Craniossinostose unicoronal não-sindrômica é o fechamento prematuro de uma única sutura coronal, resultando em assimetria craniofacial e possíveis alterações visuais como estrabismo e ambliopia. Pode estar associada a torcicolo e anormalidades da testa.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A craniossinostose unicoronal não-sindrômica é uma condição rara que afeta o crânio e o rosto. Ela está presente desde o nascimento (neonatal) e ocorre quando uma das suturas coronais do crânio — a linha de crescimento entre os ossos da cabeça — se fecha precocemente. Isso limita o crescimento do crânio na região afetada, levando a uma assimetria craniofacial característica. A condição é chamada de 'não-sindrômica' porque não está associada a síndromes genéticas mais amplas. A prevalência estimada é de 1 a 9 casos por 1.000.000 de pessoas.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da craniossinostose unicoronal não-sindrômica envolvem principalmente alterações na forma do crânio e da face, além de problemas oculares. As características observadas incluem: assimetria craniofacial, anormalidade da testa (como bossas frontais), morfologia anormal da órbita óssea do crânio, epiblefaro (uma dobra de pele na pálpebra inferior), lagoftalmia (dificuldade em fechar completamente os olhos) e papiledema (inchaço do disco óptico). Na visão, podem ocorrer anisometropia (diferença de grau entre os olhos), astigmatismo, ambliopia (olho preguiçoso), estrabismo (incluindo esotropia e exotropia) e torcicolo (inclinação da cabeça).[1][3]
Causas genéticas
A craniossinostose unicoronal não-sindrômica é uma condição genética, mas na maioria dos casos a causa genética específica não é identificada. Até o momento, nenhum gene específico foi confirmado como causador isolado dessa condição. A herança não está claramente definida, podendo ocorrer de forma esporádica ou, em alguns casos, ser herdada. O diagnóstico genético pode ser investigado por meio de exames como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES).[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da craniossinostose unicoronal não-sindrômica é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem que mostram o fechamento precoce da sutura coronal. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar síndromes associadas. No Brasil, os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Mais de 330 testes genéticos estão disponíveis para essa condição.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento da craniossinostose unicoronal não-sindrômica geralmente envolve cirurgia para corrigir a forma do crânio e aliviar a pressão intracraniana, quando necessário. O manejo também inclui acompanhamento oftalmológico para tratar problemas de visão como ambliopia, estrabismo e astigmatismo. A fisioterapia pode ser indicada para o torcicolo. No Brasil, o nível de cobertura pelo SUS é considerado mínimo, e o atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento dessa condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com o tratamento adequado, a maioria das crianças com craniossinostose unicoronal não-sindrômica tem um bom prognóstico. A cirurgia craniana precoce pode melhorar a simetria facial e reduzir o risco de complicações como papiledema. O acompanhamento multidisciplinar — incluindo neurocirurgia, oftalmologia e reabilitação — é importante para monitorar o desenvolvimento e tratar problemas associados. A qualidade de vida pode ser boa, especialmente quando o diagnóstico e o manejo são realizados precocemente.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Craniossinostose unicoronal não-sindrômica é o fechamento prematuro de uma única sutura coronal, resultando em assimetria craniofacial e possíveis alterações visuais como estrabismo e ambliopia. Pode estar associada a torcicolo e anormalidades da testa.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A craniossinostose unicoronal não-sindrômica é uma condição rara que afeta o crânio e o rosto. Ela está presente desde o nascimento (neonatal) e ocorre quando uma das suturas coronais do crânio — a linha de crescimento entre os ossos da cabeça — se fecha precocemente. Isso limita o crescimento do crânio na região afetada, levando a uma assimetria craniofacial característica. A condição é chamada de 'não-sindrômica' porque não está associada a síndromes genéticas mais amplas. A prevalência estimada é de 1 a 9 casos por 1.000.000 de pessoas.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da craniossinostose unicoronal não-sindrômica envolvem principalmente alterações na forma do crânio e da face, além de problemas oculares. As características observadas incluem: assimetria craniofacial, anormalidade da testa (como bossas frontais), morfologia anormal da órbita óssea do crânio, epiblefaro (uma dobra de pele na pálpebra inferior), lagoftalmia (dificuldade em fechar completamente os olhos) e papiledema (inchaço do disco óptico). Na visão, podem ocorrer anisometropia (diferença de grau entre os olhos), astigmatismo, ambliopia (olho preguiçoso), estrabismo (incluindo esotropia e exotropia) e torcicolo (inclinação da cabeça).[1][3]
Causas genéticas
A craniossinostose unicoronal não-sindrômica é uma condição genética, mas na maioria dos casos a causa genética específica não é identificada. Até o momento, nenhum gene específico foi confirmado como causador isolado dessa condição. A herança não está claramente definida, podendo ocorrer de forma esporádica ou, em alguns casos, ser herdada. O diagnóstico genético pode ser investigado por meio de exames como cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e sequenciamento completo do exoma (WES).[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da craniossinostose unicoronal não-sindrômica é baseado na avaliação clínica e em exames de imagem que mostram o fechamento precoce da sutura coronal. Exames genéticos podem ser solicitados para descartar síndromes associadas. No Brasil, os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES), dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras. Mais de 330 testes genéticos estão disponíveis para essa condição.[1][4]
Tratamento e manejo
O tratamento da craniossinostose unicoronal não-sindrômica geralmente envolve cirurgia para corrigir a forma do crânio e aliviar a pressão intracraniana, quando necessário. O manejo também inclui acompanhamento oftalmológico para tratar problemas de visão como ambliopia, estrabismo e astigmatismo. A fisioterapia pode ser indicada para o torcicolo. No Brasil, o nível de cobertura pelo SUS é considerado mínimo, e o atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível. Não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento dessa condição.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
Com o tratamento adequado, a maioria das crianças com craniossinostose unicoronal não-sindrômica tem um bom prognóstico. A cirurgia craniana precoce pode melhorar a simetria facial e reduzir o risco de complicações como papiledema. O acompanhamento multidisciplinar — incluindo neurocirurgia, oftalmologia e reabilitação — é importante para monitorar o desenvolvimento e tratar problemas associados. A qualidade de vida pode ser boa, especialmente quando o diagnóstico e o manejo são realizados precocemente.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 10 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 14 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:620102(Orphanet)
- MONDO:0850073(MONDO)
- GARD:22470(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Craniossinostose unicoronal não-sindrômica
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)