Pular para o conteúdo
Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-membros curtos-calcificação anormal
ORPHA:93358CID-10 · Q77.7CID-11 · LD24.3OMIM 271665DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
Início neonatalHerança AR

Displasia óssea primária genética rara, caracterizada por baixa estatura desproporcional com encurtamento dos membros superiores e inferiores, dedos curtos e largos com mãos curtas, tórax estreitado com anormalidades nas costelas e pectus excavatum, calcificações condrais anormais (incl. laringe, traquéia e cartilagens costais) e dismorfismo facial (protuberância frontal, hipertelorismo, olhos proeminentes, nariz curto e achatado, narinas largas, palato arqueado alto, filtro longo). Platispondilia (especialmente da coluna cervical) e epífises e metáfises anormais são observadas na radiografia. Instabilidade atlantoaxial causando compressão espinhal e doença respiratória recorrente são complicações potenciais que podem resultar letais.

Em construçãohistóricoSugerir correção
Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A síndrome de displasia espondiloepimetafisária-membros curtos-calcificação anormal é uma condição genética rara que altera o desenvolvimento dos ossos e das cartilagens desde os primeiros meses de vida. Ela costuma causar baixa estatura com braços e pernas curtos, mãos largas, formato diferente do rosto e calcificações nas cartilagens das costelas, laringe e traqueia. A família frequentemente percebe atraso para a criança começar a andar, fraqueza no tônus dos músculos e dificuldade respiratória. Não há remédio específico curativo ou dispensado pelo SUS, mas a rede pública oferece procedimentos como exames genéticos e atendimento em reabilitação.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Displasia óssea primária genética rara, caracterizada por baixa estatura desproporcional com encurtamento dos membros superiores e inferiores, dedos curtos e largos com mãos curtas, tórax estreitado com anormalidades nas costelas e pectus excavatum, calcificações condrais anormais (incl. laringe, traquéia e cartilagens costais) e dismorfismo facial (protuberância frontal, hipertelorismo, olhos proeminentes, nariz curto e achatado, narinas largas, palato arqueado alto, filtro longo). Platispondilia (especialmente da coluna cervical) e epífises e metáfises anormais são observadas na radiografia. Instabilidade atlantoaxial causando compressão espinhal e doença respiratória recorrente são complicações potenciais que podem resultar letais.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
27
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q77.7
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
15 sintomas
😀
Face
11 sintomas
🧠
Neurológico
3 sintomas
💪
Músculos
2 sintomas
👁️
Olhos
1 sintomas
🫁
Pulmão
1 sintomas

+ 32 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Atraso no desenvolvimento da habilidade de andar
Frequência: 2/2
100%prev.
Palma curta
Frequência: 22/22
100%prev.
Dedo curto
Frequência: 2/2
100%prev.
Palma larga
Frequência: 22/22
100%prev.
Ossos longos largos
Frequência: 22/22
100%prev.
Platispondilia
Frequência: 22/22
65sintomas
Muito frequente (11)
Frequente (13)
Ocasional (2)
Sem dados (39)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 65 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Palma curtaShort palm
Frequência: 22/22100%
Dedo curtoShort finger
Frequência: 2/2100%
Palma largaBroad palm
Frequência: 22/22100%
Ossos longos largosBroad long bones
Frequência: 22/22100%

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
DDR2
DDR2
DDR2Discoidin domain-containing receptor 2Disease-causing germline mutation(s) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Non-integrin membrane-ECM interactions
MECANISMO DE DOENÇA

Spondyloepimetaphyseal dysplasia, short limb-hand type

A bone disease characterized by short-limbed dwarfism, a narrow chest with pectus excavatum, brachydactyly in the hands and feet, a characteristic craniofacial appearance and premature calcifications. The radiological findings are distinctive and comprise short long bones throughout the skeleton with striking epiphyses that are stippled, flattened and fragmented and flared, irregular metaphyses. Platyspondyly in the spine with wide intervertebral spaces is observed and some vertebral bodies are pear-shaped with central humps, anterior protrusions and posterior scalloping.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fibroblastos
110.2 TPM
Cólon sigmoide
87.2 TPM
Glândula adrenal
82.1 TPM
Esôfago - Junção
67.9 TPM
Artéria tibial
65.3 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
spondyloepimetaphyseal dysplasia-short limb-abnormal calcification syndromewarburg-cinotti syndrome
HGNC:2731UniProt:Q16832

Variantes genéticas (ClinVar)

61 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.1711G>T (p.Glu571Ter) ()
🧬 DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.2048+1G>A ()
🧬 DDR2: GRCh37/hg19 1q21.1-44(chr1:143932350-249224684)x3 ()
🧬 DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.1114AAC[1] (p.Asn373del) ()
🧬 DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.415C>T (p.Gln139Ter) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 75 variantes classificadas pelo ClinVar.

19
52
4
Patogênica (25.3%)
VUS (69.3%)
Benigna (5.3%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.415C>T (p.Gln139Ter) [Likely pathogenic]
DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.2416C>T (p.Arg806Ter) [Likely pathogenic]
DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.2516G>A (p.Arg839His) [Conflicting classifications of pathogenicity]
DDR2: NM_006182.4(DDR2):c.2323G>T (p.Val775Phe) [Likely pathogenic]
DDR2: GRCh37/hg19 1q23.3(chr1:162748370-162748520) [Pathogenic]

Vias biológicas (Reactome)

1 via biológica associada aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-membros curtos-calcificação anormal

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-membros curtos-calcificação anormal.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Doença com base genética

Um médico geneticista pode ajudar no diagnóstico de Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-membros curtos-calcificação anormal e no aconselhamento genético da família.

Vai consultar um especialista? Confirme o registro dele no conselho.
Conselhos e sociedades

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

Ela é causada por alterações genéticas no gene DDR2, que afetam a formação de ossos e cartilagens. A condição tem herança autossômica recessiva, sendo transmitida quando ambos os genitores carregam uma cópia alterada do gene.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:93358
    Orphanet
  2. GARD:10616
    GARD (NIH)
  3. Q7578954
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-membros curtos-calcificação anormal. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-de-displasia-espondiloepimetafisaria-membros-curtos-calcificacao-anormal

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Síndrome de displasia espondiloepimetafisária-membros curtos-calcificação anormal

ORPHA:93358 · MONDO:0010077
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
27 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q77.7 · Displasia espondiloepifisária
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1849011
Wikidata

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara