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Deleção distal 12q
ORPHA:96149CID-10 · Q93.5CID-11 · LD44.C0DOENÇA RARA
EndócrinoInício neonatal
Sinônimos clínicos: Monossomia distal 12q · Monossomia 12qter · Deleção telomérica 12q

Deleção parcial rara do braço longo do cromossoma 12, especificada por modificações variáveis de atraso no desenvolvimento, perturbação do desenvolvimento intelectual, alterações comportamentais, características físicas dismórficas variáveis (incluindo microcefalia, face grosseira, sinófris, pregas epicânticas, nariz grande e bulboso, pavilhões auriculares pequenos, pavilhões auriculares baixamente implantados e rodados ou língua grande, entre outros) e outras anomalias como malformações das mãos, pés e dedos das mãos mãos e dos pés, anomalias da pele e unhas e anomalias geniturinárias e cardíacas, entre outras.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 17/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A deleção distal 12q é uma doença genética rara caracterizada pela perda de material genético na porção final (distal) do braço longo do cromossomo 12. Essa alteração cromossômica pode levar a uma variedade de sinais e sintomas que afetam múltiplos sistemas do corpo, incluindo atraso no crescimento, alterações craniofaciais, problemas renais e digestivos, além de distúrbios endócrinos. A condição geralmente se manifesta já no período neonatal.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da deleção distal 12q são variados e podem incluir: macrocefalia (cabeça grande), testa grande, bossas frontais, micrognatia (mandíbula pequena), filtro liso (região entre o nariz e o lábio superior sem sulco), fissuras palpebrais inclinadas para baixo, telecanto (aumento da distância entre os olhos), hélice da orelha proeminente, palato alto e estreito, fala hipernasal, prega palmar transversa única, contratura em flexão do cotovelo, sindactilia dos dedos 2-3 do pé (fusão parcial), dedo do pé sobreposto, pé longo, criptorquidia unilateral (testículo não descido), obesidade, atraso de crescimento, hidronefrose (dilatação dos rins), atresia biliar (obstrução dos ductos biliares), atresia duodenal (obstrução do duodeno), adenoma hipofisário (tumor benigno na hipófise), diabetes tipo MODY (forma de diabetes de início precoce), crise tônica generalizada (tipo de convulsão) e hipermetropia alta (dificuldade para enxergar de perto).[1][3]

Causas genéticas

A deleção distal 12q é causada pela perda de uma parte do braço longo do cromossomo 12 (região distal). A extensão exata da deleção pode variar entre os indivíduos, influenciando a gravidade e o conjunto de sintomas. Até o momento, não há um gene específico identificado como único responsável pela síndrome; acredita-se que a perda de múltiplos genes na região deletada contribua para as manifestações clínicas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da deleção distal 12q é realizado por meio de exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, o atendimento em reabilitação para doenças raras é um recurso importante. O código CID-10 associado é Q93.5, e o código MONDO é MONDO:0019897.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da deleção distal 12q é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas específicos de cada paciente. Não há cura para a condição, mas intervenções podem incluir: cirurgias corretivas para atresia biliar, atresia duodenal, hidronefrose e criptorquidia; acompanhamento endocrinológico para diabetes tipo MODY e adenoma hipofisário; suporte fonoaudiológico para fala hipernasal; fisioterapia para contratura em flexão do cotovelo; e correção visual para hipermetropia alta. O nível de cobertura pelo SUS é considerado mínimo, sendo essencial o acompanhamento regular com equipe especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da deleção distal 12q varia amplamente dependendo da gravidade das malformações e do acesso a tratamentos adequados. Com intervenções precoces e suporte multidisciplinar, é possível melhorar a qualidade de vida, especialmente no manejo de complicações como atresia biliar e diabetes. No entanto, a condição pode estar associada a desafios significativos, incluindo atraso no crescimento e necessidade de cuidados contínuos.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

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Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Deleção parcial rara do braço longo do cromossoma 12, especificada por modificações variáveis de atraso no desenvolvimento, perturbação do desenvolvimento intelectual, alterações comportamentais, características físicas dismórficas variáveis (incluindo microcefalia, face grosseira, sinófris, pregas epicânticas, nariz grande e bulboso, pavilhões auriculares pequenos, pavilhões auriculares baixamente implantados e rodados ou língua grande, entre outros) e outras anomalias como malformações das mãos, pés e dedos das mãos mãos e dos pés, anomalias da pele e unhas e anomalias geniturinárias e cardíacas, entre outras.

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SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q93.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 17/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A deleção distal 12q é uma doença genética rara caracterizada pela perda de material genético na porção final (distal) do braço longo do cromossomo 12. Essa alteração cromossômica pode levar a uma variedade de sinais e sintomas que afetam múltiplos sistemas do corpo, incluindo atraso no crescimento, alterações craniofaciais, problemas renais e digestivos, além de distúrbios endócrinos. A condição geralmente se manifesta já no período neonatal.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da deleção distal 12q são variados e podem incluir: macrocefalia (cabeça grande), testa grande, bossas frontais, micrognatia (mandíbula pequena), filtro liso (região entre o nariz e o lábio superior sem sulco), fissuras palpebrais inclinadas para baixo, telecanto (aumento da distância entre os olhos), hélice da orelha proeminente, palato alto e estreito, fala hipernasal, prega palmar transversa única, contratura em flexão do cotovelo, sindactilia dos dedos 2-3 do pé (fusão parcial), dedo do pé sobreposto, pé longo, criptorquidia unilateral (testículo não descido), obesidade, atraso de crescimento, hidronefrose (dilatação dos rins), atresia biliar (obstrução dos ductos biliares), atresia duodenal (obstrução do duodeno), adenoma hipofisário (tumor benigno na hipófise), diabetes tipo MODY (forma de diabetes de início precoce), crise tônica generalizada (tipo de convulsão) e hipermetropia alta (dificuldade para enxergar de perto).[1][3]

Causas genéticas

A deleção distal 12q é causada pela perda de uma parte do braço longo do cromossomo 12 (região distal). A extensão exata da deleção pode variar entre os indivíduos, influenciando a gravidade e o conjunto de sintomas. Até o momento, não há um gene específico identificado como único responsável pela síndrome; acredita-se que a perda de múltiplos genes na região deletada contribua para as manifestações clínicas.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico da deleção distal 12q é realizado por meio de exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R, pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Além disso, o atendimento em reabilitação para doenças raras é um recurso importante. O código CID-10 associado é Q93.5, e o código MONDO é MONDO:0019897.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento da deleção distal 12q é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas específicos de cada paciente. Não há cura para a condição, mas intervenções podem incluir: cirurgias corretivas para atresia biliar, atresia duodenal, hidronefrose e criptorquidia; acompanhamento endocrinológico para diabetes tipo MODY e adenoma hipofisário; suporte fonoaudiológico para fala hipernasal; fisioterapia para contratura em flexão do cotovelo; e correção visual para hipermetropia alta. O nível de cobertura pelo SUS é considerado mínimo, sendo essencial o acompanhamento regular com equipe especializada.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da deleção distal 12q varia amplamente dependendo da gravidade das malformações e do acesso a tratamentos adequados. Com intervenções precoces e suporte multidisciplinar, é possível melhorar a qualidade de vida, especialmente no manejo de complicações como atresia biliar e diabetes. No entanto, a condição pode estar associada a desafios significativos, incluindo atraso no crescimento e necessidade de cuidados contínuos.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

😀
Face
12 sintomas
🦴
Ossos e articulações
11 sintomas
🧠
Neurológico
7 sintomas
📏
Crescimento
6 sintomas
👂
Ouvidos
3 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas

+ 27 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

17%prev.
Hélice da orelha proeminente
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Fala hipernasal
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Contratura em flexão do cotovelo
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Testa grande
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Adenoma hipofisário
Ocasional (29-5%)
17%prev.
Diabetes tipo MODY (Maturity-Onset Diabetes of the Young)
Ocasional (29-5%)
76sintomas
Ocasional (76)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 76 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Hélice da orelha proeminenteProminent ear helix
Ocasional (29-5%)17%
Fala hipernasalHypernasal speech
Ocasional (29-5%)17%
Contratura em flexão do cotoveloElbow flexion contracture
Ocasional (29-5%)17%
Testa grandeLarge forehead
Ocasional (29-5%)17%
Adenoma hipofisárioPituitary adenoma
Ocasional (29-5%)17%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa6desde 2020
Últimos 10 anos1publicações
Pico20201 papers
Linha do tempo
20202020Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

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Onde tratar no SUS

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🇧🇷 Atendimento SUS — Deleção distal 12q

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Pesquisa e ensaios clínicos

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)
#1

Partial Monosomy 4p and Trisomy 12q due to a t(4;12)(p16.3;q24.31) Familial Translocation in Two Cousins.

Molecular syndromology2020 Jan

Wolf-Hirschhorn syndrome (WHS) is caused by a distal 4p monosomy usually involving the region of the WHSC1 and WHSC2 genes. About 40-45% of WHS patients show an unbalanced translocation leading to both 4p monosomy and partial trisomy of another chromosome arm. In this case report, we describe 2 female cousins (P1 and P2) with a derivative chromosome leading to a 4p16.3pter deletion and 12q24.31qter duplication. Conventional karyotyping and genomic analyses showed that they both had the same rearrangement derived from a balanced parental translocation involving chromosomes 4 and 12, t(4;12)(p16.3;q24.31). The rearrangements occurred between 4p16.3pter and 12q24.31qter detected by array-CGH analysis, with a 2.7-Mb loss at 4p and a large 12.4-Mb gain at 12q. Both affected patients shared global developmental delay and craniofacial dysmorphisms with some distinct phenotypic findings associated with both WHS and 12qter trisomy. P2 was more severely impaired than P1, and she showed severe intellectual disability, seizures, midface hypoplasia, unilateral microtia, and deafness which were absent in P1. Previous studies of distal 4p monosomies have found phenotypic variability in WHS which does not correlate with haploinsufficiency of specific genes. Features of 12q trisomies are diverse with developmental and growth delay, intellectual disability, behavioral problems, and facial abnormalities. Collectively, our analysis of the literature of 3 similar translocations involving 4p and 12q, together with the clinical features of the affected cousins in this familial translocation, permits an evaluation of genes closely linked to WHSC1 and WHSC2 in the context of WHS and the genes involved in 12q trisomy.

Publicações recentes

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Partial Monosomy 4p and Trisomy 12q due to a t(4;12)(p16.3;q24.31) Familial Translocation in Two Cousins.
    Molecular syndromology· 2020· PMID 32021597mais citado
  2. Disruption of the ProSAP2 gene in a t(12;22)(q24.1;q13.3) is associated with the 22q13.3 deletion syndrome.
    Am J Hum Genet· 2001· PMID 11431708recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:96149(Orphanet)
  2. MONDO:0019897(MONDO)
  3. GARD:19328(GARD (NIH))
  4. Busca completa no PubMed(PubMed)
  5. Q55788965(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Deleção distal 12q

ORPHA:96149 · MONDO:0019897
CID-10
Q93.5 · Outras deleções parciais de cromossomo
CID-11
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Neonatal
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C5680262
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DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

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📋 Origem dos dados

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Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata