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Síndrome neurodegenerativo de neuropatia axonal sensitiva e motora-atrofia óptica com início na infância
ORPHA:457205CID-10 · G60.8DOENÇA RARA
neuroInício infânciaHerança AR
Também conhecida comoANOAC

Síndrome rara de herança autossômica recessiva com início na infância, caracterizada por neuropatia axonal sensitivo-motora, atrofia óptica e neurodegeneração. Apresenta-se com déficit motor, fala ausente, pubarca prematura e achados eletrofisiológicos e de imagem sugestivos.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A síndrome neurodegenerativa de neuropatia axonal sensitiva e motora-atrofia óptica com início na infância é uma doença genética rara que afeta o sistema nervoso. Ela se caracteriza por uma combinação de problemas nos nervos periféricos (neuropatia) e degeneração do nervo óptico (atrofia óptica), levando a dificuldades de movimento, sensibilidade e visão. Os primeiros sinais aparecem ainda na primeira infância.[1][3]

A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a classifica como uma condição muito rara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas são variados e afetam múltiplos sistemas do corpo. Entre os mais comuns estão: atraso global do desenvolvimento (muitas vezes grave), dificuldades para andar ou incapacidade de andar, fala ausente, hipotonia (moleza) na infância, irritabilidade, distonia (movimentos involuntários e posturas anormais), discinesia (movimentos involuntários), crises epilépticas (crise tônico-clônica bilateral) e anormalidades no eletroencefalograma (EEG).[1][3]

Na parte neurológica periférica, ocorre neuropatia axonal sensitiva e motora, com diminuição da velocidade de condução nervosa e amplitude anormal do potencial de ação periférico. Isso leva a atrofia dos músculos esqueléticos, contratura das articulações dos pés e paralisia do olhar supranuclear horizontal (dificuldade para mover os olhos para os lados).[1][3]

Na visão, há atrofia óptica e glaucoma. Outros sinais incluem refluxo gastroesofágico, dificuldades alimentares na infância (podendo necessitar de gastrostomia), pubarca prematura (desenvolvimento precoce de pelos pubianos), criptorquidia (testículos não descidos) e atrofia cerebral observada em exames de imagem.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome tem herança autossômica recessiva, o que significa que a pessoa afetada herdou uma cópia do gene alterado de cada um dos pais. Até o momento, o gene específico associado a esta síndrome não foi identificado ou não está listado nas bases de dados consultadas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, como a combinação de neuropatia axonal, atrofia óptica e atraso do desenvolvimento. Exames complementares como eletroneuromiografia (para avaliar a condução nervosa), exames de imagem do cérebro (que podem mostrar atrofia cerebral) e eletroencefalograma (EEG) ajudam na confirmação.[1][3]

O teste genético recomendado é o sequenciamento completo do exoma (WES), que pode identificar variantes genéticas associadas à condição. No Brasil, este procedimento está disponível no SUS com cobertura mínima. Atualmente, não há variantes patogênicas registradas no ClinVar para esta síndrome.[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para esta síndrome. O tratamento é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir: fisioterapia e reabilitação para manter a mobilidade e prevenir contraturas; terapia ocupacional e fonoaudiologia para auxiliar na alimentação e comunicação; acompanhamento oftalmológico para glaucoma e atrofia óptica; e suporte nutricional (como gastrostomia) quando necessário.[1]

O manejo das crises epilépticas, da distonia e do refluxo gastroesofágico deve ser feito por médico especialista. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado devido à gravidade dos sintomas neurológicos e ao início precoce. A maioria das crianças apresenta atraso global grave do desenvolvimento, incapacidade de andar e fala ausente. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para maximizar a qualidade de vida e o conforto do paciente e da família.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara de herança autossômica recessiva com início na infância, caracterizada por neuropatia axonal sensitivo-motora, atrofia óptica e neurodegeneração. Apresenta-se com déficit motor, fala ausente, pubarca prematura e achados eletrofisiológicos e de imagem sugestivos.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: G60.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (2)
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)genetic_test
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças rarasrehabilitation
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
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Visão geral

A síndrome neurodegenerativa de neuropatia axonal sensitiva e motora-atrofia óptica com início na infância é uma doença genética rara que afeta o sistema nervoso. Ela se caracteriza por uma combinação de problemas nos nervos periféricos (neuropatia) e degeneração do nervo óptico (atrofia óptica), levando a dificuldades de movimento, sensibilidade e visão. Os primeiros sinais aparecem ainda na primeira infância.[1][3]

A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a classifica como uma condição muito rara.[1]

Sinais e sintomas

Os sintomas são variados e afetam múltiplos sistemas do corpo. Entre os mais comuns estão: atraso global do desenvolvimento (muitas vezes grave), dificuldades para andar ou incapacidade de andar, fala ausente, hipotonia (moleza) na infância, irritabilidade, distonia (movimentos involuntários e posturas anormais), discinesia (movimentos involuntários), crises epilépticas (crise tônico-clônica bilateral) e anormalidades no eletroencefalograma (EEG).[1][3]

Na parte neurológica periférica, ocorre neuropatia axonal sensitiva e motora, com diminuição da velocidade de condução nervosa e amplitude anormal do potencial de ação periférico. Isso leva a atrofia dos músculos esqueléticos, contratura das articulações dos pés e paralisia do olhar supranuclear horizontal (dificuldade para mover os olhos para os lados).[1][3]

Na visão, há atrofia óptica e glaucoma. Outros sinais incluem refluxo gastroesofágico, dificuldades alimentares na infância (podendo necessitar de gastrostomia), pubarca prematura (desenvolvimento precoce de pelos pubianos), criptorquidia (testículos não descidos) e atrofia cerebral observada em exames de imagem.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome tem herança autossômica recessiva, o que significa que a pessoa afetada herdou uma cópia do gene alterado de cada um dos pais. Até o momento, o gene específico associado a esta síndrome não foi identificado ou não está listado nas bases de dados consultadas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas característicos, como a combinação de neuropatia axonal, atrofia óptica e atraso do desenvolvimento. Exames complementares como eletroneuromiografia (para avaliar a condução nervosa), exames de imagem do cérebro (que podem mostrar atrofia cerebral) e eletroencefalograma (EEG) ajudam na confirmação.[1][3]

O teste genético recomendado é o sequenciamento completo do exoma (WES), que pode identificar variantes genéticas associadas à condição. No Brasil, este procedimento está disponível no SUS com cobertura mínima. Atualmente, não há variantes patogênicas registradas no ClinVar para esta síndrome.[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para esta síndrome. O tratamento é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir: fisioterapia e reabilitação para manter a mobilidade e prevenir contraturas; terapia ocupacional e fonoaudiologia para auxiliar na alimentação e comunicação; acompanhamento oftalmológico para glaucoma e atrofia óptica; e suporte nutricional (como gastrostomia) quando necessário.[1]

O manejo das crises epilépticas, da distonia e do refluxo gastroesofágico deve ser feito por médico especialista. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado devido à gravidade dos sintomas neurológicos e ao início precoce. A maioria das crianças apresenta atraso global grave do desenvolvimento, incapacidade de andar e fala ausente. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para maximizar a qualidade de vida e o conforto do paciente e da família.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
6 sintomas
💪
Músculos
3 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas

+ 11 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

55%prev.
Irritabilidade
Frequente (79-30%)
55%prev.
Glaucoma
Frequente (79-30%)
55%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Frequente (79-30%)
55%prev.
Neuropatia axonal sensorial
Frequente (79-30%)
55%prev.
Refluxo gastroesofágico
Frequente (79-30%)
55%prev.
Distonia
Frequente (79-30%)
27sintomas
Frequente (25)
Ocasional (1)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 27 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

IrritabilidadeIrritability
Frequente (79-30%)55%
Glaucoma
Frequente (79-30%)55%
Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Frequente (79-30%)55%
Neuropatia axonal sensorialSensory axonal neuropathy
Frequente (79-30%)55%
Refluxo gastroesofágicoGastroesophageal reflux
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo

Do mais antigo ao mais recente

🧪
2010
Primeiro ensaio clinico
Rare Disease Patient Registry & Natural History Study - Coordination of Rare Diseases at Sanford
Ver fonte →

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome neurodegenerativo de neuropatia axonal sensitiva e motora-atrofia óptica com início na infância

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

🟢 Recrutando agora

1 pesquisa recrutando participantes. Converse com seu médico sobre a possibilidade de participar.

Outros ensaios clínicos

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome neurodegenerativo de neuropatia axonal sensitiva e motora-atrofia óptica com início na infância.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:457205(Orphanet)
  2. MONDO:0018705(MONDO)
  3. GARD:21904(GARD (NIH))
  4. Q55346060(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome neurodegenerativo de neuropatia axonal sensitiva e motora-atrofia óptica com início na infância

ORPHA:457205 · MONDO:0018705
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G60.8 · Outras neuropatias hereditárias e idiopáticas
Início
Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5680002
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata