Displasia espondilometafisária, tipo leste-africano, é uma doença genética rara caracterizada por anomalias esqueléticas envolvendo as vértebras e a metáfise. Apenas dois casos isolados foram relatados.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Displasia espondilometafisária, tipo A4 é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos. Ela é caracterizada por baixa estatura grave e desproporcional, com encurtamento dos membros, e alterações na coluna vertebral e nas extremidades dos ossos longos (metáfises). A condição está presente desde a infância.[1][4]
Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas da displasia espondilometafisária, tipo A4 incluem: baixa estatura grave e desproporcional com membros curtos (micromelia), encurtamento das palmas das mãos (palma curta) e dedos (braquidactilia), e limitação da mobilidade articular.[1][4]
Na coluna vertebral, é comum observar corpos vertebrais com formato oval (platispôndilos) e achatamento das vértebras (platispôndilia). No tórax, pode haver aumento e esclerose (endurecimento) da junção costocondral (onde as costelas encontram a cartilagem), além de extremidades costais alargadas e irregulares e deformidade do peito para frente (pectus carinatum).[4]
Na região do quadril, podem ocorrer alterações como coxa vara (desvio do fêmur para dentro) ou coxa valga (desvio para fora), irregularidade e hipoplasia (desenvolvimento incompleto) da epífise femoral capital (cabeça do fêmur), teto acetabular plano (parte do quadril que recebe a cabeça do fêmur) e estreitamento da incisura isquiática maior. Os ísquios (ossos da bacia) podem ser largos e as patelas (rótulas) irregulares. Os ossos do tarso (parte de trás do pé) podem apresentar osteoporose (enfraquecimento).[4]
Outros achados incluem esclerose metafisária (aumento da densidade óssea na região de crescimento dos ossos longos), irregularidade metafisária e crânio alongado (dolicocefalia).[4]
Causas genéticas
A displasia espondilometafisária, tipo A4 é uma doença genética com herança autossômica recessiva. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma do pai e outra da mãe). Os pais, geralmente, são portadores saudáveis de uma única cópia da alteração genética.[1][2]
Até o momento, o gene específico responsável por esta condição não foi identificado ou não está disponível nas fontes de referência consultadas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico da displasia espondilometafisária, tipo A4 é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram as alterações ósseas características) e na confirmação por meio de testes genéticos.[1][2]
Os exames genéticos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para auxiliar no diagnóstico incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Também pode ser solicitada a dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um procedimento previsto no SUS.[1]
A condição é classificada com o código Q77.8 na CID-10 e possui o identificador OMIM:609052.[1][2]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento curativo específico para a displasia espondilometafisária, tipo A4. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas, na prevenção de complicações e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser feito por uma equipe que pode incluir ortopedista, geneticista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional.[1][2]
O tratamento é individualizado e pode incluir cirurgias ortopédicas para correção de deformidades (como coxa vara ou pectus carinatum), fisioterapia para manter a mobilidade articular e fortalecimento muscular, e uso de órteses quando necessário. O suporte psicológico e social também é importante para o paciente e sua família.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Displasia espondilometafisária, tipo leste-africano, é uma doença genética rara caracterizada por anomalias esqueléticas envolvendo as vértebras e a metáfise. Apenas dois casos isolados foram relatados.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Displasia espondilometafisária, tipo A4 é uma doença genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos. Ela é caracterizada por baixa estatura grave e desproporcional, com encurtamento dos membros, e alterações na coluna vertebral e nas extremidades dos ossos longos (metáfises). A condição está presente desde a infância.[1][4]
Sua prevalência é estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma doença ultrarrara.[1]
Sinais e sintomas
Os principais sinais e sintomas da displasia espondilometafisária, tipo A4 incluem: baixa estatura grave e desproporcional com membros curtos (micromelia), encurtamento das palmas das mãos (palma curta) e dedos (braquidactilia), e limitação da mobilidade articular.[1][4]
Na coluna vertebral, é comum observar corpos vertebrais com formato oval (platispôndilos) e achatamento das vértebras (platispôndilia). No tórax, pode haver aumento e esclerose (endurecimento) da junção costocondral (onde as costelas encontram a cartilagem), além de extremidades costais alargadas e irregulares e deformidade do peito para frente (pectus carinatum).[4]
Na região do quadril, podem ocorrer alterações como coxa vara (desvio do fêmur para dentro) ou coxa valga (desvio para fora), irregularidade e hipoplasia (desenvolvimento incompleto) da epífise femoral capital (cabeça do fêmur), teto acetabular plano (parte do quadril que recebe a cabeça do fêmur) e estreitamento da incisura isquiática maior. Os ísquios (ossos da bacia) podem ser largos e as patelas (rótulas) irregulares. Os ossos do tarso (parte de trás do pé) podem apresentar osteoporose (enfraquecimento).[4]
Outros achados incluem esclerose metafisária (aumento da densidade óssea na região de crescimento dos ossos longos), irregularidade metafisária e crânio alongado (dolicocefalia).[4]
Causas genéticas
A displasia espondilometafisária, tipo A4 é uma doença genética com herança autossômica recessiva. Isso significa que, para manifestar a doença, a pessoa precisa herdar duas cópias do gene alterado (uma do pai e outra da mãe). Os pais, geralmente, são portadores saudáveis de uma única cópia da alteração genética.[1][2]
Até o momento, o gene específico responsável por esta condição não foi identificado ou não está disponível nas fontes de referência consultadas.[1][2][5]
Diagnóstico
O diagnóstico da displasia espondilometafisária, tipo A4 é baseado na avaliação clínica, exames de imagem (como radiografias que mostram as alterações ósseas características) e na confirmação por meio de testes genéticos.[1][2]
Os exames genéticos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para auxiliar no diagnóstico incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). Também pode ser solicitada a dosagem de alfa-fetoproteína. O atendimento em reabilitação para doenças raras é um procedimento previsto no SUS.[1]
A condição é classificada com o código Q77.8 na CID-10 e possui o identificador OMIM:609052.[1][2]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento curativo específico para a displasia espondilometafisária, tipo A4. O manejo é multidisciplinar e focado no alívio dos sintomas, na prevenção de complicações e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve ser feito por uma equipe que pode incluir ortopedista, geneticista, fisioterapeuta e terapeuta ocupacional.[1][2]
O tratamento é individualizado e pode incluir cirurgias ortopédicas para correção de deformidades (como coxa vara ou pectus carinatum), fisioterapia para manter a mobilidade articular e fortalecimento muscular, e uso de órteses quando necessário. O suporte psicológico e social também é importante para o paciente e sua família.[1][2]
Prognóstico e qualidade de vida
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 29 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Nenhum gene associado encontrado
Os dados genéticos desta condição ainda estão sendo catalogados.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Displasia espondilometafisária, tipo A4
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Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Associações
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Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:168555(Orphanet)
- OMIM OMIM:609052(OMIM)
- MONDO:0012185(MONDO)
- GARD:458(GARD (NIH))
- Q55783635(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar
Displasia espondilometafisária, tipo A4
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Genética mendeliana
- fonte: OMIM
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata