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Síndrome de microdeleção Xp22.13p22.2
ORPHA:284180CID-10 · Q99.8CID-11 · LD51DOENÇA RARA
neuroInício neonatalHerança XL

Síndrome de microdeleção Xp22.13p22.2 é uma condição rara associada a hipertelorismo, ansiedade, TDAH e infecções respiratórias recorrentes. Pode apresentar cabelo esparso, pectus excavatum, prognatismo mandibular, disartria lenta, hérnia umbilical e macroorquidismo.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de microdeleção Xp22.13p22.2 é uma doença genética rara, caracterizada por um conjunto de alterações no desenvolvimento que podem incluir baixa estatura, atraso global do desenvolvimento moderado, deficiência intelectual moderada e características faciais típicas. A condição é herdada de forma recessiva ligada ao cromossomo X, afetando principalmente indivíduos do sexo masculino. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da síndrome podem variar entre os indivíduos, mas incluem com frequência: microcefalia (cabeça menor que o esperado), baixa estatura, pescoço curto, implantação alta da linha anterior do cabelo e formato facial anormal. Outros achados comuns são fissuras palpebrais inclinadas para baixo, estrabismo, hipermetropia, narinas alargadas, ponta nasal larga, palato ogival (céu da boca em formato de ogiva) e voz anormalmente aguda. No sistema musculoesquelético, podem ocorrer escoliose, mãos pequenas, dedos afilados e sindactilia dos dedos 2-3 do pé (fusão parcial). A obesidade troncular (acúmulo de gordura na região do tronco) e o macroorquidismo (testículos aumentados) também são descritos. Em alguns casos, há convulsões, hipotonia (tônus muscular diminuído), deficiência auditiva e hérnia diafragmática congênita. Nas mulheres, podem ser observados ovários policísticos.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma microdeleção (perda de um pequeno segmento de DNA) na região cromossômica Xp22.13p22.2, localizada no braço curto do cromossomo X. A herança é do tipo recessiva ligada ao X, o que significa que a doença se manifesta tipicamente em indivíduos do sexo masculino (que possuem apenas um cromossomo X). Mulheres podem ser portadoras assintomáticas ou apresentar sintomas mais leves, dependendo do padrão de inativação do X. Até o momento, nenhum gene específico foi formalmente associado à síndrome nos bancos de dados consultados.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH (hibridização in situ por fluorescência); e sequenciamento completo do exoma (WES). Exames complementares como a dosagem de alfa-fetoproteína podem ser solicitados para investigação de condições associadas. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está previsto no SUS. Atualmente, há 336 testes genéticos registrados para essa condição.[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e sintomático, visando tratar as manifestações individuais. Recomenda-se acompanhamento com neurologista (para convulsões e atraso do desenvolvimento), oftalmologista (estrabismo, hipermetropia), otorrinolaringologista (deficiência auditiva), ortopedista (escoliose) e endocrinologista (obesidade, ovários policísticos). A reabilitação com fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia pode auxiliar no desenvolvimento motor e da comunicação. O suporte educacional especializado é importante para crianças com deficiência intelectual moderada. O nível de cobertura pelo SUS é considerado mínimo, sendo essencial o encaminhamento para serviços de referência em doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das manifestações e da precocidade do suporte multidisciplinar. Indivíduos com atraso global do desenvolvimento moderado e deficiência intelectual moderada podem necessitar de cuidados ao longo da vida, mas com intervenções adequadas é possível melhorar a qualidade de vida e a autonomia. A baixa estatura e as características faciais típicas persistem, mas não comprometem a sobrevida na maioria dos casos. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é fundamental para monitorar complicações e oferecer suporte às famílias.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome de microdeleção Xp22.13p22.2 é uma condição rara associada a hipertelorismo, ansiedade, TDAH e infecções respiratórias recorrentes. Pode apresentar cabelo esparso, pectus excavatum, prognatismo mandibular, disartria lenta, hérnia umbilical e macroorquidismo.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Europe
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q99.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de microdeleção Xp22.13p22.2 é uma doença genética rara, caracterizada por um conjunto de alterações no desenvolvimento que podem incluir baixa estatura, atraso global do desenvolvimento moderado, deficiência intelectual moderada e características faciais típicas. A condição é herdada de forma recessiva ligada ao cromossomo X, afetando principalmente indivíduos do sexo masculino. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da síndrome podem variar entre os indivíduos, mas incluem com frequência: microcefalia (cabeça menor que o esperado), baixa estatura, pescoço curto, implantação alta da linha anterior do cabelo e formato facial anormal. Outros achados comuns são fissuras palpebrais inclinadas para baixo, estrabismo, hipermetropia, narinas alargadas, ponta nasal larga, palato ogival (céu da boca em formato de ogiva) e voz anormalmente aguda. No sistema musculoesquelético, podem ocorrer escoliose, mãos pequenas, dedos afilados e sindactilia dos dedos 2-3 do pé (fusão parcial). A obesidade troncular (acúmulo de gordura na região do tronco) e o macroorquidismo (testículos aumentados) também são descritos. Em alguns casos, há convulsões, hipotonia (tônus muscular diminuído), deficiência auditiva e hérnia diafragmática congênita. Nas mulheres, podem ser observados ovários policísticos.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma microdeleção (perda de um pequeno segmento de DNA) na região cromossômica Xp22.13p22.2, localizada no braço curto do cromossomo X. A herança é do tipo recessiva ligada ao X, o que significa que a doença se manifesta tipicamente em indivíduos do sexo masculino (que possuem apenas um cromossomo X). Mulheres podem ser portadoras assintomáticas ou apresentar sintomas mais leves, dependendo do padrão de inativação do X. Até o momento, nenhum gene específico foi formalmente associado à síndrome nos bancos de dados consultados.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH (hibridização in situ por fluorescência); e sequenciamento completo do exoma (WES). Exames complementares como a dosagem de alfa-fetoproteína podem ser solicitados para investigação de condições associadas. O atendimento em reabilitação para doenças raras também está previsto no SUS. Atualmente, há 336 testes genéticos registrados para essa condição.[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura específica para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e sintomático, visando tratar as manifestações individuais. Recomenda-se acompanhamento com neurologista (para convulsões e atraso do desenvolvimento), oftalmologista (estrabismo, hipermetropia), otorrinolaringologista (deficiência auditiva), ortopedista (escoliose) e endocrinologista (obesidade, ovários policísticos). A reabilitação com fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia pode auxiliar no desenvolvimento motor e da comunicação. O suporte educacional especializado é importante para crianças com deficiência intelectual moderada. O nível de cobertura pelo SUS é considerado mínimo, sendo essencial o encaminhamento para serviços de referência em doenças raras.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico depende da gravidade das manifestações e da precocidade do suporte multidisciplinar. Indivíduos com atraso global do desenvolvimento moderado e deficiência intelectual moderada podem necessitar de cuidados ao longo da vida, mas com intervenções adequadas é possível melhorar a qualidade de vida e a autonomia. A baixa estatura e as características faciais típicas persistem, mas não comprometem a sobrevida na maioria dos casos. O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é fundamental para monitorar complicações e oferecer suporte às famílias.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
6 sintomas
🧠
Neurológico
6 sintomas
😀
Face
5 sintomas
🧬
Pele e cabelo
2 sintomas
🫃
Digestivo
2 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Pescoço curto
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Mão pequena
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Voz anormalmente aguda
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Obesidade troncular
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Microcefalia
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Narinas alargadas
Muito frequente (99-80%)
34sintomas
Muito frequente (24)
Ocasional (10)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 34 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Pescoço curtoShort neck
Muito frequente (99-80%)90%
Mão pequenaSmall hand
Muito frequente (99-80%)90%
Voz anormalmente agudaAbnormally high-pitched voice
Muito frequente (99-80%)90%
Obesidade troncularTruncal obesity
Muito frequente (99-80%)90%
MicrocefaliaMicrocephaly
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa24desde 2002
Últimos 10 anos1publicações
Pico20021 papers
Linha do tempo
201020202002Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de microdeleção Xp22.13p22.2

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Gene dosage of the spermidine/spermine N(1)-acetyltransferase ( SSAT) gene with putrescine accumulation in a patient with a Xp21.1p22.12 duplication and keratosis follicularis spinulosa decalvans (KFSD).
    Hum Genet· 2002· PMID 12215835recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:284180(Orphanet)
  2. MONDO:0017284(MONDO)
  3. GARD:21117(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55786961(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de microdeleção Xp22.13p22.2

ORPHA:284180 · MONDO:0017284
Prevalência
<1 / 1 000 000
Herança
X-linked recessive
CID-10
Q99.8 · Outras anomalias cromossômicas especificadas
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Europe)
MedGen
UMLS
C5190686
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata