Uma perda auditiva genética sindrômica é caracterizada por surdez nervosa congênita e malhação sem albinismo ocular. Foi descrito em um grande pedigree. A transmissão está ligada ao cromossomo X, com homens afetados apresentando surdez neurossensorial profunda e anormalidades pigmentares graves da pele, e mulheres portadoras apresentando deficiência auditiva variável sem quaisquer alterações pigmentares. O gene causador foi mapeado para Xq26.3-q27.1.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A **síndrome de albinismo-surdez** é uma condição genética rara caracterizada por perda profunda de audição congênita e alterações no tom da pele desde o período neonatal. A família geralmente nota que a criança não reage a sons e apresenta manchas mais claras ou mais escuras pelo corpo, sem acometimento dos olhos por albinismo. A condição segue herança ligada ao cromossomo X, afetando gravemente os homens, enquanto mulheres portadoras podem apresentar apenas graus variáveis de surdez. Esta doença não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde e não tem medicamentos curativos aprovados, sendo o cuidado focado no suporte auditivo e clínico.
Uma perda auditiva genética sindrômica é caracterizada por surdez nervosa congênita e malhação sem albinismo ocular. Foi descrito em um grande pedigree. A transmissão está ligada ao cromossomo X, com homens afetados apresentando surdez neurossensorial profunda e anormalidades pigmentares graves da pele, e mulheres portadoras apresentando deficiência auditiva variável sem quaisquer alterações pigmentares. O gene causador foi mapeado para Xq26.3-q27.1.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 7 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 12 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Publicações mais relevantes
Genetic insights into Tietz albinism-deafness syndrome: A new dominant-negative mutation in MITF.
Tietz albinism-deafness syndrome (TADS) is a rare and severe manifestation of Waardenburg syndrome that is primarily linked to mutations in MITF. In this report, we present a case of TADS resulting from a novel c.637G>C mutation in MITF (p.Glu213Gln; GenBank Accession number: NM_000248). A 3-year-old girl presented with congenital generalized hypopigmentation of the hair, skin, and irides along with complete sensorineural hearing loss. Histopathological and electron microscopy investigations indicated that this variant did not alter the number of melanocytes in the skin but significantly impaired melanosome maturation within melanocytes. Comprehensive melanin analysis revealed marked reductions in both eumelanin (EM) and pheomelanin (PM) rather than changes in the EM-to-PM ratio observed in oculocutaneous albinism. We conducted an electrophoretic mobility shift assay to investigate the binding capability of the identified variant to DNA sequences containing the E-box motif along with other known variants (p.Arg217del and p.Glu213Asp). Remarkably, all three variants exhibited dominant-negative effects, thus providing novel insights into the pathogenesis of TADS. This study sheds light on the genetic mechanisms underlying TADS and offers a deeper understanding of this rare condition and its associated mutations in MITF.
Controlling for cohort effects in accelerated longitudinal designs using continuous- and discrete-time dynamic models.
Accelerated longitudinal designs (ALDs) allow examining developmental changes over a period of time longer than the duration of the study. In ALDs, participants enter the study at different ages (i.e., different cohorts), and provide measures during a time frame shorter than the total study. They key assumption is that participants from the different cohorts come from the same population and, therefore, can be assumed to share the same general trajectory. The consequences of not meeting that assumption have not been examined systematically. In this article, we propose an approach to detect and control for cohort differences in ALDs using latent change score models in both discrete and continuous time. We evaluated the effectiveness of such a method through a Monte Carlo study. Our results indicate that, in a broad set of empirically relevant conditions, both latent change score (LCS) specifications can adequately estimate cohort effects ranging from very small to very large, with slightly better performance of the continuous-time version. Across all conditions, cohort effects on the asymptotic level (dAs) caused much larger bias than on the latent initial level (d₀). When cohort differences were present, including them in the model led to unbiased estimates. In contrast, not including them led to tenable results only when such differences were not large (d₀ ≤ 1 and dAs ≤ .2). Among the sampling schedules evaluated, those including at least three measurements per participant over 4 years or more led to the best performance. Based on our findings, we offer recommendations regarding study designs and data analysis. (PsycInfo Database Record (c) 2023 APA, all rights reserved).
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Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
6 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (s.d.). Síndrome de albinismo-surdez. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-albinismo-surdez
Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome de albinismo-surdez
📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata