Doença rara autossômica dominante associada ao gene AKT2, caracterizada por hipoglicemia hipoinsulinêmica de início na infância, hemihipertrofia corporal e assimetria facial. Pode apresentar polidrâmnio, crises tônico-clônicas e obesidade.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A hipoglicemia hipoinsulinêmica e hemihipertrofia corporal é uma doença genética rara que afeta o crescimento e o metabolismo. Ela é caracterizada por episódios de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue) associados a níveis baixos de insulina (hipoinsulinemia) e crescimento excessivo de um lado do corpo (hemihipertrofia). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas geralmente aparecem na infância ou no período neonatal. Os principais incluem: hipoglicemia de jejum, hipoglicemia neonatal, hipoglicemia não cetótica e hipocetótica, convulsões hipoglicêmicas, crises tônico-clônicas bilaterais, coma hipoglicêmico, assimetria facial, hemi-hipertrofia (crescimento excessivo de um lado do corpo), amígdalas aumentadas, obesidade (especialmente troncular), ginecomastia, polidrâmnio (excesso de líquido amniótico durante a gestação), aumento do conteúdo de glicogênio hepático, autoimunidade, concentração anormal de insulina circulante, aumento do nível circulante de ácidos graxos livres e tamanho grande para a idade gestacional.[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene AKT2, que fornece instruções para a produção da proteína RAC-beta serina/treonina-proteína quinase. Essa proteína está envolvida em vias de sinalização que regulam o crescimento celular e o metabolismo da glicose. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por testes genéticos. Exames laboratoriais podem detectar hipoglicemia, hipoinsulinemia e níveis alterados de ácidos graxos livres. Os testes genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, e sequenciamento completo do exoma (WES). Atualmente, há 23 testes genéticos disponíveis e 18 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da hipoglicemia hipoinsulinêmica e hemihipertrofia corporal foca no controle dos episódios de hipoglicemia. As opções de tratamento citadas na literatura incluem o uso de dextrose, diazóxido e 2-deoxy-2-([methyl(nitroso)carbamoyl]amino)hexose. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo procedimentos como: cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara autossômica dominante associada ao gene AKT2, caracterizada por hipoglicemia hipoinsulinêmica de início na infância, hemihipertrofia corporal e assimetria facial. Pode apresentar polidrâmnio, crises tônico-clônicas e obesidade.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A hipoglicemia hipoinsulinêmica e hemihipertrofia corporal é uma doença genética rara que afeta o crescimento e o metabolismo. Ela é caracterizada por episódios de hipoglicemia (níveis baixos de açúcar no sangue) associados a níveis baixos de insulina (hipoinsulinemia) e crescimento excessivo de um lado do corpo (hemihipertrofia). A condição tem prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas geralmente aparecem na infância ou no período neonatal. Os principais incluem: hipoglicemia de jejum, hipoglicemia neonatal, hipoglicemia não cetótica e hipocetótica, convulsões hipoglicêmicas, crises tônico-clônicas bilaterais, coma hipoglicêmico, assimetria facial, hemi-hipertrofia (crescimento excessivo de um lado do corpo), amígdalas aumentadas, obesidade (especialmente troncular), ginecomastia, polidrâmnio (excesso de líquido amniótico durante a gestação), aumento do conteúdo de glicogênio hepático, autoimunidade, concentração anormal de insulina circulante, aumento do nível circulante de ácidos graxos livres e tamanho grande para a idade gestacional.[1][4]
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene AKT2, que fornece instruções para a produção da proteína RAC-beta serina/treonina-proteína quinase. Essa proteína está envolvida em vias de sinalização que regulam o crescimento celular e o metabolismo da glicose. A herança é autossômica dominante, o que significa que uma cópia alterada do gene já é suficiente para causar a condição.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sintomas e confirmado por testes genéticos. Exames laboratoriais podem detectar hipoglicemia, hipoinsulinemia e níveis alterados de ácidos graxos livres. Os testes genéticos disponíveis incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, e sequenciamento completo do exoma (WES). Atualmente, há 23 testes genéticos disponíveis e 18 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da hipoglicemia hipoinsulinêmica e hemihipertrofia corporal foca no controle dos episódios de hipoglicemia. As opções de tratamento citadas na literatura incluem o uso de dextrose, diazóxido e 2-deoxy-2-([methyl(nitroso)carbamoyl]amino)hexose. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo procedimentos como: cariótipo, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma, dosagem de alfa-fetoproteína e atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 7 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 24 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisSerine/threonine kinase closely related to AKT1 and AKT3. All 3 enzymes, AKT1, AKT2 and AKT3, are collectively known as AKT kinase. AKT regulates many processes including metabolism, proliferation, cell survival, growth and angiogenesis, through the phosphorylation of a range of downstream substrates. Over 100 substrates have been reported so far, although for most of them, the precise AKT kinase catalyzing the reaction was not specified. AKT regulates glucose uptake by mediating insulin-induced
CytoplasmNucleusCell membraneEarly endosome
Variantes genéticas (ClinVar)
18 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 154 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
30 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Hipoglicemia hipoinsulinêmica e hemihipertrofia corporal
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Hipoglicemia hipoinsulinêmica e hemihipertrofia corporal
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:293964(Orphanet)
- OMIM OMIM:240900(OMIM)
- MONDO:0009416(MONDO)
- GARD:17352(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55781970(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Hipoglicemia hipoinsulinêmica e hemihipertrofia corporal
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Reposicionamento
- fonte: Drug Repurposing Hub