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Displasia toracomélica
ORPHA:1803CID-10 · Q77.2CID-11 · LD24.BYOMIM 273740DOENÇA RARA
Face / craniofacialInício infância
Sinônimos clínicos: Síndrome Rivera-Perez-Salas · Displasia do tórax e membros, tipo Rivera

Displasia toracomélica é uma condição autossômica recessiva rara caracterizada por tórax em sino, pescoço curto e baixa estatura desproporcional com membros curtos. Apresenta face redonda/plana, costelas curtas, luxação do cotovelo e linha de implantação posterior do cabelo baixa.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A displasia toracomélica é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos, principalmente do tórax e dos membros. A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida (infância). Por ser uma displasia óssea, ela pode causar alterações na forma e no crescimento dos ossos, levando a características como tórax estreito e baixa estatura desproporcional. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da displasia toracomélica incluem: tórax estreito e em formato de sino, costelas curtas, pescoço curto, face redonda e plana, baixa estatura desproporcional com membros curtos, e linha de implantação posterior do cabelo baixa. Também podem ocorrer alterações nos ossos dos braços e pernas, como luxação do cotovelo, anormalidades na fíbula e nas metáfises (região de crescimento dos ossos longos), espessamento da diáfise (haste do osso), e hipodesenvolvimento de membros. Na coluna, é comum haver hiperlordose (curvatura acentuada para dentro) e distúrbios da marcha. As articulações podem ser hipermóveis, e o joelho pode apresentar genu valgum (joelhos voltados para dentro).[1][4]

Causas genéticas

A displasia toracomélica tem herança autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor) para desenvolver a doença. Até o momento, o gene específico responsável pela condição não foi identificado ou não está listado nas bases de dados consultadas. A doença é registrada no OMIM com o código 273740 e no MONDO com o código 0010116.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia toracomélica é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, além de exames de imagem que mostram as alterações ósseas. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação, embora o gene causador ainda não seja conhecido. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. O código CID-10 associado é Q77.2.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O tratamento da displasia toracomélica é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Não há cura específica, e as intervenções dependem das necessidades de cada pessoa. Podem ser indicados acompanhamento ortopédico para correção de deformidades ósseas e articulares, fisioterapia e reabilitação para melhorar a mobilidade e a marcha, e suporte respiratório em casos de comprometimento torácico grave. O atendimento multidisciplinar é essencial, incluindo especialistas em genética, ortopedia, fisiatria e pediatria. Não há medicamentos aprovados especificamente para a doença.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, foram encontradas referências ao uso de duas substâncias em associação com a displasia toracomélica: polietileno (Polyethylene) e polimetilmetacrilato (Polymethyl Methacrylate), cada uma com 1 publicação. É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre um médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da displasia toracomélica varia conforme a gravidade das alterações ósseas e a presença de complicações respiratórias. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem ter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam enfrentar limitações físicas. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são fundamentais para o bem-estar a longo prazo.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Displasia toracomélica é uma condição autossômica recessiva rara caracterizada por tórax em sino, pescoço curto e baixa estatura desproporcional com membros curtos. Apresenta face redonda/plana, costelas curtas, luxação do cotovelo e linha de implantação posterior do cabelo baixa.

Publicações científicas
1 artigos
Último publicado: 1975 Jun

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
2
pacientes catalogados
Início
Infancy
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q77.2
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Entender a doença

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 04/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A displasia toracomélica é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos, principalmente do tórax e dos membros. A condição está presente desde o nascimento ou surge nos primeiros meses de vida (infância). Por ser uma displasia óssea, ela pode causar alterações na forma e no crescimento dos ossos, levando a características como tórax estreito e baixa estatura desproporcional. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, o que a torna uma doença ultrarrara.[1][4]

Sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas da displasia toracomélica incluem: tórax estreito e em formato de sino, costelas curtas, pescoço curto, face redonda e plana, baixa estatura desproporcional com membros curtos, e linha de implantação posterior do cabelo baixa. Também podem ocorrer alterações nos ossos dos braços e pernas, como luxação do cotovelo, anormalidades na fíbula e nas metáfises (região de crescimento dos ossos longos), espessamento da diáfise (haste do osso), e hipodesenvolvimento de membros. Na coluna, é comum haver hiperlordose (curvatura acentuada para dentro) e distúrbios da marcha. As articulações podem ser hipermóveis, e o joelho pode apresentar genu valgum (joelhos voltados para dentro).[1][4]

Causas genéticas

A displasia toracomélica tem herança autossômica recessiva, o que significa que a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor) para desenvolver a doença. Até o momento, o gene específico responsável pela condição não foi identificado ou não está listado nas bases de dados consultadas. A doença é registrada no OMIM com o código 273740 e no MONDO com o código 0010116.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da displasia toracomélica é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, além de exames de imagem que mostram as alterações ósseas. Exames genéticos podem auxiliar na confirmação, embora o gene causador ainda não seja conhecido. No Brasil, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cobertura mínima para procedimentos como: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); dosagem de alfa-fetoproteína; e atendimento em reabilitação para doenças raras. O código CID-10 associado é Q77.2.[1][2][5][6]

Tratamento e manejo

O tratamento da displasia toracomélica é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Não há cura específica, e as intervenções dependem das necessidades de cada pessoa. Podem ser indicados acompanhamento ortopédico para correção de deformidades ósseas e articulares, fisioterapia e reabilitação para melhorar a mobilidade e a marcha, e suporte respiratório em casos de comprometimento torácico grave. O atendimento multidisciplinar é essencial, incluindo especialistas em genética, ortopedia, fisiatria e pediatria. Não há medicamentos aprovados especificamente para a doença.[1][2][6]

Tratamentos citados na literatura

Na literatura científica, foram encontradas referências ao uso de duas substâncias em associação com a displasia toracomélica: polietileno (Polyethylene) e polimetilmetacrilato (Polymethyl Methacrylate), cada uma com 1 publicação. É importante destacar que essas são associações mineradas de artigos científicos e não representam recomendações de tratamento. Consulte sempre um médico antes de considerar qualquer intervenção.[6]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da displasia toracomélica varia conforme a gravidade das alterações ósseas e a presença de complicações respiratórias. Com acompanhamento médico adequado e reabilitação, muitas pessoas conseguem ter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam enfrentar limitações físicas. O suporte familiar e o acesso a serviços especializados são fundamentais para o bem-estar a longo prazo.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
6 sintomas
😀
Face
2 sintomas
🧬
Pele e cabelo
1 sintomas

+ 10 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Tórax em sino
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Face redonda
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Face plana
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Baixa estatura desproporcional de membros curtos
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Costelas curtas
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Luxação do cotovelo
Muito frequente (99-80%)
19sintomas
Muito frequente (16)
Ocasional (2)
Sem dados (1)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 19 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Tórax em sinoBell-shaped thorax
Muito frequente (99-80%)90%
Face redondaRound face
Muito frequente (99-80%)90%
Face planaFlat face
Muito frequente (99-80%)90%
Baixa estatura desproporcional de membros curtosDisproportionate short-limb short stature
Muito frequente (99-80%)90%
Costelas curtasShort ribs
Muito frequente (99-80%)90%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa51desde 1975
Total histórico1PubMed
Últimos 10 anos1publicações
Pico19751 papers
Linha do tempo
198019902000201020201975Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia toracomélica

🗺️

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

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Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
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Publicações mais relevantes

Timeline de publicações
0 papers (10 anos)

Publicações recentes

Ver todas no PubMed

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. [Cephalo-thoracomelic dysplasia].
    Bol Asoc Med P R· 1975· PMID 1055590recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:1803(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:273740(OMIM)
  3. MONDO:0010116(MONDO)
  4. GARD:10612(GARD (NIH))
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55782348(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Compêndio · Raras BR

Displasia toracomélica

ORPHA:1803 · MONDO:0010116
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
2 casos conhecidos
CID-10
Q77.2 · Síndrome das costelas curtas
CID-11
Início
Infancy
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C1848863
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Indexação biomédica
fonte: MeSH (NLM)
Dado público estruturado
fonte: Wikidata