Doença rara autossômica recessiva causada por deficiência de CD70, levando a infecções recorrentes, linfadenopatia e maior risco de linfomas. Caracteriza-se por contagem reduzida de células NK e resposta imune humoral e celular comprometida.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70 é uma doença genética rara que afeta o sistema imunológico. Ela faz parte de um grupo de condições chamadas imunodeficiências combinadas, nas quais o corpo tem dificuldade em combater infecções. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara. A doença geralmente se manifesta na infância ou na primeira infância.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem infecções recorrentes, febre recorrente, aumento do baço e do fígado (hepatoesplenomegalia) e aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia). Pessoas com essa condição podem apresentar infecções graves pelo vírus varicela-zoster (causador da catapora e do herpes zoster). Também é comum a ocorrência de doença linfoproliferativa, que pode evoluir para linfoma de Hodgkin. Exames laboratoriais frequentemente mostram níveis diminuídos de anticorpos circulantes, ausência parcial de resposta de anticorpos à vacina antitetânica e contagem reduzida de células natural killer (NK).[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene CD70, que fornece instruções para a produção da proteína CD70. Essa proteína é essencial para o funcionamento adequado das células do sistema imunológico. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na confirmação por meio de testes genéticos. A análise molecular do gene CD70 pode identificar as mutações causadoras da doença. Atualmente, existem 11 variantes patogênicas descritas no ClinVar para essa condição. O teste genético está disponível e é fundamental para o diagnóstico definitivo.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70 é focado no controle das infecções e no monitoramento de complicações, como a doença linfoproliferativa. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da condição. O acompanhamento deve ser feito por uma equipe multidisciplinar especializada em imunodeficiências. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade das infecções e o desenvolvimento de complicações como linfomas. O diagnóstico precoce e o acompanhamento médico regular são importantes para melhorar a qualidade de vida e o manejo dos sintomas. Como se trata de uma doença muito rara, o prognóstico individual deve ser discutido com o médico geneticista ou imunologista responsável.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica recessiva causada por deficiência de CD70, levando a infecções recorrentes, linfadenopatia e maior risco de linfomas. Caracteriza-se por contagem reduzida de células NK e resposta imune humoral e celular comprometida.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70 é uma doença genética rara que afeta o sistema imunológico. Ela faz parte de um grupo de condições chamadas imunodeficiências combinadas, nas quais o corpo tem dificuldade em combater infecções. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada extremamente rara. A doença geralmente se manifesta na infância ou na primeira infância.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas incluem infecções recorrentes, febre recorrente, aumento do baço e do fígado (hepatoesplenomegalia) e aumento dos gânglios linfáticos (linfadenopatia). Pessoas com essa condição podem apresentar infecções graves pelo vírus varicela-zoster (causador da catapora e do herpes zoster). Também é comum a ocorrência de doença linfoproliferativa, que pode evoluir para linfoma de Hodgkin. Exames laboratoriais frequentemente mostram níveis diminuídos de anticorpos circulantes, ausência parcial de resposta de anticorpos à vacina antitetânica e contagem reduzida de células natural killer (NK).[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por mutações no gene CD70, que fornece instruções para a produção da proteína CD70. Essa proteína é essencial para o funcionamento adequado das células do sistema imunológico. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e na confirmação por meio de testes genéticos. A análise molecular do gene CD70 pode identificar as mutações causadoras da doença. Atualmente, existem 11 variantes patogênicas descritas no ClinVar para essa condição. O teste genético está disponível e é fundamental para o diagnóstico definitivo.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70 é focado no controle das infecções e no monitoramento de complicações, como a doença linfoproliferativa. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da condição. O acompanhamento deve ser feito por uma equipe multidisciplinar especializada em imunodeficiências. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia de acordo com a gravidade das infecções e o desenvolvimento de complicações como linfomas. O diagnóstico precoce e o acompanhamento médico regular são importantes para melhorar a qualidade de vida e o manejo dos sintomas. Como se trata de uma doença muito rara, o prognóstico individual deve ser discutido com o médico geneticista ou imunologista responsável.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 4 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 11 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisExpressed at the plasma membrane of B cells, it is the ligand of the CD27 receptor which is specifically expressed at the surface of T cells (PubMed:28011863, PubMed:28011864, PubMed:8387892). The CD70-CD27 signaling pathway mediates antigen-specific T cell activation and expansion which in turn provides immune surveillance of B cells (PubMed:28011863, PubMed:28011864)
Cell membrane
Lymphoproliferative syndrome 3
An autosomal recessive, early-onset immunologic disorder characterized by increased susceptibility to Epstein-Barr virus infection in B cells, abnormal B-cell proliferation and increased susceptibility to B-cell malignancies, including Hodgkin lymphoma. Patients usually have lymphadenopathy and hypogammaglobulinemia, and may suffer from recurrent infections.
Variantes genéticas (ClinVar)
11 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
1 via biológica associada aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:538958(Orphanet)
- OMIM OMIM:618261(OMIM)
- MONDO:0034054(MONDO)
- GARD:17978(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Imunodeficiência combinada por deficiência de CD70
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)