Síndrome associada à deleção parcial do braço longo do cromossomo 12, caracterizada por atresia esofágica, fenda labial mediana e traços faciais grosseiros. Pode apresentar dermatite atópica, micropênis e crises tônicas generalizadas.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 é uma condição genética rara causada pela perda de uma parte do braço longo (braço q) de um dos cromossomos 12. Essa alteração pode levar a uma combinação de sinais e sintomas que variam de pessoa para pessoa, afetando múltiplos sistemas do corpo. A condição também é conhecida internacionalmente como 'Partial deletion of the long arm of chromosome 12 syndrome'.[1][3]
Sinais e sintomas
As manifestações clínicas da monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 são diversas e podem incluir alterações no desenvolvimento, na face e em outros órgãos. Entre os sinais e sintomas descritos na literatura, destacam-se: atraso no desenvolvimento motor grosso, atraso de crescimento, hipotonia generalizada (tônus muscular baixo), traços faciais grosseiros, face plana, filtro longo (espaço entre o nariz e o lábio superior aumentado), cristas supraorbitais subdesenvolvidas, fissuras palpebrais inclinadas para baixo, palato alto e estreito, fenda labial mediana, microtia (orelha externa pequena ou malformada), atresia esofágica, estenose pilórica, diabetes tipo MODY (Maturity-Onset Diabetes of the Young), dermatite atópica de início tardio, hipermetropia alta, sensação de dor prejudicada, crises tônicas generalizadas, micropênis, criptorquidia unilateral (apenas um testículo não desceu), mãos grandes, pés longos, aplasia ou hipoplasia da falange média do 3º dedo e falange média do dedo curta.[1][3]
Causas genéticas
A condição é causada por uma deleção (perda) de material genético no braço longo do cromossomo 12. Essa deleção pode ocorrer de forma espontânea (nova mutação) ou, em alguns casos, ser herdada de um dos pais. A região deletada pode conter genes importantes para o desenvolvimento e funcionamento do organismo. Entre os genes que podem estar envolvidos estão: LEM3 (que codifica a proteína Inner nuclear membrane protein Man1), CNOT2 (que codifica a subunidade 2 do complexo de transcrição CCR4-NOT) e HMGA2 (que codifica a proteína High mobility group protein HMGI-C). A perda de um ou mais desses genes contribui para os sinais e sintomas observados.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 é realizado por meio de testes genéticos. Existem mais de 330 tipos de testes genéticos disponíveis para identificar essa alteração cromossômica. A análise pode ser feita por cariótipo de alta resolução, hibridização in situ por fluorescência (FISH) ou, mais comumente, por microarray cromossômico (CMA). Atualmente, há 178 variantes associadas a essa condição registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças. O código da doença no MONDO (Ontologia de Doenças) é MONDO:0016877.[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico para reverter a deleção cromossômica. O manejo da monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 é baseado nos sinais e sintomas apresentados por cada pessoa. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo pediatra, geneticista, endocrinologista, oftalmologista, dermatologista, neurologista, cirurgião pediátrico (para correção de atresia esofágica, estenose pilórica, fenda labial, criptorquidia) e outros especialistas conforme necessário. O tratamento do diabetes tipo MODY segue as diretrizes padrão para esse tipo de diabetes. A dermatite atópica e a hipermetropia devem ser tratadas conforme as práticas clínicas habituais. O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima'.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da extensão da deleção, dos genes envolvidos e da gravidade dos sintomas. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são fundamentais para otimizar o desenvolvimento, tratar complicações e melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre a expectativa de vida para essa condição, mas o manejo adequado das manifestações clínicas pode contribuir para um melhor desfecho.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome associada à deleção parcial do braço longo do cromossomo 12, caracterizada por atresia esofágica, fenda labial mediana e traços faciais grosseiros. Pode apresentar dermatite atópica, micropênis e crises tônicas generalizadas.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 é uma condição genética rara causada pela perda de uma parte do braço longo (braço q) de um dos cromossomos 12. Essa alteração pode levar a uma combinação de sinais e sintomas que variam de pessoa para pessoa, afetando múltiplos sistemas do corpo. A condição também é conhecida internacionalmente como 'Partial deletion of the long arm of chromosome 12 syndrome'.[1][3]
Sinais e sintomas
As manifestações clínicas da monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 são diversas e podem incluir alterações no desenvolvimento, na face e em outros órgãos. Entre os sinais e sintomas descritos na literatura, destacam-se: atraso no desenvolvimento motor grosso, atraso de crescimento, hipotonia generalizada (tônus muscular baixo), traços faciais grosseiros, face plana, filtro longo (espaço entre o nariz e o lábio superior aumentado), cristas supraorbitais subdesenvolvidas, fissuras palpebrais inclinadas para baixo, palato alto e estreito, fenda labial mediana, microtia (orelha externa pequena ou malformada), atresia esofágica, estenose pilórica, diabetes tipo MODY (Maturity-Onset Diabetes of the Young), dermatite atópica de início tardio, hipermetropia alta, sensação de dor prejudicada, crises tônicas generalizadas, micropênis, criptorquidia unilateral (apenas um testículo não desceu), mãos grandes, pés longos, aplasia ou hipoplasia da falange média do 3º dedo e falange média do dedo curta.[1][3]
