Doença rara caracterizada por perda óssea progressiva e generalizada, levando a osteoporose severa e deformidades esqueléticas. Pode apresentar aplasia/hipoplasia de clavículas, morfologia anormal dos dedos e cílios ausentes, associada a envelhecimento precoce e, em alguns casos, disfunção cardíaca.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Osteólise rara, também conhecida como Osteólise primária, é uma condição genética rara caracterizada pela destruição progressiva do tecido ósseo (osteólise). Essa perda óssea pode afetar diferentes partes do esqueleto, levando a deformidades, dor e comprometimento funcional. A doença pode se manifestar de formas variadas, dependendo da causa genética subjacente.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Osteólise rara são variados e podem incluir osteoporose generalizada, morfologia anormal da ponta dos dedos, aplasia mamária, aparência de envelhecimento prematuro, aplasia ou hipoplasia das clavículas, anormalidades do sistema esquelético, cílios ausentes, morfologia anormal das sobrancelhas, fontanelas grandes, disfunção sistólica do ventrículo esquerdo, ulceração corneana, fenômeno de Raynaud, dor no quadril, lagoftalmo noturno, oclusão da artéria carótida, movimento limitado do ombro, persistência de dentes decíduos, movimento limitado do punho, calcificação das válvulas mitral e aórtica, osteoartrite, ataque isquêmico transitório, deficiência auditiva neurossensorial de alta frequência, regurgitação aórtica e acidente vascular cerebral.[1][3]
Causas genéticas
A Osteólise rara é causada por alterações (mutações) em diversos genes. Os genes associados incluem: MAFB (fator de transcrição MafB), BANF1 (fator de barreira à autointegração), ANTXR2 (receptor 2 da toxina do antraz), NOTCH2 (proteína 2 do locus notch homólogo do neurogênio), MMP14 (metaloproteinase de matriz 14), LMNA (prelamina A/C), ZMPSTE24 (protease 1 homóloga da prenila CAAX), TYROBP (proteína de ligação à tirosina quinase TYRO), TREM2 (receptor desencadeador expresso em células mieloides 2), MMP2 (colagenase tipo IV de 72 kDa) e TNFRSF11A (membro 11A da superfamília de receptores do fator de necrose tumoral). Cada um desses genes desempenha um papel importante na formação, manutenção ou remodelação óssea.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Osteólise rara é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram perda óssea) e confirmação por teste genético. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para a doença, e 119 variantes patogênicas estão registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][4]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Osteólise rara, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As abordagens podem incluir fisioterapia, uso de dispositivos de auxílio à mobilidade, controle da dor e tratamento de complicações específicas (como cirurgia para deformidades ou correção de problemas cardíacos). É importante que o acompanhamento seja multidisciplinar, envolvendo ortopedistas, geneticistas, cardiologistas e outros especialistas conforme necessário. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença no Brasil, e a condição não possui cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Osteólise rara varia amplamente dependendo da causa genética, da extensão da perda óssea e do envolvimento de outros órgãos. A doença pode levar a deformidades progressivas, dor crônica e complicações cardiovasculares ou neurológicas, como acidente vascular cerebral. O acompanhamento regular e o manejo adequado dos sintomas podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Doença rara caracterizada por perda óssea progressiva e generalizada, levando a osteoporose severa e deformidades esqueléticas. Pode apresentar aplasia/hipoplasia de clavículas, morfologia anormal dos dedos e cílios ausentes, associada a envelhecimento precoce e, em alguns casos, disfunção cardíaca.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Osteólise rara, também conhecida como Osteólise primária, é uma condição genética rara caracterizada pela destruição progressiva do tecido ósseo (osteólise). Essa perda óssea pode afetar diferentes partes do esqueleto, levando a deformidades, dor e comprometimento funcional. A doença pode se manifestar de formas variadas, dependendo da causa genética subjacente.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da Osteólise rara são variados e podem incluir osteoporose generalizada, morfologia anormal da ponta dos dedos, aplasia mamária, aparência de envelhecimento prematuro, aplasia ou hipoplasia das clavículas, anormalidades do sistema esquelético, cílios ausentes, morfologia anormal das sobrancelhas, fontanelas grandes, disfunção sistólica do ventrículo esquerdo, ulceração corneana, fenômeno de Raynaud, dor no quadril, lagoftalmo noturno, oclusão da artéria carótida, movimento limitado do ombro, persistência de dentes decíduos, movimento limitado do punho, calcificação das válvulas mitral e aórtica, osteoartrite, ataque isquêmico transitório, deficiência auditiva neurossensorial de alta frequência, regurgitação aórtica e acidente vascular cerebral.[1][3]
Causas genéticas
A Osteólise rara é causada por alterações (mutações) em diversos genes. Os genes associados incluem: MAFB (fator de transcrição MafB), BANF1 (fator de barreira à autointegração), ANTXR2 (receptor 2 da toxina do antraz), NOTCH2 (proteína 2 do locus notch homólogo do neurogênio), MMP14 (metaloproteinase de matriz 14), LMNA (prelamina A/C), ZMPSTE24 (protease 1 homóloga da prenila CAAX), TYROBP (proteína de ligação à tirosina quinase TYRO), TREM2 (receptor desencadeador expresso em células mieloides 2), MMP2 (colagenase tipo IV de 72 kDa) e TNFRSF11A (membro 11A da superfamília de receptores do fator de necrose tumoral). Cada um desses genes desempenha um papel importante na formação, manutenção ou remodelação óssea.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico da Osteólise rara é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram perda óssea) e confirmação por teste genético. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para a doença, e 119 variantes patogênicas estão registradas no ClinVar, um banco de dados público de variantes genéticas e sua relação com doenças.[1][4]
Tratamento e manejo
Não há cura para a Osteólise rara, e o tratamento é focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. As abordagens podem incluir fisioterapia, uso de dispositivos de auxílio à mobilidade, controle da dor e tratamento de complicações específicas (como cirurgia para deformidades ou correção de problemas cardíacos). É importante que o acompanhamento seja multidisciplinar, envolvendo ortopedistas, geneticistas, cardiologistas e outros especialistas conforme necessário. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença no Brasil, e a condição não possui cobertura pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da Osteólise rara varia amplamente dependendo da causa genética, da extensão da perda óssea e do envolvimento de outros órgãos. A doença pode levar a deformidades progressivas, dor crônica e complicações cardiovasculares ou neurológicas, como acidente vascular cerebral. O acompanhamento regular e o manejo adequado dos sintomas podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 174 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 478 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
11 genes identificados com associação a esta condição.
Acts as a transcriptional activator or repressor (PubMed:27181683). Plays a pivotal role in regulating lineage-specific hematopoiesis by repressing ETS1-mediated transcription of erythroid-specific genes in myeloid cells. Required for monocytic, macrophage, osteoclast, podocyte and islet beta cell differentiation. Involved in renal tubule survival and F4/80 maturation. Activates the insulin and glucagon promoters. Together with PAX6, transactivates weakly the glucagon gene promoter through the G
Nucleus
Multicentric carpotarsal osteolysis syndrome
A rare skeletal disorder, usually presenting in early childhood with a clinical picture mimicking juvenile rheumatoid arthritis. Progressive destruction of the carpal and tarsal bone usually occurs and other bones may also be involved. Chronic renal failure is a frequent component of the syndrome. Intellectual disability and minor facial anomalies have been noted in some patients.
Non-specific DNA-binding protein that plays key roles in mitotic nuclear reassembly, chromatin organization, DNA damage response, gene expression and intrinsic immunity against foreign DNA (PubMed:10908652, PubMed:11792822, PubMed:12163470, PubMed:18005698, PubMed:25991860, PubMed:28841419, PubMed:31796734, PubMed:32792394). Contains two non-specific double-stranded DNA (dsDNA)-binding sites which promote DNA cross-bridging (PubMed:9465049). Plays a key role in nuclear membrane reformation at th
NucleusChromosomeNucleus envelopeCytoplasm
Nestor-Guillermo progeria syndrome
An atypical progeroid syndrome characterized by normal development in the first years of life, later followed by the emergence of generalized lipoatrophy, severe osteoporosis, and marked osteolysis. The atrophic facial subcutaneous fat pad and the marked osteolysis of the maxilla and mandible result in a typical pseudosenile facial appearance with micrognathia, prominent subcutaneous venous patterning, a convex nasal ridge, and proptosis. Cognitive development is completely normal. Patients do not have cardiovascular dysfunction, atherosclerosis, or metabolic anomalies.
Necessary for cellular interactions with laminin and the extracellular matrix (Microbial infection) Receptor for the protective antigen (PA) of B.anthracis (PubMed:12700348, PubMed:15243628, PubMed:15326297). Binding of PA leads to heptamerization of the receptor-PA complex (PubMed:12700348, PubMed:15243628, PubMed:15326297). Upon binding of the PA of B.anthracis, the complex moves to glycosphingolipid-rich lipid rafts, where it is internalized via a clathrin-dependent pathway (PubMed:12551953,
Cell membraneEndoplasmic reticulum membraneSecreted
Hyaline fibromatosis syndrome
An autosomal recessive syndrome characterized by abnormal growth of hyalinized fibrous tissue usually affecting subcutaneous regions on the scalp, ears, neck, face, hands, and feet. The lesions appear as pearly papules or fleshy nodules. Additional features include gingival hypertrophy, progressive joint contractures resulting in severe limitation of mobility, osteopenia, and osteoporosis. Disease severity is variable. Some individuals manifest symptoms in infancy and have additional visceral or systemic involvement. Hyaline deposits in multiple organs, recurrent infections and intractable diarrhea often lead to early death. Surviving children may suffer from severely reduced mobility due to joint contractures. Other patients have later onset of a milder disorder affecting only the face and digits.
Functions as a receptor for membrane-bound ligands Jagged-1 (JAG1), Jagged-2 (JAG2) and Delta-1 (DLL1) to regulate cell-fate determination. Upon ligand activation through the released notch intracellular domain (NICD) it forms a transcriptional activator complex with RBPJ/RBPSUH and activates genes of the enhancer of split locus (PubMed:21378985, PubMed:21378989). Affects the implementation of differentiation, proliferation and apoptotic programs (By similarity). Involved in bone remodeling and
Cell membraneNucleusCytoplasm
Alagille syndrome 2
A form of Alagille syndrome, an autosomal dominant multisystem disorder. It is clinically defined by hepatic bile duct paucity and cholestasis in association with cardiac, skeletal, and ophthalmologic manifestations. There are characteristic facial features and less frequent clinical involvement of the renal and vascular systems.
Endopeptidase that degrades various components of the extracellular matrix such as collagen (PubMed:8015608). Essential for pericellular collagenolysis and modeling of skeletal and extraskeletal connective tissues during development (By similarity). Activates progelatinase A/MMP2, thereby acting as a positive regulator of cell growth and migration (PubMed:22065321, PubMed:8015608). Involved in the formation of the fibrovascular tissues in association with pro-MMP2 (PubMed:12714657, PubMed:220653
Cell membraneMelanosomeCytoplasm
Winchester syndrome
A disease characterized by severe osteolysis in the hands and feet, generalized osteoporosis, bone thinning, and absence of subcutaneous nodules. Various additional features include coarse face, corneal opacities, gum hypertrophy, and EKG changes.
Lamins are intermediate filament proteins that assemble into a filamentous meshwork, and which constitute the major components of the nuclear lamina, a fibrous layer on the nucleoplasmic side of the inner nuclear membrane (PubMed:10080180, PubMed:10580070, PubMed:10587585, PubMed:10814726, PubMed:11799477, PubMed:12075506, PubMed:12927431, PubMed:15317753, PubMed:18551513, PubMed:18611980, PubMed:2188730, PubMed:22431096, PubMed:2344612, PubMed:23666920, PubMed:24741066, PubMed:31434876, PubMed:
Nucleus laminaNucleus envelopeNucleus, nucleoplasmNucleus matrixNucleus speckle
Emery-Dreifuss muscular dystrophy 2, autosomal dominant
A form of Emery-Dreifuss muscular dystrophy, a degenerative myopathy characterized by weakness and atrophy of muscle without involvement of the nervous system, early contractures of the elbows, Achilles tendons and spine, and cardiomyopathy associated with cardiac conduction defects.
Transmembrane metalloprotease whose catalytic activity is critical for processing lamin A/LMNA on the inner nuclear membrane and clearing clogged translocons on the endoplasmic reticulum (PubMed:33293369, PubMed:33315887). Proteolytically removes the C-terminal three residues of farnesylated proteins (PubMed:33293369, PubMed:33315887). Also plays an antiviral role independently of its protease activity by restricting enveloped RNA and DNA viruses, including influenza A, Zika, Ebola, Sindbis, ves
Endoplasmic reticulum membraneNucleus inner membraneEarly endosome membraneLate endosome membrane
Mandibuloacral dysplasia with type B lipodystrophy
A form of mandibuloacral dysplasia, a rare progeroid disorder with clinical and genetic heterogeneity, characterized by growth retardation, craniofacial dysmorphic features due to distal bone resorption, musculoskeletal and skin abnormalities associated with lipodystrophy. MADB is a disease characterized by mandibular and clavicular hypoplasia, acroosteolysis, delayed closure of the cranial suture, joint contractures, and generalized lipodystrophy with loss of subcutaneous fat from the extremities, face, neck and trunk.
Adapter protein which non-covalently associates with activating receptors found on the surface of a variety of immune cells to mediate signaling and cell activation following ligand binding by the receptors (PubMed:10604985, PubMed:9490415, PubMed:9655483). TYROBP is tyrosine-phosphorylated in the ITAM domain following ligand binding by the associated receptors which leads to activation of additional tyrosine kinases and subsequent cell activation (PubMed:9490415). Also has an inhibitory role in
Cell membrane
Polycystic lipomembranous osteodysplasia with sclerosing leukoencephalopathy 1
A recessively inherited disease characterized by presenile dementia along with large-scale destruction of cancellous bones. Initial symptoms, starting in the twenties, are pain and swelling resulting from cysts in the wrists and ankles. Extremity bone fractures could occur with minor trauma. At around 30 years of age, patients gradually develop neuropsychiatric symptoms, including epileptic seizures, agnosia, apraxia, speech disorder, memory disturbance, euphoria, and loss of social inhibitions. The disorder usually leads to death in the fifth decade of life.
Forms a receptor signaling complex with TYROBP which mediates signaling and cell activation following ligand binding (PubMed:10799849). Acts as a receptor for amyloid-beta protein 42, a cleavage product of the amyloid-beta precursor protein APP, and mediates its uptake and degradation by microglia (PubMed:27477018, PubMed:29518356). Binding to amyloid-beta 42 mediates microglial activation, proliferation, migration, apoptosis and expression of pro-inflammatory cytokines, such as IL6R and CCL3, a
Cell membraneSecreted
Polycystic lipomembranous osteodysplasia with sclerosing leukoencephalopathy 2
An autosomal recessive disease characterized by presenile frontal dementia with leukoencephalopathy and basal ganglia calcification. In most cases the disorder first manifests in early adulthood as pain and swelling in ankles and feet, followed by bone fractures. Neurologic symptoms manifest in the fourth decade of life as a frontal lobe syndrome with loss of judgment, euphoria, and disinhibition. Progressive decline in other cognitive domains begins to develop at about the same time. The disorder culminates in a profound dementia and death by age 50 years.
Ubiquitinous metalloproteinase that is involved in diverse functions such as remodeling of the vasculature, angiogenesis, tissue repair, tumor invasion, inflammation, and atherosclerotic plaque rupture. As well as degrading extracellular matrix proteins, can also act on several nonmatrix proteins such as big endothelial 1 and beta-type CGRP promoting vasoconstriction. Also cleaves KISS at a Gly-|-Leu bond. Appears to have a role in myocardial cell death pathways. Contributes to myocardial oxidat
Secreted, extracellular space, extracellular matrixMembraneNucleusCytoplasmMitochondrion
Multicentric osteolysis, nodulosis, and arthropathy
An autosomal recessive syndrome characterized by severe multicentric osteolysis with predominant involvement of the hands and feet. Additional features include coarse face, corneal opacities, patches of thickened, hyperpigmented skin, hypertrichosis and gum hypertrophy.
Receptor for TNFSF11/RANKL/TRANCE/OPGL; essential for RANKL-mediated osteoclastogenesis (PubMed:9878548). Its interaction with EEIG1 promotes osteoclastogenesis via facilitating the transcription of NFATC1 and activation of PLCG2 (By similarity). Involved in the regulation of interactions between T-cells and dendritic cells (By similarity)
Cell membraneMembrane raft
Familial expansile osteolysis
Rare autosomal dominant bone disorder characterized by focal areas of increased bone remodeling. The osteolytic lesions develop usually in the long bones during early adulthood. FEO is often associated with early-onset deafness and loss of dentition.
Medicamentos e terapias
Mecanismo: Protein farnesyltransferase inhibitor
Mecanismo: HMG-CoA reductase inhibitor
Mecanismo: Farnesyl diphosphate synthase inhibitor
Mecanismo: Farnesyl diphosphate synthase inhibitor
Variantes genéticas (ClinVar)
119 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
41 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
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Pesquisa e ensaios clínicos
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
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Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:93449(Orphanet)
- MONDO:0019707(MONDO)
- GARD:19204(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55788819(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
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Osteólise rara
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- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata
- Medicamentos (literatura)
- fonte: Orphanet