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Displasia espondiloepimetafisária, tipo Bieganski
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Visão / ocular

É uma doença neurológica genética rara que combina um problema na formação da mielina (a camada protetora dos nervos no cérebro) com uma má formação nos ossos da coluna e nas extremidades dos ossos longos. Desde a infância, os pacientes podem apresentar incapacidade ou grande atraso para andar sozinhos, uma piora gradual e progressiva dos movimentos, rigidez muscular, falta de coordenação, fraqueza nos músculos próximos ao tronco (ombros, quadris) e articulações com movimento limitado. Além disso, podem surgir: dificuldade leve de aprendizado ou raciocínio, baixa estatura, escoliose (curvatura da coluna), articulações aumentadas e deformadas, fala arrastada (dificuldade de articular as palavras), movimentos involuntários e repetitivos dos olhos, problemas de visão e alterações leves na aparência facial ou corporal, entre outros sintomas. A forma de herança é recessiva ligada ao cromossomo X.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A displasia espondiloepimetafisária, tipo Bieganski, é uma doença genética rara que afeta ao mesmo tempo o desenvolvimento dos ossos e a camada protetora dos nervos no cérebro. Desde os primeiros anos de vida, a família costuma notar atraso para andar, fraqueza, rigidez nos movimentos e curvaturas na coluna. A condição não tem cura nem remédio específico catalogado, sendo o cuidado focado em terapias de reabilitação e acompanhamento neurológico e ortopédico. No Brasil, a síndrome não possui um protocolo clínico específico (PCDT) publicado pelo Ministério da Saúde, mas o suporte clínico e reabilitador é prestado pela rede do SUS.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

É uma doença neurológica genética rara que combina um problema na formação da mielina (a camada protetora dos nervos no cérebro) com uma má formação nos ossos da coluna e nas extremidades dos ossos longos. Desde a infância, os pacientes podem apresentar incapacidade ou grande atraso para andar sozinhos, uma piora gradual e progressiva dos movimentos, rigidez muscular, falta de coordenação, fraqueza nos músculos próximos ao tronco (ombros, quadris) e articulações com movimento limitado. Além disso, podem surgir: dificuldade leve de aprendizado ou raciocínio, baixa estatura, escoliose (curvatura da coluna), articulações aumentadas e deformadas, fala arrastada (dificuldade de articular as palavras), movimentos involuntários e repetitivos dos olhos, problemas de visão e alterações leves na aparência facial ou corporal, entre outros sintomas. A forma de herança é recessiva ligada ao cromossomo X.

Publicações científicas
185 artigos
Último publicado: 2026 Mar 13
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
18 sintomas
🧠
Neurológico
9 sintomas
😀
Face
7 sintomas
👁️
Olhos
6 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas

+ 22 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Ponte nasal deprimida
Frequência: 4/4
100%prev.
Nistagmo
Frequência: 7/7
100%prev.
Narinas antevertidas
Frequência: 4/4
100%prev.
Ataxia
Frequência: 7/7
100%prev.
Epífise achatada
Frequência: 20/20
100%prev.
Cifoescoliose
Frequência: 4/4
66sintomas
Muito frequente (15)
Frequente (1)
Sem dados (50)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 66 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Ponte nasal deprimidaDepressed nasal bridge
Frequência: 4/4100%
NistagmoNystagmus
Frequência: 7/7100%
Narinas antevertidasAnteverted nares
Frequência: 4/4100%
Frequência: 7/7100%
Epífise achatadaFlattened epiphysis
Frequência: 20/20100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa33
Total histórico185PubMed
Últimos 10 anos5publicações
Pico20252 papers
Linha do tempo
2000201020201993Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição.

AIFM1Apoptosis-inducing factor 1, mitochondrialDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
MECANISMO DE DOENÇA

Combined oxidative phosphorylation deficiency 6

A mitochondrial disease resulting in a neurodegenerative disorder characterized by psychomotor delay, hypotonia, areflexia, muscle weakness and wasting. Some patients manifest prenatal ventriculomegaly and severe postnatal encephalomyopathy.

OUTRAS DOENÇAS (4)
X-linked hereditary sensory and autonomic neuropathy with hearing lossCharcot-Marie-Tooth disease X-linked recessive 4spondyloepimetaphyseal dysplasia, Bieganski typesevere X-linked mitochondrial encephalomyopathy
HGNC:8768UniProt:O95831

Variantes genéticas (ClinVar)

305 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 AIFM1: GRCh37/hg19 Xq23-28(chrX:113417246-155233731)x1 ()
🧬 AIFM1: GRCh37/hg19 Xq26.1-26.3(chrX:128882432-134384406)x3 ()
🧬 AIFM1: NM_004208.4(AIFM1):c.955C>G (p.Leu319Val) ()
🧬 AIFM1: NM_004208.4(AIFM1):c.858+169A>G ()
🧬 AIFM1: NM_004208.4(AIFM1):c.1191T>G (p.Ala397=) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 19 variantes classificadas pelo ClinVar.

8
5
6
Patogênica (42.1%)
VUS (26.3%)
Benigna (31.6%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
AIFM1: NM_004208.4(AIFM1):c.742G>A (p.Gly248Ser) [Likely pathogenic]
AIFM1: NM_004208.4(AIFM1):c.760G>A (p.Glu254Lys) [Likely pathogenic]
RAB33A: NM_004208.4(AIFM1):c.1770+12T>C [Conflicting classifications of pathogenicity]
AIFM1: NM_004208.4(AIFM1):c.697-44T>G [Pathogenic]
RAB33A: NM_004208.4(AIFM1):c.705G>C (p.Gln235His) [Pathogenic]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondiloepimetafisária, tipo Bieganski

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doença com base genética

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Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Não há cura conhecida nem tratamentos medicamentosos curativos catalogados para esta condição genética. O acompanhamento médico é voltado ao controle dos sintomas ósseos, motores e neurológicos.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:168448
    Orphanet
  2. GARD:4891
    GARD (NIH)
  3. Q55782430
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Displasia espondiloepimetafisária, tipo Bieganski. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/displasia-espondiloepimetafisaria-tipo-bieganski

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Displasia espondiloepimetafisária, tipo Bieganski

ORPHA:168448 · MONDO:0010275
MedGen
UMLS
C1846148
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara