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Síndrome de microdeleção 14q24.1q24.3
ORPHA:401935CID-10 · Q93.5DOENÇA RARA
heartInício neonatalHerança Unknown

Síndrome rara associada a microdeleção no cromossomo 14q24.1q24.3, caracterizada por anomalias craniofaciais (lábio superior fino, fissuras palpebrais descendentes, dorso nasal proeminente), cardíacas (atresia pulmonar, morfologia anormal), esqueléticas (cabeça do rádio deslocada, limitação do cotovelo, braquidactilia) e genitais (criptorquidia).

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Introdução

O que você precisa saber de cara

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 13/06/2026
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Visão geral

A Síndrome de microdeleção 14q24.1q24.3 é uma doença genética rara, caracterizada pela perda de uma pequena parte do cromossomo 14 (região q24.1 a q24.3). Essa alteração pode levar a uma combinação de anomalias congênitas, incluindo defeitos cardíacos, alterações faciais características e atraso no desenvolvimento. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. O início dos sinais ocorre no período neonatal.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais frequentemente descritos incluem alterações cardíacas (como defeito do septo atrial, defeito do septo ventricular, tronco arterioso e atresia da artéria pulmonar), anomalias faciais (nariz curto, ponte nasal ampla, dorso nasal proeminente, hipertelorismo, fissuras palpebrais inclinadas para baixo, filtro liso ou longo, retrusão médio-facial, sinofris e vermelhão do lábio superior fino), além de alterações esqueléticas (braquidactilia, polegar curto, hipermobilidade articular, extensão e supinação limitadas do cotovelo, cabeça do rádio deslocada). Também podem ocorrer deficiência intelectual leve, má rotação intestinal, rim ectópico e criptorquidia.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma deleção (perda de material genético) na região cromossômica 14q24.1q24.3. O padrão de herança é desconhecido, e até o momento não foi identificado um gene específico responsável por todos os casos. A maioria das deleções ocorre de forma esporádica, sem histórico familiar.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na identificação da microdeleção por meio de exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como exame complementar. No Brasil, a cobertura para esses exames é considerada mínima.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Não há cura específica para a síndrome. As intervenções podem incluir cirurgias corretivas para anomalias cardíacas (como defeitos septais e tronco arterioso), acompanhamento ortopédico para alterações articulares e ósseas, e suporte para deficiência intelectual leve. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. É fundamental que o acompanhamento seja feito por uma equipe especializada, incluindo geneticista, cardiologista, pediatra e outros profissionais conforme a necessidade.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das anomalias cardíacas e a presença de outras complicações. Com intervenções precoces e suporte adequado, muitas crianças podem alcançar boa qualidade de vida, embora a deficiência intelectual leve e as limitações físicas possam exigir acompanhamento contínuo. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta síndrome.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

📋
Informacoes curadas por IA — podem conter imprecisoes

Síndrome rara associada a microdeleção no cromossomo 14q24.1q24.3, caracterizada por anomalias craniofaciais (lábio superior fino, fissuras palpebrais descendentes, dorso nasal proeminente), cardíacas (atresia pulmonar, morfologia anormal), esqueléticas (cabeça do rádio deslocada, limitação do cotovelo, braquidactilia) e genitais (criptorquidia).

Escala de raridade

CLASSIFICAÇÃO ORPHANET · BRASIL 2024
<1 / 1 000 000
Ultra-rara
<1/50k
Muito rara
1/20k
Rara
1/10k
Pouco freq.
1/5k
Incomum
1/2k
Prevalência
0.0
Worldwide
Casos conhecidos
3
pacientes catalogados
Início
Neonatal
🏥
SUS: Cobertura mínimaScore: 15%
CID-10: Q93.5
🇧🇷Dados SUS / DATASUS
PROCEDIMENTOS SIGTAP (5)
0202010503
Cariótipo — bandas G, Q ou Rgenetic_test
0202010600
Pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISHlab_test
0202010694
Sequenciamento completo do exoma (WES)rehabilitation
0202010260
Dosagem de alfa-fetoproteína
0301070040
Atendimento em reabilitação — doenças raras
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Sinais e sintomas

O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece

Mantido pelo Disease Twin100% com fonte · revisão 13/06/2026
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Visão geral

A Síndrome de microdeleção 14q24.1q24.3 é uma doença genética rara, caracterizada pela perda de uma pequena parte do cromossomo 14 (região q24.1 a q24.3). Essa alteração pode levar a uma combinação de anomalias congênitas, incluindo defeitos cardíacos, alterações faciais características e atraso no desenvolvimento. A prevalência estimada é de menos de 1 caso por 1.000.000 de pessoas, sendo considerada uma condição ultrarrara. O início dos sinais ocorre no período neonatal.[1][3]

Sinais e sintomas

Os sinais e sintomas mais frequentemente descritos incluem alterações cardíacas (como defeito do septo atrial, defeito do septo ventricular, tronco arterioso e atresia da artéria pulmonar), anomalias faciais (nariz curto, ponte nasal ampla, dorso nasal proeminente, hipertelorismo, fissuras palpebrais inclinadas para baixo, filtro liso ou longo, retrusão médio-facial, sinofris e vermelhão do lábio superior fino), além de alterações esqueléticas (braquidactilia, polegar curto, hipermobilidade articular, extensão e supinação limitadas do cotovelo, cabeça do rádio deslocada). Também podem ocorrer deficiência intelectual leve, má rotação intestinal, rim ectópico e criptorquidia.[1][3]

Causas genéticas

A síndrome é causada por uma deleção (perda de material genético) na região cromossômica 14q24.1q24.3. O padrão de herança é desconhecido, e até o momento não foi identificado um gene específico responsável por todos os casos. A maioria das deleções ocorre de forma esporádica, sem histórico familiar.[1][4]

Diagnóstico

O diagnóstico é baseado na identificação da microdeleção por meio de exames genéticos. Os procedimentos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) incluem: cariótipo com bandas G, Q ou R; pesquisa de microdeleções/microduplicações por FISH; e sequenciamento completo do exoma (WES). A dosagem de alfa-fetoproteína pode ser utilizada como exame complementar. No Brasil, a cobertura para esses exames é considerada mínima.[1][4]

Tratamento e manejo

O tratamento é multidisciplinar e focado no manejo dos sintomas. Não há cura específica para a síndrome. As intervenções podem incluir cirurgias corretivas para anomalias cardíacas (como defeitos septais e tronco arterioso), acompanhamento ortopédico para alterações articulares e ósseas, e suporte para deficiência intelectual leve. O SUS oferece atendimento em reabilitação para doenças raras, que pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional e fonoaudiologia. É fundamental que o acompanhamento seja feito por uma equipe especializada, incluindo geneticista, cardiologista, pediatra e outros profissionais conforme a necessidade.[1]

Prognóstico e qualidade de vida

O prognóstico varia conforme a gravidade das anomalias cardíacas e a presença de outras complicações. Com intervenções precoces e suporte adequado, muitas crianças podem alcançar boa qualidade de vida, embora a deficiência intelectual leve e as limitações físicas possam exigir acompanhamento contínuo. Não há dados específicos sobre expectativa de vida para esta síndrome.[1][3]

Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.

Partes do corpo afetadas

😀
Face
7 sintomas
❤️
Coração
4 sintomas
🦴
Ossos e articulações
3 sintomas
🧠
Neurológico
1 sintomas
🫃
Digestivo
1 sintomas
🫘
Rins
1 sintomas

+ 6 sintomas em outras categorias

Características mais comuns

55%prev.
Deficiência intelectual, leve
Frequente (79-30%)
55%prev.
Hipermobilidade articular
Frequente (79-30%)
55%prev.
Hipertelorismo
Frequente (79-30%)
55%prev.
Polegar curto
Frequente (79-30%)
55%prev.
Braquidactilia
Frequente (79-30%)
55%prev.
Morfologia anormal do coração
Frequente (79-30%)
24sintomas
Frequente (8)
Ocasional (16)

Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 24 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.

Deficiência intelectual, leveIntellectual disability, mild
Frequente (79-30%)55%
Hipermobilidade articularJoint hypermobility
Frequente (79-30%)55%
HipertelorismoHypertelorism
Frequente (79-30%)55%
Polegar curtoShort thumb
Frequente (79-30%)55%
BraquidactiliaBrachydactyly
Frequente (79-30%)55%

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Genética e causas

O que está alterado no DNA e como passa nas famílias

🧬

Condição cromossômica — cromossomo 14q

Envolve alteração no cromossomo 14q (braço longo (q)). O fenótipo resulta da alteração na dose de múltiplos genes simultaneamente — não há gene causal único. Diagnóstico por cariótipo, CMA ou FISH.

Genes codificantes
822
no cromossomo 14
Haploinsuficientes
14
perda de dose patogênica
Triplosensíveis
0
excesso de dose patogênico

Genes dose-sensíveis

Genes do cromossomo 14q com evidência de sensibilidade à dose segundo ClinGen Dosage Map . São fortes candidatos a explicar parte do fenótipo (14 ao todo).

Fontes: ClinGen Dosage Sensitivity Map · GENCODE v44 (GRCh38)

Diagnóstico

Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam

Carregando...

Tratamento e manejo

Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar

Carregando informações de tratamento...

Onde tratar no SUS

Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)

🇧🇷 Atendimento SUS — Síndrome de microdeleção 14q24.1q24.3

🗺️

Selecione um estado ou use sua localização para ver resultados.

Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.

Pesquisa ativa

Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes

Pesquisa e ensaios clínicos

Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.

🧪 Está conduzindo uma pesquisa?
Divulgue para pacientes e familiares que acompanham esta doença.
Divulgar pesquisa →

Associações

Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação

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Comunidades

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Doenças relacionadas

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Ordenadas pelo número de sintomas em comum.

Referências e fontes

Bases de dados externas citadas neste artigo

Bases de dados e fontes oficiais

Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.

  1. ORPHA:401935(Orphanet)
  2. MONDO:0018429(MONDO)
  3. GARD:21706(GARD (NIH))
  4. Q55788076(Wikidata)

Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.

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Compêndio · Raras BR

Síndrome de microdeleção 14q24.1q24.3

ORPHA:401935 · MONDO:0018429
Prevalência
<1 / 1 000 000
Casos
3 casos conhecidos
Herança
Unknown
CID-10
Q93.5 · Outras deleções parciais de cromossomo
Início
Neonatal
Prevalência
0.0 (Worldwide)
MedGen
UMLS
C4750911
Wikidata
DiscussaoAtiva

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0novidades

📋 Origem dos dados

Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.

Doença rara (ontologia)
fonte: Orphanet
Identificador unificado
fonte: MONDO
Dado público estruturado
fonte: Wikidata