Causas genéticas
A condição é causada por uma deleção (perda) de material genético no braço longo do cromossomo 12. Essa deleção pode ocorrer de forma espontânea (nova mutação) ou, em alguns casos, ser herdada de um dos pais. A região deletada pode conter genes importantes para o desenvolvimento e funcionamento do organismo. Entre os genes que podem estar envolvidos estão: LEM3 (que codifica a proteína Inner nuclear membrane protein Man1), CNOT2 (que codifica a subunidade 2 do complexo de transcrição CCR4-NOT) e HMGA2 (que codifica a proteína High mobility group protein HMGI-C). A perda de um ou mais desses genes contribui para os sinais e sintomas observados.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 é realizado por meio de testes genéticos. Existem mais de 330 tipos de testes genéticos disponíveis para identificar essa alteração cromossômica. A análise pode ser feita por cariótipo de alta resolução, hibridização in situ por fluorescência (FISH) ou, mais comumente, por microarray cromossômico (CMA). Atualmente, há 178 variantes associadas a essa condição registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças. O código da doença no MONDO (Ontologia de Doenças) é MONDO:0016877.[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico para reverter a deleção cromossômica. O manejo da monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12 é baseado nos sinais e sintomas apresentados por cada pessoa. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, envolvendo pediatra, geneticista, endocrinologista, oftalmologista, dermatologista, neurologista, cirurgião pediátrico (para correção de atresia esofágica, estenose pilórica, fenda labial, criptorquidia) e outros especialistas conforme necessário. O tratamento do diabetes tipo MODY segue as diretrizes padrão para esse tipo de diabetes. A dermatite atópica e a hipermetropia devem ser tratadas conforme as práticas clínicas habituais. O nível de cobertura pelo SUS é classificado como 'Cobertura mínima'.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da extensão da deleção, dos genes envolvidos e da gravidade dos sintomas. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são fundamentais para otimizar o desenvolvimento, tratar complicações e melhorar a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre a expectativa de vida para essa condição, mas o manejo adequado das manifestações clínicas pode contribuir para um melhor desfecho.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 33 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 104 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
3 genes identificados com associação a esta condição.
Can function as a specific repressor of TGF-beta, activin, and BMP signaling through its interaction with the R-SMAD proteins. Antagonizes TGF-beta-induced cell proliferation arrest
Nucleus inner membrane
Buschke-Ollendorff syndrome
A disease characterized by osteopoikilosis and disseminated connective-tissue nevi. Osteopoikilosis is a skeletal dysplasia characterized by a symmetric but unequal distribution of multiple hyperostotic areas in different parts of the skeleton. Elastic-type nevi (juvenile elastoma) and collagen-type nevi (dermatofibrosis lenticularis disseminata) have been described in BOS. Skin or bony lesions can be absent in some family members, whereas other relatives may have both.
Component of the CCR4-NOT complex which is one of the major cellular mRNA deadenylases and is linked to various cellular processes including bulk mRNA degradation, miRNA-mediated repression, translational repression during translational initiation and general transcription regulation. Additional complex functions may be a consequence of its influence on mRNA expression. Required for the CCR4-NOT complex structural integrity. Can repress transcription and may link the CCR4-NOT complex to transcri
CytoplasmNucleus
Intellectual developmental disorder with nasal speech, dysmorphic facies, and variable skeletal anomalies
An autosomal dominant disorder characterized by delayed development, speech delay with nasal speech, and characteristic facial features including upslanted palpebral fissures, anteverted nares, a thin upper lip, and micrognathia. Some patients may have skeletal anomalies, such as brachydactyly, toe syndactyly and flat feet.
Functions as a transcriptional regulator. Functions in cell cycle regulation through CCNA2. Plays an important role in chromosome condensation during the meiotic G2/M transition of spermatocytes. Plays a role in postnatal myogenesis, is involved in satellite cell activation (By similarity). Positively regulates IGF2 expression through PLAG1 and in a PLAG1-independent manner (PubMed:28796236)
Nucleus
Silver-Russell syndrome 5
A form of Silver-Russell syndrome, a clinically heterogeneous condition characterized by severe intrauterine growth retardation, poor postnatal growth, craniofacial features such as a triangular shaped face and a broad forehead, body asymmetry, and a variety of minor malformations. The phenotypic expression changes during childhood and adolescence, with the facial features and asymmetry usually becoming more subtle with age. SRS5 inheritance is autosomal dominant.
Variantes genéticas (ClinVar)
178 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
15 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12
Centros para Monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
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Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:261821(Orphanet)
- MONDO:0016877(MONDO)
- GARD:20800(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55786580(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Monossomia parcial do braço longo do cromossomo 12
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata