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Síndrome de duplicação 1p36.33
ORPHA:656279CID-10 · Q92.3CID-11 · LD41.01OMIM 618815DOENÇA RARA
heartHerança Unknown

Síndrome de duplicação 1p36.33 é uma doença autossômica dominante rara associada a anomalias da substância branca cerebral, cardiomiopatia dilatada e acidose láctica. Frequentemente resulta em morte na infância, com fenótipos que incluem hipotonia neonatal e sequela de acinesia fetal.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de duplicação 1p36.33 é uma condição genética rara caracterizada pela presença de uma cópia extra (duplicação) de material genético na região 1p36.33 do cromossomo 1. Essa alteração pode levar a uma variedade de manifestações clínicas que afetam múltiplos sistemas do corpo, incluindo o sistema nervoso, coração, órgãos genitais e desenvolvimento geral. A condição é classificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q92.3.[1][2][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de duplicação 1p36.33 podem variar amplamente entre os indivíduos, mas frequentemente incluem alterações neurológicas e do desenvolvimento. Entre os fenótipos mais comuns estão: encefalopatia (disfunção cerebral), convulsões, anormalidades no eletroencefalograma (EEG), hipotonia neonatal (fraqueza muscular ao nascer) e contratura em flexão (rigidez das articulações). Problemas cardíacos como cardiomiopatia hipertrófica (aumento do músculo cardíaco) e cardiomiopatia dilatada (coração aumentado e enfraquecido) também podem ocorrer, assim como bradicardia (batimento cardíaco lento).[1][4]

Alterações genitais são frequentes, incluindo micropênis, hipospadia (abertura da uretra na parte inferior do pênis) e criptorquidia (testículos não descidos). Problemas oculares como catarata do desenvolvimento e opacidade corneana (turvação da córnea) também foram descritos. Em alguns casos, pode ocorrer hidropsia fetal (acúmulo anormal de líquido no feto) e sequência de acinesia fetal (falta de movimento fetal), além de acidose láctica (excesso de ácido lático no sangue). A condição pode estar associada a morte na infância.[1][4]

Exames de imagem cerebral podem revelar padrão giratório simplificado (menos dobras no cérebro) e morfologia anormal da substância branca cerebral. A herança é descrita como autossômica dominante, o que significa que uma cópia da duplicação é suficiente para causar a condição.[1][4]

Causas genéticas

A Síndrome de duplicação 1p36.33 é causada por uma duplicação de uma região específica no braço curto do cromossomo 1 (1p36.33). Essa duplicação envolve genes da família ATAD3, incluindo os genes ATAD3A, ATAD3B e ATAD3C. Esses genes codificam proteínas que pertencem à família AAA ATPase, envolvidas em funções celulares essenciais, como dinâmica mitocondrial e metabolismo energético. A alteração genética pode ocorrer de forma espontânea (de novo) ou ser herdada de um dos pais.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de duplicação 1p36.33 é realizado por meio de testes genéticos que identificam a duplicação na região cromossômica 1p36.33. Os principais exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R (para análise cromossômica geral), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH (hibridização in situ por fluorescência) e sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes codificadores de proteínas. Atualmente, existem 257 testes genéticos disponíveis e 531 variantes associadas à condição registradas no ClinVar.[1][2][5]

Exames complementares podem incluir a dosagem de alfa-fetoproteína (AFP) e atendimento em reabilitação para doenças raras, conforme disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima', indicando que alguns procedimentos diagnósticos e de acompanhamento podem ser acessados, mas podem exigir encaminhamento para serviços especializados.[1]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Síndrome de duplicação 1p36.33, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, cardiologistas, oftalmologistas, endocrinologistas e geneticistas, conforme as necessidades individuais. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia para auxiliar no desenvolvimento motor e cognitivo.[1][2]

