Síndrome rara autossômica recessiva caracterizada por anomalias vertebrais, cardíacas e renais, microcefalia, atraso no desenvolvimento da fala/linguagem, rizomelia, pé torto, hipoplasia/agenesia renal e coração esquerdo hipoplásico. Associada a elevação de 3-hidroxicinurenina.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento de múltiplos órgãos e sistemas do corpo. Ela é caracterizada por malformações na coluna vertebral, no coração e nos rins, além de outras alterações. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, e os sinais da síndrome estão presentes desde o nascimento (período neonatal).[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da síndrome podem variar de pessoa para pessoa, mas frequentemente incluem alterações na coluna vertebral, como defeitos de segmentação vertebral, hemivértebras (vértebras incompletas), fusão vertebral e a presença de 11 pares de costelas. No coração, podem ocorrer condições como coração esquerdo hipoplásico, persistência do canal arterial, valva aórtica bicúspide, origem anômala da artéria coronária esquerda da artéria pulmonar e ventrículo direito de saída dupla. Nos rins, são comuns a hipoplasia renal (rins menores que o normal), agenesia renal unilateral (ausência de um rim), atresia ureteral e doença renal crônica.[1][3]
Outros achados frequentes incluem microcefalia (cabeça menor que o esperado), atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem, baixa estatura, rizomelia (encurtamento da parte proximal dos membros), pé torto, ponte nasal deprimida, bossas frontais, tórax estreito, orelhas de implantação baixa, ânus em posição anterior e fosseta sacral. Exames laboratoriais podem mostrar uma concentração elevada de 3-hidroxicinurenina circulante.[1][3]
Causas genéticas
A síndrome é causada por alterações (mutações) em genes que participam da via de degradação do triptofano, uma via metabólica importante para o desenvolvimento embrionário. Especificamente, mutações nos genes NADSYN1, HAAO e KYNU estão associadas à condição. O gene NADSYN1 fornece instruções para a produção da enzima glutamina-dependente NAD(+) sintetase, enquanto HAAO codifica a enzima 3-hidroxiantranilato 3,4-dioxigenase e KYNU codifica a enzima quinureninase. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa afetada herdou uma cópia do gene alterado de cada um dos pais.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e pode ser confirmado por meio de testes genéticos. Exames como o cariótipo (bandas G, Q ou R) e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH podem ser realizados. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um método eficaz para identificar mutações nos genes associados (NADSYN1, HAAO, KYNU). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. Atualmente, há 336 testes genéticos disponíveis e 112 variantes registradas no ClinVar relacionadas à síndrome.[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico que cure a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no tratamento dos sintomas e complicações de cada órgão afetado. Pode incluir acompanhamento com cardiologista para as malformações cardíacas, nefrologista para a doença renal crônica, ortopedista para as anomalias da coluna e membros, além de fonoaudiólogo e terapeuta da fala para o atraso no desenvolvimento. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. É fundamental que o plano de cuidados seja individualizado, com avaliações regulares para monitorar a progressão das condições e ajustar as intervenções conforme necessário.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade das malformações cardíacas e renais e da rapidez com que o suporte clínico é oferecido. O acompanhamento médico regular e o acesso a cuidados especializados são essenciais para melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da pessoa afetada. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o aconselhamento genético para a família são partes importantes do cuidado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome rara autossômica recessiva caracterizada por anomalias vertebrais, cardíacas e renais, microcefalia, atraso no desenvolvimento da fala/linguagem, rizomelia, pé torto, hipoplasia/agenesia renal e coração esquerdo hipoplásico. Associada a elevação de 3-hidroxicinurenina.
Escala de raridade
<1/50kMuito rara
1/20kRara
1/10kPouco freq.
1/5kIncomum
1/2k
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Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento de múltiplos órgãos e sistemas do corpo. Ela é caracterizada por malformações na coluna vertebral, no coração e nos rins, além de outras alterações. A prevalência estimada é de menos de 1 caso a cada 1.000.000 de pessoas, e os sinais da síndrome estão presentes desde o nascimento (período neonatal).[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da síndrome podem variar de pessoa para pessoa, mas frequentemente incluem alterações na coluna vertebral, como defeitos de segmentação vertebral, hemivértebras (vértebras incompletas), fusão vertebral e a presença de 11 pares de costelas. No coração, podem ocorrer condições como coração esquerdo hipoplásico, persistência do canal arterial, valva aórtica bicúspide, origem anômala da artéria coronária esquerda da artéria pulmonar e ventrículo direito de saída dupla. Nos rins, são comuns a hipoplasia renal (rins menores que o normal), agenesia renal unilateral (ausência de um rim), atresia ureteral e doença renal crônica.[1][3]
Outros achados frequentes incluem microcefalia (cabeça menor que o esperado), atraso no desenvolvimento da fala e da linguagem, baixa estatura, rizomelia (encurtamento da parte proximal dos membros), pé torto, ponte nasal deprimida, bossas frontais, tórax estreito, orelhas de implantação baixa, ânus em posição anterior e fosseta sacral. Exames laboratoriais podem mostrar uma concentração elevada de 3-hidroxicinurenina circulante.[1][3]
Causas genéticas
A síndrome é causada por alterações (mutações) em genes que participam da via de degradação do triptofano, uma via metabólica importante para o desenvolvimento embrionário. Especificamente, mutações nos genes NADSYN1, HAAO e KYNU estão associadas à condição. O gene NADSYN1 fornece instruções para a produção da enzima glutamina-dependente NAD(+) sintetase, enquanto HAAO codifica a enzima 3-hidroxiantranilato 3,4-dioxigenase e KYNU codifica a enzima quinureninase. A herança é autossômica recessiva, o que significa que a pessoa afetada herdou uma cópia do gene alterado de cada um dos pais.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos e pode ser confirmado por meio de testes genéticos. Exames como o cariótipo (bandas G, Q ou R) e a pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH podem ser realizados. O sequenciamento completo do exoma (WES) é um método eficaz para identificar mutações nos genes associados (NADSYN1, HAAO, KYNU). A dosagem de alfa-fetoproteína também pode ser solicitada como parte da investigação. Atualmente, há 336 testes genéticos disponíveis e 112 variantes registradas no ClinVar relacionadas à síndrome.[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico que cure a síndrome. O manejo é multidisciplinar e focado no tratamento dos sintomas e complicações de cada órgão afetado. Pode incluir acompanhamento com cardiologista para as malformações cardíacas, nefrologista para a doença renal crônica, ortopedista para as anomalias da coluna e membros, além de fonoaudiólogo e terapeuta da fala para o atraso no desenvolvimento. O atendimento em reabilitação para doenças raras está disponível no SUS. É fundamental que o plano de cuidados seja individualizado, com avaliações regulares para monitorar a progressão das condições e ajustar as intervenções conforme necessário.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da gravidade das malformações cardíacas e renais e da rapidez com que o suporte clínico é oferecido. O acompanhamento médico regular e o acesso a cuidados especializados são essenciais para melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento da pessoa afetada. O suporte de uma equipe multidisciplinar e o aconselhamento genético para a família são partes importantes do cuidado.[1]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 18 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 46 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
3 genes identificados com associação a esta condição. Padrão de herança: Autosomal recessive.
Catalyzes the final step of the nicotinamide adenine dinucleotide (NAD) de novo synthesis pathway, the ATP-dependent amidation of deamido-NAD using L-glutamine as a nitrogen source
Vertebral, cardiac, renal, and limb defects syndrome 3
An autosomal recessive, lethal disorder characterized by severe cardiac and renal anomalies, including hypoplastic or absent left ventricle, transposition of the great arteries, absent pulmonary trunk, and hypoplastic or absent kidneys. Patients also exhibit vertebral segmentation defects and shortening of the proximal long bones or micromelia. Death occurs in early infancy.
Catalyzes the oxidative ring opening of 3-hydroxyanthranilate to 2-amino-3-carboxymuconate semialdehyde, which spontaneously cyclizes to quinolinate
Cytoplasm, cytosol
Vertebral, cardiac, renal, and limb defects syndrome 1
An autosomal recessive congenital malformation syndrome characterized by vertebral segmentation abnormalities, congenital cardiac defects, renal defects, and distal mild limb defects.
Catalyzes the cleavage of L-kynurenine (L-Kyn) and L-3-hydroxykynurenine (L-3OHKyn) into anthranilic acid (AA) and 3-hydroxyanthranilic acid (3-OHAA), respectively. Has a preference for the L-3-hydroxy form. Also has cysteine-conjugate-beta-lyase activity
Cytoplasm, cytosol
Hydroxykynureninuria
An inborn error of amino acid metabolism characterized by massive urinary excretion of large amounts of kynurenine, 3-hydroxykynurenine and xanthurenic acid. Affected individuals manifest renal tubular dysfunction, metabolic acidosis, psychomotor retardation, non-progressive encephalopathy, and muscular hypertonia.
Variantes genéticas (ClinVar)
112 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
2 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal
Centros para Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal.
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Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
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Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:521438(Orphanet)
- MONDO:0020831(MONDO)
- GARD:17961(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Artigo Wikipedia(Wikipedia)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Síndrome de anomalias congênitas vertebral-cardíaco-renal
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- Codificação WHO/SUS
- fonte: WHO ICD-10 / DATASUS
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)