrome (RTHβ) is caused by pathogenic variants in the THRB gene, but such variants are found in only 85% of cases. We report the case of a patient with RTHβ phenotype but for whom we found a pathogenic variant of the THRB gene in a mosaic state. The patient is a 52-year-old woman with clinical and biological signs of RTHβ. Symptoms included asthenia, cardiac palpitations, and diarrhea. Repeated thyroid function tests showed an elevated serum TSH, elevated serum free T4, and variably normal or slightly elevated serum fT3. Pituitary magnetic resonance imaging was normal, and the thyrotropin-releasing hormone test result was compatible with the diagnosis of RTHβ syndrome. Initial Sanger sequencing on blood samples could not highlight the presence of a mosaic variant because of insufficient sensitivity. When next-generation sequencing became accessible, blood samples were retested and we found a known pathogenic variant: c.949G > A; p.(ala317Thr), with an allelic frequency of 12%. Other samples from tissues of different embryological origin were also tested and found an allelic frequency of 5.7%, 17.9%, 9.9%, 6.4%, and 0% on urine tests, oral swab, nasal mucosa swab, skin biopsy, and conjunctival swab, respectively. Cloning confirmed the allelic frequency observed. We highlight that a pathogenic variant in a mosaic state in the THRB gene may be the cause of an authentic RTHβ syndrome. High-throughput sequencing of multiple tissues eases the detection of pathogenic variant in a mosaic state and allows the correct diagnosis of patients with true RTHβ, thus avoiding patient mismanagement.

#4

Obesity-Associated GNAS Mutations and the Melanocortin Pathway.

The New England journal of medicine2021 Oct 21

GNAS encodes the Gαs (stimulatory G-protein alpha subunit) protein, which mediates G protein-coupled receptor (GPCR) signaling. GNAS mutations cause developmental delay, short stature, and skeletal abnormalities in a syndrome called Albright's hereditary osteodystrophy. Because of imprinting, mutations on the maternal allele also cause obesity and hormone resistance (pseudohypoparathyroidism). We performed exome sequencing and targeted resequencing in 2548 children who presented with severe obesity, and we unexpectedly identified 22 GNAS mutation carriers. We investigated whether the effect of GNAS mutations on melanocortin 4 receptor (MC4R) signaling explains the obesity and whether the variable clinical spectrum in patients might be explained by the results of molecular assays. Almost all GNAS mutations impaired MC4R signaling. A total of 6 of 11 patients who were 12 to 18 years of age had reduced growth. In these patients, mutations disrupted growth hormone-releasing hormone receptor signaling, but growth was unaffected in carriers of mutations that did not affect this signaling pathway (mean standard-deviation score for height, -0.90 vs. 0.75, respectively; P = 0.02). Only 1 of 10 patients who reached final height before or during the study had short stature. GNAS mutations that impaired thyrotropin receptor signaling were associated with developmental delay and with higher thyrotropin levels (mean [±SD], 8.4±4.7 mIU per liter) than those in 340 severely obese children who did not have GNAS mutations (3.9±2.6 mIU per liter; P = 0.004). Because pathogenic mutations may manifest with obesity alone, screening of children with severe obesity for GNAS deficiency may allow early diagnosis, improving clinical outcomes, and melanocortin agonists may aid in weight loss. GNAS mutations that are identified by means of unbiased genetic testing differentially affect GPCR signaling pathways that contribute to clinical heterogeneity. Monogenic diseases are clinically more variable than their classic descriptions suggest. (Funded by Wellcome and others.).

#5

Graves' disease coexisted with resistance to thyroid hormone: a case report.

Journal of medical case reports2021 Sep 25

Resistance to thyroid hormone is a rare autosomal dominant disorder characterized by reduced responsiveness to thyroid hormone and can cause syndrome of inappropriate secretion of thyroid stimulating hormone. Although Graves' disease is a common autoimmune thyroid disorder, the coexistence of these two diseases is extremely rare and makes the diagnosis and treatment complicated, leading to the delayed diagnosis of resistance to thyroid hormone. We describe the case of a Japanese man with resistance to thyroid hormone coexisting with Graves' disease, in which the correct diagnosis of resistance to thyroid hormone was delayed by masking of the signs of syndrome of inappropriate secretion of thyroid stimulating hormone, with final diagnosis 30 years after the initial treatment for Graves' disease. A 30-year-old Japanese man presented with diffuse goiter and thyrotoxicosis. Anti-thyroid stimulating hormone receptor antibody was positive. He was diagnosed with Graves' disease. Anti-thyroid medication was chosen as the initial treatment for Graves' disease. However, this treatment failed to normalize the free triiodothyronine, free thyroxine, and thyroid stimulating hormone levels. His thyroid hormone levels indicated syndrome of inappropriate secretion of thyroid stimulating hormone. After cessation of methimazole treatment by remission of Graves' disease, his state of syndrome of inappropriate secretion of thyroid stimulating hormone persisted. Magnetic resonance imaging revealed no pituitary tumor lesions. The results of thyroid stimulating hormone-releasing hormone stimulation test showed a normal response of thyroid stimulating hormone. He was suspected to have resistance to thyroid hormone. Direct sequencing analysis of the thyroid hormone receptor β gene identified a heterozygous missense mutation, R282S. Coexistence of resistance to thyroid hormone with Graves' disease was confirmed. He has no signs of thyrotoxic symptoms, and is capable in activities of daily living at the present time. We described a rare case of resistance to thyroid hormone simultaneously existing with Graves' disease. This case demonstrated that these diseases can coexist, and indicated some of the difficulties in diagnosis of resistance to thyroid hormone with coexisting Graves' disease. The diagnosis of resistance to thyroid hormone did not become apparent until after anti-hyperthyroidism treatment. Although rare, careful follow-up after the initial treatment of Graves' disease is necessary. The coexistence of these two diseases should be considered in patients showing occasional syndrome of inappropriate secretion of thyroid stimulating hormone.

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

📚 EuropePMCmostrando 13

2025

Targeting the brain-gut-prostate axis in chronic prostatitis: mechanisms and therapeutics.

Frontiers in endocrinology
2024

Association between thyroid hormone resistance and obesity: a cross-sectional study and mouse stimulation test.

Obesity (Silver Spring, Md.)
2022

Clinically Symptomatic Resistance to Thyroid Hormone β Syndrome Because of THRB Gene Mosaicism.

The Journal of clinical endocrinology and metabolism
2021

Obesity-Associated GNAS Mutations and the Melanocortin Pathway.

The New England journal of medicine
2021

Graves' disease coexisted with resistance to thyroid hormone: a case report.

Journal of medical case reports
2021

A rare mutation of thyroid hormone receptor beta gene in thyroid hormone resistance syndrome.

Endocrinology, diabetes &amp; metabolism case reports
2020

Resistance to thyroid hormone due to a novel THRB p.Val349Ala mutation in a Taiwanese boy.

Journal of the Formosan Medical Association = Taiwan yi zhi
2019

Challenging diagnosis of resistance to thyroid hormone in a patient with pituitary adenoma.

BMJ case reports
2017

Fetal Exposure to High Maternal Thyroid Hormone Levels Causes Central Resistance to Thyroid Hormone in Adult Humans and Mice.

The Journal of clinical endocrinology and metabolism
2017

Novel Mutation (T273R) in Thyroid Hormone Receptor β Gene Provides Further Insight into Cryptic Negative Regulation by Thyroid Hormone.

Folia biologica
2017

The syndrome of central hypothyroidism and macroorchidism: IGSF1 controls TRHR and FSHB expression by differential modulation of pituitary TGFβ and Activin pathways.

Scientific reports
2015

A thyrotropin-secreting macroadenoma with positive growth hormone and prolactin immunostaining: A case report and literature review.

Nigerian journal of clinical practice
2014

A case of thyroid hormone resistance: a rare mutation.

Arquivos brasileiros de endocrinologia e metabologia

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Doença com base genética

Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina e no aconselhamento genético da família.

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

É uma doença genética rara que reduz a resposta do organismo ao estímulo hormonal da tireoide. Ela tem início comum na infância e provoca manifestações de hipotireoidismo hipofisário.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 9 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:16914
    GARD (NIH)
  3. Q55789422
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/resistencia-generalizada-a-hormona-liberadora-de-tireotropina

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Resistência generalizada à hormona liberadora de tireotropina

ORPHA:99832 · MONDO:0032819
🇧🇷 Brasil SUS
Internações
420/ano
Prevalência BR
1:3500
Custo SUS
R$ 1.890/internação
SIGTAP
1 procedimentos
Dados
DATASUS 2024
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
E03.1 · Hipotireoidismo congênito sem bócio
CID-11
Início
Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4511136
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
Rara