Para problemas cardíacos como cardiomiopatia, o manejo pode incluir medicamentos para insuficiência cardíaca e acompanhamento regular com ecocardiograma. Convulsões podem ser controladas com medicamentos antiepilépticos, e a hipotonia pode ser abordada com fisioterapia. Alterações genitais como criptorquidia e hipospadia podem necessitar de correção cirúrgica. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias, especialmente devido ao padrão de herança autossômica dominante.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Não há tratamentos específicos citados na literatura científica (PubMed) para a Síndrome de duplicação 1p36.33 que possam ser listados com base nos dados fornecidos. Esta seção será atualizada conforme novas evidências sejam publicadas.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para indivíduos com Síndrome de duplicação 1p36.33 é variável e depende da gravidade dos sintomas e da presença de complicações como cardiomiopatia ou encefalopatia grave. A condição pode estar associada a morte na infância, especialmente nos casos mais graves com hidropsia fetal ou acidose láctica. No entanto, com manejo adequado e suporte multidisciplinar, muitos pacientes podem alcançar melhorias na qualidade de vida, embora possam necessitar de cuidados contínuos ao longo da vida.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Síndrome de duplicação 1p36.33 é uma doença autossômica dominante rara associada a anomalias da substância branca cerebral, cardiomiopatia dilatada e acidose láctica. Frequentemente resulta em morte na infância, com fenótipos que incluem hipotonia neonatal e sequela de acinesia fetal.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 2025 Nov
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q92.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de duplicação 1p36.33 é uma condição genética rara caracterizada pela presença de uma cópia extra (duplicação) de material genético na região 1p36.33 do cromossomo 1. Essa alteração pode levar a uma variedade de manifestações clínicas que afetam múltiplos sistemas do corpo, incluindo o sistema nervoso, coração, órgãos genitais e desenvolvimento geral. A condição é classificada na Classificação Internacional de Doenças (CID-10) sob o código Q92.3.[1][2][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Síndrome de duplicação 1p36.33 podem variar amplamente entre os indivíduos, mas frequentemente incluem alterações neurológicas e do desenvolvimento. Entre os fenótipos mais comuns estão: encefalopatia (disfunção cerebral), convulsões, anormalidades no eletroencefalograma (EEG), hipotonia neonatal (fraqueza muscular ao nascer) e contratura em flexão (rigidez das articulações). Problemas cardíacos como cardiomiopatia hipertrófica (aumento do músculo cardíaco) e cardiomiopatia dilatada (coração aumentado e enfraquecido) também podem ocorrer, assim como bradicardia (batimento cardíaco lento).[1][4]

Alterações genitais são frequentes, incluindo micropênis, hipospadia (abertura da uretra na parte inferior do pênis) e criptorquidia (testículos não descidos). Problemas oculares como catarata do desenvolvimento e opacidade corneana (turvação da córnea) também foram descritos. Em alguns casos, pode ocorrer hidropsia fetal (acúmulo anormal de líquido no feto) e sequência de acinesia fetal (falta de movimento fetal), além de acidose láctica (excesso de ácido lático no sangue). A condição pode estar associada a morte na infância.[1][4]

Exames de imagem cerebral podem revelar padrão giratório simplificado (menos dobras no cérebro) e morfologia anormal da substância branca cerebral. A herança é descrita como autossômica dominante, o que significa que uma cópia da duplicação é suficiente para causar a condição.[1][4]

Causas genéticas

A Síndrome de duplicação 1p36.33 é causada por uma duplicação de uma região específica no braço curto do cromossomo 1 (1p36.33). Essa duplicação envolve genes da família ATAD3, incluindo os genes ATAD3A, ATAD3B e ATAD3C. Esses genes codificam proteínas que pertencem à família AAA ATPase, envolvidas em funções celulares essenciais, como dinâmica mitocondrial e metabolismo energético. A alteração genética pode ocorrer de forma espontânea (de novo) ou ser herdada de um dos pais.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Síndrome de duplicação 1p36.33 é realizado por meio de testes genéticos que identificam a duplicação na região cromossômica 1p36.33. Os principais exames disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R (para análise cromossômica geral), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH (hibridização in situ por fluorescência) e sequenciamento completo do exoma (WES), que analisa todos os genes codificadores de proteínas. Atualmente, existem 257 testes genéticos disponíveis e 531 variantes associadas à condição registradas no ClinVar.[1][2][5]

Exames complementares podem incluir a dosagem de alfa-fetoproteína (AFP) e atendimento em reabilitação para doenças raras, conforme disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima', indicando que alguns procedimentos diagnósticos e de acompanhamento podem ser acessados, mas podem exigir encaminhamento para serviços especializados.[1]

Tratamento e manejo

Atualmente, não há cura para a Síndrome de duplicação 1p36.33, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo neurologistas, cardiologistas, oftalmologistas, endocrinologistas e geneticistas, conforme as necessidades individuais. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia para auxiliar no desenvolvimento motor e cognitivo.[1][2]

Para problemas cardíacos como cardiomiopatia, o manejo pode incluir medicamentos para insuficiência cardíaca e acompanhamento regular com ecocardiograma. Convulsões podem ser controladas com medicamentos antiepilépticos, e a hipotonia pode ser abordada com fisioterapia. Alterações genitais como criptorquidia e hipospadia podem necessitar de correção cirúrgica. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias, especialmente devido ao padrão de herança autossômica dominante.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

Não há tratamentos específicos citados na literatura científica (PubMed) para a Síndrome de duplicação 1p36.33 que possam ser listados com base nos dados fornecidos. Esta seção será atualizada conforme novas evidências sejam publicadas.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico para indivíduos com Síndrome de duplicação 1p36.33 é variável e depende da gravidade dos sintomas e da presença de complicações como cardiomiopatia ou encefalopatia grave. A condição pode estar associada a morte na infância, especialmente nos casos mais graves com hidropsia fetal ou acidose láctica. No entanto, com manejo adequado e suporte multidisciplinar, muitos pacientes podem alcançar melhorias na qualidade de vida, embora possam necessitar de cuidados contínuos ao longo da vida.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
5 sintomas
❤️
Coração
3 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Opacidade corneana
Frequência: 5/5
100%prev.
Bradicardia
Frequência: 5/5
100%prev.
Hipotonia neonatal
Frequência: 5/5
100%prev.
Morte na infância
Frequência: 5/5
60%prev.
Cardiomiopatia hipertrófica
Frequência: 3/5
60%prev.
Acidose láctica
Frequência: 3/5
20sintomas
Muito frequente (4)
Frequente (11)
Ocasional (3)
Sem dados (2)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 20 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Opacidade corneanaCorneal opacity
Frequência: 5/5100%
BradicardiaBradycardia
Frequência: 5/5100%
Hipotonia neonatalNeonatal hypotonia
Frequência: 5/5100%
Morte na infânciaDeath in infancy
Frequência: 5/5100%
Cardiomiopatia hipertróficaHypertrophic cardiomyopathy
Frequência: 3/560%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa1desde 2025
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20251 papers
Linha do tempo
2025Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

3 genes identificados com associação a esta condição.

Not applicable
ATAD3BATPase family AAA domain-containing protein 3BRole in the phenotype ofTolerante
FUNÇÃO

May play a role in a mitochondrial network organization typical for stem cells, characterized by reduced mitochondrial metabolism, low mtDNA copies and fragmentated mitochondrial network. May act by suppressing ATAD3A function, interfering with ATAD3A interaction with matrix nucleoid complexes

LOCALIZAÇÃO

Mitochondrion inner membrane

VIAS BIOLÓGICAS (1)
Neutrophil degranulation
VIAS REACTOME (1)
INTERAÇÕES PROTEICAS (3)
OUTRAS DOENÇAS (1)
chromosome 1p36.33 duplication syndrome, atad3 gene cluster, autosomal dominant
HGNC:24007UniProt:Q5T9A4
ATAD3AATPase family AAA domain-containing protein 3ARole in the phenotype ofTolerante
FUNÇÃO

Essential for mitochondrial network organization, mitochondrial metabolism and cell growth at organism and cellular level (PubMed:17210950, PubMed:20154147, PubMed:22453275, PubMed:31522117, PubMed:37832546, PubMed:39116259). May play an important role in mitochondrial protein synthesis (PubMed:22453275). May also participate in mitochondrial DNA replication (PubMed:17210950). May bind to mitochondrial DNA D-loops and contribute to nucleoid stability (PubMed:17210950). Required for enhanced chan

LOCALIZAÇÃO

Mitochondrion inner membraneMitochondrion matrix, mitochondrion nucleoid

MECANISMO DE DOENÇA

Harel-Yoon syndrome

A syndrome characterized by global developmental delay, hypotonia, intellectual disability, and axonal neuropathy. Some patients have optic atrophy and hypertrophic cardiomyopathy. HAYOS inheritance can be autosomal dominant or autosomal recessive.

INTERAÇÕES PROTEICAS (5)
OUTRAS DOENÇAS (5)
pontocerebellar hypoplasia, hypotonia, and respiratory insufficiency syndrome, neonatal lethalHarel-Yoon syndromechromosome 1p36.33 duplication syndrome, atad3 gene cluster, autosomal dominantlethal pontocerebellar hypoplasia-hypotonia-respiratory insufficiency syndrome due to a point mutation
HGNC:25567UniProt:Q9NVI7
ATAD3CATPase family AAA domain-containing protein 3CRole in the phenotype ofTolerante
LOCALIZAÇÃO

OUTRAS DOENÇAS (1)
chromosome 1p36.33 duplication syndrome, atad3 gene cluster, autosomal dominant
HGNC:32151UniProt:Q5T2N8

Variantes genéticas (ClinVar)

531 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 ATAD3C: NM_001039211.3(ATAD3C):c.1009G>A (p.Gly337Arg) ()
🧬 ATAD3C: GRCh37/hg19 1p36.33-36.32(chr1:849467-3153423)x3 ()
🧬 ATAD3C: NC_000001.10:g.(?_1385068)_(1405544_?)del ()
🧬 ATAD3C: GRCh37/hg19 1p36.33-36.32(chr1:849466-4529103)x3 ()
🧬 ATAD3C: GRCh37/hg19 1p36.33-36.23(chr1:849466-8966102)x1 ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de duplicação 1p36.33

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de duplicação 1p36.33.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de duplicação 1p36.33

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

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Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Safe General Anesthesia in a Pediatric Patient With 1p36.33 Duplication Syndrome: A Rare Case Report.
    Clinical case reports· 2025· PMID 41280261mais citado

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:656279(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:618815(OMIM)
  3. MONDO:0032933(MONDO)
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome de duplicação 1p36.33
Compêndio · Raras BR

Síndrome de duplicação 1p36.33

ORPHA:656279 · MONDO:0032933
CID-10
Q92.3 · Trissomia parcial minor
CID-11
MedGen
UMLS
C5925104
EuropePMC
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM