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Síndrome de microduplicação 2q31.1
ORPHA:294026CID-10 · Q92.3OMIM 613681DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
CrescimentoInício neonatalHerança Unknown
Sinônimos clínicos: Dup(2)(q31.1) · Trissomia 2q31.1

Síndrome rara autossômica dominante caracterizada por microduplicação no cromossomo 2q31.1, manifestando-se na infância com baixa estatura, pé torto equinovaro, polegar trifalângico, sindactilia cutânea dos dedos 3-4, polegar curto/ausente e nistagmo pendular.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · atualizado 11/06/2026Revisão médica pendente
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Visão geral

A Síndrome de microduplicação 2q31.1, também conhecida como síndrome de sindactilia-nistagmo por microduplicação 2q31.1, é uma doença genética rara caracterizada por alterações nos membros e movimentos oculares involuntários. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, e os sinais estão presentes desde o período neonatal.[1][2]

Sinais e sintomas

Os principais fenótipos incluem nistagmo pendular (movimentos oculares rítmicos e involuntários), polegares ausentes ou curtos, polegares trifalângicos (com três falanges em vez de duas), sindactilia cutânea dos dedos 3 e 4 (fusão da pele entre esses dedos), pé torto equinovaro e baixa estatura. Os sintomas têm início na infância.[1][2]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma microduplicação no cromossomo 2, na região q31.1. O padrão de herança é desconhecido, embora o fenótipo seja consistente com herança autossômica dominante. O gene específico envolvido ainda não foi identificado.[1][3][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais característicos e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O código CID-10 é Q92.3.[1][3][4]

Tratamento e manejo

O manejo é multidisciplinar e inclui atendimento em reabilitação para doenças raras, conforme cobertura mínima do SUS. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome. O tratamento é sintomático e de suporte, envolvendo ortopedia, fisioterapia e acompanhamento oftalmológico. Não há informações sobre tratamentos citados na literatura para esta condição.[1][3]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das malformações e da resposta ao manejo multidisciplinar. A baixa estatura e as alterações nos membros podem impactar a qualidade de vida, mas intervenções precoces de reabilitação e cirurgias ortopédicas podem melhorar a funcionalidade. O acompanhamento regular com especialistas é essencial.[1][2]

Fontes numeradas em Referências.

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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EM LINGUAGEM SIMPLES

A síndrome de microduplicação 2q31.1 é uma condição genética rara decorrente de uma pequena cópia extra de material no cromossomo 2. Ela costuma causar baixa estatura, movimentos involuntários dos olhos chamados de nistagmo pendular e alterações nas mãos e nos pés, como dedos unidos pela pele ou formato incomum dos polegares. Não existe um medicamento curativo, mas o acompanhamento médico e as terapias de suporte ajudam a melhorar a função dos membros e a visão. Embora a doença não tenha um PCDT próprio no Ministério da Saúde, o SUS disponibiliza exames genéticos e serviços de atendimento em reabilitação para doenças raras.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara autossômica dominante caracterizada por microduplicação no cromossomo 2q31.1, manifestando-se na infância com baixa estatura, pé torto equinovaro, polegar trifalângico, sindactilia cutânea dos dedos 3-4, polegar curto/ausente e nistagmo pendular.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q92.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
5 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
😀
Face
1 sintomas

+ 3 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Nistagmo pendular
Frequência: 2/2
100%prev.
Sindactilia cutânea dos dedos 3-4
Frequência: 2/2
100%prev.
Baixa estatura
Frequência: 4/4
83%prev.
HP:0003577
Frequência: 5/6
25%prev.
Polegar ausente
Ocasional (~25%)
25%prev.
Polegar curto
Ocasional (~25%)
10sintomas
Muito frequente (4)
Ocasional (5)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 10 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Nistagmo pendularPendular nystagmus
Frequência: 2/2100%
Sindactilia cutânea dos dedos 3-43-4 finger cutaneous syndactyly
Frequência: 2/2100%
Baixa estaturaShort stature
Frequência: 4/4100%
Frequência: 5/683%
Polegar ausenteAbsent thumb
Ocasional (~25%)25%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa16desde 2010
Últimos 10 anos1publicações
Pico20101 papers
Linha do tempo
201020202010Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de microduplicação 2q31.1

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A síndrome é provocada pela duplicação de um segmento de DNA localizado na banda 2q31.1 do cromossomo 2 humano. Até o momento, não há genes isolados catalogados como responsáveis únicos por essa manifestação nos bancos de dados oficiais.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 fontes citadas no texto · 1 publicação do grafo RarasNet (PubMed) · 4 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. MONDO
    purl.obolibrary.org
  2. GARD:15688
    GARD (NIH)
  3. Q55787035
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (2026). Síndrome de microduplicação 2q31.1. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-microduplicacao-2q311

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de microduplicação 2q31.1

ORPHA:294026 · MONDO:0013363
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
Herança
Unknown
CID-10
Q92.3 · Trissomia parcial minor
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5190993
Repurposing
1 candidato
tridihexethyl — acetylcholine receptor antagonist
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara