Síndrome rara autossômica dominante caracterizada por microduplicação no cromossomo 2q31.1, manifestando-se na infância com baixa estatura, pé torto equinovaro, polegar trifalângico, sindactilia cutânea dos dedos 3-4, polegar curto/ausente e nistagmo pendular.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de microduplicação 2q31.1, também conhecida como síndrome de sindactilia-nistagmo por microduplicação 2q31.1, é uma doença genética rara caracterizada por alterações nos membros e movimentos oculares involuntários. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, e os sinais estão presentes desde o período neonatal.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais fenótipos incluem nistagmo pendular (movimentos oculares rítmicos e involuntários), polegares ausentes ou curtos, polegares trifalângicos (com três falanges em vez de duas), sindactilia cutânea dos dedos 3 e 4 (fusão da pele entre esses dedos), pé torto equinovaro e baixa estatura. Os sintomas têm início na infância.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 é Q92.3.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo é multidisciplinar e inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, conforme cobertura mínima do SUS. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome. O tratamento é sintomático e de suporte, envolvendo ortopedia, fisioterapia e acompanhamento oftalmológico. Não há informações sobre tratamentos citados na literatura para esta condição.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade das malformações e da resposta ao manejo multidisciplinar. A baixa estatura e as alterações nos membros podem impactar a qualidade de vida, mas intervenções precoces de reabilitação e cirurgias ortopédicas podem melhorar a funcionalidade. O acompanhamento regular com especialistas é essencial.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara autossômica dominante caracterizada por microduplicação no cromossomo 2q31.1, manifestando-se na infância com baixa estatura, pé torto equinovaro, polegar trifalângico, sindactilia cutânea dos dedos 3-4, polegar curto/ausente e nistagmo pendular.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de microduplicação 2q31.1, também conhecida como síndrome de sindactilia-nistagmo por microduplicação 2q31.1, é uma doença genética rara caracterizada por alterações nos membros e movimentos oculares involuntários. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, e os sinais estão presentes desde o período neonatal.[1][4]
Sinais e sintomas
Os principais fenótipos incluem nistagmo pendular (movimentos oculares rítmicos e involuntários), polegares ausentes ou curtos, polegares trifalângicos (com três falanges em vez de duas), sindactilia cutânea dos dedos 3 e 4 (fusão da pele entre esses dedos), pé torto equinovaro e baixa estatura. Os sintomas têm início na infância.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 é Q92.3.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo é multidisciplinar e inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, conforme cobertura mínima do SUS. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome. O tratamento é sintomático e de suporte, envolvendo ortopedia, fisioterapia e acompanhamento oftalmológico. Não há informações sobre tratamentos citados na literatura para esta condição.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade das malformações e da resposta ao manejo multidisciplinar. A baixa estatura e as alterações nos membros podem impactar a qualidade de vida, mas intervenções precoces de reabilitação e cirurgias ortopédicas podem melhorar a funcionalidade. O acompanhamento regular com especialistas é essencial.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 3 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 10 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de microduplicação 2q31.1
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Ver todas no PubMedAssociações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
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Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:294026(Orphanet)
- OMIM OMIM:613681(OMIM)
- MONDO:0013363(MONDO)
- GARD:15688(GARD (NIH))
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55787035(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome de microduplicação 2q31.1
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub