Deficiência isolada e não adquirida do hormônio do crescimento (GH) causa retardo de crescimento pós-natal, acromicria e obesidade troncular. Pode haver hipopituitarismo anterior, hipoglicemia neonatal e fácies de boneca.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A deficiência de hormônio do crescimento isolada não-adquirida é uma condição rara em que o corpo não produz quantidade suficiente de hormônio do crescimento (GH) desde o nascimento, sem que haja uma causa adquirida (como tumor ou trauma). Essa condição leva a um crescimento mais lento e baixa estatura, além de outras alterações no corpo. A prevalência estimada é de 1 a 5 casos para cada 10.000 pessoas.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas podem estar presentes desde o período neonatal e incluem: baixa estatura, atraso no crescimento pós-natal, obesidade troncular (gordura concentrada no tronco) e abdominal, acromicria (mãos e pés pequenos), fácies de boneca (rosto arredondado), bossas frontais (testa proeminente), ponte nasal deprimida, cabelo esparso, enrugamento prematuro da pele, voz anormalmente aguda, massa muscular diminuída, genu valgum (joelhos para dentro), maturação esquelética atrasada e puberdade atrasada. Em bebês, podem ocorrer hipoglicemia neonatal, icterícia neonatal prolongada, micropênis ou microfalos. Exames laboratoriais mostram fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1) sérico diminuído e resposta diminuída ao teste de estímulo do hormônio do crescimento.[1][3]
Causas genéticas
A condição é causada por alterações (mutações) em genes que são importantes para a produção ou ação do hormônio do crescimento. Os genes associados são: GH1 (que produz o hormônio do crescimento), GHRHR (receptor do hormônio liberador do hormônio do crescimento), POU1F1 (fator de transcrição hipofisário), ELF4 (fator de transcrição), BTK (tirosina-quinase) e RNPC3 (proteína de ligação a RNA). A herança pode ser autossômica dominante, autossômica recessiva ou recessiva ligada ao X, dependendo do gene envolvido.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica (história de baixa estatura, atraso de crescimento, sinais físicos característicos) e em exames laboratoriais que mostram níveis baixos de GH e IGF-1, com resposta insuficiente aos testes de estímulo. O diagnóstico genético pode ser confirmado por meio de testes genéticos moleculares. Atualmente, existem 26 testes genéticos disponíveis e 319 variantes registradas no ClinVar associadas à condição.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento principal é a reposição do hormônio do crescimento (GH recombinante), que deve ser prescrita e acompanhada por um endocrinologista. O objetivo é melhorar a velocidade de crescimento, alcançar uma estatura final mais próxima do normal e corrigir alterações metabólicas. O tratamento é geralmente iniciado na infância e continuado até o final do crescimento. O acompanhamento inclui monitoramento regular da altura, peso, níveis de IGF-1, idade óssea e possíveis efeitos colaterais. No Brasil, a cobertura pelo SUS é considerada mínima, e o acesso pode variar conforme o estado.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos específicos listados na base de dados de tratamentos da literatura para esta condição. As informações sobre medicamentos em investigação ou associações mineradas da literatura científica não estão disponíveis no momento.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado com hormônio do crescimento, a maioria das crianças atinge uma estatura final dentro ou próxima da faixa normal, embora ainda abaixo da média familiar. A qualidade de vida pode ser significativamente melhorada, com redução dos riscos de obesidade, baixa densidade óssea e alterações metabólicas. Sem tratamento, a baixa estatura e outras características persistem na vida adulta.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Deficiência isolada e não adquirida do hormônio do crescimento (GH) causa retardo de crescimento pós-natal, acromicria e obesidade troncular. Pode haver hipopituitarismo anterior, hipoglicemia neonatal e fácies de boneca.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A deficiência de hormônio do crescimento isolada não-adquirida é uma condição rara em que o corpo não produz quantidade suficiente de hormônio do crescimento (GH) desde o nascimento, sem que haja uma causa adquirida (como tumor ou trauma). Essa condição leva a um crescimento mais lento e baixa estatura, além de outras alterações no corpo. A prevalência estimada é de 1 a 5 casos para cada 10.000 pessoas.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas podem estar presentes desde o período neonatal e incluem: baixa estatura, atraso no crescimento pós-natal, obesidade troncular (gordura concentrada no tronco) e abdominal, acromicria (mãos e pés pequenos), fácies de boneca (rosto arredondado), bossas frontais (testa proeminente), ponte nasal deprimida, cabelo esparso, enrugamento prematuro da pele, voz anormalmente aguda, massa muscular diminuída, genu valgum (joelhos para dentro), maturação esquelética atrasada e puberdade atrasada. Em bebês, podem ocorrer hipoglicemia neonatal, icterícia neonatal prolongada, micropênis ou microfalos. Exames laboratoriais mostram fator de crescimento semelhante à insulina 1 (IGF-1) sérico diminuído e resposta diminuída ao teste de estímulo do hormônio do crescimento.[1][3]
Causas genéticas
A condição é causada por alterações (mutações) em genes que são importantes para a produção ou ação do hormônio do crescimento. Os genes associados são: GH1 (que produz o hormônio do crescimento), GHRHR (receptor do hormônio liberador do hormônio do crescimento), POU1F1 (fator de transcrição hipofisário), ELF4 (fator de transcrição), BTK (tirosina-quinase) e RNPC3 (proteína de ligação a RNA). A herança pode ser autossômica dominante, autossômica recessiva ou recessiva ligada ao X, dependendo do gene envolvido.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica (história de baixa estatura, atraso de crescimento, sinais físicos característicos) e em exames laboratoriais que mostram níveis baixos de GH e IGF-1, com resposta insuficiente aos testes de estímulo. O diagnóstico genético pode ser confirmado por meio de testes genéticos moleculares. Atualmente, existem 26 testes genéticos disponíveis e 319 variantes registradas no ClinVar associadas à condição.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento principal é a reposição do hormônio do crescimento (GH recombinante), que deve ser prescrita e acompanhada por um endocrinologista. O objetivo é melhorar a velocidade de crescimento, alcançar uma estatura final mais próxima do normal e corrigir alterações metabólicas. O tratamento é geralmente iniciado na infância e continuado até o final do crescimento. O acompanhamento inclui monitoramento regular da altura, peso, níveis de IGF-1, idade óssea e possíveis efeitos colaterais. No Brasil, a cobertura pelo SUS é considerada mínima, e o acesso pode variar conforme o estado.[1]
Tratamentos citados na literatura
Não há fármacos específicos listados na base de dados de tratamentos da literatura para esta condição. As informações sobre medicamentos em investigação ou associações mineradas da literatura científica não estão disponíveis no momento.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado com hormônio do crescimento, a maioria das crianças atinge uma estatura final dentro ou próxima da faixa normal, embora ainda abaixo da média familiar. A qualidade de vida pode ser significativamente melhorada, com redução dos riscos de obesidade, baixa densidade óssea e alterações metabólicas. Sem tratamento, a baixa estatura e outras características persistem na vida adulta.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 20 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 56 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
6 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Autosomal recessive, X-linked recessive.
Plays an important role in growth control. Its major role in stimulating body growth is to stimulate the liver and other tissues to secrete IGF1. It stimulates both the differentiation and proliferation of myoblasts. It also stimulates amino acid uptake and protein synthesis in muscle and other tissues
Secreted
Growth hormone deficiency, isolated, 1A
An autosomal recessive, severe deficiency of growth hormone leading to dwarfism. Patients often develop antibodies to administered growth hormone.
Transcription factor involved in the specification of the lactotrope, somatotrope, and thyrotrope phenotypes in the developing anterior pituitary. Specifically binds to the consensus sequence 5'-TAAAT-3'. Activates growth hormone and prolactin genes (PubMed:22010633, PubMed:26612202)
Nucleus
Pituitary hormone deficiency, combined, 1
Combined pituitary hormone deficiency is defined as the impaired production of growth hormone and one or more of the other five anterior pituitary hormones. CPHD1 is characterized by pleiotropic deficiencies of growth hormone, prolactin and thyroid-stimulating hormone, while the production of adrenocorticotropic hormone, luteinizing hormone, and follicle-stimulating hormone are preserved. In infancy severe growth deficiency from birth as well as distinctive facial features with prominent forehead, marked midfacial hypoplasia with depressed nasal bridge, deep-set eyes, and a short nose with anteverted nostrils and hypoplastic pituitary gland by MRI examination can be seen. Some cases present with severe intellectual disability along with short stature.
Transcriptional activator that binds to DNA sequences containing the consensus 5'-WGGA-3'. Transactivates promoters of the hematopoietic growth factor genes CSF2, IL3, IL8, and of the bovine lysozyme gene. Acts synergistically with RUNX1 to transactivate the IL3 promoter (By similarity). Transactivates the PRF1 promoter in natural killer (NK) cells and CD8+ T cells (PubMed:34326534). Plays a role in the development and function of NK and NK T-cells and in innate immunity. Controls the proliferat
Nucleus, PML body
Receptor for GRF, coupled to G proteins which activate adenylyl cyclase. Stimulates somatotroph cell growth, growth hormone gene transcription and growth hormone secretion
Cell membrane
Growth hormone deficiency, isolated, 4
An autosomal recessive deficiency of growth hormone leading to early and severe growth failure and short stature. Patients have low but detectable levels of growth hormone, significantly retarded bone age, and a positive response and immunologic tolerance to growth hormone therapy.
Non-receptor tyrosine kinase indispensable for B lymphocyte development, differentiation and signaling (PubMed:19290921). Binding of antigen to the B-cell antigen receptor (BCR) triggers signaling that ultimately leads to B-cell activation (PubMed:19290921). After BCR engagement and activation at the plasma membrane, phosphorylates PLCG2 at several sites, igniting the downstream signaling pathway through calcium mobilization, followed by activation of the protein kinase C (PKC) family members (P
CytoplasmCell membraneNucleusMembrane raft
X-linked agammaglobulinemia
Humoral immunodeficiency disease which results in developmental defects in the maturation pathway of B-cells. Affected boys have normal levels of pre-B-cells in their bone marrow but virtually no circulating mature B-lymphocytes. This results in a lack of immunoglobulins of all classes and leads to recurrent bacterial infections like otitis, conjunctivitis, dermatitis, sinusitis in the first few years of life, or even some patients present overwhelming sepsis or meningitis, resulting in death in a few hours. Treatment in most cases is by infusion of intravenous immunoglobulin.
Participates in pre-mRNA U12-dependent splicing, performed by the minor spliceosome which removes U12-type introns. U12-type introns comprises less than 1% of all non-coding sequences. Binds to the 3'-stem-loop of m(7)G-capped U12 snRNA
Nucleus
Pituitary hormone deficiency, combined or isolated, 7
An autosomal recessive deficiency of growth hormone characterized by severe postnatal growth failure, delayed bone age without bone dysplasia, and hypoplasia of the anterior pituitary.
Variantes genéticas (ClinVar)
319 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
20 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Deficiência de hormônio do crescimento isolada não-adquirida
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Age at diagnosis in patients with chronic congenital endocrine conditions: a regional cohort study from a reference center for rare diseases.
For chronic congenital endocrine conditions, age at diagnosis is a key issue with implications for optimal management and psychological concerns. These conditions are associated with an increase in the risk of comorbid conditions, particularly as it concerns growth, pubertal development and fertility potential. Clinical presentation and severity depend on the disorder and the patient's age, but diagnosis is often late. To evaluate age at diagnosis for the most frequent congenital endocrine diseases affecting growth and/or development. This observational cohort study included all patients (n = 4379) with well-defined chronic congenital endocrine diseases-non-acquired isolated growth hormone deficiency (IGHD), isolated congenital hypogonadotropic hypogonadism (ICHH), ectopic neurohypophysis (NH), Turner syndrome (TS), McCune-Albright syndrome (MAS), complete androgen insensitivity syndrome (CAIS) and gonadal dysgenesis (GD)-included in the database of a single multisite reference center for rare endocrine growth and developmental disorders, over a period of 14 years. Patients with congenital hypothyroidism and adrenal hyperplasia were excluded as they are generally identified during neonatal screening. Median age at diagnosis depended on the disease: first year of life for GD, before the age of five years for ectopic NH and MAS, 8-10 years for IGHD, TS (11% diagnosed antenatally) and CAIS and 17.4 years for ICHH. One third of the patients were diagnosed before the age of five years. Diagnosis occurred in adulthood in 22% of cases for CAIS, 11.6% for TS, 8.8% for GD, 0.8% for ectopic NH, and 0.4% for IGHD. A male predominance (2/3) was observed for IGHD, ectopic NH, ICHH and GD. The early recognition of growth/developmental failure during childhood is essential, to reduce time-to-diagnosis and improve outcomes.
Short and Long-Term Effects of Growth Hormone in Children and Adolescents With GH Deficiency.
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Impact of the underlying etiology of growth hormone deficiency on serum IGF-I SDS levels during GH treatment in children.
Regular monitoring of serum IGF-I levels during growth hormone (GH) therapy has been recommended, for assessing treatment compliance and safety. To investigate serum IGF-I SDS levels during GH treatment in children with GH deficiency, and to identify potential determinants of these levels. This observational cohort study included all patients (n = 308) with childhood-onset non-acquired or acquired GH deficiency (GHD) included in the database of a single academic pediatric care center over a period of 10 years for whom at least one serum IGF-I SDS determination during GH treatment was available. These determinations had to have been carried out centrally, with the same immunoradiometric assay. Serum IGF-I SDS levels were determined as a function of sex, age and pubertal stage, according to our published normative data. Over a median of 4.0 (2-5.8) years of GH treatment per patient, 995 serum IGF-I SDS determinations were recorded. In addition to BMI SDS, height SDS and GH dose (P < 0.01), etiological group (P < 0.01) had a significant effect on serum IGF-I SDS levels, with patients suffering from acquired GHD having higher serum IGF-I SDS levels than those with non-acquired GHD, whereas sex, age, pubertal stage, treatment duration, hormonal status (isolated GHD (IGHD) vs multiple pituitary hormone deficiency (MPHD)) and initial severity of GHD, had no effect. These original findings have important clinical implications for long-term management and highlight the need for careful and appropriate monitoring of serum IGF-I SDS and GH dose, particularly in patients with acquired GHD, to prevent the unnecessary impact of potential comorbid conditions.
Secondary IGF-I deficiency as a prognostic factor of growth hormone (GH) therapy effectiveness in children with isolated, non-acquired GH deficiency.
Growth hormone (GH) deficiency (GHD) has recently been classified as secondary IGF-I deficiency but the significance of IGF-I measurement in diagnosing GHD is still discussed. The aim of the study was to assess the relationships between IGF-I secretion and GH therapy effectiveness in children with GHD. The analysis comprised 300 children with isolated, non-acquired GHD (GH peak below 10 μg/l) who completed GH therapy and attained final height (FH). In all patients IGF-I concentration was measured before the treatment and IGF-I deficiency was diagnosed if IGF-I SDS for age and sex was below -1.0. The following auxological indices were assessed: patients' height SDS before treatment (H₀SDS), FH SDS and improvement of FHSDS vs. H₀SDS (ΔHSDS). In the patients with IGF-I deficiency when compared with those with normal IGF-I secretion before treatment, significantly better FH SDS (-1.42±0.90 vs. -1.74±0.86, p=0.004) and ΔHSDS (1.64±1.01 vs. 1.32±1.05, p=0.010) were observed, despite similar H₀SDS (- 3.07±0.78 vs. - 3.11±0.77, p=0.63) and GH peak (7.0±3.1 μg/l vs. 6.8±2.1 μg/l, p=0.55). The patients who achieved FH over 10(th) centile had significantly lower IGF-I SDS before treatment than those with FH below 10(th) centile (- 1.59±1.54 vs. - 1.20±1.64, p=0.04), despite similar GH peak (7.0±2.3 μg/l vs. 6.7±3.1 μg/l, p=0.45). The patients with ΔHSDS over the median value had significantly lower IGF-I SDS than those with ΔHSDS below the median value (- 1.59±1.71 vs. - 1.09±1.47, p<0.0001), despite similar GH peak (6.8±2.5 μg/l vs. 7.0±2.7 μg/l, p=0.86). In children with isolated, non-acquired GHD, secondary IGF-I deficiency is an important predictor of better GH therapy effectiveness.
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Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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- Age at diagnosis in patients with chronic congenital endocrine conditions: a regional cohort study from a reference center for rare diseases.
- Short and Long-Term Effects of Growth Hormone in Children and Adolescents With GH Deficiency.
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- Secondary IGF-I deficiency as a prognostic factor of growth hormone (GH) therapy effectiveness in children with isolated, non-acquired GH deficiency.Experimental and clinical endocrinology & diabetes : official journal, German Society of Endocrinology [and] German Diabetes Association· 2015· PMID 25607339mais citado
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:631(Orphanet)
- MONDO:0000050(MONDO)
- Deficiência do Hormônio do Crescimento — Hipopituitarismo(PCDT · Ministério da Saúde)
- GARD:12556(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q32136616(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Deficiência de hormônio do crescimento isolada não-adquirida
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- Doença rara (ontologia)
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- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Ensaios clínicos
- fonte: ClinicalTrials.gov