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Triplicação distal 15q
ORPHA:314588CID-10 · Q99.8OMIM 614846DOENÇA RARA
kidneyInício neonatalHerança Unknown
Sinônimos clínicos: Tetrassomia 15q26 · Tetrassomia 15(q25-qter) · Tetrassomia distal 15q · +2

Um pequeno cromossomo marcador supernumerário (sSMC) é um cromossomo extra anormal. Ele contém cópias de partes de um ou mais cromossomos normais e, assim como os cromossomos normais, está localizado no núcleo da célula, é replicado e distribuído para cada célula-filha durante a divisão celular, e tipicamente possui genes que podem ser expressos. No entanto, ele também pode estar ativo na causa de defeitos congênitos e neoplasias. O pequeno tamanho do sSMC o torna virtualmente indetectável usando métodos citogenéticos clássicos: o conteúdo de DNA e genes muito maior dos cromossomos normais da célula obscurece os do sSMC. Novas técnicas moleculares, como hibridização in situ por fluorescência, sequenciamento de nova geração, hibridização genômica comparativa e análises citogenéticas altamente especializadas de bandeamento G, são necessárias para estudá-lo.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 11/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A triplicação distal 15q é uma doença genética rara caracterizada pela presença de uma cópia extra (triplicação) de material genético no braço longo do cromossomo 15. Essa alteração cromossômica pode levar a uma variedade de sinais e sintomas que afetam múltiplos sistemas do corpo. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. O início dos sintomas ocorre geralmente no período neonatal ou na primeira infância.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da triplicação distal 15q são variados e podem incluir alterações craniofaciais, como orelhas de implantação baixa, orelha em concha, microtia (orelha pequena ou malformada), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), retrognatia (mandíbula recuada) e distrofia corneana. Também são frequentes malformações do sistema nervoso central, como hidrocefalia, malformação de Dandy-Walker e siringomielia. Problemas cardíacos, como defeito do septo atrial e arco aórtico hipoplásico, podem estar presentes. Outros achados incluem atraso global do desenvolvimento, hipotonia (tônus muscular diminuído), contraturas em flexão, camptodactilia (dedos permanentemente fletidos), aracnodactilia (dedos longos e finos), escoliose, cifose, morfologia anormal do esterno, deficiência auditiva neurossensorial, hidrocele testicular, dilatação da pelve renal, genitália externa anormal, retardo do crescimento intrauterino e grande para a idade gestacional ao nascimento.[1][4]

Causas genéticas

A triplicação distal 15q é causada por uma duplicação de uma cópia extra de material genético no braço longo do cromossomo 15 (região distal). Essa alteração pode ocorrer de forma esporádica (nova mutação) ou ser herdada de um dos pais. O padrão de herança não é claramente definido, podendo ser classificado como 'não aplicável' ou 'desconhecido' em muitos casos. Não há um gene específico identificado como responsável pela condição, sendo a triplicação de uma região cromossômica a causa principal.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da triplicação distal 15q é realizado por meio de exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Esses exames permitem identificar a triplicação cromossômica e confirmar o diagnóstico. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como parte da avaliação, e o atendimento em reabilitação para doenças raras é um recurso disponível.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico para a triplicação distal 15q. O manejo é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir acompanhamento com neurologista, cardiologista, oftalmologista, otorrinolaringologista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo, dependendo das necessidades individuais. Cirurgias corretivas podem ser necessárias para malformações cardíacas, escoliose, hidrocefalia ou outras alterações estruturais. O suporte educacional e psicológico é fundamental para o desenvolvimento global.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da triplicação distal 15q varia amplamente de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de malformações associadas. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para otimizar o desenvolvimento e a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre a expectativa de vida, mas o manejo adequado das complicações pode melhorar o prognóstico geral.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Um pequeno cromossomo marcador supernumerário (sSMC) é um cromossomo extra anormal. Ele contém cópias de partes de um ou mais cromossomos normais e, assim como os cromossomos normais, está localizado no núcleo da célula, é replicado e distribuído para cada célula-filha durante a divisão celular, e tipicamente possui genes que podem ser expressos. No entanto, ele também pode estar ativo na causa de defeitos congênitos e neoplasias. O pequeno tamanho do sSMC o torna virtualmente indetectável usando métodos citogenéticos clássicos: o conteúdo de DNA e genes muito maior dos cromossomos normais da célula obscurece os do sSMC. Novas técnicas moleculares, como hibridização in situ por fluorescência, sequenciamento de nova geração, hibridização genômica comparativa e análises citogenéticas altamente especializadas de bandeamento G, são necessárias para estudá-lo.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
23
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q99.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A triplicação distal 15q é uma doença genética rara caracterizada pela presença de uma cópia extra (triplicação) de material genético no braço longo do cromossomo 15. Essa alteração cromossômica pode levar a uma variedade de sinais e sintomas que afetam múltiplos sistemas do corpo. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. O início dos sintomas ocorre geralmente no período neonatal ou na primeira infância.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas da triplicação distal 15q são variados e podem incluir alterações craniofaciais, como orelhas de implantação baixa, orelha em concha, microtia (orelha pequena ou malformada), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), retrognatia (mandíbula recuada) e distrofia corneana. Também são frequentes malformações do sistema nervoso central, como hidrocefalia, malformação de Dandy-Walker e siringomielia. Problemas cardíacos, como defeito do septo atrial e arco aórtico hipoplásico, podem estar presentes. Outros achados incluem atraso global do desenvolvimento, hipotonia (tônus muscular diminuído), contraturas em flexão, camptodactilia (dedos permanentemente fletidos), aracnodactilia (dedos longos e finos), escoliose, cifose, morfologia anormal do esterno, deficiência auditiva neurossensorial, hidrocele testicular, dilatação da pelve renal, genitália externa anormal, retardo do crescimento intrauterino e grande para a idade gestacional ao nascimento.[1][4]

Causas genéticas

A triplicação distal 15q é causada por uma duplicação de uma cópia extra de material genético no braço longo do cromossomo 15 (região distal). Essa alteração pode ocorrer de forma esporádica (nova mutação) ou ser herdada de um dos pais. O padrão de herança não é claramente definido, podendo ser classificado como 'não aplicável' ou 'desconhecido' em muitos casos. Não há um gene específico identificado como responsável pela condição, sendo a triplicação de uma região cromossômica a causa principal.[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico da triplicação distal 15q é realizado por meio de exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Esses exames permitem identificar a triplicação cromossômica e confirmar o diagnóstico. A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como parte da avaliação, e o atendimento em reabilitação para doenças raras é um recurso disponível.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há um tratamento específico para a triplicação distal 15q. O manejo é multidisciplinar e focado no controle dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. Pode incluir acompanhamento com neurologista, cardiologista, oftalmologista, otorrinolaringologista, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional e fonoaudiólogo, dependendo das necessidades individuais. Cirurgias corretivas podem ser necessárias para malformações cardíacas, escoliose, hidrocefalia ou outras alterações estruturais. O suporte educacional e psicológico é fundamental para o desenvolvimento global.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico da triplicação distal 15q varia amplamente de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de malformações associadas. O acompanhamento médico regular e o suporte multidisciplinar são essenciais para otimizar o desenvolvimento e a qualidade de vida. Não há dados específicos sobre a expectativa de vida, mas o manejo adequado das complicações pode melhorar o prognóstico geral.[1][2]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
7 sintomas
😀
Face
7 sintomas
🫘
Rins
5 sintomas
👂
Ouvidos
4 sintomas
🧠
Neurológico
3 sintomas
❤️
Coração
3 sintomas

+ 12 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Atraso global do desenvolvimento
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Hipotonia
Frequente (79-30%)
100%prev.
Palato ogival
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Formato facial anormal
Muito frequente (99-80%)
90%prev.
Anormalidade de crescimento
Muito frequente (99-80%)
83%prev.
Aracnodactilia
Ocasional (29-5%)
48sintomas
Muito frequente (6)
Frequente (16)
Ocasional (26)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 48 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Atraso global do desenvolvimentoGlobal developmental delay
Muito frequente (99-80%)100%
HipotoniaHypotonia
Frequente (79-30%)100%
Palato ogivalHigh palate
Muito frequente (99-80%)100%
Formato facial anormalAbnormal facial shape
Muito frequente (99-80%)90%
Anormalidade de crescimentoGrowth abnormality
Muito frequente (99-80%)90%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Nenhum gene associado encontrado

Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Triplicação distal 15q

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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:314588(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:614846(OMIM)
  3. MONDO:0013918(MONDO)
  4. GARD:17424(GARD (NIH))
  5. Q55784391(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Triplicação distal 15q
Compêndio · Raras BR

Triplicação distal 15q

ORPHA:314588 · MONDO:0013918
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
23 casos conhecidos
Herança
Not applicable, Unknown
CID-10
Q99.8 · Outras anomalias cromossômicas especificadas
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C3553858
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata