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Anemia constitucional megaloblástica com doença neurológica grave
ORPHA:319651CID-10 · D52.8CID-11 · 3A02.YOMIM 613839DOENÇA RARA
Sangue / imuneInício infânciaHerança AR
Também conhecida comoDHFR

Anemia megaloblástica grave de início juvenil, autossômica recessiva, associada a atraso na mielinização, microcefalia, atrofia cerebral e mioclonia palpebral. Caracteriza-se por aumento do VCM e LDH, com deficiência de 5-MTHF no LCR.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 10/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A anemia constitucional megaloblástica com doença neurológica grave é uma condição genética extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por milhão de pessoas. Ela se manifesta ainda na infância ou na primeira infância, afetando tanto a produção de células sanguíneas quanto o sistema nervoso. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia do gene alterado para que a criança desenvolva a condição.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença são variados e afetam múltiplos sistemas do corpo. No sangue, é comum observar anemia megaloblástica (com glóbulos vermelhos maiores que o normal), pancitopenia (redução de todos os tipos de células sanguíneas), trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas) e aumento do volume corpuscular médio. Isso pode causar palidez, icterícia (coloração amarelada da pele) e cansaço.[1][4]

No sistema nervoso, a doença pode causar ataxia (falta de coordenação motora), hipotonia (tônus muscular reduzido), atraso global do desenvolvimento, controle cefálico pobre, crises epilépticas (incluindo crises de ausência generalizada e mioclonia palpebral), além de alterações estruturais como hipoplasia cerebelar (cerebelo menor que o normal), atrofia cerebral e mielinização atrasada. Outros achados incluem microcefalia secundária (cabeça menor que o esperado para a idade), hepatomegalia (aumento do fígado) e dificuldades alimentares.[1][4]

Exames laboratoriais podem mostrar concentração anormal de folato no sangue, níveis diminuídos de 5-metiltetraidrofolato no líquido cefalorraquidiano (LCR) e aumento da concentração circulante de lactato desidrogenase.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene DHFR, que fornece instruções para a produção da enzima diidrofolato redutase. Essa enzima é essencial para o metabolismo do folato, uma vitamina do complexo B necessária para a produção de DNA e para o funcionamento adequado das células, especialmente as da medula óssea e do sistema nervoso. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a criança precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na combinação dos achados clínicos (anemia megaloblástica, sintomas neurológicos) e em exames laboratoriais que mostram alterações no metabolismo do folato. O diagnóstico genético é confirmado por meio de testes que identificam mutações no gene DHFR. Atualmente, existem 21 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 99 variantes patogênicas estão catalogadas no banco de dados ClinVar.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo da doença é multidisciplinar e deve ser coordenado por uma equipe médica especializada. O tratamento visa controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Alguns medicamentos que podem ser considerados no manejo incluem suplementos como ácido fólico, vitamina B12 (cianocobalamina) e tiamina pirofosfato, além de corticosteroides (como prednisona, dexametasona e metilprednisolona) e agentes que estimulam a produção de células sanguíneas (como eltrombopag). É importante ressaltar que estas são opções que podem ser avaliadas pelo médico, e não uma recomendação de tratamento específica. A cobertura pelo SUS é considerada mínima para esta condição.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), menciona associações entre esta doença e diversos fármacos. É importante destacar que estas são correlações encontradas em publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. As substâncias citadas incluem: azacitidina, cianocobalamina, decitabina, dexametasona, acetato de dexametasona, eltrombopague, metilprednisolona, aceponato de metilprednisolona, succinato sódico de metilprednisolona, prednisona, tiamina pirofosfato, ácido fólico e vitamina B12. O número de publicações para cada substância não foi especificado na base de dados consultada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas neurológicos e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com neurologista, hematologista e geneticista é fundamental para monitorar a evolução da doença e ajustar as intervenções. O suporte multidisciplinar, incluindo fisioterapia, terapia ocupacional e suporte nutricional, pode ajudar a melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da criança.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Anemia megaloblástica grave de início juvenil, autossômica recessiva, associada a atraso na mielinização, microcefalia, atrofia cerebral e mioclonia palpebral. Caracteriza-se por aumento do VCM e LDH, com deficiência de 5-MTHF no LCR.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
6
pacientes catalogados
Início
Childhood
+ infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 0%
CID-10: D52.8
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A anemia constitucional megaloblástica com doença neurológica grave é uma condição genética extremamente rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por milhão de pessoas. Ela se manifesta ainda na infância ou na primeira infância, afetando tanto a produção de células sanguíneas quanto o sistema nervoso. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais precisam ser portadores de uma cópia do gene alterado para que a criança desenvolva a condição.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da doença são variados e afetam múltiplos sistemas do corpo. No sangue, é comum observar anemia megaloblástica (com glóbulos vermelhos maiores que o normal), pancitopenia (redução de todos os tipos de células sanguíneas), trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas) e aumento do volume corpuscular médio. Isso pode causar palidez, icterícia (coloração amarelada da pele) e cansaço.[1][4]

No sistema nervoso, a doença pode causar ataxia (falta de coordenação motora), hipotonia (tônus muscular reduzido), atraso global do desenvolvimento, controle cefálico pobre, crises epilépticas (incluindo crises de ausência generalizada e mioclonia palpebral), além de alterações estruturais como hipoplasia cerebelar (cerebelo menor que o normal), atrofia cerebral e mielinização atrasada. Outros achados incluem microcefalia secundária (cabeça menor que o esperado para a idade), hepatomegalia (aumento do fígado) e dificuldades alimentares.[1][4]

Exames laboratoriais podem mostrar concentração anormal de folato no sangue, níveis diminuídos de 5-metiltetraidrofolato no líquido cefalorraquidiano (LCR) e aumento da concentração circulante de lactato desidrogenase.[1][4]

Causas genéticas

A doença é causada por alterações (mutações) no gene DHFR, que fornece instruções para a produção da enzima diidrofolato redutase. Essa enzima é essencial para o metabolismo do folato, uma vitamina do complexo B necessária para a produção de DNA e para o funcionamento adequado das células, especialmente as da medula óssea e do sistema nervoso. A herança é autossômica recessiva, ou seja, a criança precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na combinação dos achados clínicos (anemia megaloblástica, sintomas neurológicos) e em exames laboratoriais que mostram alterações no metabolismo do folato. O diagnóstico genético é confirmado por meio de testes que identificam mutações no gene DHFR. Atualmente, existem 21 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 99 variantes patogênicas estão catalogadas no banco de dados ClinVar.[1][2][5]

Tratamento e manejo

O manejo da doença é multidisciplinar e deve ser coordenado por uma equipe médica especializada. O tratamento visa controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Alguns medicamentos que podem ser considerados no manejo incluem suplementos como ácido fólico, vitamina B12 (cianocobalamina) e tiamina pirofosfato, além de corticosteroides (como prednisona, dexametasona e metilprednisolona) e agentes que estimulam a produção de células sanguíneas (como eltrombopag). É importante ressaltar que estas são opções que podem ser avaliadas pelo médico, e não uma recomendação de tratamento específica. A cobertura pelo SUS é considerada mínima para esta condição.[1][2]

Tratamentos citados na literatura

A literatura científica, por meio de mineração de dados (PubTator3), menciona associações entre esta doença e diversos fármacos. É importante destacar que estas são correlações encontradas em publicações científicas e não representam recomendações de tratamento. As substâncias citadas incluem: azacitidina, cianocobalamina, decitabina, dexametasona, acetato de dexametasona, eltrombopague, metilprednisolona, aceponato de metilprednisolona, succinato sódico de metilprednisolona, prednisona, tiamina pirofosfato, ácido fólico e vitamina B12. O número de publicações para cada substância não foi especificado na base de dados consultada.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas neurológicos e a resposta ao tratamento. O acompanhamento regular com neurologista, hematologista e geneticista é fundamental para monitorar a evolução da doença e ajustar as intervenções. O suporte multidisciplinar, incluindo fisioterapia, terapia ocupacional e suporte nutricional, pode ajudar a melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da criança.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🧠
Neurológico
9 sintomas
🩸
Sangue
4 sintomas
📏
Crescimento
1 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas

+ 9 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Aumento do volume corpuscular médio
Frequência: 3/3
100%prev.
Concentração diminuída de 5-metiltetraidrofolato no LCR
Frequência: 2/2
67%prev.
Crise de ausência com mioclonia palpebral
Frequência: 2/3
67%prev.
Anemia megaloblástica
Frequência: 2/3
33%prev.
Aumento da concentração circulante de lactato desidrogenase
Frequente (~33%)
33%prev.
Início juvenil
Frequente (~33%)
25sintomas
Muito frequente (2)
Frequente (4)
Muito raro (1)
Sem dados (18)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 25 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Aumento do volume corpuscular médioIncreased mean corpuscular volume
Frequência: 3/3100%
Concentração diminuída de 5-metiltetraidrofolato no LCRDecreased CSF 5-methyltetrahydrofolate concentration
Frequência: 2/2100%
Crise de ausência com mioclonia palpebralAbsence seizure with eyelid myoclonia
Frequência: 2/367%
Anemia megaloblásticaMegaloblastic anemia
Frequência: 2/367%
Aumento da concentração circulante de lactato desidrogenaseIncreased circulating lactate dehydrogenase concentration
Frequente (~33%)33%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
DHFR
DHFRDihydrofolate reductaseDisease-causing germline mutation(s) inModerado
FUNÇÃO

Catalyzes the reduction of 7,8-dihydrofolate (DHF) to 5,6,7,8-tetrahydrofolate in a NADPH-dependent manner (PubMed:12096917, PubMed:15039552, PubMed:17569517, PubMed:19196009, PubMed:19478082, PubMed:21876184, PubMed:9719595). Key enzyme in folate metabolism. Contributes to the nuclear and mitochondrial de novo thymidylate biosynthesis pathway (PubMed:21876188, PubMed:22235121). Catalyzes an essential reaction for de novo glycine and purine synthesis, and for DNA precursor synthesis. Binds its o

LOCALIZAÇÃO

MitochondrionCytoplasmNucleus

VIAS BIOLÓGICAS (3)
Tetrahydrobiopterin (BH4) synthesis, recycling, salvage and regulationMetabolism of folate and pterinesG1/S-Specific Transcription
MECANISMO DE DOENÇA

Megaloblastic anemia due to dihydrofolate reductase deficiency

An inborn error of metabolism, characterized by megaloblastic anemia and/or pancytopenia, severe cerebral folate deficiency, and cerebral tetrahydrobiopterin deficiency. Clinical features include variable neurologic symptoms, ranging from severe developmental delay and generalized seizures in infancy, to childhood absence epilepsy with learning difficulties, to lack of symptoms.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
33.1 TPM
Fibroblastos
17.8 TPM
Brain Spinal cord cervical c-1
13.9 TPM
Testículo
11.5 TPM
Substância negra
7.5 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
constitutional megaloblastic anemia with severe neurologic disease
HGNC:2861UniProt:P00374

Variantes genéticas (ClinVar)

99 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 DHFR: NM_002439.5(MSH3):c.66_145dup (p.Pro49delinsArgPheTer) ()
🧬 DHFR: NM_000791.4(DHFR):c.262C>A (p.His88Asn) ()
🧬 DHFR: NM_000791.4(DHFR):c.87-157C>A ()
🧬 DHFR: NM_000791.4(DHFR):c.369+125C>T ()
🧬 DHFR: NM_002439.5(MSH3):c.232_235delinsTACG (p.His78_Ile79delinsTyrVal) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 8 variantes classificadas pelo ClinVar.

4
2
2
Patogênica (50.0%)
VUS (25.0%)
Benigna (25.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
DHFR: NM_000791.4(DHFR):c.53G>T (p.Gly18Val) [Likely pathogenic]
DHFR: NM_000791.4(DHFR):c.77C>T (p.Pro26Leu) [Likely pathogenic]
DHFR: NM_000791.4(DHFR):c.458A>T (p.Asp153Val) [Pathogenic]
DHFR: NM_000791.4(DHFR):c.238C>T (p.Leu80Phe) [Pathogenic]
MYOC: NM_000261.2(MYOC):c.1349A>G (p.Asn450Ser) [Uncertain significance]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Anemia constitucional megaloblástica com doença neurológica grave

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Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:319651(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:613839(OMIM)
  3. MONDO:0013456(MONDO)
  4. GARD:11000(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q56002711(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Anemia constitucional megaloblástica com doença neurológica grave
Compêndio · Raras BR

Anemia constitucional megaloblástica com doença neurológica grave

ORPHA:319651 · MONDO:0013456
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
6 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
D52.8 · Outras anemias por deficiência de folato
CID-11
Início
Childhood, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C3151205
Repurposing
13 candidatos
azacitidineDNA methyltransferase inhibitor
cyanocobalaminmethylmalonyl CoA mutase stimulant|vitamin B
decitabineglucocorticoid receptor agonist
+10 outros
Wikidata
DiscussaoAtiva

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📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata