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Síndrome de albinismo-surdez
ORPHA:998CID-10 · H90.5CID-11 · LD2H.YOMIM 300700DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
AudiçãoInício neonatalHerança XL

Uma perda auditiva genética sindrômica é caracterizada por surdez nervosa congênita e malhação sem albinismo ocular. Foi descrito em um grande pedigree. A transmissão está ligada ao cromossomo X, com homens afetados apresentando surdez neurossensorial profunda e anormalidades pigmentares graves da pele, e mulheres portadoras apresentando deficiência auditiva variável sem quaisquer alterações pigmentares. O gene causador foi mapeado para Xq26.3-q27.1.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A **síndrome de albinismo-surdez** é uma condição genética rara caracterizada por perda profunda de audição congênita e alterações no tom da pele desde o período neonatal. A família geralmente nota que a criança não reage a sons e apresenta manchas mais claras ou mais escuras pelo corpo, sem acometimento dos olhos por albinismo. A condição segue herança ligada ao cromossomo X, afetando gravemente os homens, enquanto mulheres portadoras podem apresentar apenas graus variáveis de surdez. Esta doença não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde e não tem medicamentos curativos aprovados, sendo o cuidado focado no suporte auditivo e clínico.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Uma perda auditiva genética sindrômica é caracterizada por surdez nervosa congênita e malhação sem albinismo ocular. Foi descrito em um grande pedigree. A transmissão está ligada ao cromossomo X, com homens afetados apresentando surdez neurossensorial profunda e anormalidades pigmentares graves da pele, e mulheres portadoras apresentando deficiência auditiva variável sem quaisquer alterações pigmentares. O gene causador foi mapeado para Xq26.3-q27.1.

Publicações científicas
7 artigos
Último publicado: 2024 Jul

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
1
pacientes catalogados
Início
Neonatal
🏥
SUS: Sem cobertura SUSScore: 0%
CID-10: H90.5
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🧬
Pele e cabelo
3 sintomas
👂
Ouvidos
2 sintomas

+ 7 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Hiperpigmentação irregular
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Anormalidade da fala ou vocalização
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Manchas cutâneas hipopigmentadas
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Deficiência auditiva neurossensorial
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Albinismo parcial
Frequente (79-30%)
55%prev.
Piebaldismo
Frequente (79-30%)
12sintomas
Muito frequente (4)
Frequente (2)
Ocasional (1)
Muito raro (1)
Sem dados (4)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 12 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hiperpigmentação irregularIrregular hyperpigmentation
Muito frequente (99-80%)90%
Anormalidade da fala ou vocalizaçãoAbnormality of speech or vocalization
Muito frequente (99-80%)90%
Manchas cutâneas hipopigmentadasHypopigmented skin patches
Muito frequente (99-80%)90%
Deficiência auditiva neurossensorialSensorineural hearing impairment
Muito frequente (99-80%)90%
Albinismo parcialPartial albinism
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico7PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20231 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)
#1

Genetic insights into Tietz albinism-deafness syndrome: A new dominant-negative mutation in MITF.

Pigment cell &amp; melanoma research2024 Jul

Tietz albinism-deafness syndrome (TADS) is a rare and severe manifestation of Waardenburg syndrome that is primarily linked to mutations in MITF. In this report, we present a case of TADS resulting from a novel c.637G>C mutation in MITF (p.Glu213Gln; GenBank Accession number: NM_000248). A 3-year-old girl presented with congenital generalized hypopigmentation of the hair, skin, and irides along with complete sensorineural hearing loss. Histopathological and electron microscopy investigations indicated that this variant did not alter the number of melanocytes in the skin but significantly impaired melanosome maturation within melanocytes. Comprehensive melanin analysis revealed marked reductions in both eumelanin (EM) and pheomelanin (PM) rather than changes in the EM-to-PM ratio observed in oculocutaneous albinism. We conducted an electrophoretic mobility shift assay to investigate the binding capability of the identified variant to DNA sequences containing the E-box motif along with other known variants (p.Arg217del and p.Glu213Asp). Remarkably, all three variants exhibited dominant-negative effects, thus providing novel insights into the pathogenesis of TADS. This study sheds light on the genetic mechanisms underlying TADS and offers a deeper understanding of this rare condition and its associated mutations in MITF.

#2

Controlling for cohort effects in accelerated longitudinal designs using continuous- and discrete-time dynamic models.

Psychological methods2023 Apr

Accelerated longitudinal designs (ALDs) allow examining developmental changes over a period of time longer than the duration of the study. In ALDs, participants enter the study at different ages (i.e., different cohorts), and provide measures during a time frame shorter than the total study. They key assumption is that participants from the different cohorts come from the same population and, therefore, can be assumed to share the same general trajectory. The consequences of not meeting that assumption have not been examined systematically. In this article, we propose an approach to detect and control for cohort differences in ALDs using latent change score models in both discrete and continuous time. We evaluated the effectiveness of such a method through a Monte Carlo study. Our results indicate that, in a broad set of empirically relevant conditions, both latent change score (LCS) specifications can adequately estimate cohort effects ranging from very small to very large, with slightly better performance of the continuous-time version. Across all conditions, cohort effects on the asymptotic level (dAs) caused much larger bias than on the latent initial level (d₀). When cohort differences were present, including them in the model led to unbiased estimates. In contrast, not including them led to tenable results only when such differences were not large (d₀ ≤ 1 and dAs ≤ .2). Among the sampling schedules evaluated, those including at least three measurements per participant over 4 years or more led to the best performance. Based on our findings, we offer recommendations regarding study designs and data analysis. (PsycInfo Database Record (c) 2023 APA, all rights reserved).

Publicações recentes

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A doença é causada por uma alteração genética com padrão de herança recessiva ligada ao cromossomo X. O locus causador foi mapeado na região cromossômica Xq26.3-q27.1.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

6 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:998
    Orphanet
  2. GARD:589
    GARD (NIH)
  3. Q4712419
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Síndrome de albinismo-surdez. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-albinismo-surdez

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de albinismo-surdez

ORPHA:998 · MONDO:0010403
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
1 casos conhecidos
Herança
X-linked recessive
CID-10
H90.5 · Perda de audição neuro-sensorial não especificada
CID-11
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1845068
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara