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Síndrome de displasia frontonasal – microftalmia grave – fenda facial grave
ORPHA:306542CID-10 · Q87.0OMIM 613456DOENÇA RARA
Visão / ocularInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoALX1

Esta é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). Estas são doenças que podem ser herdadas por meio de um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de displasia frontonasal – microftalmia grave – fenda facial grave é uma condição genética raríssima, com prevalência estimada em menos de 1 caso por milhão de pessoas. Ela se manifesta já no período pré-natal (antes do nascimento) ou logo nos primeiros dias de vida (neonatal). A síndrome é caracterizada por alterações no desenvolvimento da face e dos olhos, incluindo fendas faciais, olhos pequenos (microftalmia) e malformações do crânio e do cérebro.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem: fissura palatina (abertura no céu da boca), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), microftalmia (olhos anormalmente pequenos), fenda facial (abertura na face), ponte nasal ampla, ptose (pálpebra caída), epicanto (dobra de pele no canto interno do olho), coloboma da pálpebra (falha no fechamento da pálpebra), sobrancelhas e cílios esparsos, e pico de viúva (entrada do cabelo em formato de V na testa).[1][4]

Podem ocorrer também alterações nos membros, como braquidactilia (dedos curtos) e clinodactilia (dedos tortos), além de malformações cardíacas como a Tetralogia de Fallot. No sistema nervoso, são descritas agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais), lipoma do corpo caloso e deficiência intelectual. A audição pode ser afetada por deficiência auditiva condutiva, e há relatos de apêndice cutâneo pré-auricular (pequeno excesso de pele perto da orelha).[1][4]

Outros achados incluem hipoplasia do osso frontal (osso da testa pouco desenvolvido), hipoplasia da maxila (maxilar superior pequeno), aplasia/hipoplasia dos seios frontais, crânio bífido oculto (falha no fechamento do crânio), hipoplasia/aplasia do músculo peitoral e catarata (opacificação do cristalino).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (mutações) no gene ALX1 (ALX homeobox protein 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína essencial para o desenvolvimento adequado da face e do crânio durante a gestação. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). No Brasil, esses procedimentos estão listados no SUS com cobertura mínima.[1][2][5]

Existem 23 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 14 variantes patogênicas já foram registradas no ClinVar. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como parte da investigação pré-natal. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a síndrome, e o tratamento é multidisciplinar, focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As intervenções podem incluir cirurgias corretivas para fenda facial e fissura palatina, correção de ptose e coloboma, e tratamento da catarata. O acompanhamento com cardiologista é necessário em casos de Tetralogia de Fallot. A deficiência auditiva pode ser tratada com aparelhos auditivos ou cirurgia. O suporte educacional e terapias de reabilitação são importantes para crianças com deficiência intelectual.[1][2]

No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. O acompanhamento regular com geneticista, oftalmologista, otorrinolaringologista, cirurgião plástico e neuropediatra é essencial.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das malformações, especialmente as cardíacas e neurológicas. Com intervenções precoces e suporte multidisciplinar, muitas crianças podem alcançar melhor qualidade de vida. O acompanhamento contínuo é fundamental para monitorar complicações e ajustar o plano de cuidados.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Esta é uma lista de códigos de doenças no banco de dados Online Mendelian Inheritance in Man (OMIM). Estas são doenças que podem ser herdadas por meio de um mecanismo genético mendeliano. O OMIM é um dos bancos de dados abrigados no Centro Nacional de Informações sobre Biotecnologia dos EUA.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
3
pacientes catalogados
Início
Antenatal
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q87.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de displasia frontonasal – microftalmia grave – fenda facial grave é uma condição genética raríssima, com prevalência estimada em menos de 1 caso por milhão de pessoas. Ela se manifesta já no período pré-natal (antes do nascimento) ou logo nos primeiros dias de vida (neonatal). A síndrome é caracterizada por alterações no desenvolvimento da face e dos olhos, incluindo fendas faciais, olhos pequenos (microftalmia) e malformações do crânio e do cérebro.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem: fissura palatina (abertura no céu da boca), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), microftalmia (olhos anormalmente pequenos), fenda facial (abertura na face), ponte nasal ampla, ptose (pálpebra caída), epicanto (dobra de pele no canto interno do olho), coloboma da pálpebra (falha no fechamento da pálpebra), sobrancelhas e cílios esparsos, e pico de viúva (entrada do cabelo em formato de V na testa).[1][4]

Podem ocorrer também alterações nos membros, como braquidactilia (dedos curtos) e clinodactilia (dedos tortos), além de malformações cardíacas como a Tetralogia de Fallot. No sistema nervoso, são descritas agenesia do corpo caloso (ausência da estrutura que conecta os hemisférios cerebrais), lipoma do corpo caloso e deficiência intelectual. A audição pode ser afetada por deficiência auditiva condutiva, e há relatos de apêndice cutâneo pré-auricular (pequeno excesso de pele perto da orelha).[1][4]

Outros achados incluem hipoplasia do osso frontal (osso da testa pouco desenvolvido), hipoplasia da maxila (maxilar superior pequeno), aplasia/hipoplasia dos seios frontais, crânio bífido oculto (falha no fechamento do crânio), hipoplasia/aplasia do músculo peitoral e catarata (opacificação do cristalino).[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (mutações) no gene ALX1 (ALX homeobox protein 1). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína essencial para o desenvolvimento adequado da face e do crânio durante a gestação. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). No Brasil, esses procedimentos estão listados no SUS com cobertura mínima.[1][2][5]

Existem 23 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 14 variantes patogênicas já foram registradas no ClinVar. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como parte da investigação pré-natal. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a síndrome, e o tratamento é multidisciplinar, focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As intervenções podem incluir cirurgias corretivas para fenda facial e fissura palatina, correção de ptose e coloboma, e tratamento da catarata. O acompanhamento com cardiologista é necessário em casos de Tetralogia de Fallot. A deficiência auditiva pode ser tratada com aparelhos auditivos ou cirurgia. O suporte educacional e terapias de reabilitação são importantes para crianças com deficiência intelectual.[1][2]

No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, fonoaudiologia e terapia ocupacional. O acompanhamento regular com geneticista, oftalmologista, otorrinolaringologista, cirurgião plástico e neuropediatra é essencial.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das malformações, especialmente as cardíacas e neurológicas. Com intervenções precoces e suporte multidisciplinar, muitas crianças podem alcançar melhor qualidade de vida. O acompanhamento contínuo é fundamental para monitorar complicações e ajustar o plano de cuidados.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

😀
Face
9 sintomas
👁️
Olhos
7 sintomas
🦴
Ossos e articulações
5 sintomas
👂
Ouvidos
3 sintomas
🧠
Neurológico
1 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas

+ 8 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Hipertelorismo
Frequente (79-30%)
100%prev.
Deficiência intelectual
Ocasional (29-5%)
100%prev.
Ponte nasal ampla
Frequente (79-30%)
100%prev.
Microftalmia
Frequente (79-30%)
100%prev.
Cílios esparsos
Frequente (79-30%)
100%prev.
Orelhas com rotação posterior
Frequente (79-30%)
35sintomas
Muito frequente (11)
Frequente (20)
Ocasional (3)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 35 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

HipertelorismoHypertelorism
Frequente (79-30%)100%
Deficiência intelectualIntellectual disability
Ocasional (29-5%)100%
Ponte nasal amplaWide nasal bridge
Frequente (79-30%)100%
MicroftalmiaMicrophthalmia
Frequente (79-30%)100%
Cílios esparsosSparse eyelashes
Frequente (79-30%)100%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
ALX1
ALX1
ALX1ALX homeobox protein 1Disease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
FUNÇÃO

Sequence-specific DNA-binding transcription factor that binds palindromic sequences within promoters and may activate or repress the transcription of a subset of genes (PubMed:8756334, PubMed:9753625). Most probably regulates the expression of genes involved in the development of mesenchyme-derived craniofacial structures. Early on in development, it plays a role in forebrain mesenchyme survival (PubMed:20451171). May also induce epithelial to mesenchymal transition (EMT) through the expression

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

MECANISMO DE DOENÇA

Frontonasal dysplasia 3

The term frontonasal dysplasia describes an array of abnormalities affecting the eyes, forehead and nose and linked to midfacial dysraphia. The clinical picture is highly variable. Major findings include true ocular hypertelorism; broadening of the nasal root; median facial cleft affecting the nose and/or upper lip and palate; unilateral or bilateral clefting of the alae nasi; lack of formation of the nasal tip; anterior cranium bifidum occultum; a V-shaped or widow's peak frontal hairline.

OUTRAS DOENÇAS (1)
frontonasal dysplasia - severe microphthalmia - severe facial clefting syndrome
HGNC:1494UniProt:Q15699

Variantes genéticas (ClinVar)

14 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ALX1: NC_000012.11:g.(?_85673997)_(85695563_?)del ()
🧬 ALX1: GRCh37/hg19 12q21.1-21.33(chr12:74887087-90469800)x1 ()
🧬 ALX1: NM_006982.3(ALX1):c.151C>T (p.Gln51Ter) ()
🧬 ALX1: NM_006982.3(ALX1):c.149T>C (p.Val50Ala) ()
🧬 ALX1: NM_006982.3(ALX1):c.661-1G>C ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 7 variantes classificadas pelo ClinVar.

4
1
2
Patogênica (57.1%)
VUS (14.3%)
Benigna (28.6%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ALX1: NC_000012.11:g.(?_85673997)_(85695563_?)del [Pathogenic]
ALX1: NM_006982.3(ALX1):c.151C>T (p.Gln51Ter) [Likely pathogenic]
ALX1: NM_006982.3(ALX1):c.661-1G>C [Pathogenic]
ALX1: NM_006982.3(ALX1):c.531+1G>A [Pathogenic]
ALX1: NM_006982.3(ALX1):c.869C>T (p.Thr290Ile) [Uncertain significance]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de displasia frontonasal – microftalmia grave – fenda facial grave

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de displasia frontonasal – microftalmia grave – fenda facial grave.

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Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:306542(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:613456(OMIM)
  3. MONDO:0013271(MONDO)
  4. GARD:12640(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q55784007(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de displasia frontonasal – microftalmia grave – fenda facial grave

ORPHA:306542 · MONDO:0013271
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
3 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q87.0 · Síndromes com malformações congênitas afetando predominantemente o aspecto da face
Início
Antenatal, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C3150706
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata