Pneumonia por micoplasma Mielite transversa Sarampo Melanoma maligno Meningite Mononucleose Esclerose múltipla Miocardite Malária Caxumba Distrofia muscular Artrite mutilante Mieloma múltiplo Micose Mielite Miastenia gravis
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa é uma condição genética rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Caracteriza-se pela combinação de dedos anormalmente curtos (braquidactilia), estatura baixa e retinite pigmentosa, uma doença degenerativa da retina que leva à perda progressiva da visão. Os primeiros sinais podem aparecer ainda na infância ou na juventude.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais frequentes incluem: implantação alta da linha anterior do cabelo, cílios e sobrancelhas esparsos, cabelo ralo, orelhas grandes (macrotia), asas nasais subdesenvolvidas, columela larga e borda do vermelhão dos lábios espessa. Na pele, podem surgir manchas café com leite e ictiose (pele seca e escamosa). Na visão, ocorre perda do campo visual periférico, defeito do campo visual e eletrorretinograma anormal, além de lesão retiniana hipoautofluorescente. No desenvolvimento, há atraso para andar e para falar, deficiência intelectual e, em alguns casos, macrocefalia e malformação de Chiari. Também foi descrita veia cava superior bilateral.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 32 testes genéticos disponíveis e 66 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há cura para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento oftalmológico regular é essencial para monitorar a retinite pigmentosa e a perda visual. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS e pode incluir terapias de suporte para atrasos no desenvolvimento, fonoaudiologia e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas. A retinite pigmentosa pode levar à perda significativa da visão ao longo do tempo, mas a progressão é lenta. O atraso no desenvolvimento e a deficiência intelectual podem exigir suporte educacional e social contínuo. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida satisfatória.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
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Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa é uma condição genética rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Caracteriza-se pela combinação de dedos anormalmente curtos (braquidactilia), estatura baixa e retinite pigmentosa, uma doença degenerativa da retina que leva à perda progressiva da visão. Os primeiros sinais podem aparecer ainda na infância ou na juventude.[1][4]
Sinais e sintomas
Os sintomas mais frequentes incluem: implantação alta da linha anterior do cabelo, cílios e sobrancelhas esparsos, cabelo ralo, orelhas grandes (macrotia), asas nasais subdesenvolvidas, columela larga e borda do vermelhão dos lábios espessa. Na pele, podem surgir manchas café com leite e ictiose (pele seca e escamosa). Na visão, ocorre perda do campo visual periférico, defeito do campo visual e eletrorretinograma anormal, além de lesão retiniana hipoautofluorescente. No desenvolvimento, há atraso para andar e para falar, deficiência intelectual e, em alguns casos, macrocefalia e malformação de Chiari. Também foi descrita veia cava superior bilateral.[1][4]
Causas genéticas
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 32 testes genéticos disponíveis e 66 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]
Tratamento e manejo
Não há cura para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento oftalmológico regular é essencial para monitorar a retinite pigmentosa e a perda visual. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS e pode incluir terapias de suporte para atrasos no desenvolvimento, fonoaudiologia e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas. A retinite pigmentosa pode levar à perda significativa da visão ao longo do tempo, mas a progressão é lenta. O atraso no desenvolvimento e a deficiência intelectual podem exigir suporte educacional e social contínuo. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida satisfatória.[1][4]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 24 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 65 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo
Do mais antigo ao mais recente
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisAs part of the spliceosome, plays a role in pre-mRNA splicing (PubMed:29360106). Probable inactive PPIase with no peptidyl-prolyl cis-trans isomerase activity (PubMed:20676357). As a component of the minor spliceosome, involved in the splicing of U12-type introns in pre-mRNAs (Probable)
Nucleus
Retinitis pigmentosa with or without skeletal anomalies
An autosomal recessive disease characterized by retinal degeneration, brachydactyly, short stature, craniofacial dysmorphism, and neurologic defects. Retinal defects are consistent with retinitis pigmentosa in most patients. Neurologic manifestations include mild-to-moderate intellectual disability and psychomotor retardation.
Variantes genéticas (ClinVar)
66 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa
Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Ensaios em destaque
🟢 Recrutando agora
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Outros ensaios clínicos
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa.
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:166035(Orphanet)
- OMIM OMIM:250410(OMIM)
- MONDO:0009598(MONDO)
- GARD:17017(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Q55782085(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata