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Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois
ORPHA:156731CID-10 · Q77.7CID-11 · LD24.3OMIM 224400DOENÇA RARA
Face / craniofacialInício neonatal

Displasia dissegmentar tipo Rolland-Desbuquois é uma condição autossômica recessiva rara caracterizada por baixa estatura neonatal de membros curtos, contraturas articulares (incluindo camptodactilia e polegar aduzido), micrognatia, face redonda e achatada, e glaucoma.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e da cartilagem, manifestando-se ainda antes do nascimento (período antenatal) ou logo nos primeiros dias de vida (período neonatal). A condição é caracterizada por baixa estatura grave, encurtamento e curvatura dos ossos longos, tórax estreito e alterações na face, como face plana e retrusão médio-facial. Por ser uma doença ultrarrara, sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem: baixa estatura grave de membros curtos já ao nascimento, micromelia (encurtamento dos membros), encurvamento dos ossos longos, ossos longos largos e curtos, alargamento metafisário (alargamento da região das metáfises dos ossos longos), costelas curtas, tórax estreito e incisura isquiática maior estreita. Na face, podem estar presentes face plana, retrusão médio-facial, micrognatia (mandíbula pequena), fissura palatina, órbita rasa e pescoço curto. Outros achados frequentes são: limitação da mobilidade articular, camptodactilia (dedos fletidos), deformidade em equinovaro (pé torto), hirsutismo (excesso de pelos), luxação do cristalino (ectopia lentis), encefalocele (protrusão do tecido cerebral), hidrocefalia e ossificação avançada dos ossos do carpo.[1][4]

Causas genéticas

A Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois é uma condição genética, mas até o momento o gene específico responsável não foi identificado ou não está listado nas fontes oficiais consultadas. A herança não está definida nos dados disponíveis. O diagnóstico é estabelecido por critérios clínicos e de imagem, e confirmado por testes genéticos que podem incluir sequenciamento completo do exoma (WES), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e cariótipo com bandas G, Q ou R.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como ossos longos curtos e curvados, tórax estreito, ossificação avançada do carpo) e na exclusão de outras displasias esqueléticas. Exames genéticos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína (útil no pré-natal). O código CID-10 é Q77.7 e o código OMIM é 224400.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois. O manejo é multidisciplinar e sintomático, visando melhorar a qualidade de vida e tratar as complicações. Pode incluir acompanhamento ortopédico para deformidades ósseas e articulares, fisioterapia e reabilitação, suporte respiratório para tórax estreito, correção cirúrgica de fissura palatina, encefalocele ou hidrocefalia, e avaliação oftalmológica para luxação do cristalino. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado, com manifestações graves desde o nascimento. A sobrevida depende da gravidade das alterações respiratórias (tórax estreito) e neurológicas (encefalocele, hidrocefalia). O acompanhamento precoce e o suporte multidisciplinar podem melhorar a qualidade de vida e o manejo das complicações.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Displasia dissegmentar tipo Rolland-Desbuquois é uma condição autossômica recessiva rara caracterizada por baixa estatura neonatal de membros curtos, contraturas articulares (incluindo camptodactilia e polegar aduzido), micrognatia, face redonda e achatada, e glaucoma.

Publicações científicas
3 artigos
Último publicado: 2024 Jun

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
5
pacientes catalogados
Início
Antenatal
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 03/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e da cartilagem, manifestando-se ainda antes do nascimento (período antenatal) ou logo nos primeiros dias de vida (período neonatal). A condição é caracterizada por baixa estatura grave, encurtamento e curvatura dos ossos longos, tórax estreito e alterações na face, como face plana e retrusão médio-facial. Por ser uma doença ultrarrara, sua prevalência é estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas incluem: baixa estatura grave de membros curtos já ao nascimento, micromelia (encurtamento dos membros), encurvamento dos ossos longos, ossos longos largos e curtos, alargamento metafisário (alargamento da região das metáfises dos ossos longos), costelas curtas, tórax estreito e incisura isquiática maior estreita. Na face, podem estar presentes face plana, retrusão médio-facial, micrognatia (mandíbula pequena), fissura palatina, órbita rasa e pescoço curto. Outros achados frequentes são: limitação da mobilidade articular, camptodactilia (dedos fletidos), deformidade em equinovaro (pé torto), hirsutismo (excesso de pelos), luxação do cristalino (ectopia lentis), encefalocele (protrusão do tecido cerebral), hidrocefalia e ossificação avançada dos ossos do carpo.[1][4]

Causas genéticas

A Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois é uma condição genética, mas até o momento o gene específico responsável não foi identificado ou não está listado nas fontes oficiais consultadas. A herança não está definida nos dados disponíveis. O diagnóstico é estabelecido por critérios clínicos e de imagem, e confirmado por testes genéticos que podem incluir sequenciamento completo do exoma (WES), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH e cariótipo com bandas G, Q ou R.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica, nos achados radiológicos (como ossos longos curtos e curvados, tórax estreito, ossificação avançada do carpo) e na exclusão de outras displasias esqueléticas. Exames genéticos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína (útil no pré-natal). O código CID-10 é Q77.7 e o código OMIM é 224400.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois. O manejo é multidisciplinar e sintomático, visando melhorar a qualidade de vida e tratar as complicações. Pode incluir acompanhamento ortopédico para deformidades ósseas e articulares, fisioterapia e reabilitação, suporte respiratório para tórax estreito, correção cirúrgica de fissura palatina, encefalocele ou hidrocefalia, e avaliação oftalmológica para luxação do cristalino. No Brasil, o SUS oferece cobertura mínima para essa condição, incluindo atendimento em reabilitação para doenças raras.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico é reservado, com manifestações graves desde o nascimento. A sobrevida depende da gravidade das alterações respiratórias (tórax estreito) e neurológicas (encefalocele, hidrocefalia). O acompanhamento precoce e o suporte multidisciplinar podem melhorar a qualidade de vida e o manejo das complicações.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
10 sintomas
😀
Face
6 sintomas
🧠
Neurológico
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
💪
Músculos
1 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

Limitação da mobilidade articular
Tórax estreito
Ossificação avançada dos ossos do carpo
Encefalocele
Fissura palatina
Encurvamento dos ossos longos
31sintomas
Sem dados (31)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 31 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Limitação da mobilidade articularLimitation of joint mobility
Tórax estreitoNarrow chest
Ossificação avançada dos ossos do carpoAdvanced ossification of carpal bones
EncefaloceleEncephalocele
Fissura palatinaCleft palate

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa2desde 2024
Total histórico3PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20171 papers
Linha do tempo
2024Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois

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Pesquisa ativa

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
1 papers (10 anos)
#1

Dyssegmental dysplasia Rolland-Desbuquois type is caused by pathogenic variants in HSPG2 - a founder haplotype shared in five patients.

Journal of human genetics2024 Jun

Dyssegmental dysplasia (DD) is a severe skeletal dysplasia comprised of two subtypes: lethal Silverman-Handmaker type (DDSH) and nonlethal Rolland-Desbuquois type (DDRD). DDSH is caused by biallelic pathogenic variants in HSPG2 encoding perlecan, whereas the genetic cause of DDRD remains undetermined. Schwartz-Jampel syndrome (SJS) is also caused by biallelic pathogenic variants in HSPG2 and is an allelic disorder of DDSH. In SJS and DDSH, 44 and 8 pathogenic variants have been reported in HSPG2, respectively. Here, we report that five patients with DDRD carried four pathogenic variants in HSPG2: c.9970 G > A (p.G3324R), c.559 C > T (p.R187X), c7006 + 1 G > A, and c.11562 + 2 T > G. Two patients were homozygous for p.G3324R, and three patients were heterozygous for p.G3324R. Haplotype analysis revealed a founder haplotype spanning 85,973 bp shared in the five patients. SJS, DDRD, and DDSH are allelic disorders with pathogenic variants in HSPG2.

#2

Novel and recurrent XYLT1 mutations in two Turkish families with Desbuquois dysplasia, type 2.

Journal of human genetics2017 Mar

Desbuquois dysplasia (DBQD) is an autosomal recessive skeletal disorder characterized by growth retardation, joint laxity, short extremities, and progressive scoliosis. DBQD is classified into two types based on the presence (DBQD1) or absence (DBQD2) of characteristic hand abnormalities. CANT1 mutations have been reported in both DBQD1 and DBQD2. Recently, mutations in the gene encoding xylosyltransferase 1 (XYLT1) were identified in several families with DBQD2. In this study, we performed whole-exome sequencing in two Turkish families with DBQD2. We found a novel and a recurrent XYLT1 mutation in each family. The patients were homozygous for the mutations. Our results further support that XYLT1 is responsible for a major subset of DBQD2.

Publicações recentes

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Associações

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Doenças relacionadas

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Dyssegmental dysplasia Rolland-Desbuquois type is caused by pathogenic variants in HSPG2 - a founder haplotype shared in five patients.
    Journal of human genetics· 2024· PMID 38424183mais citado
  2. Novel and recurrent XYLT1 mutations in two Turkish families with Desbuquois dysplasia, type 2.
    Journal of human genetics· 2017· PMID 27881841mais citado
  3. Prenatal sonographic features of dyssegmental dysplasia Rolland-Desbuquois type.
    J Clin Ultrasound· 2011· PMID 21882205recente
  4. Dyssegemental dyspalsia; Rolland-Desbuquois type--a case report from Pakistan.
    J Pak Med Assoc· 2010· PMID 20419979recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:156731(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:224400(OMIM)
  3. MONDO:0009139(MONDO)
  4. GARD:9810(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55781841(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Displasia dissegmentar, tipo Rolland-Desbuquois

ORPHA:156731 · MONDO:0009139
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
5 casos conhecidos
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
CID-11
Início
Antenatal, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C0432209
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata