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Displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton
ORPHA:85166CID-10 · Q77.8CID-11 · LD24.5YOMIM 151210DOENÇA RARA
Sistema ósseoInício neonatalHerança AD
Também conhecida comoPLSD

Displasia platispondílica tipo Torrance-Luton é uma condição autossômica dominante rara caracterizada por corpos vertebrais ovoides, hipoplasia torácica e desconforto respiratório. Apresenta-se com natimorto ou baixa estatura neonatal de membros curtos, pescoço curto e traços faciais grosseiros.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é uma doença genética rara do desenvolvimento esquelético. Ela faz parte de um grupo de condições conhecidas como displasias esqueléticas letais, caracterizadas por alterações graves na formação dos ossos e cartilagens. A condição geralmente é identificada ainda no período pré-natal (antes do nascimento) ou logo após o parto, devido a sinais como encurtamento dos membros e dificuldades respiratórias. A prevalência exata é desconhecida, mas sabe-se que é uma condição muito rara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton incluem: baixa estatura desproporcional de membros curtos (encurtamento dos braços e pernas), pescoço curto, testa proeminente, ponte nasal deprimida e traços faciais grosseiros. Também podem estar presentes: palmas e pés curtos, encurvamento dos ossos longos, fissura palatina (lábio leporino ou fenda no céu da boca), distensão abdominal e escápulas hipoplásicas (omoplatas menores que o normal). Na coluna, observam-se corpos vertebrais ovoides (formato oval das vértebras) e pelve hipoplásica (bacia subdesenvolvida). O tórax pode ser estreito (hipoplasia torácica), o que contribui para desconforto respiratório e hipoplasia pulmonar (pulmões subdesenvolvidos). Complicações gestacionais como polidrâmnio (excesso de líquido amniótico) e hidropsia fetal (acúmulo anormal de fluidos no corpo do feto) podem ocorrer. Em alguns casos, a condição leva ao natimorto (óbito fetal).[1][4]

Causas genéticas

A displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é causada por variantes (mutações) no gene COL2A1. Esse gene fornece instruções para a produção da cadeia alfa-1 do colágeno tipo II, uma proteína essencial para a formação da cartilagem e do osso. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene é suficiente para causar a doença. Na maioria dos casos, a mutação ocorre de forma espontânea (nova), sem histórico familiar da condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como ultrassonografia pré-natal e radiografias) e confirmação genética. Os exames genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. No Brasil, esses procedimentos fazem parte da cobertura mínima do SUS para doenças raras. Atualmente, há 69 testes genéticos disponíveis e 1449 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O tratamento da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e suporte às complicações. O acompanhamento deve incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, conforme previsto no SUS. O manejo respiratório é essencial, especialmente nos casos com hipoplasia pulmonar e desconforto respiratório. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O suporte pré-natal e neonatal deve ser planejado com equipe especializada.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton e as seguintes substâncias, cada uma com 1 publicação: Aluminum Oxide, Capecitabine, Ficoll, Lapatinib, Lithium, Testosterone, Titanium, Trastuzumab, iodofiltic acid e Alloys. É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico para orientações individualizadas.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é geralmente reservado, com risco elevado de óbito no período neonatal devido à insuficiência respiratória. A qualidade de vida depende da gravidade das manifestações, especialmente do comprometimento pulmonar e esquelético. O acompanhamento com equipe multidisciplinar (geneticista, ortopedista, pneumologista, fisioterapeuta) é fundamental para oferecer suporte e melhorar o bem-estar do paciente e da família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Displasia platispondílica tipo Torrance-Luton é uma condição autossômica dominante rara caracterizada por corpos vertebrais ovoides, hipoplasia torácica e desconforto respiratório. Apresenta-se com natimorto ou baixa estatura neonatal de membros curtos, pescoço curto e traços faciais grosseiros.

Publicações científicas
2 artigos
Último publicado: 1993

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Antenatal
+ infancy, neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
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Visão geral

A displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é uma doença genética rara do desenvolvimento esquelético. Ela faz parte de um grupo de condições conhecidas como displasias esqueléticas letais, caracterizadas por alterações graves na formação dos ossos e cartilagens. A condição geralmente é identificada ainda no período pré-natal (antes do nascimento) ou logo após o parto, devido a sinais como encurtamento dos membros e dificuldades respiratórias. A prevalência exata é desconhecida, mas sabe-se que é uma condição muito rara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton incluem: baixa estatura desproporcional de membros curtos (encurtamento dos braços e pernas), pescoço curto, testa proeminente, ponte nasal deprimida e traços faciais grosseiros. Também podem estar presentes: palmas e pés curtos, encurvamento dos ossos longos, fissura palatina (lábio leporino ou fenda no céu da boca), distensão abdominal e escápulas hipoplásicas (omoplatas menores que o normal). Na coluna, observam-se corpos vertebrais ovoides (formato oval das vértebras) e pelve hipoplásica (bacia subdesenvolvida). O tórax pode ser estreito (hipoplasia torácica), o que contribui para desconforto respiratório e hipoplasia pulmonar (pulmões subdesenvolvidos). Complicações gestacionais como polidrâmnio (excesso de líquido amniótico) e hidropsia fetal (acúmulo anormal de fluidos no corpo do feto) podem ocorrer. Em alguns casos, a condição leva ao natimorto (óbito fetal).[1][4]

Causas genéticas

A displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é causada por variantes (mutações) no gene COL2A1. Esse gene fornece instruções para a produção da cadeia alfa-1 do colágeno tipo II, uma proteína essencial para a formação da cartilagem e do osso. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma única cópia alterada do gene é suficiente para causar a doença. Na maioria dos casos, a mutação ocorre de forma espontânea (nova), sem histórico familiar da condição.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como ultrassonografia pré-natal e radiografias) e confirmação genética. Os exames genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. No Brasil, esses procedimentos fazem parte da cobertura mínima do SUS para doenças raras. Atualmente, há 69 testes genéticos disponíveis e 1449 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O tratamento da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e suporte às complicações. O acompanhamento deve incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, conforme previsto no SUS. O manejo respiratório é essencial, especialmente nos casos com hipoplasia pulmonar e desconforto respiratório. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. O suporte pré-natal e neonatal deve ser planejado com equipe especializada.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica (fonte PubTator3) menciona associações entre a displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton e as seguintes substâncias, cada uma com 1 publicação: Aluminum Oxide, Capecitabine, Ficoll, Lapatinib, Lithium, Testosterone, Titanium, Trastuzumab, iodofiltic acid e Alloys. É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre seu médico para orientações individualizadas.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton é geralmente reservado, com risco elevado de óbito no período neonatal devido à insuficiência respiratória. A qualidade de vida depende da gravidade das manifestações, especialmente do comprometimento pulmonar e esquelético. O acompanhamento com equipe multidisciplinar (geneticista, ortopedista, pneumologista, fisioterapeuta) é fundamental para oferecer suporte e melhorar o bem-estar do paciente e da família.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
19 sintomas
😀
Face
7 sintomas
🫁
Pulmão
2 sintomas
🫃
Digestivo
2 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas

+ 26 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
HP:0003577
Frequência: 2/2
100%prev.
Hipoplasia torácica
Frequência: 2/2
100%prev.
Encurtamento grave de membros
Frequência: 2/2
100%prev.
Hipodesenvolvimento de membro
Frequência: 2/2
100%prev.
Ílios hipoplásicos
Frequência: 2/2
100%prev.
Irregularidade metafisária
Frequência: 2/2
59sintomas
Muito frequente (21)
Frequente (23)
Ocasional (1)
Sem dados (14)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 59 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

HP:0003577
Frequência: 2/2100%
Hipoplasia torácicaThoracic hypoplasia
Frequência: 2/2100%
Encurtamento grave de membrosSevere limb shortening
Frequência: 2/2100%
Hipodesenvolvimento de membroLimb undergrowth
Frequência: 2/2100%
Ílios hipoplásicosHypoplastic ilia
Frequência: 2/2100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico2PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico19931 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
COL2A1
COL2A1
COL2A1Collagen alpha-1(II) chainDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
FUNÇÃO

Type II collagen is specific for cartilaginous tissues. It is essential for the normal embryonic development of the skeleton, for linear growth and for the ability of cartilage to resist compressive forces

LOCALIZAÇÃO

Secreted, extracellular space, extracellular matrix

VIAS BIOLÓGICAS (10)
Integrin cell surface interactionsMET activates PTK2 signalingDevelopmental Lineage of Pancreatic Ductal CellsAssembly of collagen fibrils and other multimeric structuresSignaling by PDGF
MECANISMO DE DOENÇA

Spondyloepiphyseal dysplasia congenital type

Disorder characterized by disproportionate short stature and pleiotropic involvement of the skeletal and ocular systems.

OUTRAS DOENÇAS (22)
Legg-Calve-Perthes diseasespondylometaphyseal dysplasia, Schmidt typeplatyspondylic dysplasia, Torrance typeKniest dysplasia
HGNC:2200UniProt:P02458

Variantes genéticas (ClinVar)

1.449 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2957C>T (p.Pro986Leu) ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2464-2A>T ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.3635G>T (p.Gly1212Val) ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.3166-1G>C ()
🧬 COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.944G>C (p.Gly315Ala) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 69 variantes classificadas pelo ClinVar.

62
7
Patogênica (89.9%)
VUS (10.1%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2957C>T (p.Pro986Leu) [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.2464-2A>T [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.1169G>A (p.Gly390Asp) [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.917_918delinsA (p.Gly306fs) [Likely pathogenic]
COL2A1: NM_001844.5(COL2A1):c.1365+3A>C [Likely pathogenic]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

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Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Type II Collagen Disorders Overview.
    · 1993· PMID 31021589recente
  2. Type II collagenopathies: are there additional family members?
    Am J Med Genet· 1996· PMID 8723099recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:85166(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:151210(OMIM)
  3. MONDO:0007895(MONDO)
  4. GARD:4382(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Busca completa no PubMed(PubMed)
  7. Q7202845(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton
Compêndio · Raras BR

Displasia platispondílica, tipo Torrance-Luton

ORPHA:85166 · MONDO:0007895
Prevalência
Unknown
Herança
Autosomal dominant
CID-10
Q77.8 · Outras osteocondrodisplasias com anomalias do crescimento dos ossos longos e da coluna vertebral
CID-11
Início
Antenatal, Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1835437
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata