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Síndrome de microdeleção 21q22
ORPHA:261323CID-10 · Q93.5CID-11 · LD44.MDOENÇA RARA
Sangue / imuneInício neonatalHerança Unknown

Síndrome rara associada à microdeleção no cromossomo 21q22.11q22.12, caracterizada por atraso global grave do desenvolvimento, escafocefalia, fissura palpebral em amêndoa e braquidactilia. Pode apresentar bruxismo, distúrbios do sono, anemia e camptodactilia.

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 07/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de microdeleção 21q22 é uma doença genética rara, caracterizada pela perda de uma pequena porção do cromossomo 21 (região q22.11q22.12). Essa alteração cromossômica pode levar a uma combinação de sinais e sintomas que afetam múltiplos sistemas do corpo, incluindo atraso no desenvolvimento, características faciais distintas e problemas de saúde variados. A síndrome é considerada muito rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1][3]

Os primeiros sinais geralmente aparecem no período neonatal ou na primeira infância. O padrão de herança não é aplicável, pois a condição geralmente ocorre de forma esporádica, sem ser herdada dos pais.[1][3]

Sinais e sintomas

As manifestações da síndrome são variadas e podem incluir alterações craniofaciais, como microcefalia (cabeça pequena), escafocefalia (formato alongado do crânio), retrusão médio-facial (parte central do rosto para trás), fissura palpebral em forma de amêndoa, filtro liso (sulco entre nariz e lábio superior pouco marcado), vermelhão do lábio superior fino, orelhas de implantação baixa e protrusão da língua.[1][3]

No desenvolvimento, observa-se atraso global grave, fala pobre e dificuldades alimentares na infância. Problemas neurológicos como hipotonia do lactente (moleza), convulsões, bruxismo (ranger de dentes) e distúrbio do ciclo sono-vigília são comuns. Alterações esqueléticas incluem braquidactilia (dedos curtos), camptodactilia (dedos permanentemente fletidos), acromesomelia (encurtamento de antebraços e pernas) e falange proximal curta do 5º dedo.[1][3]

Outros sinais frequentes são estrabismo, otite média recorrente, anemia, trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas), mamilos hipoplásicos (pouco desenvolvidos) e comportamento atípico.[1][3]

Causas genéticas

A Síndrome de microdeleção 21q22 é causada pela deleção (perda) de um segmento do braço longo do cromossomo 21, especificamente na região q22.11q22.12. Essa deleção pode afetar vários genes, incluindo o gene KIF15 (Kinesin-like protein KIF15), que desempenha um papel importante na divisão celular e no desenvolvimento do sistema nervoso.[1][4]

A perda desse material genético interfere no desenvolvimento normal do embrião, resultando nos sinais e sintomas observados. A condição geralmente não é herdada, sendo resultado de uma mutação nova (de novo) que ocorre durante a formação dos gametas ou nas primeiras divisões celulares após a fertilização.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas e confirmado por exames genéticos. Os principais testes disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH (hibridização in situ por fluorescência); e sequenciamento completo do exoma (WES).[1][4]

Existem atualmente 336 testes genéticos disponíveis para a condição, e 10 variantes patogênicas estão registradas no ClinVar. A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. O código CID-10 associado é Q93.5 (Deleção de parte de um cromossomo autossômico).[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a síndrome, e o tratamento é multidisciplinar, focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, além de suporte de neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia.[1]

O manejo das convulsões, da anemia e da trombocitopenia deve ser individualizado, com acompanhamento médico regular. Dificuldades alimentares podem exigir suporte nutricional especializado. O tratamento do bruxismo e dos distúrbios do sono deve ser orientado por especialistas. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas e da presença de complicações associadas. O atraso global grave do desenvolvimento e a fala pobre são desafios significativos, mas com intervenção precoce e suporte multidisciplinar, é possível melhorar a qualidade de vida e o bem-estar do paciente e de sua família.[1][3]

O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é essencial para monitorar o desenvolvimento, tratar intercorrências e oferecer suporte psicossocial. A expectativa de vida pode ser reduzida em casos mais graves, mas muitos pacientes podem viver até a idade adulta com cuidados adequados.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara associada à microdeleção no cromossomo 21q22.11q22.12, caracterizada por atraso global grave do desenvolvimento, escafocefalia, fissura palpebral em amêndoa e braquidactilia. Pode apresentar bruxismo, distúrbios do sono, anemia e camptodactilia.

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
14
pacientes catalogados
Início
Infancy
+ neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q93.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
Você se identifica com essa condição?
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Entender a doença

Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo

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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

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Visão geral

A Síndrome de microdeleção 21q22 é uma doença genética rara, caracterizada pela perda de uma pequena porção do cromossomo 21 (região q22.11q22.12). Essa alteração cromossômica pode levar a uma combinação de sinais e sintomas que afetam múltiplos sistemas do corpo, incluindo atraso no desenvolvimento, características faciais distintas e problemas de saúde variados. A síndrome é considerada muito rara, com prevalência estimada em menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas.[1][3]

Os primeiros sinais geralmente aparecem no período neonatal ou na primeira infância. O padrão de herança não é aplicável, pois a condição geralmente ocorre de forma esporádica, sem ser herdada dos pais.[1][3]

Sinais e sintomas

As manifestações da síndrome são variadas e podem incluir alterações craniofaciais, como microcefalia (cabeça pequena), escafocefalia (formato alongado do crânio), retrusão médio-facial (parte central do rosto para trás), fissura palpebral em forma de amêndoa, filtro liso (sulco entre nariz e lábio superior pouco marcado), vermelhão do lábio superior fino, orelhas de implantação baixa e protrusão da língua.[1][3]

No desenvolvimento, observa-se atraso global grave, fala pobre e dificuldades alimentares na infância. Problemas neurológicos como hipotonia do lactente (moleza), convulsões, bruxismo (ranger de dentes) e distúrbio do ciclo sono-vigília são comuns. Alterações esqueléticas incluem braquidactilia (dedos curtos), camptodactilia (dedos permanentemente fletidos), acromesomelia (encurtamento de antebraços e pernas) e falange proximal curta do 5º dedo.[1][3]

Outros sinais frequentes são estrabismo, otite média recorrente, anemia, trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas), mamilos hipoplásicos (pouco desenvolvidos) e comportamento atípico.[1][3]

Causas genéticas

A Síndrome de microdeleção 21q22 é causada pela deleção (perda) de um segmento do braço longo do cromossomo 21, especificamente na região q22.11q22.12. Essa deleção pode afetar vários genes, incluindo o gene KIF15 (Kinesin-like protein KIF15), que desempenha um papel importante na divisão celular e no desenvolvimento do sistema nervoso.[1][4]

A perda desse material genético interfere no desenvolvimento normal do embrião, resultando nos sinais e sintomas observados. A condição geralmente não é herdada, sendo resultado de uma mutação nova (de novo) que ocorre durante a formação dos gametas ou nas primeiras divisões celulares após a fertilização.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas e confirmado por exames genéticos. Os principais testes disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH (hibridização in situ por fluorescência); e sequenciamento completo do exoma (WES).[1][4]

Existem atualmente 336 testes genéticos disponíveis para a condição, e 10 variantes patogênicas estão registradas no ClinVar. A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. O código CID-10 associado é Q93.5 (Deleção de parte de um cromossomo autossômico).[1][4]

Tratamento e manejo

Não existe cura para a síndrome, e o tratamento é multidisciplinar, focado no manejo dos sintomas e na melhora da qualidade de vida. O acompanhamento deve incluir atendimento em reabilitação para doenças raras, disponível no SUS, além de suporte de neurologia, oftalmologia, otorrinolaringologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e fisioterapia.[1]

O manejo das convulsões, da anemia e da trombocitopenia deve ser individualizado, com acompanhamento médico regular. Dificuldades alimentares podem exigir suporte nutricional especializado. O tratamento do bruxismo e dos distúrbios do sono deve ser orientado por especialistas. Não há medicamentos específicos aprovados para a síndrome.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade dos sintomas e da presença de complicações associadas. O atraso global grave do desenvolvimento e a fala pobre são desafios significativos, mas com intervenção precoce e suporte multidisciplinar, é possível melhorar a qualidade de vida e o bem-estar do paciente e de sua família.[1][3]

O acompanhamento regular com uma equipe de saúde especializada é essencial para monitorar o desenvolvimento, tratar intercorrências e oferecer suporte psicossocial. A expectativa de vida pode ser reduzida em casos mais graves, mas muitos pacientes podem viver até a idade adulta com cuidados adequados.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

🦴
Ossos e articulações
8 sintomas
😀
Face
8 sintomas
🧠
Neurológico
6 sintomas
📏
Crescimento
4 sintomas
🧬
Pele e cabelo
3 sintomas
🩸
Sangue
2 sintomas

+ 23 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

90%prev.
Trombocitopenia
Muito frequente (99-80%)
55%prev.
Atraso global grave do desenvolvimento
Frequente (79-30%)
55%prev.
Braquidactilia
Frequente (79-30%)
55%prev.
Distúrbio do ciclo sono-vigília
Frequente (79-30%)
55%prev.
Camptodactilia
Frequente (79-30%)
55%prev.
Comportamento atípico
Frequente (79-30%)
59sintomas
Muito frequente (1)
Frequente (18)
Ocasional (40)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 59 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

TrombocitopeniaThrombocytopenia
Muito frequente (99-80%)90%
Atraso global grave do desenvolvimentoSevere global developmental delay
Frequente (79-30%)55%
BraquidactiliaBrachydactyly
Frequente (79-30%)55%
Distúrbio do ciclo sono-vigíliaSleep-wake cycle disturbance
Frequente (79-30%)55%
CamptodactiliaCamptodactyly
Frequente (79-30%)55%

Linha do tempo da pesquisa

Publicações por ano — veja quando o interesse científico cresceu
Anos de pesquisa16desde 2010
Últimos 10 anos1publicações
Pico20101 papers
Linha do tempo
201020202010Hoje · 2026
Publicações por ano (últimos 10 anos)

Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →

Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

Genes associados

1 gene identificado com associação a esta condição. Padrão de herança: Not applicable.

KIF15Kinesin-like protein KIF15Disease-causing germline mutation(s) (loss of function) inTolerante
FUNÇÃO

Plus-end directed kinesin-like motor enzyme involved in mitotic spindle assembly

LOCALIZAÇÃO

CytoplasmCytoplasm, cytoskeleton, spindle

VIAS BIOLÓGICAS (3)
KinesinsCOPI-dependent Golgi-to-ER retrograde trafficMHC class II antigen presentation
MECANISMO DE DOENÇA

Braddock-Carey syndrome 2

An autosomal recessive disease characterized by microcephaly, congenital thrombocytopenia, and facial dysmorphisms including Pierre-Robin sequence.

EXPRESSÃO TECIDUAL(Tecido-específico)
Linfócitos
23.1 TPM
Testículo
21.9 TPM
Fibroblastos
5.8 TPM
Esôfago - Mucosa
3.0 TPM
Intestino delgado
1.7 TPM
OUTRAS DOENÇAS (2)
braddock-carey syndrome 221q22.11q22.12 microdeletion syndrome
HGNC:17273UniProt:Q9NS87

Variantes genéticas (ClinVar)

10 variantes patogênicas registradas no ClinVar.

🧬 KIF15: GRCh37/hg19 3p26.3-14.3(chr3:2263690-55016039)x3 ()
🧬 KIF15: NM_020242.3(KIF15):c.3695+68G>A ()
🧬 KIF15: NM_020242.3(KIF15):c.639+3A>C ()
🧬 KIF15: NM_020242.3(KIF15):c.1654T>C (p.Ser552Pro) ()
🧬 KIF15: NM_020242.3(KIF15):c.1830-2A>C ()
Ver todas no ClinVar

Classificação de variantes (ClinVar)

Distribuição de 1 variantes classificadas pelo ClinVar.

1
Patogênica (100.0%)
VARIANTES MAIS SIGNIFICATIVAS
CFAP298: GRCh37/hg19 21q22.11-22.12(chr21:33205064-36039022) [Pathogenic]

Vias biológicas (Reactome)

3 vias biológicas associadas aos genes desta condição.

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de microdeleção 21q22

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de microdeleção 21q22.

É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →

Comunidades

Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras

Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de microdeleção 21q22

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Publicações científicas

Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.

  1. Syndromic mental retardation with thrombocytopenia due to 21q22.11q22.12 deletion: Report of three patients.
    Am J Med Genet A· 2010· PMID 20578134recente

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:261323(Orphanet)
  2. MONDO:0016845(MONDO)
  3. GARD:20779(GARD (NIH))
  4. Variantes catalogadas(ClinVar)
  5. Busca completa no PubMed(PubMed)
  6. Q55786552(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de microdeleção 21q22

ORPHA:261323 · MONDO:0016845
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
14 casos conhecidos
Herança
Not applicable
CID-10
Q93.5 · Outras deleções parciais de cromossomo
CID-11
Início
Infancy, Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C5192593
Wikidata
DiscussaoAtiva

Nenhuma novidade ainda. O agente esta monitorando.

0membros
0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata