Doença rara caracterizada por hiperostose cortical, estenose pulmonar, hidropsia fetal e microcefalia. Apresenta-se com anormalidades urinárias, esqueléticas e de migração neuronal, além de baixa estatura e polidrâmnio.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
Sinais e sintomas
O quadro clínico envolve diversas alterações esqueléticas e de desenvolvimento corporal, que incluem displasia esquelética, displasia esquelética letal, morfologia anormal do osso cortical, aumento da densidade mineral óssea, platispondilia, ossos wormianos, baixa estatura, mesomelia, hipodesenvolvimento de membro e anormalidade da morfologia do osso do membro.[1][2]
Nas extremidades e no crânio, podem ser observados encurtamento de todas as falanges dos dedos, encurtamento de todos os metacarpos, talipes equinovarus bilateral, fontanela anterior ampla, atresia do canal auditivo externo, além de registros que contemplam macrocefalia ou microcefalia.[1][2]
A condição também apresenta manifestações sistêmicas e fetais complexas, tais como hidropsia fetal, polidrâmnio, aplasia ou hipoplasia dos pulmões, estenose pulmonar, anormalidade do sistema urinário, anormalidade da migração neuronal, hepatomegalia e esplenomegalia.[1][2]
Causas genéticas
Diagnóstico
Tratamento e manejo
Não há medicamentos específicos aprovados ou terapias farmacológicas direcionadas para a hiperostose cortical displásica descritos nas bases clínicas oficiais.[1]
No Sistema Único de Saúde (SUS), a condição é classificada como 'Sem cobertura SUS' para um protocolo próprio. Medicamentos que regulam o metabolismo ósseo são dispensados exclusivamente no contexto do PCDT de Osteoporose (Portaria Conjunta SAES-SECTICS/MS nº 22, de 22/10/2025), o qual contempla: Ácido zoledrônico solução injetável 0,05 mg/mL, Cloridrato de raloxifeno comprimido 60 mg, Risedronato sódico comprimido 35 mg, Estrógenos conjugados comprimidos 0,625 mg e 0,3 mg, Carbonato de cálcio + colecalciferol comprimidos (1250 mg e 1500 mg), Pamidronato dissódico solução injetável 60 mg, Fosfato de cálcio tribásico + colecalciferol comprimido 1661,616 mg, Romosozumabe solução injetável 90 mg/mL, Calcitriol cápsula 0,250 mcg, Alendronato de sódio comprimidos (10 mg e 70 mg) e Calcitonina spray nasal 200 UI.[4][4][4][4][4][4][4][4][4][4][4][4][4][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A **hiperostose cortical displásica** é uma síndrome malformativa muito rara que interfere profundamente no crescimento dos ossos e no desenvolvimento de órgãos vitais. A família e a equipe de saúde costumam notar deformidades graves nos membros, encurtamento de mãos e pés, além de problemas respiratórios e acúmulo de líquidos durante a gestação. Não existem remédios específicos desenvolvidos para reverter a doença e ela não conta com protocolo de tratamento oficial na lista de PCDTs de doenças raras do SUS. O cuidado oferecido é voltado ao suporte dos sintomas graves e à assistência individualizada das complicações apresentadas.
Doença rara caracterizada por hiperostose cortical, estenose pulmonar, hidropsia fetal e microcefalia. Apresenta-se com anormalidades urinárias, esqueléticas e de migração neuronal, além de baixa estatura e polidrâmnio.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 14 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 51 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hiperostose cortical displásica
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Al-Gazali Skeletal Dysplasia Constitutes the Lethal End of ADAMTSL2-Related Disorders.
Dysplastic cortical hyperostosis (Kozlowski-Tsuruta syndrome): report of a second case.
Dysplastic cortical hyperostosis: a new form of lethal neonatal dwarfism.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
É uma síndrome malformativa rara do desenvolvimento esquelético, catalogada sob o código ORPHA:646139 e CID-10 M85.8. Ela provoca alterações estruturais severas nos ossos corticais, nos membros e no crânio.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
5 fontes citadas no texto · 3 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 2 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Hiperostose cortical displásica. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/hiperostose-cortical-displasica
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Hiperostose cortical displásica
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11