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Displasia da retina ligada ao X
Visão / ocularInício infantil
Sinônimos clínicos: Retinopatia ligada ao X

Condição genética rara ligada ao cromossomo X que causa desenvolvimento anormal da retina, resultando em alterações como a dobra retiniana falciforme. Afeta predominantemente indivíduos do sexo masculino.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 06/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A displasia da retina ligada ao X é uma doença genética rara que afeta a retina, a camada sensível à luz localizada na parte de trás do olho. Essa condição é caracterizada por um desenvolvimento anormal da retina (displasia retiniana), que pode levar a problemas de visão desde a infância. A doença é considerada extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da displasia da retina ligada ao X incluem a displasia retiniana propriamente dita (desenvolvimento anormal da retina) e a presença de uma dobra retiniana falciforme, que é uma prega em forma de foice na retina. Essas alterações geralmente se manifestam na infância e podem comprometer a visão de forma variável.[1][4]

Causas genéticas

A displasia da retina ligada ao X é causada por alterações (mutações) em um gene localizado no cromossomo X. Por isso, a herança é ligada ao X, o que significa que a doença afeta principalmente meninos (que têm apenas um cromossomo X), enquanto meninas (com dois cromossomos X) geralmente são portadoras assintomáticas ou apresentam sintomas mais leves. O gene específico envolvido ainda não foi identificado de forma conclusiva nas bases de dados oficiais consultadas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia da retina ligada ao X é baseado na avaliação clínica oftalmológica, que pode identificar as alterações características da retina, como a displasia e a dobra falciforme. Exames de imagem ocular, como a retinografia e a tomografia de coerência óptica (OCT), auxiliam na confirmação. O teste genético molecular pode ser utilizado para buscar mutações no gene associado, embora o gene específico ainda não esteja plenamente definido nas fontes oficiais. Não há informações sobre testes genéticos disponíveis no Brasil ou sobre variantes depositadas no ClinVar para esta condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há tratamento curativo ou medicamentos específicos aprovados para a displasia da retina ligada ao X. O manejo é focado no acompanhamento oftalmológico regular para monitorar a progressão das alterações retinianas e na correção de problemas visuais com óculos ou lentes, quando possível. Em casos de complicações como descolamento de retina, pode ser necessária intervenção cirúrgica. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da displasia da retina ligada ao X é variável, dependendo da gravidade das alterações retinianas e da presença de complicações como descolamento de retina. O acompanhamento oftalmológico precoce e regular é essencial para preservar ao máximo a função visual e oferecer suporte para a qualidade de vida do paciente e sua família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Condição genética rara ligada ao cromossomo X que causa desenvolvimento anormal da retina, resultando em alterações como a dobra retiniana falciforme. Afeta predominantemente indivíduos do sexo masculino.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
8
pacientes catalogados
Início
Childhood
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 06/06/2026
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Visão geral

A displasia da retina ligada ao X é uma doença genética rara que afeta a retina, a camada sensível à luz localizada na parte de trás do olho. Essa condição é caracterizada por um desenvolvimento anormal da retina (displasia retiniana), que pode levar a problemas de visão desde a infância. A doença é considerada extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da displasia da retina ligada ao X incluem a displasia retiniana propriamente dita (desenvolvimento anormal da retina) e a presença de uma dobra retiniana falciforme, que é uma prega em forma de foice na retina. Essas alterações geralmente se manifestam na infância e podem comprometer a visão de forma variável.[1][4]

Causas genéticas

A displasia da retina ligada ao X é causada por alterações (mutações) em um gene localizado no cromossomo X. Por isso, a herança é ligada ao X, o que significa que a doença afeta principalmente meninos (que têm apenas um cromossomo X), enquanto meninas (com dois cromossomos X) geralmente são portadoras assintomáticas ou apresentam sintomas mais leves. O gene específico envolvido ainda não foi identificado de forma conclusiva nas bases de dados oficiais consultadas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia da retina ligada ao X é baseado na avaliação clínica oftalmológica, que pode identificar as alterações características da retina, como a displasia e a dobra falciforme. Exames de imagem ocular, como a retinografia e a tomografia de coerência óptica (OCT), auxiliam na confirmação. O teste genético molecular pode ser utilizado para buscar mutações no gene associado, embora o gene específico ainda não esteja plenamente definido nas fontes oficiais. Não há informações sobre testes genéticos disponíveis no Brasil ou sobre variantes depositadas no ClinVar para esta condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Até o momento, não há tratamento curativo ou medicamentos específicos aprovados para a displasia da retina ligada ao X. O manejo é focado no acompanhamento oftalmológico regular para monitorar a progressão das alterações retinianas e na correção de problemas visuais com óculos ou lentes, quando possível. Em casos de complicações como descolamento de retina, pode ser necessária intervenção cirúrgica. Não há cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para esta doença.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da displasia da retina ligada ao X é variável, dependendo da gravidade das alterações retinianas e da presença de complicações como descolamento de retina. O acompanhamento oftalmológico precoce e regular é essencial para preservar ao máximo a função visual e oferecer suporte para a qualidade de vida do paciente e sua família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Características mais comuns

Herança ligada ao X
Displasia retiniana
Dobra retiniana falciforme
3sintomas
Sem dados (3)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 3 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Herança ligada ao XX-linked inheritance
Displasia retinianaRetinal dysplasia
Dobra retiniana falciformeFalciform retinal fold

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa11
Últimos 10 anos4publicações
Pico20151 papers
Linha do tempo
20202015Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia da retina ligada ao X

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Deep phenotyping: symptom annotation made simple with SAMS.
    Nucleic Acids Res· 2022· PMID 35524573recente
  2. Molecular epidemiology of Chinese Han deaf patients with bi-allelic and mono-allelic GJB2 mutations.
    Orphanet J Rare Dis· 2020· PMID 31992338recente
  3. Infection risk among adults with down syndrome: a two group series of 101 patients in a tertiary center.
    Orphanet J Rare Dis· 2019· PMID 30634988recente
  4. Rare disease policies to improve care for patients in Europe.
    Biochim Biophys Acta· 2015· PMID 25725454recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:1852(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:312550(OMIM)
  3. MONDO:0010722(MONDO)
  4. GARD:4680(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55782609(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Displasia da retina ligada ao X
Compêndio · Raras BR

Displasia da retina ligada ao X

ORPHA:1852 · MONDO:0010722
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
8 casos conhecidos
Início
Childhood
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1418874
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata