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Síndrome de histidinúria-defeito tubular renal
ORPHA:2158CID-10 · E70.8OMIM 235830DOENÇA RARA
neuroInício infância

Doença rara do metabolismo da histidina caracterizada por histidinúria sem histidinemia que ocorre devido à ingestão anormal de histidina a níveis tubulares intestinais e renais. A perturbação do desenvolvimento intelectual, convulsões e certas características dismórficas foram relatadas em associação. Não existem exceções científicas adicionais na literatura desde 1992.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 06/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de histidinúria-defeito tubular renal é uma doença rara que afeta o metabolismo e o funcionamento dos rins. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda na infância ou na primeira infância.[1][4]

Sinais e sintomas

As pessoas com essa síndrome podem apresentar uma combinação de características físicas, neurológicas e metabólicas. Entre os sinais físicos, destacam-se: ponte nasal ampla, lábio superior com vermelhão fino, filtro liso ou longo (sulco entre o nariz e o lábio), orelhas grandes (macrotia), dedos com falanges médias curtas e arredondadas, e unhas dos artelhos hipoplásicas (pouco desenvolvidas).[1][4]

Do ponto de vista neurológico, pode ocorrer deficiência intelectual, crises mioclônicas generalizadas (um tipo de convulsão), atraso na maturação esquelética e perda auditiva neurossensorial. Exames de imagem do cérebro podem mostrar atrofia cortical cerebral e ventriculomegalia (aumento dos ventrículos cerebrais). Alterações metabólicas incluem hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) e histidinúria (excreção aumentada do aminoácido histidina na urina), devido a uma absorção tubular renal prejudicada de histidina.[1][4]

Causas genéticas

A síndrome segue um padrão de herança autossômico recessivo. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais. Até o momento, o gene específico responsável pela condição não foi identificado ou não está listado nas bases de dados consultadas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, e confirmado por exames laboratoriais e genéticos. Os exames disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: dosagem de aminoácidos (para identificar erros inatos do metabolismo), dosagem de ácidos orgânicos na urina, teste de triagem para erros inatos do metabolismo, teste do pezinho (triagem neonatal) e sequenciamento completo do exoma (WES). O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento curativo específico para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir acompanhamento com neurologista para controle das crises convulsivas, suporte educacional para deficiência intelectual, avaliação auditiva e uso de próteses, além de suporte nutricional para controle da hipoglicemia. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado integral.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas, especialmente o comprometimento neurológico e a presença de crises convulsivas. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar é essencial para oferecer suporte e maximizar a qualidade de vida do paciente e de sua família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença rara do metabolismo da histidina caracterizada por histidinúria sem histidinemia que ocorre devido à ingestão anormal de histidina a níveis tubulares intestinais e renais. A perturbação do desenvolvimento intelectual, convulsões e certas características dismórficas foram relatadas em associação. Não existem exceções científicas adicionais na literatura desde 1992.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
5
pacientes catalogados
Início
Childhood
+ infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: E70.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (6)
0202010279
Dosagem de aminoácidos (erros inatos)metabolic_test
0202010295
Dosagem de ácidos orgânicos na urinagenetic_test
0202010490
Teste de triagem para erros inatos do metabolismonewborn_screening
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202080013
Teste do pezinho (triagem neonatal)
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de histidinúria-defeito tubular renal é uma doença rara que afeta o metabolismo e o funcionamento dos rins. Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. Os primeiros sinais geralmente aparecem ainda na infância ou na primeira infância.[1][4]

Sinais e sintomas

As pessoas com essa síndrome podem apresentar uma combinação de características físicas, neurológicas e metabólicas. Entre os sinais físicos, destacam-se: ponte nasal ampla, lábio superior com vermelhão fino, filtro liso ou longo (sulco entre o nariz e o lábio), orelhas grandes (macrotia), dedos com falanges médias curtas e arredondadas, e unhas dos artelhos hipoplásicas (pouco desenvolvidas).[1][4]

Do ponto de vista neurológico, pode ocorrer deficiência intelectual, crises mioclônicas generalizadas (um tipo de convulsão), atraso na maturação esquelética e perda auditiva neurossensorial. Exames de imagem do cérebro podem mostrar atrofia cortical cerebral e ventriculomegalia (aumento dos ventrículos cerebrais). Alterações metabólicas incluem hipoglicemia (baixo nível de açúcar no sangue) e histidinúria (excreção aumentada do aminoácido histidina na urina), devido a uma absorção tubular renal prejudicada de histidina.[1][4]

Causas genéticas

A síndrome segue um padrão de herança autossômico recessivo. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais. Até o momento, o gene específico responsável pela condição não foi identificado ou não está listado nas bases de dados consultadas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas, e confirmado por exames laboratoriais e genéticos. Os exames disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: dosagem de aminoácidos (para identificar erros inatos do metabolismo), dosagem de ácidos orgânicos na urina, teste de triagem para erros inatos do metabolismo, teste do pezinho (triagem neonatal) e sequenciamento completo do exoma (WES). O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento curativo específico para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir acompanhamento com neurologista para controle das crises convulsivas, suporte educacional para deficiência intelectual, avaliação auditiva e uso de próteses, além de suporte nutricional para controle da hipoglicemia. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras como parte do cuidado integral.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas, especialmente o comprometimento neurológico e a presença de crises convulsivas. O acompanhamento regular com uma equipe multidisciplinar é essencial para oferecer suporte e maximizar a qualidade de vida do paciente e de sua família.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
4 sintomas
😀
Face
3 sintomas
🧠
Neurológico
3 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas
👂
Ouvidos
1 sintomas

+ 3 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Vermelhão do lábio superior fino
Frequência: 20/20
90%prev.
Maturação esquelética atrasada
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Macrotia
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Histidinúria
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Falange média do dedo curta
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Ponte nasal ampla
Muito frequente (99-80%)
18sintomas
Muito frequente (15)
Sem dados (3)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 18 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Vermelhão do lábio superior finoThin upper lip vermilion
Frequência: 20/20100%
Maturação esquelética atrasadaDelayed skeletal maturation
Muito frequente (99-80%)90%
Macrotia
Muito frequente (99-80%)90%
HistidinúriaHistidinuria
Muito frequente (99-80%)90%
Falange média do dedo curtaShort middle phalanx of finger
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa13
Últimos 10 anos2publicações
Pico20131 papers
Linha do tempo
20202013Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de histidinúria-defeito tubular renal

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Variant c.2158-2A>G in MANBA is an important and frequent cause of hereditary hearing loss and beta-mannosidosis among the Czech and Slovak Roma population- evidence for a new ethnic-specific variant.
    Orphanet J Rare Dis· 2020· PMID 32847582recente
  2. Characteristics and management of congenital esophageal stenosis: findings from a multicenter study.
    Orphanet J Rare Dis· 2013· PMID 24289834recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:2158(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:235830(OMIM)
  3. MONDO:0009346(MONDO)
  4. GARD:2708(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55781937(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de histidinúria-defeito tubular renal

ORPHA:2158 · MONDO:0009346
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
5 casos conhecidos
CID-10
E70.8 · Outros distúrbios do metabolismo de aminoácidos aromáticos
Início
Childhood, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0268642
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata