Raras
Buscar doenças, sintomas, genes...
Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual
ORPHA:457395CID-10 · Q87.8CID-11 · LD24.3OMIM 616723DOENÇA RARA
CrescimentoInício neonatalHerança AR

Microtia é uma deformidade congênita onde o pavilhão auricular é subdesenvolvido. Um pavilhão auricular completamente não desenvolvido é referido como anotia. Como a microtia e a anotia têm a mesma origem, podem ser referidas como microtia-anotia. A microtia pode ser unilateral ou bilateral. A microtia ocorre em 1 a cada 8.000–10.000 nascimentos, aproximadamente. Na microtia unilateral, o ouvido direito é o mais comumente afetado.

Mantido por Agente Raras·Colaborar como especialista →

Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual é uma doença genética rara que afeta o crescimento dos ossos e o desenvolvimento intelectual. Ela se manifesta desde o período neonatal ou na primeira infância, com uma prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A condição é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor) para desenvolver a síndrome.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem baixa estatura, escoliose (curvatura anormal da coluna), cifoescoliose (combinação de cifose e escoliose), encurvamento do fêmur, anormalidades nos joelhos (como genu valgum, popularmente conhecido como 'joelhos para dentro'), palmas das mãos curtas e encurtamento do quarto metatarso (osso do pé). Na face, podem ocorrer ptose (pálpebra caída), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), epicanto (dobra de pele no canto interno do olho), achatamento malar (maçãs do rosto achatadas), orelhas de implantação baixa e microtia (orelha pequena ou malformada). Também são observados assimetria craniana, craniossinostose (fechamento precoce das suturas do crânio) e forame magno pequeno (abertura na base do crânio menor que o normal). No coração, pode haver persistência do canal arterial e forame oval patente. O desenvolvimento intelectual é afetado, com atraso na fala e na linguagem, e algumas pessoas podem apresentar comportamento autista. Além disso, há aumento do tamanho das adenoides nasofaríngeas e, em alguns casos, ruptura prematura de membranas durante a gestação.[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (mutações) no gene RSPRY1, que fornece instruções para a produção da proteína RING finger and SPRY domain-containing protein 1. Essa proteína está envolvida em processos importantes para o desenvolvimento e a manutenção dos ossos e do sistema nervoso. A herança é autossômica recessiva: para a doença se manifestar, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais. Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (possuem apenas uma cópia alterada).[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O sequenciamento do gene RSPRY1 é o método mais específico para confirmar a doença. Atualmente, há 30 variantes do gene RSPRY1 registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas) e 8 testes genéticos disponíveis para a síndrome.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a síndrome, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo ortopedia (para escoliose, deformidades ósseas e articulares), cardiologia (para alterações cardíacas como persistência do canal arterial e forame oval patente), fonoaudiologia (para atraso na fala e linguagem) e psicologia/psiquiatria (para comportamento autista e transtorno do desenvolvimento intelectual). O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e suporte educacional. Cirurgias ortopédicas podem ser necessárias para correção de deformidades graves. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de complicações, como problemas cardíacos ou respiratórios (devido a escoliose grave ou aumento das adenoides). Com acompanhamento médico adequado e suporte multidisciplinar, muitas pessoas podem ter uma qualidade de vida razoável, embora a baixa estatura e as limitações intelectuais possam persistir. O diagnóstico precoce e o manejo dos sintomas são fundamentais para melhorar o desenvolvimento e o bem-estar.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Microtia é uma deformidade congênita onde o pavilhão auricular é subdesenvolvido. Um pavilhão auricular completamente não desenvolvido é referido como anotia. Como a microtia e a anotia têm a mesma origem, podem ser referidas como microtia-anotia. A microtia pode ser unilateral ou bilateral. A microtia ocorre em 1 a cada 8.000–10.000 nascimentos, aproximadamente. Na microtia unilateral, o ouvido direito é o mais comumente afetado.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
4
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 70%
CID-10: Q87.8
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
O Raras está aqui pra te apoiar — com ou sem diagnóstico

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

Preparando trilha educativa...

Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 12/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual é uma doença genética rara que afeta o crescimento dos ossos e o desenvolvimento intelectual. Ela se manifesta desde o período neonatal ou na primeira infância, com uma prevalência estimada em menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas. A condição é herdada de forma autossômica recessiva, ou seja, é necessário herdar duas cópias do gene alterado (uma de cada genitor) para desenvolver a síndrome.[1][4]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais comuns incluem baixa estatura, escoliose (curvatura anormal da coluna), cifoescoliose (combinação de cifose e escoliose), encurvamento do fêmur, anormalidades nos joelhos (como genu valgum, popularmente conhecido como 'joelhos para dentro'), palmas das mãos curtas e encurtamento do quarto metatarso (osso do pé). Na face, podem ocorrer ptose (pálpebra caída), hipertelorismo (aumento da distância entre os olhos), epicanto (dobra de pele no canto interno do olho), achatamento malar (maçãs do rosto achatadas), orelhas de implantação baixa e microtia (orelha pequena ou malformada). Também são observados assimetria craniana, craniossinostose (fechamento precoce das suturas do crânio) e forame magno pequeno (abertura na base do crânio menor que o normal). No coração, pode haver persistência do canal arterial e forame oval patente. O desenvolvimento intelectual é afetado, com atraso na fala e na linguagem, e algumas pessoas podem apresentar comportamento autista. Além disso, há aumento do tamanho das adenoides nasofaríngeas e, em alguns casos, ruptura prematura de membranas durante a gestação.[1][4]

Causas genéticas

A síndrome é causada por alterações (mutações) no gene RSPRY1, que fornece instruções para a produção da proteína RING finger and SPRY domain-containing protein 1. Essa proteína está envolvida em processos importantes para o desenvolvimento e a manutenção dos ossos e do sistema nervoso. A herança é autossômica recessiva: para a doença se manifestar, a pessoa precisa herdar uma cópia do gene alterado de cada um dos pais. Os pais, geralmente, são portadores saudáveis (possuem apenas uma cópia alterada).[1][2][5]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e confirmado por testes genéticos. Os exames disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; sequenciamento completo do exoma (WES); e dosagem de alfa-fetoproteína. O sequenciamento do gene RSPRY1 é o método mais específico para confirmar a doença. Atualmente, há 30 variantes do gene RSPRY1 registradas no ClinVar (banco de dados de variantes genéticas) e 8 testes genéticos disponíveis para a síndrome.[1][2][5]

Tratamento e manejo

Não há cura para a síndrome, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser multidisciplinar, incluindo ortopedia (para escoliose, deformidades ósseas e articulares), cardiologia (para alterações cardíacas como persistência do canal arterial e forame oval patente), fonoaudiologia (para atraso na fala e linguagem) e psicologia/psiquiatria (para comportamento autista e transtorno do desenvolvimento intelectual). O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e suporte educacional. Cirurgias ortopédicas podem ser necessárias para correção de deformidades graves. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1][2]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia de acordo com a gravidade dos sintomas e a presença de complicações, como problemas cardíacos ou respiratórios (devido a escoliose grave ou aumento das adenoides). Com acompanhamento médico adequado e suporte multidisciplinar, muitas pessoas podem ter uma qualidade de vida razoável, embora a baixa estatura e as limitações intelectuais possam persistir. O diagnóstico precoce e o manejo dos sintomas são fundamentais para melhorar o desenvolvimento e o bem-estar.[1][4]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
28 sintomas
🧠
Neurológico
6 sintomas
😀
Face
6 sintomas
👁️
Olhos
3 sintomas
👂
Ouvidos
2 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas

+ 35 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

100%prev.
Início na infância
Obrigatório (100%)
100%prev.
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem
Obrigatório (100%)
100%prev.
Ruptura prematura de membranas
Obrigatório (100%)
100%prev.
Escoliose
Frequência: 5/5
100%prev.
Comportamento autista
Muito frequente (99-80%)
100%prev.
Baixa estatura
Muito frequente (99-80%)
82sintomas
Muito frequente (37)
Frequente (27)
Ocasional (13)
Sem dados (5)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 82 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Início na infânciaInfantile onset
Obrigatório (100%)100%
Atraso no desenvolvimento da fala e da linguagemDelayed speech and language development
Obrigatório (100%)100%
Ruptura prematura de membranasPremature rupture of membranes
Obrigatório (100%)100%
EscolioseScoliosis
Frequência: 5/5100%
Comportamento autistaAutistic behavior
Muito frequente (99-80%)100%

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.

Curadoria gene-doença

fontes oficiais
RSPRY1
RSPRY1RING finger and SPRY domain-containing protein 1Disease-causing germline mutation(s) (loss of function) inAltamente restrito
LOCALIZAÇÃO

Secreted

MECANISMO DE DOENÇA

Spondyloepimetaphyseal dysplasia, Faden-Alkuraya type

An autosomal recessive skeletal disorder characterized by spondyloepimetaphyseal dysplasia, short stature, facial dysmorphism, short fourth metatarsals, and intellectual disability.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Ubíquo)
Fibroblastos
34.1 TPM
Linfócitos
34.0 TPM
Testículo
30.3 TPM
Cervix Endocervix
23.7 TPM
Cervix Ectocervix
23.4 TPM
OUTRAS DOENÇAS (1)
progressive spondyloepimetaphyseal dysplasia-short stature-short fourth metatarsals-intellectual disability syndrome
HGNC:29420UniProt:Q96DX4

Variantes genéticas (ClinVar)

30 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 RSPRY1: GRCh37/hg19 16q12.2-22.1(chr16:55407065-67180113)x3 ()
🧬 RSPRY1: GRCh37/hg19 16q11.2-24.3(chr16:46432879-90294753)x3 ()
🧬 RSPRY1: NM_133368.3(RSPRY1):c.901_901+15del ()
🧬 RSPRY1: NC_000016.9:g.(?_48799549)_(70756330_?)dup ()
🧬 RSPRY1: NC_000016.9:g.(?_56226148)_(57286179_?)del ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 12 variantes classificadas pelo ClinVar.

6
5
1
Patogênica (50.0%)
VUS (41.7%)
Benigna (8.3%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
RSPRY1: NM_133368.3(RSPRY1):c.901_901+15del [Likely pathogenic]
RSPRY1: NM_133368.3(RSPRY1):c.358G>T (p.Glu120Ter) [Pathogenic]
RSPRY1: NM_133368.3(RSPRY1):c.109del (p.Ala37fs) [Pathogenic/Likely pathogenic]
RSPRY1: NM_133368.3(RSPRY1):c.1422T>A (p.Cys474Ter) [Pathogenic]
RSPRY1: NM_133368.3(RSPRY1):c.121G>T (p.Gly41Cys) [Pathogenic]

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual

Centros de Referência SUS

13 centros habilitados pelo SUS para Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual

Centros para Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual

Detalhes dos centros

Hospital Infantil Albert Sabin

R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Apoio de Brasília (HAB)

AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)

Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da UFMG

Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Universitário João de Barros Barreto

R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)

R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital Pequeno Príncipe

R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas da UFPR

R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)

Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)

Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital das Clínicas da FMUSP

R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas da UNICAMP

R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual

Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)

R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187

Serviço de Referência

Rota
Anomalias CongênitasErros Inatos do MetabolismoDeficiência Intelectual
Sobre os centros SUS: Estes centros são habilitados pelo Ministério da Saúde como Serviços de Referência em Doenças Raras ou Serviços de Atenção Especializada. O atendimento é pelo SUS, com encaminhamento da rede de atenção básica.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual

Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.

Tire suas dúvidas

Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página

Participe da discussão

Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.

Fazer login

Doenças relacionadas

Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico

Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:457395(Orphanet)
  2. OMIM OMIM:616723(OMIM)
  3. MONDO:0014748(MONDO)
  4. GARD:17808(GARD (NIH))
  5. Variantes catalogadas(ClinVar)
  6. Q55784975(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual
Compêndio · Raras BR

Síndrome de displasia espondiloepimetafisária progressiva-baixa estatura-encurtamento do quarto metatarso-transtorno do desenvolvimento intelectual

ORPHA:457395 · MONDO:0014748
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
4 casos conhecidos
Herança
Autosomal recessive
CID-10
Q87.8 · Outras síndromes com malformações congênitas especificadas, não classificadas em outra parte
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4225232
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Genética mendeliana
fonte: OMIM
Dado público estruturado
fonte: Wikidata