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Albinismo ocular ligado ao X recessivo
ORPHA:54CID-10 · E70.3CID-11 · 9E1YOMIM 300500DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Visão / ocularInício neonatalHerança XL
Também conhecida comoAO-1AO-1OA1XLOA
Sinônimos clínicos: AO-1

O albinismo ocular recessivo ligado ao X (XLOA) é uma doença rara caracterizada por hipopigmentação ocular, hipoplasia foveal, nistagmo, fotodisforia e redução da acuidade visual em homens.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

O albinismo ocular ligado ao X recessivo é uma condição rara que afeta a formação e o funcionamento dos olhos, atingindo quase sempre meninos. Os primeiros sinais costumam aparecer ainda nos primeiros meses de vida, com movimentos rápidos e involuntários dos olhos (nistagmo), sensibilidade à luz e dificuldade para enxergar. Não há um remédio curativo dispensado pelo SUS nem protocolo clínico (PCDT) exclusivo do Ministério da Saúde para a doença. O cuidado baseia-se no uso de óculos, filtros protetores contra a luz e serviços de reabilitação visual ofertados no sistema público de saúde.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

O albinismo ocular recessivo ligado ao X (XLOA) é uma doença rara caracterizada por hipopigmentação ocular, hipoplasia foveal, nistagmo, fotodisforia e redução da acuidade visual em homens.

Publicações científicas
2 artigos
Último publicado: 2005 Oct

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
1-9 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Europe
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
6 procedimentos SIGTAPCID-10: E70.3
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (6)
•
Dosagem de aminoácidos (erros inatos)
•
Dosagem de ácidos orgânicos na urina
•
Teste de triagem para erros inatos do metabolismo
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Teste do pezinho (triagem neonatal)
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

👁️
Olhos
10 sintomas
🧬
Pele e cabelo
2 sintomas

+ 6 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Fotofobia
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Nistagmo
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Hipoplasia da fóvea
Frequente (79-30%)
100%prev.
Albinismo ocular
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Acuidade visual reduzida
Frequência: 29/29
90%prev.
Hipopigmentação da íris
Muito frequente (99-80%)
18sintomas
Muito frequente (9)
Frequente (3)
Ocasional (3)
Sem dados (3)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 18 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

FotofobiaPhotophobia
Muito frequente (99-80%)100%
NistagmoNystagmus
Muito frequente (99-80%)100%
Hipoplasia da fóveaHypoplasia of the fovea
Frequente (79-30%)100%
Albinismo ocularOcular albinism
Muito frequente (99-80%)100%
Acuidade visual reduzidaReduced visual acuity
Frequência: 29/29100%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa21desde 2005
Total histórico2PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico19881 papers
Linha do tempo
201020202005Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

2 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: X-linked recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
GPR143
GPR143G-protein coupled receptor 143Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (3)
G alpha (q) signalling eventsAmine ligand-binding receptorsRegulation of MITF-M-dependent genes involved in pigmentation
MECANISMO DE DOENÇA

Albinism ocular 1

Form of albinism affecting only the eye. Pigment of the hair and skin is normal or only slightly diluted. Eyes may be severely affected with photophobia and reduced visual acuity. Nystagmus or strabismus are often associated. The irides and fundus are depigmented.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Brain Caudate basal ganglia
6.5 TPM
Brain Nucleus accumbens basal ganglia
6.5 TPM
Brain Putamen basal ganglia
5.5 TPM
Brain Anterior cingulate cortex BA24
5.2 TPM
Córtex cerebral
5.1 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
X-linked recessive ocular albinismnystagmus 6, congenital, X-linked
HGNC:20145UniProt:P51810
AP3D1AP-3 complex subunit delta-1Candidate gene tested inAltamente restrito
MECANISMO DE DOENÇA

Hermansky-Pudlak syndrome 10

A form of Hermansky-Pudlak syndrome, a genetically heterogeneous autosomal recessive disorder characterized by oculocutaneous albinism, bleeding due to platelet storage pool deficiency, and lysosomal storage defects. This syndrome results from defects of diverse cytoplasmic organelles including melanosomes, platelet dense granules and lysosomes. Ceroid storage in the lungs is associated with pulmonary fibrosis, a common cause of premature death in individuals with HPS. HPS10 patients manifest albinism, neutropenia, immunodeficiency, neurodevelopmental delay, generalized seizures, and impaired hearing.

OUTRAS DOENÇAS (3)
Hermansky-Pudlak syndrome 10ocular albinism with late-onset sensorineural deafnessX-linked recessive ocular albinism
HGNC:568UniProt:O14617

Variantes genéticas (ClinVar)

381 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 AP3D1: NM_032482.3(DOT1L):c.62C>T (p.Pro21Leu) ()
🧬 AP3D1: NM_001261826.3(AP3D1):c.2282C>G (p.Pro761Arg) ()
🧬 AP3D1: NM_001261826.3(AP3D1):c.733-30C>T ()
🧬 AP3D1: NM_001261826.3(AP3D1):c.1860-1G>T ()
🧬 AP3D1: NM_001261826.3(AP3D1):c.2937+83C>T ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Albinismo ocular ligado ao X recessivo

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Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Doença com base genética

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Conselhos e sociedades

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Não existe cura definitiva catalogada para o albinismo ocular recessivo ligado ao X. O manejo clínico é focado na reabilitação visual, na correção de erros de refração e no controle do desconforto gerado pela fotofobia.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

2 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 7 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:54
    Orphanet
  2. GARD:8471
    GARD (NIH)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Albinismo ocular ligado ao X recessivo. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/albinismo-ocular-ligado-ao-x-recessivo

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Albinismo ocular ligado ao X recessivo

ORPHA:54 · MONDO:0021019
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
6 procedimentos
Geral
Prevalência
1-9 / 1 000 000
Herança
X-linked recessive
CID-10
E70.3 · Albinismo
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Europe)
MedGen
UMLS
C0342684
EuropePMC
Wikipedia
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Rara