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Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 87
ORPHA:631088CID-10 · G11.4CID-11 · 8B44.01OMIM 619966DOENÇA RARA
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neuroInício infânciaHerança AR

A neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo I ou neuropatia sensitiva hereditária tipo I é um grupo de doenças neurológicas de herança autossômica dominante que afetam o sistema nervoso periférico, particularmente nas funções sensitivas e autonômicas. A característica marcante da doença é a perda acentuada da sensação de dor e temperatura nas partes distais dos membros inferiores. Os distúrbios autonômicos, quando presentes, manifestam-se como anormalidades na sudorese.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 25/09/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 87 é uma condição genética rara, caracterizada por um padrão de herança autossômica recessiva. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de indivíduos, e os primeiros sinais clínicos costumam se manifestar precocemente, com idade de início registrada na infância.[1][2]

Sinais e sintomas

O quadro clínico envolve manifestações motoras e do desenvolvimento neurológico. São descritos atraso no desenvolvimento motor grosso, atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem e deficiência intelectual leve. No exame físico e neurológico, observam-se espasticidade do membro inferior, espasticidade de membro superior, marcha espástica, hiperreflexia (incluindo hiperreflexia do membro inferior e em membros superiores), presença do sinal de Babinski, distonia e hiperlordose lombar. Alterações oftalmológicas associadas incluem estrabismo e nistagmo, além de disartria.[1][2]

Causas genéticas

A condição é causada por alterações genéticas com padrão de herança autossômica recessiva associadas ao gene TMEM63C, que codifica a proteína de canal de cátions osmosensível TMEM63C.[1][3][4]

Diagnóstico

A avaliação diagnóstica abrange a correlação dos achados clínicos com investigação molecular. No contexto genético da condição, estão catalogados 49 testes genéticos e 23 variantes no banco de dados ClinVar para a análise diagnóstica.[1][3][4]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 87 é uma condição genética rara que se manifesta ainda na infância. Ela provoca principalmente rigidez muscular e reflexos aumentados nas pernas, além de atraso no desenvolvimento motor e deficiência intelectual leve. A condição decorre de alterações no gene TMEM63C e é transmitida pelos pais com padrão de herança autossômica recessiva. Não há medicamentos específicos dispensados na rede pública, sendo o cuidado baseado no atendimento em reabilitação para suporte das funções motoras.

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A neuropatia sensitiva e autonômica hereditária tipo I ou neuropatia sensitiva hereditária tipo I é um grupo de doenças neurológicas de herança autossômica dominante que afetam o sistema nervoso periférico, particularmente nas funções sensitivas e autonômicas. A característica marcante da doença é a perda acentuada da sensação de dor e temperatura nas partes distais dos membros inferiores. Os distúrbios autonômicos, quando presentes, manifestam-se como anormalidades na sudorese.

Publicações científicas
363 artigos
Último publicado: 2026 Apr 1
Medicamentos
1 com registro
Penicillamine (PENICILLAMINE)

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PENICILLAMINE (PENICILLAMINE)

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
7
pacientes catalogados
Início
Childhood
+ infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
2 procedimentos SIGTAPCID-10: G11.4
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (2)
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
5 sintomas
🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 7 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Deficiência intelectual, leve
Frequência: 5/5
100%prev.
Sinal de Babinski
Frequência: 5/5
100%prev.
Atraso no desenvolvimento motor grosso
Frequência: 7/7
100%prev.
Marcha espástica
Frequência: 7/7
100%prev.
Espasticidade do membro inferior
Frequência: 7/7
100%prev.
Hiperreflexia do membro inferior
Frequência: 7/7
18sintomas
Muito frequente (7)
Frequente (2)
Ocasional (4)
Muito raro (4)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 18 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Deficiência intelectual, leveIntellectual disability, mild
Frequência: 5/5100%
Sinal de BabinskiBabinski sign
Frequência: 5/5100%
Atraso no desenvolvimento motor grossoDelayed gross motor development
Frequência: 7/7100%
Marcha espásticaSpastic gait
Frequência: 7/7100%
Frequência: 7/7100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa10
Total histórico363PubMed
Últimos 10 anos8publicações
Pico20192 papers
Linha do tempo
20202016Hoje · 2026📈 2019Ano de pico
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
TMEM63C
TMEM63COsmosensitive cation channel TMEM63CDisease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
MECANISMO DE DOENÇA

Spastic paraplegia 87, autosomal recessive

A form of spastic paraplegia, a neurodegenerative disorder characterized by a slow, gradual, progressive weakness and spasticity of the lower limbs. Rate of progression and the severity of symptoms are quite variable. Initial symptoms may include difficulty with balance, weakness and stiffness in the legs, muscle spasms, and dragging the toes when walking. In some forms of the disorder, bladder symptoms (such as incontinence) may appear, or the weakness and stiffness may spread to other parts of the body. SPG87 is characterized by onset of lower limb spasticity in infancy or early childhood, and lack of upper limbs and bulbar regions involvement. Affected individuals have mildly delayed walking, spastic gait, and hyperreflexia. Some patients may also have mild intellectual disability or speech problems.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Cerebelo
88.6 TPM
Cérebro - Hemisfério cerebelar
79.5 TPM
Pituitária
78.8 TPM
Testículo
24.6 TPM
Córtex cerebral
17.2 TPM
INTERAÇÕES PROTEICAS (3)
OUTRAS DOENÇAS (1)
spastic paraplegia 87, autosomal recessive
HGNC:23787UniProt:Q9P1W3

Medicamentos aprovados (FDA)

1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.

💊 Penicillamine (PENICILLAMINE)
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Variantes genéticas (ClinVar)

23 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 TMEM63C: NM_020431.4(TMEM63C):c.2149-13C>G ()
🧬 TMEM63C: NM_020431.4(TMEM63C):c.1601+53T>G ()
🧬 TMEM63C: NM_020431.4(TMEM63C):c.1601+19C>G ()
🧬 TMEM63C: GRCh37/hg19 14q23.1-32.33(chr14:58894502-107227240)x3 ()
🧬 TMEM63C: GRCh37/hg19 14q13.3-32.33(chr14:37671058-106985955)x2 ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 1.247 variantes classificadas pelo ClinVar.

125
1122
Patogênica (10.0%)
Benigna (90.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.2436C>G (p.Tyr812Ter) [Likely pathogenic]
ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.2592C>A (p.Cys864Ter) [Pathogenic]
ZFR: NM_016107.5(ZFR):c.3018G>A (p.Gln1006=) [Likely benign]
ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.249C>T (p.Ala83=) [Likely benign]
ATP13A2: NM_022089.4(ATP13A2):c.2727C>T (p.Ser909=) [Likely benign]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 87

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
44 papers (10 anos)

Mostrando amostra de 8 publicações de um total de 44

#1

Hereditary spastic paraparesis type 18 (SPG18): new ERLIN2 variants in a series of Italian patients, shedding light upon genetic and phenotypic variability.

Neurological sciences : official journal of the Italian Neurological Society and of the Italian Society of Clinical Neurophysiology2024 Aug

Hereditary spastic paraparesis (HSP) is a group of central nervous system diseases primarily affecting the spinal upper motor neurons, with different inheritance patterns and phenotypes. SPG18 is a rare, early-onset, complicated HSP, first reported as linked to biallelic ERLIN2 mutations. Recent cases of late-onset, pure HSP with monoallelic ERLIN2 variants prompt inquiries into the zygosity of such genetic conditions. The observed relationship between phenotype and mode of inheritance suggests a potential dominant negative effect of mutated ERLIN2 protein, potentially resulting in a milder phenotype. This speculation suggests that a wider range of HSP genes could be linked to various inheritance patterns. With documented cases of HSP loci exhibiting both dominant and recessive patterns, this study emphasizes that the concept of zygosity is no longer a limiting factor in the establishment of molecular diagnoses for HSP. Recent cases have demonstrated phenoconversion in SPG18, from HSP to an amyotrophic lateral sclerosis (ALS)-like syndrome. This report highlights two cases out of five exhibiting HSP-ALS phenoconversion, discussing an observed prevalence in autosomal dominant SPG18. Additionally, the study emphasizes the relatively high incidence of the c.502G>A variant in monoallelic SPG18 cases. This mutation appears to be particularly common in cases of HSPALS phenoconversion, indicating its potential role as a hotspot for a distinctive SPG18 phenotype with an ALS-like syndrome. Clinicians need to be aware that patients with HSP may show ALS signs and symptoms. On the other hand, HSP panels must be included in genetic testing methods for instances of familial ALS.

#2

Adult-onset combined oxidative phosphorylation deficiency type 14 manifests as epileptic status: a new phenotype and literature review.

BMC neurology2024 Jan 02

Combined oxidative phosphorylation deficiency (COXPD) is a severe disorder with early onset and autosomal recessive inheritance, and has been divided into 51 types (COXPD1-COXPD51). COXPD14 is caused by a mutation in the FARS2 gene, which encodes mitochondrial phenylalanyl-tRNA synthetase (mt-PheRS), an enzyme that transfers phenylalanine to its cognate tRNA in mitochondria. Since the first case was reported in 2012, an increasing number of FARS2 variations have been subsequently identified, which present three main phenotypic manifestations: early onset epileptic encephalopathy, hereditary spastic paraplegia, and juvenile-onset epilepsy. To our knowledge, no adult cases have been reported in the literature. We report in detail a case of genetically confirmed COXPD14 and review the relevant literature. Approximately 58 subjects with disease-causing variants of FARS2 have been reported, including 31 cases of early onset epileptic encephalopathy, 16 cases of hereditary spastic paraplegia, 3 cases of juvenile-onset epilepsy, and 8 cases of unknown phenotype. We report a case of autosomal recessive COXPD14 in an adult with status epilepticus as the only manifestation with a good prognosis, which is different from that in neonatal or infant patients reported in the literature. c.467C > T (p.T156M) has been previously reported, while c.119_120del (p.E40Vfs*87) is novel, and, both mutations are pathogenic. This case of autosomal recessive COXPD14 in an adult only presented as status epilepticus, which is different from the patients reported previously. Our study expands the mutation spectrum of FARS2, and we tended to define the phenotypes based on the clinical manifestation rather than the age of onset.

#3

Mitochondrial and Neuronal Dysfunctions in L1 Mutant Mice.

International journal of molecular sciences2022 Apr 14

Adhesion molecules regulate cell proliferation, migration, survival, neuritogenesis, synapse formation and synaptic plasticity during the nervous system's development and in the adult. Among such molecules, the neural cell adhesion molecule L1 contributes to these functions during development, and in synapse formation, synaptic plasticity and regeneration after trauma. Proteolytic cleavage of L1 by different proteases is essential for these functions. A proteolytic fragment of 70 kDa (abbreviated L1-70) comprising part of the extracellular domain and the transmembrane and intracellular domains was shown to interact with mitochondrial proteins and is suggested to be involved in mitochondrial functions. To further determine the role of L1-70 in mitochondria, we generated two lines of gene-edited mice expressing full-length L1, but no or only low levels of L1-70. We showed that in the absence of L1-70, mitochondria in cultured cerebellar neurons move more retrogradely and exhibit reduced mitochondrial membrane potential, impaired Complex I activity and lower ATP levels compared to wild-type littermates. Neither neuronal migration, neuronal survival nor neuritogenesis in these mutants were stimulated with a function-triggering L1 antibody or with small agonistic L1 mimetics. These results suggest that L1-70 is important for mitochondrial homeostasis and that its absence contributes to the L1 syndrome phenotypes.

#4

Hereditary spastic paraplegia type 11: Clinicogenetic lessons from 339 patients.

Journal of clinical neuroscience : official journal of the Neurosurgical Society of Australasia2021 Mar

Hereditary spastic paraplegia type 11 (SPG11) is the most common subtype of autosomal recessive hereditary spastic paraplegia (HSP), to date, there are more than 181 different KIAA1840 gene mutations detected, and yet the genetic landscape of SPG11 is far from complete. To find the clinical and genetic characteristics of SPG11, we performed a reanalysis of the clinical features and genotype-phenotype correlations in all reported studies exhibiting SPG11 mutations. A total of 339 patients were collected, their mean age at onset was 13.10 ± 3.65 years, with initial symptoms like gait disturbance (107/195, 54.87%) and mental retardation (47/195, 24.10%). Cognitive decline (228/270, 84.44%) was the most common complex manifestation stepped by dysarthria (134/195, 68.72%), neuropathy (112/177, 63.28%), amyatrophy, sphincter disturbance (60/130, 46.15%) and ataxia (90/194, 46.39%). The most common brain MRI abnormality is thinning of the corpus callosum (TCC) (173/190, 91.05%), followed by periventricular white matter changes (130/158, 82.28%), cerebral or cerebellar cortical atrophy (55/107, 51.40%). The mutational spectrum associated with KIAA1840 gene is wide, and frameshift mutations are the most common type followed by nonsense mutations. Our reanalysis demonstrated that SPG11 exhibited significant clinical and genetic heterogeneity, and no clear genotype-phenotype correlation was observed. There is no mutational hot spot in the KIAA1840 gene, which emphasizes the need to analyse the whole gene in clinical practice. In addition to conventional genetic testing methods, further mRNA analysis should be conducted on some cases to yield a definitive diagnosis.

#5

Clinical and genetic characterization of hereditary spastic paraplegia type 3A in Taiwan.

Parkinsonism &amp; related disorders2021 Jun

To investigate the clinical and genetic features of hereditary spastic paraplegia (HSP) type 3A (SPG3A) in Taiwan. Mutational analysis of the ATL1 gene was performed for 274 unrelated Taiwanese HSP patients. The diagnosis of SPG3A was ascertained by the presence of a heterozygous pathogenic mutation in ATL1. The SPG3A patients received clinical, electrophysiological, and neuroimaging evaluations. Disease severity was assessed by using Spastic Paraplegia Rating Scale (SPRS) and disability score. Nineteen single nucleotide polymorphism (SNP) markers flanking ATL1 were genotyped for haplotype analysis of ATL1 p.R416C mutation. Eighteen SPG3A patients from 11 families were identified. They typically presented a pure form HSP phenotype with disease onset ranging from age 1-68 years. Five heterozygous ATL1 mutations were identified, including p.R239C, p.V253I, p.Y336H, p.P342R and p.R416C. ATL1 p.R416C was the most common mutation and presented in five SPG3A pedigrees. Haplotype analyses demonstrated a shared haplotype in the 12 individuals carrying a p.R416C allele. SPG3A accounts for 4% (11 out of 274) of HSP in the Taiwanese cohort. Patents with the ATL1 p.R416C mutation in Taiwan may descend from a common ancestor. This study defines the clinical and genetic features of SPG3A in Taiwan and provides useful information for the diagnosis and management, especially in patients of Han Chinese descent.

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Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A condição é causada por mutações genéticas com herança autossômica recessiva no gene TMEM63C. Esse gene é responsável por produzir a proteína TMEM63C, que atua como um canal celular de cátions sensível à osmolaridade.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 10 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 3 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. Hereditary spastic paraparesis type 18 (SPG18): new ERLIN2 variants in a series of Italian patients, shedding light upon genetic and phenotypic variability.
    Neurological sciences : official journal of the Italian Neurological Society and of the Italian Society of Clinical Neurophysiology2024PMID 38427163
  3. Hereditary spastic paraplegia type 11: Clinicogenetic lessons from 339 patients.
    Journal of clinical neuroscience : official journal of the Neurosurgical Society of Australasia2021PMID 33581793

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 87. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/paraplegia-espastica-autossomica-recessiva-tipo-87

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Paraplegia espástica autossômica recessiva tipo 87

ORPHA:631088 · MONDO:0031019
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
2 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
7 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
G11.4 · Paraplegia espástica hereditária
CID-11
Início
Childhood, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5816775
EuropePMC
Papers 10a

📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Medicamentos aprovados FDA
fonte: FDA OpenFDA
Rara