A displasia epifisária múltipla tipo 4 é uma condição que geralmente começa no final da infância. Ela é caracterizada por dor nas juntas (articulações) dos quadris, joelhos, punhos e dedos, com dificuldade ocasional para movimentar essas juntas. Também causa deformidades nas mãos, pés e joelhos (como pé torto, dedos tortos e dedos curtos), curvatura da coluna (escoliose) e uma altura final um pouco menor que o normal. Os exames de raio-X mostram que as pontas dos ossos (epífises) são achatadas, além de artrite (inflamação das juntas) precoce no quadril e a rótula (patela) com duas camadas. A displasia epifisária múltipla tipo 4 é transmitida de forma autossômica recessiva. Isso significa que a criança precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença; os pais, nesse caso, geralmente não apresentam a condição. Essa doença está geneticamente relacionada ao nanismo diastrófico, à atelosteogênese tipo 2 e à acondrogênese tipo 1B, formando um grupo de condições que apresentam características clínicas que podem variar entre elas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
A displasia epifisária múltipla tipo 4 é uma condição que geralmente começa no final da infância. Ela é caracterizada por dor nas juntas (articulações) dos quadris, joelhos, punhos e dedos, com dificuldade ocasional para movimentar essas juntas. Também causa deformidades nas mãos, pés e joelhos (como pé torto, dedos tortos e dedos curtos), curvatura da coluna (escoliose) e uma altura final um pouco menor que o normal. Os exames de raio-X mostram que as pontas dos ossos (epífises) são achatadas, além de artrite (inflamação das juntas) precoce no quadril e a rótula (patela) com duas camadas. A displasia epifisária múltipla tipo 4 é transmitida de forma autossômica recessiva. Isso significa que a criança precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais para desenvolver a doença; os pais, nesse caso, geralmente não apresentam a condição. Essa doença está geneticamente relacionada ao nanismo diastrófico, à atelosteogênese tipo 2 e à acondrogênese tipo 1B, formando um grupo de condições que apresentam características clínicas que podem variar entre elas.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 21 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 64 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Sulfate transporter which mediates sulfate uptake into chondrocytes in order to maintain adequate sulfation of proteoglycans which is needed for cartilage development (PubMed:11448940, PubMed:15294877, PubMed:20219950, PubMed:7923357). Mediates electroneutral anion exchange of sulfate ions for oxalate ions and of sulfate and oxalate ions for chloride ions (PubMed:20219950). Mediates exchange of sulfate and oxalate ions for hydroxyl ions and of chloride ions for bromide, iodide and nitrate ions (
Cell membraneApical cell membrane
Diastrophic dysplasia
An autosomal recessive disease characterized by osteochondrodysplasia with clinical features including dwarfism, spinal deformation, and specific joint abnormalities.
Variantes genéticas (ClinVar)
272 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 761 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia epifisária múltipla, tipo 4
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:93307(Orphanet)
- OMIM OMIM:226900(OMIM)
- MONDO:0009189(MONDO)
- GARD:9793(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q3042144(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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