A displasia frontonasal acromélica (DFNA) é uma variação rara da displasia frontonasal, caracterizada por malformações distintas na cabeça e face (craniofaciais), como: fontanela grande (moleira aberta), hipertelorismo (olhos muito separados), ponta do nariz bífida (dividida), fissuras no nariz, braquicefalia (cabeça mais curta e larga), fenda facial mediana (no meio da face) e boca em formato de carpa. Também apresenta malformações cerebrais, como: lipoma inter-hemisférico (acúmulo de gordura entre os hemisférios cerebrais) e agenesia do corpo caloso (ausência de uma estrutura que liga os dois lados do cérebro). Nos membros, são observadas: hipoplasia/aplasia da tíbia (osso da canela subdesenvolvido ou ausente), pé torto congênito, polidactilia pré-axial simétrica dos pés (dedos extras no lado de dentro dos pés) e unhas espessas e em formato de "baqueta" nos dois dedões dos pés. A condição também está associada à deficiência intelectual. Outras manifestações por vezes relatadas incluem: ausência dos bulbos olfatórios (estruturas ligadas ao olfato), hipopituitarismo (produção insuficiente de hormônios pela hipófise) e criptorquidia (testículos que não desceram para a bolsa escrotal).
Introdução
O que você precisa saber de cara
A displasia fronto-nasal acromélica é uma síndrome genética muito rara que altera a formação do rosto, do cérebro e dos membros desde antes do nascimento. As famílias costumam notar olhos mais separados, ponte nasal larga, cabeça em formato característico e malformações nos ossos das pernas e nos pés. A condição também pode causar atraso no desenvolvimento e deficiência intelectual, exigindo atenção multidisciplinar contínua. Não há remédio curativo, mas o SUS oferece atendimento de reabilitação e exames genéticos para apoiar o diagnóstico e o cuidado.
A displasia frontonasal acromélica (DFNA) é uma variação rara da displasia frontonasal, caracterizada por malformações distintas na cabeça e face (craniofaciais), como: fontanela grande (moleira aberta), hipertelorismo (olhos muito separados), ponta do nariz bífida (dividida), fissuras no nariz, braquicefalia (cabeça mais curta e larga), fenda facial mediana (no meio da face) e boca em formato de carpa. Também apresenta malformações cerebrais, como: lipoma inter-hemisférico (acúmulo de gordura entre os hemisférios cerebrais) e agenesia do corpo caloso (ausência de uma estrutura que liga os dois lados do cérebro). Nos membros, são observadas: hipoplasia/aplasia da tíbia (osso da canela subdesenvolvido ou ausente), pé torto congênito, polidactilia pré-axial simétrica dos pés (dedos extras no lado de dentro dos pés) e unhas espessas e em formato de "baqueta" nos dois dedões dos pés. A condição também está associada à deficiência intelectual. Outras manifestações por vezes relatadas incluem: ausência dos bulbos olfatórios (estruturas ligadas ao olfato), hipopituitarismo (produção insuficiente de hormônios pela hipófise) e criptorquidia (testículos que não desceram para a bolsa escrotal).
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
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Partes do corpo afetadas
+ 28 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 70 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisAcromelic frontonasal dysostosis
A rare variant form of frontonasal dysplasia, an array of abnormalities affecting the eyes, forehead and nose and linked to midfacial dysraphia. The clinical picture is highly variable. Major findings include true ocular hypertelorism, broadening of the nasal root, median facial cleft affecting the nose and/or upper lip and palate, unilateral or bilateral clefting of the alae nasi, lack of formation of the nasal tip, anterior cranium bifidum occultum, a V-shaped or widow's peak frontal hairline. AFND is characterized by the association of frontonasal malformations with various combinations of polydactyly, tibial hypoplasia, epibulbar dermoid, encephalocoele, corpus callosum agenesis and Dandy-Walker malformation.
Variantes genéticas (ClinVar)
99 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia fronto-nasal acromélica
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Pesquisa ativa
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Severe acrocallosal syndrome or acromelic frontonasal dysplasia?
Acromelic frontonasal "dysplasia": further delineation of a subtype with brain malformation and polydactyly (Toriello syndrome).
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Doença com base genética
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
Não existe cura para a displasia fronto-nasal acromélica nem tratamentos medicamentosos específicos aprovados. O acompanhamento médico é focado no alívio de sintomas, correções cirúrgicas e suporte ao desenvolvimento da criança.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Displasia fronto-nasal acromélica. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/displasia-fronto-nasal-acromelica
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Displasia fronto-nasal acromélica
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata