Imunodeficiência comum variável associada à deficiência do gene IRF2BP2, caracterizada por infecções recorrentes, autoimunidade e risco aumentado de malignidade.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A deficiência de IRF2BP2 é uma condição genética rara que afeta o sistema imunológico, causando um quadro conhecido como fenótipo de imunodeficiência comum variável (CVID). Isso significa que o corpo tem dificuldade em produzir anticorpos suficientes para combater infecções, especialmente as causadas por bactérias. A doença é causada por alterações (mutações) no gene IRF2BP2, que fornece instruções para uma proteína importante para o desenvolvimento e funcionamento das células de defesa (linfócitos B).[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas da deficiência de IRF2BP2 estão relacionados à baixa produção de anticorpos e à disfunção das células de defesa. Os pacientes podem apresentar: níveis baixos de anticorpos do tipo IgG, IgA e IgM no sangue; resposta fraca ou ausente a vacinas; infecções recorrentes, como sinusite; diarreia crônica; e uma condição de pele chamada dermatite psoriasiforme (semelhante à psoríase). Exames laboratoriais também mostram uma proporção diminuída de linfócitos B de memória (células que 'lembram' infecções passadas) e uma diferenciação defeituosa dessas células.[1][4]
Causas genéticas
A condição é causada por mutações no gene IRF2BP2 (sigla em inglês para 'Interferon regulatory factor 2-binding protein 2'). Esse gene fornece as instruções para produzir uma proteína que ajuda a regular a atividade de outros genes nas células do sistema imunológico. Mutações nesse gene prejudicam a maturação e a função dos linfócitos B, que são as células responsáveis por produzir anticorpos. A herança (como a condição é passada de pais para filhos) ainda não foi completamente estabelecida.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é suspeitado com base nos sintomas clínicos (infecções recorrentes, baixos níveis de anticorpos) e confirmado por meio de teste genético. O teste genético procura por mutações no gene IRF2BP2. Atualmente, existem 8 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 79 variantes (alterações) diferentes já foram registradas no banco de dados ClinVar, que reúne informações sobre a relação entre variantes genéticas e doenças.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da deficiência de IRF2BP2 é focado no controle das infecções e na reposição dos anticorpos que estão em falta. O tratamento padrão para imunodeficiências com baixa produção de anticorpos é a infusão regular de imunoglobulina (anticorpos) humana, que ajuda a prevenir infecções. Infecções agudas devem ser tratadas prontamente com antibióticos, conforme orientação médica. A dermatite psoriasiforme e a diarreia crônica podem necessitar de cuidados específicos com dermatologista e gastroenterologista. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta doença. No Brasil, a condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos listados.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade da imunodeficiência e da frequência das infecções. Com o diagnóstico precoce e o manejo adequado (como a reposição de imunoglobulina), muitas pessoas conseguem levar uma vida com menos infecções e melhor qualidade de vida. No entanto, por ser uma condição crônica, o acompanhamento médico regular com imunologista é essencial para monitorar os níveis de anticorpos, ajustar o tratamento e prevenir complicações a longo prazo.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Imunodeficiência comum variável associada à deficiência do gene IRF2BP2, caracterizada por infecções recorrentes, autoimunidade e risco aumentado de malignidade.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A deficiência de IRF2BP2 é uma condição genética rara que afeta o sistema imunológico, causando um quadro conhecido como fenótipo de imunodeficiência comum variável (CVID). Isso significa que o corpo tem dificuldade em produzir anticorpos suficientes para combater infecções, especialmente as causadas por bactérias. A doença é causada por alterações (mutações) no gene IRF2BP2, que fornece instruções para uma proteína importante para o desenvolvimento e funcionamento das células de defesa (linfócitos B).[1][2]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas da deficiência de IRF2BP2 estão relacionados à baixa produção de anticorpos e à disfunção das células de defesa. Os pacientes podem apresentar: níveis baixos de anticorpos do tipo IgG, IgA e IgM no sangue; resposta fraca ou ausente a vacinas; infecções recorrentes, como sinusite; diarreia crônica; e uma condição de pele chamada dermatite psoriasiforme (semelhante à psoríase). Exames laboratoriais também mostram uma proporção diminuída de linfócitos B de memória (células que 'lembram' infecções passadas) e uma diferenciação defeituosa dessas células.[1][4]
Causas genéticas
A condição é causada por mutações no gene IRF2BP2 (sigla em inglês para 'Interferon regulatory factor 2-binding protein 2'). Esse gene fornece as instruções para produzir uma proteína que ajuda a regular a atividade de outros genes nas células do sistema imunológico. Mutações nesse gene prejudicam a maturação e a função dos linfócitos B, que são as células responsáveis por produzir anticorpos. A herança (como a condição é passada de pais para filhos) ainda não foi completamente estabelecida.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico é suspeitado com base nos sintomas clínicos (infecções recorrentes, baixos níveis de anticorpos) e confirmado por meio de teste genético. O teste genético procura por mutações no gene IRF2BP2. Atualmente, existem 8 testes genéticos disponíveis para essa condição, e 79 variantes (alterações) diferentes já foram registradas no banco de dados ClinVar, que reúne informações sobre a relação entre variantes genéticas e doenças.[1][2][5]
Tratamento e manejo
O manejo da deficiência de IRF2BP2 é focado no controle das infecções e na reposição dos anticorpos que estão em falta. O tratamento padrão para imunodeficiências com baixa produção de anticorpos é a infusão regular de imunoglobulina (anticorpos) humana, que ajuda a prevenir infecções. Infecções agudas devem ser tratadas prontamente com antibióticos, conforme orientação médica. A dermatite psoriasiforme e a diarreia crônica podem necessitar de cuidados específicos com dermatologista e gastroenterologista. Não há medicamentos específicos aprovados exclusivamente para esta doença. No Brasil, a condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos ou medicamentos listados.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico depende da gravidade da imunodeficiência e da frequência das infecções. Com o diagnóstico precoce e o manejo adequado (como a reposição de imunoglobulina), muitas pessoas conseguem levar uma vida com menos infecções e melhor qualidade de vida. No entanto, por ser uma condição crônica, o acompanhamento médico regular com imunologista é essencial para monitorar os níveis de anticorpos, ajustar o tratamento e prevenir complicações a longo prazo.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 7 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 10 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
1 gene identificado com associação a esta condição.
Curadoria gene-doença
fontes oficiaisActs as a transcriptional corepressor in a IRF2-dependent manner; this repression is not mediated by histone deacetylase activities (PubMed:12799427). Represses the NFAT1-dependent transactivation of NFAT-responsive promoters (PubMed:21576369). Acts as a coactivator of VEGFA expression in cardiac and skeletal muscles (PubMed:20702774). Plays a role in immature B-cell differentiation (PubMed:27016798)
CytoplasmNucleus
Immunodeficiency, common variable, 14
A primary immunodeficiency resulting in recurrent sinopulmonary infections since early childhood, and characterized by hypogammaglobulinemia with undetectable IgG and IgA, poor response to vaccination, and decreased levels of switched memory B cells. CVID14 inheritance is autosomal dominant.
Medicamentos aprovados (FDA)
1 medicamento encontrado nos registros da FDA americana.
Variantes genéticas (ClinVar)
79 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Common variable immunodeficiency phenotype due to IRF2BP2 deficiency
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Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
IRF2BP2 deficiency: An important form of common variable immunodeficiency with inflammation.
IRF2BP2 is a transcription factor that plays an important role in regulating immune pathways, angiogenesis, apoptosis, and cell differentiation. Defects in this gene have been implicated in immunodeficiency. To deepen the understanding of the clinical implications of IRF2BP2 variants, we sought to clinically characterize and functionally test 34 individuals with IRF2BP2 variants. We collected 34 subjects across 18 families with mutations in IRF2BP2. Records were abstracted for clinical phenotypes. Functional testing was performed on PBMCs. NFAT luciferase gene reporter constructs and quantitative cDNA determinations were used to evaluate repressor activity associated with ectopic expression of various IRF2BP2 mutant constructs in Jurkat cells. Most subjects had immunodeficiency (91%, n = 30 of 33) with variable gastrointestinal (65%, n = 20 of 31) and inflammatory or autoimmune features (57%, n = 17 of 30), including chronic abdominal pain, colitis, diarrhea, constipation, vitiligo, alopecia, and migratory rashes. There was a reduced frequency of memory B cells with poor immunoglobulin production and reduced calcium flux in response to B-cell receptor stimuli. PBMCs had increased apoptosis in vitro compared to healthy controls. Impaired IRF2BP2 repression of NFAT activation was observed using patient-derived mutant IRF2BP2 constructs compared to wild-type constructs. Similarly, TNF-α transcript levels were higher using patient-derived mutations compared to wild-type IRF2BP2 constructs. IRF2BP2 deficiency causes a complex immunodeficiency including gastrointestinal and inflammatory disorders as well as impaired B-cell maturation. Impaired repression of the NFAT pathway appears to enhance proinflammatory signaling through proinflammatory cytokine expression.
[Immunological alterations in common variable immunodeficiency].
Common variable immunodeficiency (CVID) is the largest group of symptomatic primary immune deficiencies; it is characterized by hypogammaglobulinemia, poor response to vaccines and increased susceptibility to infections. Cellular phenotypes and abnormalities have been described both in adaptive and innate immune response. Several classifications of common variable immunodeficiency are based on defects found on T and B cells, which have been correlated with clinical manifestations. In recent years, significant progress has been made in elucidating the genetic mechanisms that result in a IDCV phenotype. Massive sequencing technologies have favored the description of mutations in several genes, but only in 2 % to 10 % of patients. These monogenetic defects are: ICOS, TNFRSF13B (TACI), TNFRS13C (BAFFR), TNRFSF12 (TWEAK), CD19, CD81, CR2 (CD21), MS4A1 (CD20), (CD27), LRBA, CTLA4, PRKCD, PLCG2, NFKB1, NFKB2, PIK3CD, PIK3R, VAV1, RAC1, BLK, IKZF1 (IKAROS) and IRF2BP2. These findings have provided a possible explanation for the pathogenesis of IDCV, since these molecules play an important role in the co-operation between B and T cells in the germinal center, as well as in intrinsic signaling pathways of both. La inmunodeficiencia común variable constituye el mayor grupo de inmunodeficiencias primarias sintomáticas; se caracterizan por hipogammaglobulinemia, pobre respuesta a las vacunas y susceptibilidad aumentada a las infecciones. Se han descrito fenotipos celulares y anormalidades tanto en la respuesta inmune adaptativa como en la innata. Varias de las clasificaciones se basan en los defectos encontrados en las células T y B, que se han correlacionado con las manifestaciones clínicas. En los últimos años se ha progresado significativamente en el desentrañamiento de los mecanismos genéticos que resultan en un fenotipo de inmunodeficiencia común variable. Las tecnologías de secuenciación masiva han favorecido la descripción de mutaciones en varios genes, pero solo en 2 a 10 % de los pacientes. Estos defectos monogénicos son ICOS, TNFRSF13B (TACI), TNFRS13C (BAFFR), TNRFSF12 (TWEAK), CD19, CD81, CR2 (CD21), MS4A1 (CD20), TNFRSF7 (CD27), LRBA, CTLA4, PRKCD, PLCG2, NFKB1, NFKB2, PIK3CD, PIK3R, VAV1, RAC1, BLK, IKZF1 (IKAROS) y IRF2BP2. Los anteriores hallazgos han proporcionado una posible explicación para la patogénesis de la inmunodeficiencia común variable, ya que esas moléculas desempeñan un papel importante en la cooperación entre las células B y T en el centro germinal, así como en las vías de señalización intrínseca de ambas.
Genes associated with common variable immunodeficiency: one diagnosis to rule them all?
Common variable immunodeficiency (CVID) is a primary antibody deficiency characterised by hypogammaglobulinaemia, impaired production of specific antibodies after immunisation and increased susceptibility to infections. CVID shows a considerable phenotypical and genetic heterogeneity. In contrast to many other primary immunodeficiencies, monogenic forms count for only 2-10% of patients with CVID. Genes that have been implicated in monogenic CVID include ICOS, TNFRSF13B (TACI), TNFRSF13C (BAFF-R), TNFSF12 (TWEAK), CD19, CD81, CR2 (CD21), MS4A1 (CD20), TNFRSF7 (CD27), IL21, IL21R, LRBA, CTLA4, PRKCD, PLCG2, NFKB1, NFKB2, PIK3CD, PIK3R1, VAV1, RAC2, BLK, IKZF1 (IKAROS) and IRF2BP2 With the increasing number of disease genes identified in CVID, it has become clear that CVID is an umbrella diagnosis and that many of these genetic defects cause distinct disease entities. Moreover, there is accumulating evidence that at least a subgroup of patients with CVID has a complex rather than a monogenic inheritance. This review aims to discuss current knowledge regarding the molecular genetic basis of CVID with an emphasis on the relationship with the clinical and immunological phenotype.
Mutation in IRF2BP2 is responsible for a familial form of common variable immunodeficiency disorder.
Genome-wide association studies have shown a pattern of rare copy number variations and single nucleotide polymorphisms in patients with common variable immunodeficiency disorder (CVID), which was recognizable by a support vector machine (SVM) algorithm. However, rare monogenic causes of CVID might lack such a genetic fingerprint. We sought to identify a unique monogenic cause of familial immunodeficiency and evaluate the use of SVM to identify patients with possible monogenic disorders. A family with multiple members with a diagnosis of CVID was screened by using whole-exome sequencing. The proband and other subjects with mutations associated with CVID-like phenotypes were screened through the SVM algorithm from our recent CVID genome-wide association study. RT-PCR, protein immunoblots, and in vitro plasmablast differentiation assays were performed on patient and control EBV lymphoblastoids cell lines. Exome sequencing identified a novel heterozygous mutation in IRF2BP2 (c.1652G>A:p.[S551N]) in affected family members. Transduction of the mutant gene into control human B cells decreased production of plasmablasts in vitro, and IRF2BP2 transcripts and protein expression were increased in proband versus control EBV-immortalized lymphoblastoid cell lines. The SVM algorithm categorized the proband and subjects with other immunodeficiency-associated gene variants in TACI, BAFFR, ICOS, CD21, LRBA, and CD27 as genetically dissimilar from polygenic CVID. A novel IRFBP2 mutation was identified in a family with autosomal dominant CVID. Transduction experiments suggest that the mutant protein has an effect on B-cell differentiation and is likely a monogenic cause of the family's CVID phenotype. Successful grouping by the SVM algorithm suggests that our family and other subjects with rare immunodeficiency disorders cluster separately and lack the genetic pattern present in polygenic CVID cases.
📚 EuropePMCmostrando 4
IRF2BP2 deficiency: An important form of common variable immunodeficiency with inflammation.
The Journal of allergy and clinical immunology[Immunological alterations in common variable immunodeficiency].
Revista alergia Mexico (Tecamachalco, Puebla, Mexico : 1993)Genes associated with common variable immunodeficiency: one diagnosis to rule them all?
Journal of medical geneticsMutation in IRF2BP2 is responsible for a familial form of common variable immunodeficiency disorder.
The Journal of allergy and clinical immunologyAssociações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:696904(Orphanet)
- MONDO:0054691(MONDO)
- Variantes catalogadas(ClinVar)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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📋 Origem dos dados
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Medicamentos aprovados FDA
- fonte: FDA OpenFDA