Síndrome rara com agenesia sacral, ossificação vertebral anômala e canal notocordal persistente. Apresenta-se com morte neonatal, fissura vertebral, cloaca persistente e atresia anal, com herança autossômica recessiva.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de agenesia do sacro-ossificação anômala dos corpos vertebrais-persistência do notocórdio é uma doença genética rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. O quadro pode ser identificado ainda durante a gestação (período antenatal) ou logo após o nascimento (período neonatal). A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][4]
Sinais e sintomas
As principais manifestações incluem ausência do sacro (osso localizado na base da coluna), aumento do volume dos ossos, fissuras nos corpos vertebrais e morfologia anormal das vértebras. Também podem ocorrer agenesia renal unilateral (ausência de um dos rins), persistência da cloaca (estrutura embrionária que não se fecha adequadamente) e atresia anal (ausência ou fechamento anormal do ânus). Infelizmente, a condição pode levar à morte ainda no período neonatal.[1][4]
Causas genéticas
A síndrome é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene TBXT (T-box transcription factor T). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína importante para o desenvolvimento inicial da coluna vertebral e de outras estruturas. A herança é autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais são portadores de uma cópia alterada do gene, mas geralmente não apresentam sintomas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 52 variantes patogênicas descritas no ClinVar para essa condição, e 4 tipos de testes genéticos disponíveis para confirmação diagnóstica.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir suporte fisioterápico, terapia ocupacional e acompanhamento com especialistas. É importante que o cuidado seja coordenado entre pediatras, geneticistas, nefrologistas e cirurgiões pediátricos, conforme as necessidades individuais.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é reservado, com risco elevado de morte neonatal devido às malformações graves. A qualidade de vida depende da gravidade das alterações renais, anorretais e vertebrais. O acompanhamento precoce e o suporte multidisciplinar podem ajudar a manejar as complicações e oferecer conforto ao paciente e à família.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara com agenesia sacral, ossificação vertebral anômala e canal notocordal persistente. Apresenta-se com morte neonatal, fissura vertebral, cloaca persistente e atresia anal, com herança autossômica recessiva.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de agenesia do sacro-ossificação anômala dos corpos vertebrais-persistência do notocórdio é uma doença genética rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. O quadro pode ser identificado ainda durante a gestação (período antenatal) ou logo após o nascimento (período neonatal). A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][4]
Sinais e sintomas
As principais manifestações incluem ausência do sacro (osso localizado na base da coluna), aumento do volume dos ossos, fissuras nos corpos vertebrais e morfologia anormal das vértebras. Também podem ocorrer agenesia renal unilateral (ausência de um dos rins), persistência da cloaca (estrutura embrionária que não se fecha adequadamente) e atresia anal (ausência ou fechamento anormal do ânus). Infelizmente, a condição pode levar à morte ainda no período neonatal.[1][4]
Causas genéticas
A síndrome é causada por alterações (variantes patogênicas) no gene TBXT (T-box transcription factor T). Esse gene fornece instruções para a produção de uma proteína importante para o desenvolvimento inicial da coluna vertebral e de outras estruturas. A herança é autossômica recessiva, o que significa que ambos os pais são portadores de uma cópia alterada do gene, mas geralmente não apresentam sintomas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica e em exames genéticos. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como cariótipo (bandas G, Q ou R), pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH, sequenciamento completo do exoma (WES) e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 52 variantes patogênicas descritas no ClinVar para essa condição, e 4 tipos de testes genéticos disponíveis para confirmação diagnóstica.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico ou medicamento aprovado para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada paciente. No Brasil, o SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir suporte fisioterápico, terapia ocupacional e acompanhamento com especialistas. É importante que o cuidado seja coordenado entre pediatras, geneticistas, nefrologistas e cirurgiões pediátricos, conforme as necessidades individuais.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico é reservado, com risco elevado de morte neonatal devido às malformações graves. A qualidade de vida depende da gravidade das alterações renais, anorretais e vertebrais. O acompanhamento precoce e o suporte multidisciplinar podem ajudar a manejar as complicações e oferecer conforto ao paciente e à família.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 6 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 10 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Involved in the transcriptional regulation of genes required for mesoderm formation and differentiation. Binds to a palindromic T site 5'-TTCACACCTAGGTGTGAA-3' DNA sequence and activates gene transcription when bound to such a site
Nucleus
Neural tube defects
Congenital malformations of the central nervous system and adjacent structures related to defective neural tube closure during the first trimester of pregnancy. Failure of neural tube closure can occur at any level of the embryonic axis. Common NTD forms include anencephaly, myelomeningocele and spina bifida, which result from the failure of fusion in the cranial and spinal region of the neural tube. NTDs have a multifactorial etiology encompassing both genetic and environmental components.
Variantes genéticas (ClinVar)
52 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Classificação de variantes (ClinVar)
Distribuição de 6 variantes classificadas pelo ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
6 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de agenesia do sacro-ossificação anômala dos corpos vertebrais-persistência do notocórdio
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
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Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
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Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:397927(Orphanet)
- OMIM OMIM:615709(OMIM)
- MONDO:0014314(MONDO)
- GARD:17642(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55784776(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Síndrome de agenesia do sacro-ossificação anômala dos corpos vertebrais-persistência do notocórdio
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata