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Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali
Sistema ósseo

Doença autossômica recessiva rara caracterizada por displasia esquelética letal, macrocefalia, mesomelia, encurtamento de metacarpos e falanges, opacificação corneana e talipes equinovarus bilateral.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e de outras partes do corpo. Ela é caracterizada por uma combinação de alterações esqueléticas, como ossificação anormal dos ossos da pelve e atraso na ossificação da coluna vertebral, além de problemas de crescimento que começam antes do nascimento. A condição recebe esse nome em homenagem ao médico que a descreveu pela primeira vez.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali podem ser percebidos já durante a gestação (como excesso de líquido amniótico — polidrâmnio — e inchaço generalizado do feto — hidropsia fetal) e ao nascimento. As principais características incluem: macrocefalia relativa (cabeça grande em relação ao corpo), retardo do crescimento intrauterino, hipertricose (excesso de pelos), pele espessada, orelhas com formato diferente, ponte nasal deprimida, hipertelorismo (olhos mais afastados), retrusão médio-facial (parte média do rosto “para trás”), pescoço curto e alterações nos membros, como braquidactilia (dedos curtos), mãos e pés pequenos, primeiro metacarpo curto, dedos dos pés curtos, pé torto equinovaro (pé virado para dentro e para baixo) e hipoplasia da fíbula (osso da perna subdesenvolvido). Também podem ocorrer platispondilia (vértebras achatadas), ossos wormianos (ossos extras no crânio) e estenose pulmonar (estreitamento da válvula do coração que leva sangue aos pulmões).[1][4]

Causas genéticas

A Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali é uma condição genética, mas até o momento o gene específico responsável não foi identificado. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa afetada recebe uma cópia alterada do gene de cada um dos pais, que geralmente são saudáveis (portadores). O padrão de herança e a descrição inicial da doença foram estabelecidos com base em estudos de famílias afetadas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente as alterações esqueléticas e os achados pré-natais (polidrâmnio, hidropsia fetal). Exames de imagem, como radiografias, podem mostrar ossificação anormal dos ossos pélvicos, platispondilia e outros achados ósseos. O teste genético pode ser útil para confirmar o diagnóstico, embora o gene causador ainda não seja conhecido; por isso, o diagnóstico é essencialmente clínico. A condição é listada no OMIM (OMIM:601356) e no MONDO (MONDO:0011051).[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali. O tratamento é de suporte e visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir acompanhamento com ortopedista para correção de deformidades ósseas (como o pé torto equinovaro), fisioterapia, e avaliação cardiológica para monitorar a estenose pulmonar. O suporte multidisciplinar é importante, envolvendo pediatra, geneticista, ortopedista, cardiologista e outros especialistas conforme necessário. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo SUS (Sem cobertura SUS).[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali varia de acordo com a gravidade dos sintomas, especialmente os problemas cardíacos (estenose pulmonar) e respiratórios. O acompanhamento médico regular e o tratamento de suporte podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da criança. Como se trata de uma doença muito rara, informações sobre a expectativa de vida são limitadas.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Doença autossômica recessiva rara caracterizada por displasia esquelética letal, macrocefalia, mesomelia, encurtamento de metacarpos e falanges, opacificação corneana e talipes equinovarus bilateral.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 2023 May
🏥
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
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Visão geral

A Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e de outras partes do corpo. Ela é caracterizada por uma combinação de alterações esqueléticas, como ossificação anormal dos ossos da pelve e atraso na ossificação da coluna vertebral, além de problemas de crescimento que começam antes do nascimento. A condição recebe esse nome em homenagem ao médico que a descreveu pela primeira vez.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali podem ser percebidos já durante a gestação (como excesso de líquido amniótico — polidrâmnio — e inchaço generalizado do feto — hidropsia fetal) e ao nascimento. As principais características incluem: macrocefalia relativa (cabeça grande em relação ao corpo), retardo do crescimento intrauterino, hipertricose (excesso de pelos), pele espessada, orelhas com formato diferente, ponte nasal deprimida, hipertelorismo (olhos mais afastados), retrusão médio-facial (parte média do rosto “para trás”), pescoço curto e alterações nos membros, como braquidactilia (dedos curtos), mãos e pés pequenos, primeiro metacarpo curto, dedos dos pés curtos, pé torto equinovaro (pé virado para dentro e para baixo) e hipoplasia da fíbula (osso da perna subdesenvolvido). Também podem ocorrer platispondilia (vértebras achatadas), ossos wormianos (ossos extras no crânio) e estenose pulmonar (estreitamento da válvula do coração que leva sangue aos pulmões).[1][4]

Causas genéticas

A Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali é uma condição genética, mas até o momento o gene específico responsável não foi identificado. A doença é herdada de forma autossômica recessiva, o que significa que a pessoa afetada recebe uma cópia alterada do gene de cada um dos pais, que geralmente são saudáveis (portadores). O padrão de herança e a descrição inicial da doença foram estabelecidos com base em estudos de famílias afetadas.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente as alterações esqueléticas e os achados pré-natais (polidrâmnio, hidropsia fetal). Exames de imagem, como radiografias, podem mostrar ossificação anormal dos ossos pélvicos, platispondilia e outros achados ósseos. O teste genético pode ser útil para confirmar o diagnóstico, embora o gene causador ainda não seja conhecido; por isso, o diagnóstico é essencialmente clínico. A condição é listada no OMIM (OMIM:601356) e no MONDO (MONDO:0011051).[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali. O tratamento é de suporte e visa aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida. Pode incluir acompanhamento com ortopedista para correção de deformidades ósseas (como o pé torto equinovaro), fisioterapia, e avaliação cardiológica para monitorar a estenose pulmonar. O suporte multidisciplinar é importante, envolvendo pediatra, geneticista, ortopedista, cardiologista e outros especialistas conforme necessário. No Brasil, a doença não possui cobertura específica pelo SUS (Sem cobertura SUS).[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali varia de acordo com a gravidade dos sintomas, especialmente os problemas cardíacos (estenose pulmonar) e respiratórios. O acompanhamento médico regular e o tratamento de suporte podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da criança. Como se trata de uma doença muito rara, informações sobre a expectativa de vida são limitadas.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
13 sintomas
😀
Face
5 sintomas
🧠
Neurológico
2 sintomas
📏
Crescimento
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas
🫁
Pulmão
1 sintomas

+ 15 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Macrocefalia relativa
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Ossificação anormal do osso pélvico
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Morfologia anormal da orelha externa
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Polidrâmnio
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Pé curto
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Dedo do pé curto
Muito frequente (99-80%)
41sintomas
Muito frequente (18)
Frequente (11)
Ocasional (2)
Sem dados (10)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 41 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Macrocefalia relativaRelative macrocephaly
Muito frequente (99-80%)90%
Ossificação anormal do osso pélvicoAbnormal pelvis bone ossification
Muito frequente (99-80%)90%
Morfologia anormal da orelha externaAbnormal pinna morphology
Muito frequente (99-80%)90%
PolidrâmnioPolyhydramnios
Muito frequente (99-80%)90%
Pé curtoShort foot
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa3
Total histórico3PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico20231 papers
Linha do tempo
2023Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

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Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

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Tratamento e manejo

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Onde tratar no SUS

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)
#1

Al-Gazali Skeletal Dysplasia Constitutes the Lethal End of ADAMTSL2-Related Disorders.

Journal of bone and mineral research : the official journal of the American Society for Bone and Mineral Research2023 May

Lethal short-limb skeletal dysplasia Al-Gazali type (OMIM %601356), also called dysplastic cortical hyperostosis, Al-Gazali type, is an ultra-rare disorder previously reported in only three unrelated individuals. The genetic etiology for Al-Gazali skeletal dysplasia has up until now been unknown. Through international collaborative efforts involving seven clinical centers worldwide, a cohort of nine patients with clinical and radiographic features consistent with short-limb skeletal dysplasia Al-Gazali type was collected. The affected individuals presented with moderate intrauterine growth restriction, relative macrocephaly, hypertrichosis, large anterior fontanelle, short neck, short and stiff limbs with small hands and feet, severe brachydactyly, and generalized bone sclerosis with mild platyspondyly. Biallelic disease-causing variants in ADAMTSL2 were detected using massively parallel sequencing (MPS) and Sanger sequencing techniques. Six individuals were compound heterozygous and one individual was homozygous for pathogenic variants in ADAMTSL2. In one of the families, pathogenic variants were detected in parental samples only. Overall, this study sheds light on the genetic cause of Al-Gazali skeletal dysplasia and identifies it as a semi-lethal part of the spectrum of ADAMTSL2-related disorders. Furthermore, we highlight the importance of meticulous analysis of the pseudogene region of ADAMTSL2 where disease-causing variants might be located. © 2023 The Authors. Journal of Bone and Mineral Research published by Wiley Periodicals LLC on behalf of American Society for Bone and Mineral Research (ASBMR).

Publicações recentes

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Al-Gazali Skeletal Dysplasia Constitutes the Lethal End of ADAMTSL2-Related Disorders.
    Journal of bone and mineral research : the official journal of the American Society for Bone and Mineral Research· 2023· PMID 36896612mais citado
  2. Dysplastic cortical hyperostosis (Kozlowski-Tsuruta syndrome): report of a second case.
    Clin Dysmorphol· 2002· PMID 12401992recente
  3. Dysplastic cortical hyperostosis: a new form of lethal neonatal dwarfism.
    Br J Radiol· 1989· PMID 2653549recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:646136(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:601356(OMIM)
  3. MONDO:0011051(MONDO)
  4. GARD:4827(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Hiperostose cortical displásica, tipo Al-Gazali

ORPHA:646136 · MONDO:0011051
MedGen
UMLS
C5816699
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)