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Hemimelia peroneal isolada
ORPHA:93323CID-10 · Q72.6CID-11 · LB9A.2DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Sistema ósseoInício neonatalHerança Unknown
Sinônimos clínicos: Deficiência longitudinal do peróneo isolada congénita · Deficiência peronial isolada · Meromelia peronial longitudinal isolada

A hemimelia fibular é uma deficiência longitudinal congênita dos membros caracterizada pela ausência completa ou parcial do osso da fíbula.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A hemimelia peroneal isolada é uma malformação congênita em que a criança nasce com a fíbula, osso fino da perna, ausente ou menor do que o normal. Essa alteração provoca encurtamento da perna, encurvamento da tíbia, deformidades no pé e dificuldades para caminhar. O acompanhamento costuma envolver adaptação de próteses, fisioterapia e cirurgias ortopédicas corretivas para melhorar o alinhamento corporal. Esta condição não possui um PCDT próprio no Ministério da Saúde, mas o SUS prevê atendimentos de reabilitação em doenças raras.

📋
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A hemimelia fibular é uma deficiência longitudinal congênita dos membros caracterizada pela ausência completa ou parcial do osso da fíbula.

Publicações científicas
36 artigos
Último publicado: 2026 Mar-Apr

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
1-9 / 100 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
1.1033
Worldwide
Início
Antenatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q72.6
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
18 sintomas
😀
Face
2 sintomas
❤️
Coração
1 sintomas
🩸
Sangue
1 sintomas
🧠
Neurológico
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas

+ 22 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Morfologia anormal da fíbula
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Distúrbio da marcha
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Tíbia curta
Frequente (79-30%)
55%prev.
Morfologia anormal dos ossos do membro inferior
Frequente (79-30%)
55%prev.
Genu valgum
Frequente (79-30%)
55%prev.
Encurvamento tibial
Frequente (79-30%)
47sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (8)
Ocasional (22)
Muito raro (15)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 47 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Morfologia anormal da fíbulaAbnormal fibula morphology
Muito frequente (99-80%)90%
Distúrbio da marchaGait disturbance
Muito frequente (99-80%)90%
Tíbia curtaShort tibia
Frequente (79-30%)55%
Morfologia anormal dos ossos do membro inferiorAbnormal lower limb bone morphology
Frequente (79-30%)55%
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2025
Total histórico36PubMed
Últimos 10 anos11publicações
Pico20152 papers
Linha do tempo
2025Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Hemimelia peroneal isolada

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
86 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 11 publicações de um total de 86

#1

Bilateral Chronic Anterior Cruciate Ligament Tear or Congenital Absence of Anterior Cruciate Ligament? - A Case Report.

Journal of orthopaedic case reports2025 Aug

Congenital absence of the anterior cruciate ligament (ACL), first reported by Giorgi in 1956 is an extremely rare condition. The prevalence of this condition is reported to be around 0.017/1,000 live births. This congenital anomaly can present in isolation or be associated with other skeletal malformations, including fibular hemimelia, congenital femoral deficiencies, and hip dysplasia. Congenital ACL deficiency may often go undiagnosed in early life. Others will eventually experience symptoms due to the long-term effects of knee instability that can lead to chronic knee pain, particularly in the medial knee and patellofemoral compartments, and may predispose individuals to early-onset osteoarthritis. As the condition is extremely rare and can occur with or without associated deformities, there is no single treatment of choice for the condition. We herein report a case of bilateral isolated congenital absence of ACL in a 24-year-old young woman who presented to us with the chief complaints of pain in the right knee for the past 2 years and the left knee for the past 10 months. Although good outcomes with conservative management in individuals without symptomatic instability have been reported, surgeons advocate ACL reconstruction in cases presenting with symptomatic instability.

#2

Treatment of relapse valgus knee deformity in fibular hemimelia with hemiepiphysiodesis.

Journal of pediatric orthopedics. Part B2025 May 01

The objective of this study was to analyze the treatment of recurrent valgus knee in fibular hemimelia patients with hemiepiphysiodesis and define associated variables for deformity relapse. Sixteen consecutive patients with fibular hemimelia treated with hemiepiphysiodesis (57 physis) were compared to 21 physis of idiopathic cases, in terms of magnitude, speed, and time of correction. Correction of valgus deformity was successfully achieved in all cases. In the fibular hemimelia group, children 4 years and younger had a bigger magnitude of correction than older ones (11° versus 6.9°) and greater speed (1° versus 0.6°), with statistical significance ( P  = 0.018 and P  = 0.009, respectively), while time for correction was similar among these groups (11.6 months versus 12.3 months). Femoral distal physis corrected faster than proximal tibial physis (10.8 months versus 16.8 months), with statistical significance ( P  = 0.032). Thirty-three physis (57.9%) were isolated and 24 (42.1%) were tibia and femur. We found no statistical difference between the two groups regarding time for correction, magnitude, or speed ( P  = 0.526, P  = 0.910, P  = 0.803, respectively). Relapse was observed in 49 physis (86%) of the fibular hemimelia patients. These had a mean age of 5.5 years versus 3.9 years for those without a relapse, with statistical significance ( P  = 0.204). Relapse occurred after 2 years of the first procedure. Recurrent valgus deformity in fibular hemimelia can be successfully treated with single or multiple hemiepiphysiodesis with tension band plates in skeletally immature patients in an effective and gradual manner. Level of Evidence: Level III, therapeutic study.

#3

Foot Oligodactyly as the Main Dysplasia in Children.

Cureus2023 Feb

Introduction Foot oligodactyly is usually associated with fibular insufficiency or cleft foot syndrome. A foot with a reduced number of rays may occasionally have an isolated dysplasia. Methods We reviewed the clinical notes and X-rays of six children with oligodactyly, having a normal development of the tibia and fibula. Clinical evaluation recorded the plantigrade or deviated foot, appropriate shoe wear, and aesthetic presentation of barefoot children. Radiological examination revealed missing or hypoplastic bones in the foot, the presence of other deformities, and leg length discrepancy (LLD) of the affected limb. Results On clinical evaluation, all children except one had a plantigrade foot with normal shoe wear; the lesion was not spotted in three of them unless informed of the presence of the dysplasia. Radiological examination in four of them revealed the absence or hypoplasia of the navicular, with a normal shape of the first metatarsal. Calcaneocuboid joints were normal in five of them; LLD was the main problem in three children. The girl with bilateral oligodactyly presented as a normal child. Conclusion Oligodactyly may present as an isolated dysplasia. LLD in these patients, which is less severe than in children with fibular or tibial insufficiency, is the main issue that requires surgical management in later life. Prenatal diagnosis of oligodactyly as an isolated dysplasia is an important feature for appropriate counseling of parents.

#4

Fibular hemimelia.

Journal of medicine and life2022 Apr

Fibular hemimelia is defined as a partial or complete absence of the fibula. Alongside fibular deformities, there is a wide spectrum of anomalies, foot deformities, and absent rays. A literature review showed only a handful of cases of prenatal diagnosis of fibular hemimelia. It is a rare disorder that might be isolated or associated with visceral anomalies.

#5

Isolated unilateral proximal focal femoral deficiency presenting in a young woman.

BMJ case reports2020 Jan 21

Proximal focal femoral deficiency (PFFD) is a rare congenital skeletal abnormality characterised by the partial absence of the proximal femoral segment with shortening of the entire lower extremity. It typically presents as a shortened thigh, which is flexed, externally rotated and abducted. Some other skeletal anomalies, especially fibular hemimelia, usually accompany the disorder. The diagnosis of PFFD is made in early childhood and based mainly on conventional radiography. However, the radiographic appearance of the disease evolves as the child grows. In addition, treatment procedures applied to the child affect the radiographic presentation of the disease in adulthood. Almost all cases of PFFD reported to date are in young children and in the current literature, there is a paucity of radiographic images of PFFD in mature skeleton. The aim of this case report is to present the radiographic appearance of PFFD in an adult patient and to increase awareness among radiologists about this disease.

Publicações recentes

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Trata-se de uma alteração no desenvolvimento embrionário dos membros inferiores com início antenatal. Seu modo de herança é registrado como não aplicável nas bases clínicas e ainda não existem genes específicos catalogados.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

10 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Fibular hemimelia.
    Journal of medicine and life2022PMID 35646168
  2. ORPHA:93323
    Orphanet
  3. GARD:8659
    GARD (NIH)
  4. Q1411024
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Hemimelia peroneal isolada. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hemimelia-peroneal-isolada

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Hemimelia peroneal isolada
Compêndio · Raras BR

Hemimelia peroneal isolada

ORPHA:93323 · MONDO:0019672
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
1-9 / 100 000
Herança
Not applicable
CID-10
Q72.6 · Defeito por redução longitudinal do perônio [fíbula]
CID-11
Início
Antenatal
Prevalência
1.1033 (Worldwide)
UMLS
C0013589
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara