Doença rara ligada ao cromossomo X, a Doença HSD10 atípica causa deficiência intelectual, anormalidades motoras e comportamentos atípicos devido a mutações no gene HSD17B10.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Doença HSD10, forma atípica, é uma condição genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A doença geralmente se manifesta na infância ou na primeira infância, e seu padrão de herança é ligado ao cromossomo X dominante, o que significa que tanto meninos quanto meninas podem ser afetados, embora a expressão possa variar.[1][3]
Sinais e sintomas
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene HSD17B10, que fornece instruções para a produção da enzima 3-hidroxiacil-CoA desidrogenase tipo 2. Esse gene está localizado no cromossomo X, o que explica o padrão de herança ligado ao X dominante. As alterações genéticas comprometem o funcionamento da enzima, levando aos sintomas observados.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal procedimento utilizado para identificar variantes no gene HSD17B10. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 182 variantes registradas no ClinVar relacionadas a essa condição.[1][4]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da Doença HSD10, forma atípica. O manejo é focado no suporte dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o acompanhamento seja multidisciplinar, envolvendo neurologistas, geneticistas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a precocidade do suporte oferecido. Como não há cura, o foco está no manejo dos sintomas e na reabilitação para maximizar a autonomia e o bem-estar. O acompanhamento regular com uma equipe especializada é essencial para adaptar as intervenções às necessidades de cada pessoa.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara ligada ao cromossomo X, a Doença HSD10 atípica causa deficiência intelectual, anormalidades motoras e comportamentos atípicos devido a mutações no gene HSD17B10.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Doença HSD10, forma atípica, é uma condição genética rara que afeta principalmente o sistema nervoso. Estima-se que sua prevalência seja inferior a 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A doença geralmente se manifesta na infância ou na primeira infância, e seu padrão de herança é ligado ao cromossomo X dominante, o que significa que tanto meninos quanto meninas podem ser afetados, embora a expressão possa variar.[1][3]
Sinais e sintomas
Causas genéticas
A doença é causada por variantes (mutações) no gene HSD17B10, que fornece instruções para a produção da enzima 3-hidroxiacil-CoA desidrogenase tipo 2. Esse gene está localizado no cromossomo X, o que explica o padrão de herança ligado ao X dominante. As alterações genéticas comprometem o funcionamento da enzima, levando aos sintomas observados.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é confirmado por meio de testes genéticos. O sequenciamento completo do exoma (WES) é o principal procedimento utilizado para identificar variantes no gene HSD17B10. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis e 182 variantes registradas no ClinVar relacionadas a essa condição.[1][4]
Tratamento e manejo
Até o momento, não há medicamentos específicos aprovados para o tratamento da Doença HSD10, forma atípica. O manejo é focado no suporte dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras. É importante que o acompanhamento seja multidisciplinar, envolvendo neurologistas, geneticistas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas e a precocidade do suporte oferecido. Como não há cura, o foco está no manejo dos sintomas e na reabilitação para maximizar a autonomia e o bem-estar. O acompanhamento regular com uma equipe especializada é essencial para adaptar as intervenções às necessidades de cada pessoa.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 3 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: X-linked dominant.
Mitochondrial dehydrogenase involved in pathways of fatty acid, branched-chain amino acid and steroid metabolism (PubMed:10600649, PubMed:12917011, PubMed:18996107, PubMed:19706438, PubMed:20077426, PubMed:25925575, PubMed:26950678, PubMed:28888424, PubMed:9553139). Acts as (S)-3-hydroxyacyl-CoA dehydrogenase in mitochondrial fatty acid beta-oxidation, a major degradation pathway of fatty acids. Catalyzes the third step in the beta-oxidation cycle, namely the reversible conversion of (S)-3-hydro
MitochondrionMitochondrion matrix, mitochondrion nucleoid
HSD10 mitochondrial disease
An X-linked multisystemic disorder with highly variable severity. Age at onset ranges from the neonatal period to early childhood. Features include progressive neurodegeneration, psychomotor retardation, loss of mental and motor skills, seizures, cardiomyopathy, and visual and hearing impairment. Some patients manifest lactic acidosis and metabolic acidosis.
Variantes genéticas (ClinVar)
182 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
5 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Doença HSD10, forma atípica
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
A Case of 17β-Hydroxysteroid Dehydrogenase Type 10 (HSD10) Disease Caused by a Novel Variant Presenting With Rapidly Progressive Cardiomyopathy Triggered by Viral Infection.
Novel Mutation in the HSD17B10 Gene Accompanied by Dysmorphic Findings in Female Patients.
HSD10 disease in a female patient with juvenile onset parkinsonism.
ost in promiscuity? An evolutionary and biochemical evaluation of HSD10 function in cardiolipin metabolism.
HSD10 disease in a female: A case report and review of literature.
Associações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- A Case of 17β-Hydroxysteroid Dehydrogenase Type 10 (HSD10) Disease Caused by a Novel Variant Presenting With Rapidly Progressive Cardiomyopathy Triggered by Viral Infection.
- Novel Mutation in the HSD17B10 Gene Accompanied by Dysmorphic Findings in Female Patients.
- HSD10 disease in a female patient with juvenile onset parkinsonism.
- ost in promiscuity? An evolutionary and biochemical evaluation of HSD10 function in cardiolipin metabolism.
- HSD10 disease in a female: A case report and review of literature.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:85295(Orphanet)
- MONDO:0037149(MONDO)
- GARD:16749(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q28065614(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Doença HSD10, forma atípica
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata