Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa
ORPHA:166035CID-10 · Q87.8OMIM 250410DOENÇA RARA
Visão / ocularInício infânciaHerança AR

Pneumonia por micoplasma Mielite transversa Sarampo Melanoma maligno Meningite Mononucleose Esclerose múltipla Miocardite Malária Caxumba Distrofia muscular Artrite mutilante Mieloma múltiplo Micose Mielite Miastenia gravis

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 05/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa é uma condição genética rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Caracteriza-se pela combinação de dedos anormalmente curtos (braquidactilia), estatura baixa e retinite pigmentosa, uma doença degenerativa da retina que leva à perda progressiva da visão. Os primeiros sinais podem aparecer ainda na infância ou na juventude.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas mais frequentes incluem: implantação alta da linha anterior do cabelo, cílios e sobrancelhas esparsos, cabelo ralo, orelhas grandes (macrotia), asas nasais subdesenvolvidas, columela larga e borda do vermelhão dos lábios espessa. Na pele, podem surgir manchas café com leite e ictiose (pele seca e escamosa). Na visão, ocorre perda do campo visual periférico, defeito do campo visual e eletrorretinograma anormal, além de lesão retiniana hipoautofluorescente. No desenvolvimento, há atraso para andar e para falar, deficiência intelectual e, em alguns casos, macrocefalia e malformação de Chiari. Também foi descrita veia cava superior bilateral.[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por mutações no gene CWC27, que codifica a proteína associada ao spliceossomo CWC27 homólogo. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 32 testes genéticos disponíveis e 66 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento oftalmológico regular é essencial para monitorar a retinite pigmentosa e a perda visual. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS e pode incluir terapias de suporte para atrasos no desenvolvimento, fonoaudiologia e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas. A retinite pigmentosa pode levar à perda significativa da visão ao longo do tempo, mas a progressão é lenta. O atraso no desenvolvimento e a deficiência intelectual podem exigir suporte educacional e social contínuo. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida satisfatória.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Pneumonia por micoplasma Mielite transversa Sarampo Melanoma maligno Meningite Mononucleose Esclerose múltipla Miocardite Malária Caxumba Distrofia muscular Artrite mutilante Mieloma múltiplo Micose Mielite Miastenia gravis

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
12
pacientes catalogados
Início
Childhood
+ infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q87.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 05/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa é uma condição genética rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas. Caracteriza-se pela combinação de dedos anormalmente curtos (braquidactilia), estatura baixa e retinite pigmentosa, uma doença degenerativa da retina que leva à perda progressiva da visão. Os primeiros sinais podem aparecer ainda na infância ou na juventude.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sintomas mais frequentes incluem: implantação alta da linha anterior do cabelo, cílios e sobrancelhas esparsos, cabelo ralo, orelhas grandes (macrotia), asas nasais subdesenvolvidas, columela larga e borda do vermelhão dos lábios espessa. Na pele, podem surgir manchas café com leite e ictiose (pele seca e escamosa). Na visão, ocorre perda do campo visual periférico, defeito do campo visual e eletrorretinograma anormal, além de lesão retiniana hipoautofluorescente. No desenvolvimento, há atraso para andar e para falar, deficiência intelectual e, em alguns casos, macrocefalia e malformação de Chiari. Também foi descrita veia cava superior bilateral.[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por mutações no gene CWC27, que codifica a proteína associada ao spliceossomo CWC27 homólogo. A herança é autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar uma cópia alterada do gene de cada um dos pais para manifestar a doença.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os procedimentos disponíveis no SUS incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. Atualmente, há 32 testes genéticos disponíveis e 66 variantes registradas no ClinVar para essa condição.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento oftalmológico regular é essencial para monitorar a retinite pigmentosa e a perda visual. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS e pode incluir terapias de suporte para atrasos no desenvolvimento, fonoaudiologia e fisioterapia. Não há medicamentos específicos aprovados para a condição.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade dos sintomas. A retinite pigmentosa pode levar à perda significativa da visão ao longo do tempo, mas a progressão é lenta. O atraso no desenvolvimento e a deficiência intelectual podem exigir suporte educacional e social contínuo. Com acompanhamento adequado, muitas pessoas conseguem manter uma qualidade de vida satisfatória.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

👁️
Olhos
10 sintomas
🧠
Neurológico
6 sintomas
🦴
Ossos e articulações
6 sintomas
🧬
Pele e cabelo
5 sintomas
😀
Face
3 sintomas
📏
Crescimento
3 sintomas

+ 24 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Macrocefalia
Frequência: 2/2
100%prev.
Nictalopia
Frequente (79-30%)
90%prev.
Formato facial anormal
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Anormalidade do sistema nervoso
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Degeneração retiniana
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Braquidactilia
Muito frequente (99-80%)
65sintomas
Muito frequente (12)
Frequente (7)
Ocasional (39)
Sem dados (7)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 65 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

MacrocefaliaMacrocephaly
Frequência: 2/2100%
NictalopiaNyctalopia
Frequente (79-30%)100%
Formato facial anormalAbnormal facial shape
Muito frequente (99-80%)90%
Anormalidade do sistema nervosoAbnormality of the nervous system
Muito frequente (99-80%)90%
Degeneração retinianaRetinal degeneration
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo

Do mais antigo ao mais recente

🧪
2010
Primeiro ensaio clinico
Rare Disease Patient Registry & Natural History Study - Coordination of Rare Diseases at Sanford
Ver fonte →

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
CWC27
CWC27
CWC27Spliceosome-associated protein CWC27 homologDisease-causing germline mutation(s) inTolerante
FUNÇÃO

As part of the spliceosome, plays a role in pre-mRNA splicing (PubMed:29360106). Probable inactive PPIase with no peptidyl-prolyl cis-trans isomerase activity (PubMed:20676357). As a component of the minor spliceosome, involved in the splicing of U12-type introns in pre-mRNAs (Probable)

LOCALIZAÇÃO

Nucleus

VIAS BIOLÓGICAS (2)
Dengue Virus-Host InteractionsmRNA Splicing - Major Pathway
MECANISMO DE DOENÇA

Retinitis pigmentosa with or without skeletal anomalies

An autosomal recessive disease characterized by retinal degeneration, brachydactyly, short stature, craniofacial dysmorphism, and neurologic defects. Retinal defects are consistent with retinitis pigmentosa in most patients. Neurologic manifestations include mild-to-moderate intellectual disability and psychomotor retardation.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Linfócitos
32.7 TPM
Fibroblastos
30.0 TPM
Testículo
27.6 TPM
Artéria tibial
21.6 TPM
Útero
21.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
metaphyseal chondrodysplasia-retinitis pigmentosa syndrome
HGNC:10664UniProt:Q6UX04

Variantes genéticas (ClinVar)

66 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 CWC27: NM_005869.4(CWC27):c.1117del (p.Gln373fs) ()
🧬 CWC27: NM_005869.4(CWC27):c.1122_1125del (p.Ser375fs) ()
🧬 CWC27: NM_005869.4(CWC27):c.364del (p.Glu122fs) ()
🧬 CWC27: NM_005869.4(CWC27):c.1257-302G>T ()
🧬 CWC27: NM_005869.4(CWC27):c.1152+55A>G ()
Ver todas no ClinVar

Vias biológicas (Reactome)

2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Pipeline de tratamentos
Pipeline regulatório — de medicamentos já aprovados a drogas em pesquisa exploratória.
·Pré-clínico1
Medicamentos catalogadosEnsaios clínicos· 0 medicamentos · 1 ensaio
Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

🟢 Recrutando agora

1 pesquisa recrutando participantes. Converse com seu médico sobre a possibilidade de participar.

Outros ensaios clínicos

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:166035(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:250410(OMIM)
  3. MONDO:0009598(MONDO)
  4. GARD:17017(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q55782085(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de braquidactilia-baixa estatura-retinite pigmentosa

ORPHA:166035 · MONDO:0009598
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
12 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q87.8 · Outras síndromes com malformações congênitas especificadas, não classificadas em outra parte
Início
Childhood, Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1855188
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata