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Síndrome Pfeiffer tipo 3
ORPHA:93260CID-10 · Q87.0CID-11 · LD24.G0DOENÇA RARA
Esta doença tem causa genética. Recomendamos procurar um médico geneticista para diagnóstico, exames genéticos e aconselhamento familiar.
AudiçãoInício neonatalHerança AD/Unknown
Também conhecida comoSP3SP

Síndrome de Pfeiffer tipo 3 (SP3) é um tipo grave da síndrome de Pfeiffer (SP), caracterizada pelo fechamento antes da hora das duas "juntas" ósseas na parte de cima do crânio (as suturas coronais), por problemas funcionais graves associados, e por malformações nas mãos, pés e cotovelos.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

💬
EM LINGUAGEM SIMPLES

A Síndrome Pfeiffer tipo 3 é uma condição genética rara e grave que provoca o fechamento precoce das juntas ósseas na parte de cima da cabeça do bebê. Isso causa alterações marcantes no formato do crânio e do rosto, olhos saltados, além de dedões largos nas mãos e nos pés. A condição pode trazer complicações respiratórias, neurológicas e de mobilidade articular que exigem acompanhamento de saúde contínuo. No SUS, não existem remédios preconizados para a síndrome, mas o sistema público prevê procedimentos cirúrgicos para deformidades craniofaciais e atendimento de reabilitação.

📋
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Síndrome de Pfeiffer tipo 3 (SP3) é um tipo grave da síndrome de Pfeiffer (SP), caracterizada pelo fechamento antes da hora das duas "juntas" ósseas na parte de cima do crânio (as suturas coronais), por problemas funcionais graves associados, e por malformações nas mãos, pés e cotovelos.

Publicações científicas
6 artigos
Último publicado: 2021

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
Unknown
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Início
Antenatal
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
5 procedimentos SIGTAPCID-10: Q87.0
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
EXAMES E PROCEDIMENTOS RELACIONADOS (5)
•
Cariótipo — bandas G, Q ou R
•
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH
•
Sequenciamento completo do exoma (WES)
•
Dosagem de alfa-fetoproteína
•
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Partes do corpo afetadas

😀
Face
7 sintomas
🦴
Ossos e articulações
5 sintomas
👂
Ouvidos
3 sintomas
🫃
Digestivo
3 sintomas
👁️
Olhos
2 sintomas
🧠
Neurológico
2 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Falange larga do hálux
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Estenose aquedutal
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hipertelorismo
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Braquiturricefalia
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Hálux varo
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Desconforto respiratório
Muito frequente (99-80%)
36sintomas
Muito frequente (19)
Frequente (8)
Ocasional (9)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 36 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Falange larga do háluxBroad hallux phalanx
Muito frequente (99-80%)90%
Estenose aquedutalAqueductal stenosis
Muito frequente (99-80%)90%
HipertelorismoHypertelorism
Muito frequente (99-80%)90%
BraquiturricefaliaBrachyturricephaly
Muito frequente (99-80%)90%
Hálux varoHallux varus
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa5desde 2021
Total histórico6PubMed
Últimos 10 anos2publicações
Pico20191 papers
Linha do tempo
2021Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal dominant, Not applicable.

FGFR2Fibroblast growth factor receptor 2Disease-causing germline mutation(s) (gain of function) inAltamente restrito
VIAS BIOLÓGICAS (1)
Signaling by FGFR2 amplification mutants
MECANISMO DE DOENÇA

Crouzon syndrome

An autosomal dominant syndrome characterized by craniosynostosis, hypertelorism, exophthalmos and external strabismus, parrot-beaked nose, short upper lip, hypoplastic maxilla, and a relative mandibular prognathism.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Brain Spinal cord cervical c-1
130.1 TPM
Útero
43.5 TPM
Skin Sun Exposed Lower leg
41.0 TPM
Cólon sigmoide
39.0 TPM
Skin Not Sun Exposed Suprapubic
37.3 TPM
OUTRAS DOENÇAS (15)
Saethre-Chotzen syndromegastric cancerJackson-Weiss syndromePfeiffer syndrome
HGNC:3689UniProt:P21802

Variantes genéticas (ClinVar)

308 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 FGFR2: NM_000141.5(FGFR2):c.1646A>T (p.Asn549Ile) ()
🧬 FGFR2: NM_000141.5(FGFR2):c.1064_1075delinsTATGGTTGACGA (p.Ala355_Val359delinsValTrpLeuThrIle) ()
🧬 FGFR2: NM_000141.5(FGFR2):c.1375A>T (p.Met459Leu) ()
🧬 FGFR2: NM_000141.5(FGFR2):c.1068G>C (p.Trp356Cys) ()
🧬 FGFR2: NM_000141.5(FGFR2):c.1023_1024delinsTA (p.Cys342Ser) ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 858 variantes classificadas pelo ClinVar.

86
300
472
Patogênica (10.0%)
VUS (35.0%)
Benigna (55.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.2156T>C (p.Met719Thr) [Likely pathogenic]
FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.570del (p.Trp190fs) [Pathogenic]
FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.1211AGA[1] (p.Lys405del) [Uncertain significance]
FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.1799T>C (p.Leu600Pro) [Uncertain significance]
FGFR1: NM_023110.3(FGFR1):c.280G>A (p.Ala94Thr) [Uncertain significance]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome Pfeiffer tipo 3

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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
2 papers (10 anos)
#1

Pfeiffer syndrome type 3 with FGR2 c.1052C>G (p.Ser351Cys) variant in West Africa: a case report.

The Pan African medical journal2021

Pfeiffer syndrome is a rare genetic condition that includes anomalies of the head, hands, and feet. It was originally described by Rudolf Pfeiffer in 1964. As a result of varied clinical presentations, there is a low threshold for missing the diagnosis. Three (3) cases were found by the authors in the medical literature from the African continent, all of which lacked molecular studies. The main dysmorphic features we observed in our patient were; macrocephaly with widely gaped sagittal sutures, proptosis with ocular hypertelorism, ankylosed elbows, wide sandal gap and medially deviated broad great toes. In this case, sequence analysis using Illumina technology and deletion/duplication testing of 65 genes for variants associated with craniosynostosis syndromes was performed at Invitae Medical Genetic laboratory. A diagnosis of Pfeiffer syndrome type 3 with FGFR2 c.1052C>G (p.Ser351Cys) variant was made. In conclusion, this case will aid health care providers especially in areas of low accessibility to molecular studies to promptly identify, appropriately manage the condition as well as counselling the parents to offset the risk of abandonment of neonates with dysmorphic features.

#2

Pfeiffer Syndrome Type 3 and Prune Belly Anomaly in a Female: Case Report and Review.

Fetal and pediatric pathology2019 Oct

Background: Pfeiffer syndrome (PS) is an autosomal dominant entity characterized by craniosynostosis, broad thumbs, and preaxially deviated great toes. It is classified in three types depending on the severity. Type 1: Mild to moderate severity, Type 2: Severe presentation with cloverleaf skull, and Type 3: Severe craniosynostosis with prominent ocular proptosis. Association of Pfeiffer syndrome (PS) types 2 and 3 with "prune belly" anomaly has been reported in two non-related patients, one PS type 2 and one PS type 3. Case Report: we report the second case of PS type 3 in a female neonate with "prune belly" anomaly and prenatal exposure to Parvovirus B19. Conclusions: We suggest that the "prune belly" anomaly and others abdominal wall defects as omphalocele and scar-type defects may be included as a feature in PS type 2 and 3.

Publicações recentes

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Associações

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Perguntas frequentes

O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu

Respostas geradas por IA a partir das fontes citadas

A síndrome é causada por alterações genéticas no gene FGFR2, responsável pela proteína receptora do fator de crescimento de fibroblastos 2. A transmissão pode ocorrer com padrão autossômico dominante.

Referências

Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete

5 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 6 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. ORPHA:93260
    Orphanet
  2. GARD:16809
    GARD (NIH)
  3. Q55788783
    Wikidata

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Citar este verbete

Raras. (s.d.). Síndrome Pfeiffer tipo 3. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/sindrome-pfeiffer-tipo-3

Formato APA. Conteúdo sob CC BY 4.0 — reuso livre com atribuição.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome Pfeiffer tipo 3

ORPHA:93260 · MONDO:0019661
🇧🇷 Brasil SUS
SIGTAP
5 procedimentos
Geral
Prevalência
Unknown
Herança
Autosomal dominant, Not applicable
CID-10
Q87.0 · Síndromes com malformações congênitas afetando predominantemente o aspecto da face
CID-11
Início
Antenatal, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5438850
EuropePMC
Wikidata
Papers 10a

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata
Rara