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Displasia frontonasal isolada
ORPHA:391474CID-10 · Q75.8CID-11 · LD25.3OMIM 136760DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
AudiçãoInício neonatalHerança AR
Também conhecida comoALX3

Frontorhiny é um tipo sindrômico distinto de malformação frontonasal caracterizada por hipertelorismo, ponte nasal larga, columela larga, filtro alargado, narinas estreitas amplamente separadas, mau desenvolvimento da ponta nasal, incisura na linha média do alvéolo superior, inchaços na base da columela e linha do cabelo baixa. Características adicionais relatadas em alguns incluem ptose da pálpebra superior e cistos dermóides na linha média de estruturas craniofaciais e fossas filtrais ou dobras rugosas atrás das orelhas. Uma herança autossômica recessiva foi proposta.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A displasia frontonasal isolada, também chamada de frontorhiny, é uma condição genética rara presente desde o nascimento que causa alterações no formato do nariz, do crânio e da face. As famílias geralmente percebem sinais visíveis como olhos bem afastados, nariz largo, fendas palatinas ou outras diferenças anatômicas na face do bebê. A condição é causada por alterações hereditárias no gene ALX3 e segue um padrão autossômico recessivo. Não existe cura ou remédio específico dispensado pelo SUS, mas o cuidado médico e cirúrgico busca reparar alterações e dar suporte ao desenvolvimento da criança.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Frontorhiny é um tipo sindrômico distinto de malformação frontonasal caracterizada por hipertelorismo, ponte nasal larga, columela larga, filtro alargado, narinas estreitas amplamente separadas, mau desenvolvimento da ponta nasal, incisura na linha média do alvéolo superior, inchaços na base da columela e linha do cabelo baixa. Características adicionais relatadas em alguns incluem ptose da pálpebra superior e cistos dermóides na linha média de estruturas craniofaciais e fossas filtrais ou dobras rugosas atrás das orelhas. Uma herança autossômica recessiva foi proposta.

Publicações científicas
5 artigos
Último publicado: 2019 Dec

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q75.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

😀
Face
13 sintomas
🦴
Ossos e articulações
9 sintomas
👂
Ouvidos
4 sintomas
🧠
Neurológico
4 sintomas
👁️
Olhos
4 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas

+ 13 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Ponte nasal ampla
Frequência: 20/20
55%prev.
Pico de viúva
Frequente (79-30%)
55%prev.
Orelhas com rotação posterior
Frequente (79-30%)
55%prev.
Encefalocele basal
Frequente (79-30%)
55%prev.
Ptose
Frequente (79-30%)
55%prev.
Escoliose
Frequente (79-30%)
53sintomas
Muito frequente (1)
Frequente (27)
Ocasional (2)
Sem dados (23)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 53 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Ponte nasal amplaWide nasal bridge
Frequência: 20/20100%
Pico de viúvaWidow's peak
Frequente (79-30%)55%
Orelhas com rotação posteriorPosteriorly rotated ears
Frequente (79-30%)55%
Encefalocele basalBasal encephalocele
Frequente (79-30%)55%
PtosePtosis
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa7desde 2019
Total histórico5PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20181 papers
Linha do tempo
20202019Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
ALX3
ALX3
ALX3Homeobox protein aristaless-like 3Disease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Transcriptional and post-translational regulation of MITF-M expression and activity
MECANISMO DE DOENÇA

Frontonasal dysplasia 1

The term frontonasal dysplasia describes an array of abnormalities affecting the eyes, forehead and nose and linked to midfacial dysraphia. The clinical picture is highly variable. Major findings include true ocular hypertelorism; broadening of the nasal root; median facial cleft affecting the nose and/or upper lip and palate; unilateral or bilateral clefting of the alae nasi; lack of formation of the nasal tip; anterior cranium bifidum occultum; a V-shaped or widow's peak frontal hairline.

INTERAÇÕES PROTEICAS (4)
OUTRAS DOENÇAS (1)
frontorhiny
HGNC:449UniProt:O95076

Variantes genéticas (ClinVar)

31 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ALX3: ALX3, GLN202TER ()
🧬 ALX3: NM_006492.3(ALX3):c.553C>T (p.Gln185Ter) ()
🧬 ALX3: NM_006492.3(ALX3):c.364C>T (p.Gln122Ter) ()
🧬 ALX3: GRCh37/hg19 1p13.3-13.1(chr1:110066946-116672408)x1 ()
🧬 ALX3: GRCh37/hg19 1p13.3-13.2(chr1:109483388-112293512)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 13 variantes classificadas pelo ClinVar.

11
1
1
Patogênica (84.6%)
VUS (7.7%)
Benigna (7.7%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ALX3: ALX3, GLN202TER [Pathogenic]
ALX3: NM_006492.3(ALX3):c.553C>T (p.Gln185Ter) [Pathogenic]
ALX3: NM_006492.3(ALX3):c.364C>T (p.Gln122Ter) [Pathogenic]
ALX3: NM_006492.3(ALX3):c.662G>A (p.Arg221Gln) [Conflicting classifications of pathogenicity]
ALX3: NM_006492.3(ALX3):c.736_737del (p.Leu246fs) [Likely pathogenic]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia frontonasal isolada

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Publicações mais relevantes

🥉Melhor nível de evidência: Relato de caso
Timeline de publicações
2 papers (10 anos)
#1

Frontonasal dysplasia: A case report.

Archives of craniofacial surgery2019 Dec

Frontonasal dysplasia is an uncommon congenital anomaly with diverse clinical phenotypes and highly variable clinical characteristics, including hypertelorism, a broad nasal root, median facial cleft, a missing or underdeveloped nasal tip, and a widow's peak hairline. Frontonasal dysplasia is mostly inherited and caused by the ALX genes (ALX1, ALX3, and ALX4). We report a rare case of a frontonasal dysplasia patient with mild hypertelorism, a broad nasal root, an underdeveloped nasal tip, an accessory nasal tag, and a widow's peak. We used soft tissue re-draping to achieve aesthetic improvements.

#2

Exome sequencing revealed a novel nonsense variant in ALX3 gene underlying frontorhiny.

Journal of human genetics2018 Jan

Frontorhiny is one of the two forms of mid-facial malformations characterized by ocular hypertelorism, wide and short nasal ridge, bifid nasal tip, broad columella, widely separated nares, long and wide philtrum and V-shaped hairline. Sometimes these phenotypes are associated with ptosis and midline dermoid cysts. Frontorhiny inherits in an autosomal recessive pattern. Sequence variants in the Aristaless-like homeobox 3 (ALX3) gene underlying frontorhiny have been reported previously. Here, in the present study, we have investigated four patients in a consanguineous family of Pakistani origin segregating frontorhiny in autosomal recessive manner. Genome scan using 250k Nsp1 array followed by exome and Sanger sequence analysis revealed a novel homozygous nonsense variant (c.604C>T, p.Gln202*) in the ALX3 gene resulting in frontorhiny in the family. This is the first mutation in the ALX3 gene, underlying frontorhiny, in Pakistani population.

Publicações recentes

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Associações

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por variantes no gene ALX3. Ela possui um padrão de transmissão de herança autossômica recessiva.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Frontonasal dysplasia: A case report.
    Archives of craniofacial surgery2019PMID 31914496
  2. ORPHA:391474
    Orphanet
  3. GARD:12642
    GARD (NIH)
  4. Q55780775
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Displasia frontonasal isolada. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/displasia-frontonasal-isolada

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Displasia frontonasal isolada

ORPHA:391474 · MONDO:0007636
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
Unknown
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q75.8 · Outras malformações congênitas especificadas dos ossos do crânio e da face
CID-11
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1876203
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
Evidência
🥉 Relato de caso

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara