Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras sintomáticas, causada por mutações no gene RPS6KA3. Apresenta-se com características como bossas frontais, lábio inferior evertido, anormalidades cardiovasculares, baixa estatura e convulsões.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática, é uma condição genética rara que afeta principalmente o desenvolvimento físico e intelectual. Nas mulheres que são portadoras da alteração genética, os sintomas podem variar amplamente, desde formas leves até mais graves. A síndrome é caracterizada por uma combinação de características faciais distintas, alterações esqueléticas e, em alguns casos, problemas neurológicos ou psiquiátricos. A prevalência exata da forma sintomática em mulheres portadoras é desconhecida.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras podem incluir características faciais como bossas frontais (proeminência da testa), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), fissuras palpebrais inclinadas para baixo, nariz largo e lábio inferior evertido (virado para fora). Alterações esqueléticas comuns são escoliose, cifose, pectus excavatum (peito escavado) ou pectus carinatum (peito de pombo), além de baixa estatura e mãos grandes com dedos afilados. Problemas neurológicos como convulsões, hipotonia (tônus muscular reduzido) e atraso no desenvolvimento podem ocorrer. Também podem estar presentes transtornos psiquiátricos como depressão, transtorno afetivo bipolar e psicose. Outros achados incluem anodontia ou oligodontia (ausência de dentes), obesidade e anomalias cardiovasculares.[1][3]
Causas genéticas
A Síndrome de Coffin-Lowry é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene RPS6KA3, que fornece instruções para a produção da proteína quinase S6 ribosomal alfa-3. Essa proteína desempenha um papel importante na sinalização celular e no desenvolvimento. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene é suficiente para causar a condição. Em mulheres portadoras, a forma sintomática ocorre devido à inativação desigual do cromossomo X, resultando em expressão variável dos sintomas.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem o sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes codificadores de proteínas, e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH. O cariótipo com bandas G, Q ou R pode ser utilizado para avaliar alterações cromossômicas. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos têm cobertura mínima pelo SUS.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento da Síndrome de Coffin-Lowry é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas específicos de cada paciente. Não há cura para a condição, mas intervenções podem melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, suporte educacional, fisioterapia para escoliose e cifose, e tratamento odontológico para anodontia ou oligodontia. Transtornos psiquiátricos como depressão e transtorno bipolar devem ser manejados por especialistas. Convulsões podem exigir acompanhamento neurológico. É importante que o plano de cuidados seja individualizado e envolva uma equipe de profissionais de saúde.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para mulheres portadoras da forma sintomática da Síndrome de Coffin-Lowry é variável, dependendo da gravidade dos sintomas. Com suporte médico e terapêutico adequado, muitas pessoas podem levar uma vida produtiva e com qualidade. O acompanhamento regular com especialistas é essencial para monitorar complicações e ajustar o tratamento conforme necessário. A expectativa de vida pode ser normal, especialmente na ausência de problemas cardíacos ou neurológicos graves.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras sintomáticas, causada por mutações no gene RPS6KA3. Apresenta-se com características como bossas frontais, lábio inferior evertido, anormalidades cardiovasculares, baixa estatura e convulsões.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática, é uma condição genética rara que afeta principalmente o desenvolvimento físico e intelectual. Nas mulheres que são portadoras da alteração genética, os sintomas podem variar amplamente, desde formas leves até mais graves. A síndrome é caracterizada por uma combinação de características faciais distintas, alterações esqueléticas e, em alguns casos, problemas neurológicos ou psiquiátricos. A prevalência exata da forma sintomática em mulheres portadoras é desconhecida.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras podem incluir características faciais como bossas frontais (proeminência da testa), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), fissuras palpebrais inclinadas para baixo, nariz largo e lábio inferior evertido (virado para fora). Alterações esqueléticas comuns são escoliose, cifose, pectus excavatum (peito escavado) ou pectus carinatum (peito de pombo), além de baixa estatura e mãos grandes com dedos afilados. Problemas neurológicos como convulsões, hipotonia (tônus muscular reduzido) e atraso no desenvolvimento podem ocorrer. Também podem estar presentes transtornos psiquiátricos como depressão, transtorno afetivo bipolar e psicose. Outros achados incluem anodontia ou oligodontia (ausência de dentes), obesidade e anomalias cardiovasculares.[1][3]
Causas genéticas
A Síndrome de Coffin-Lowry é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene RPS6KA3, que fornece instruções para a produção da proteína quinase S6 ribosomal alfa-3. Essa proteína desempenha um papel importante na sinalização celular e no desenvolvimento. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene é suficiente para causar a condição. Em mulheres portadoras, a forma sintomática ocorre devido à inativação desigual do cromossomo X, resultando em expressão variável dos sintomas.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem o sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes codificadores de proteínas, e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH. O cariótipo com bandas G, Q ou R pode ser utilizado para avaliar alterações cromossômicas. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos têm cobertura mínima pelo SUS.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento da Síndrome de Coffin-Lowry é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas específicos de cada paciente. Não há cura para a condição, mas intervenções podem melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, suporte educacional, fisioterapia para escoliose e cifose, e tratamento odontológico para anodontia ou oligodontia. Transtornos psiquiátricos como depressão e transtorno bipolar devem ser manejados por especialistas. Convulsões podem exigir acompanhamento neurológico. É importante que o plano de cuidados seja individualizado e envolva uma equipe de profissionais de saúde.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico para mulheres portadoras da forma sintomática da Síndrome de Coffin-Lowry é variável, dependendo da gravidade dos sintomas. Com suporte médico e terapêutico adequado, muitas pessoas podem levar uma vida produtiva e com qualidade. O acompanhamento regular com especialistas é essencial para monitorar complicações e ajustar o tratamento conforme necessário. A expectativa de vida pode ser normal, especialmente na ausência de problemas cardíacos ou neurológicos graves.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 5 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Not applicable.
Serine/threonine-protein kinase that acts downstream of ERK (MAPK1/ERK2 and MAPK3/ERK1) signaling and mediates mitogenic and stress-induced activation of the transcription factors CREB1, ETV1/ER81 and NR4A1/NUR77, regulates translation through RPS6 and EIF4B phosphorylation, and mediates cellular proliferation, survival, and differentiation by modulating mTOR signaling and repressing pro-apoptotic function of BAD and DAPK1 (PubMed:16213824, PubMed:16223362, PubMed:17360704, PubMed:9770464). In f
NucleusCytoplasm
Coffin-Lowry syndrome
An X-linked disorder characterized by intellectual disability associated with facial and digital dysmorphisms, progressive skeletal malformations, growth retardation, hearing deficit and paroxysmal movement disorders.
Variantes genéticas (ClinVar)
624 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
7 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:276630(Orphanet)
- MONDO:0017193(MONDO)
- GARD:21057(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55786902(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata