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Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática
ORPHA:276630CID-10 · Q87.0DOENÇA RARA
heartInício neonatalHerança AD/Unknown

Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras sintomáticas, causada por mutações no gene RPS6KA3. Apresenta-se com características como bossas frontais, lábio inferior evertido, anormalidades cardiovasculares, baixa estatura e convulsões.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 08/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática, é uma condição genética rara que afeta principalmente o desenvolvimento físico e intelectual. Nas mulheres que são portadoras da alteração genética, os sintomas podem variar amplamente, desde formas leves até mais graves. A síndrome é caracterizada por uma combinação de características faciais distintas, alterações esqueléticas e, em alguns casos, problemas neurológicos ou psiquiátricos. A prevalência exata da forma sintomática em mulheres portadoras é desconhecida.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras podem incluir características faciais como bossas frontais (proeminência da testa), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), fissuras palpebrais inclinadas para baixo, nariz largo e lábio inferior evertido (virado para fora). Alterações esqueléticas comuns são escoliose, cifose, pectus excavatum (peito escavado) ou pectus carinatum (peito de pombo), além de baixa estatura e mãos grandes com dedos afilados. Problemas neurológicos como convulsões, hipotonia (tônus muscular reduzido) e atraso no desenvolvimento podem ocorrer. Também podem estar presentes transtornos psiquiátricos como depressão, transtorno afetivo bipolar e psicose. Outros achados incluem anodontia ou oligodontia (ausência de dentes), obesidade e anomalias cardiovasculares.[1][3]

Causas genéticas

A Síndrome de Coffin-Lowry é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene RPS6KA3, que fornece instruções para a produção da proteína quinase S6 ribosomal alfa-3. Essa proteína desempenha um papel importante na sinalização celular e no desenvolvimento. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene é suficiente para causar a condição. Em mulheres portadoras, a forma sintomática ocorre devido à inativação desigual do cromossomo X, resultando em expressão variável dos sintomas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem o sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes codificadores de proteínas, e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH. O cariótipo com bandas G, Q ou R pode ser utilizado para avaliar alterações cromossômicas. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos têm cobertura mínima pelo SUS.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da Síndrome de Coffin-Lowry é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas específicos de cada paciente. Não há cura para a condição, mas intervenções podem melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, suporte educacional, fisioterapia para escoliose e cifose, e tratamento odontológico para anodontia ou oligodontia. Transtornos psiquiátricos como depressão e transtorno bipolar devem ser manejados por especialistas. Convulsões podem exigir acompanhamento neurológico. É importante que o plano de cuidados seja individualizado e envolva uma equipe de profissionais de saúde.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para mulheres portadoras da forma sintomática da Síndrome de Coffin-Lowry é variável, dependendo da gravidade dos sintomas. Com suporte médico e terapêutico adequado, muitas pessoas podem levar uma vida produtiva e com qualidade. O acompanhamento regular com especialistas é essencial para monitorar complicações e ajustar o tratamento conforme necessário. A expectativa de vida pode ser normal, especialmente na ausência de problemas cardíacos ou neurológicos graves.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras sintomáticas, causada por mutações no gene RPS6KA3. Apresenta-se com características como bossas frontais, lábio inferior evertido, anormalidades cardiovasculares, baixa estatura e convulsões.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Antenatal
+ infancy, neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q87.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 08/06/2026
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Visão geral

A Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática, é uma condição genética rara que afeta principalmente o desenvolvimento físico e intelectual. Nas mulheres que são portadoras da alteração genética, os sintomas podem variar amplamente, desde formas leves até mais graves. A síndrome é caracterizada por uma combinação de características faciais distintas, alterações esqueléticas e, em alguns casos, problemas neurológicos ou psiquiátricos. A prevalência exata da forma sintomática em mulheres portadoras é desconhecida.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras podem incluir características faciais como bossas frontais (proeminência da testa), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), fissuras palpebrais inclinadas para baixo, nariz largo e lábio inferior evertido (virado para fora). Alterações esqueléticas comuns são escoliose, cifose, pectus excavatum (peito escavado) ou pectus carinatum (peito de pombo), além de baixa estatura e mãos grandes com dedos afilados. Problemas neurológicos como convulsões, hipotonia (tônus muscular reduzido) e atraso no desenvolvimento podem ocorrer. Também podem estar presentes transtornos psiquiátricos como depressão, transtorno afetivo bipolar e psicose. Outros achados incluem anodontia ou oligodontia (ausência de dentes), obesidade e anomalias cardiovasculares.[1][3]

Causas genéticas

A Síndrome de Coffin-Lowry é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene RPS6KA3, que fornece instruções para a produção da proteína quinase S6 ribosomal alfa-3. Essa proteína desempenha um papel importante na sinalização celular e no desenvolvimento. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene é suficiente para causar a condição. Em mulheres portadoras, a forma sintomática ocorre devido à inativação desigual do cromossomo X, resultando em expressão variável dos sintomas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem o sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes codificadores de proteínas, e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH. O cariótipo com bandas G, Q ou R pode ser utilizado para avaliar alterações cromossômicas. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser solicitada como parte da investigação. No Brasil, esses procedimentos têm cobertura mínima pelo SUS.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da Síndrome de Coffin-Lowry é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas específicos de cada paciente. Não há cura para a condição, mas intervenções podem melhorar a qualidade de vida. O acompanhamento pode incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, suporte educacional, fisioterapia para escoliose e cifose, e tratamento odontológico para anodontia ou oligodontia. Transtornos psiquiátricos como depressão e transtorno bipolar devem ser manejados por especialistas. Convulsões podem exigir acompanhamento neurológico. É importante que o plano de cuidados seja individualizado e envolva uma equipe de profissionais de saúde.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para mulheres portadoras da forma sintomática da Síndrome de Coffin-Lowry é variável, dependendo da gravidade dos sintomas. Com suporte médico e terapêutico adequado, muitas pessoas podem levar uma vida produtiva e com qualidade. O acompanhamento regular com especialistas é essencial para monitorar complicações e ajustar o tratamento conforme necessário. A expectativa de vida pode ser normal, especialmente na ausência de problemas cardíacos ou neurológicos graves.[1]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
6 sintomas
🧠
Neurológico
4 sintomas
😀
Face
3 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas
🦷
Dentes
1 sintomas

+ 5 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Mãos grandes
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Dedo afilado
Muito frequente (99-80%)
17%prev.
Vermelhão do lábio inferior evertido
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Morfologia anormal do sistema cardiovascular
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Pectus excavatum
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Bossas frontais
Ocasional (29-5%)
21sintomas
Muito frequente (2)
Ocasional (19)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 21 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Mãos grandesLarge hands
Muito frequente (99-80%)90%
Dedo afiladoTapered finger
Muito frequente (99-80%)90%
Vermelhão do lábio inferior evertidoEverted lower lip vermilion
Ocasional (29-5%)17%
Morfologia anormal do sistema cardiovascularAbnormal cardiovascular system morphology
Ocasional (29-5%)17%
Pectus excavatum
Ocasional (29-5%)17%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Not applicable.

RPS6KA3Ribosomal protein S6 kinase alpha-3Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Serine/threonine-protein kinase that acts downstream of ERK (MAPK1/ERK2 and MAPK3/ERK1) signaling and mediates mitogenic and stress-induced activation of the transcription factors CREB1, ETV1/ER81 and NR4A1/NUR77, regulates translation through RPS6 and EIF4B phosphorylation, and mediates cellular proliferation, survival, and differentiation by modulating mTOR signaling and repressing pro-apoptotic function of BAD and DAPK1 (PubMed:16213824, PubMed:16223362, PubMed:17360704, PubMed:9770464). In f

LOCALIZAÇÃO

NucleusCytoplasm

VIAS BIOLÓGICAS (2)
RSK activationRecycling pathway of L1
MECANISMO DE DOENÇA

Coffin-Lowry syndrome

An X-linked disorder characterized by intellectual disability associated with facial and digital dysmorphisms, progressive skeletal malformations, growth retardation, hearing deficit and paroxysmal movement disorders.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Pulmão
37.4 TPM
Músculo esquelético
31.3 TPM
Intestino delgado
29.1 TPM
Fibroblastos
27.5 TPM
Adipose Visceral Omentum
26.3 TPM
OUTRAS DOENÇAS (4)
intellectual disability, X-linked 19Coffin-Lowry syndromesymptomatic form of Coffin-Lowry syndrome in female carriersnon-syndromic X-linked intellectual disability
HGNC:10432UniProt:P51812

Variantes genéticas (ClinVar)

624 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 RPS6KA3: NM_004586.3(RPS6KA3):c.1602+5G>C ()
🧬 RPS6KA3: GRCh38/hg38 Xp22.33-11.4(chrX:251888-42476276)x2 ()
🧬 RPS6KA3: NM_004586.3(RPS6KA3):c.943C>G (p.Pro315Ala) ()
🧬 RPS6KA3: NM_004586.3(RPS6KA3):c.1100A>G (p.Lys367Arg) ()
🧬 RPS6KA3: NM_004586.3(RPS6KA3):c.396G>A (p.Lys132=) ()
Ver todas no ClinVar

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:276630(Orphanet)
  2. MONDO:0017193(MONDO)
  3. GARD:21057(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Q55786902(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de Coffin-Lowry em mulheres portadoras, forma sintomática

ORPHA:276630 · MONDO:0017193
Prevalência
Unknown
Herança
Autosomal dominant, Not applicable
CID-10
Q87.0 · Síndromes com malformações congênitas afetando predominantemente o aspecto da face
Início
Antenatal, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5680787
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata