Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10, também conhecida como síndrome da deleção parcial do braço curto do cromossomo 10, é uma condição genética rara caracterizada pela perda de uma parte do braço curto (braço p) de um dos cromossomos 10. Essa alteração pode levar a uma variedade de sinais e sintomas, que variam de pessoa para pessoa. A condição é identificada por alterações no desenvolvimento e em múltiplos sistemas do corpo.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10 podem incluir alterações craniofaciais, como testa proeminente, ponte nasal deprimida, nariz curto ou bulboso, fissura palpebral curta, olhos profundamente inseridos e ausência do arco do cupido (formato do lábio superior). Também podem ocorrer fenda não mediana do lábio superior e atresia de coana (obstrução das passagens nasais). Problemas oculares como miopia, hipermetropia e astigmatismo são comuns, podendo levar à deficiência visual. Na região cardíaca, podem ser observados defeito do septo ventricular, estenose pulmonar, hipertrofia ventricular, coartação da aorta e persistência do canal arterial. Outros sintomas incluem hipotonia neonatal (fraqueza muscular ao nascer), convulsões, ansiedade, dificuldades alimentares, constipação e anormalidades do sono. Algumas pessoas podem apresentar doença celíaca.[1][3]
Causas genéticas
A condição é causada pela deleção (perda) de uma parte do braço curto do cromossomo 10. Essa deleção pode envolver diversos genes, e a gravidade dos sintomas depende do tamanho e da localização exata da perda genética. Entre os genes que podem estar envolvidos estão o GATA3 (fator de transcrição específico de células T), o ZMYND11 (proteína com domínio zinc finger MYND) e o WAC (proteína adaptadora com domínio WW e coiled-coil). A herança geralmente não é hereditária, ocorrendo como um evento novo (de novo) durante a formação dos gametas ou nas primeiras divisões celulares após a fecundação.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é realizado por meio de testes genéticos que identificam a deleção no braço curto do cromossomo 10. Existem mais de 330 tipos de testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 560 variantes foram registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico pode ser suspeitado com base nos sinais clínicos e confirmado por exames como cariótipo com banda G, hibridização in situ fluorescente (FISH) ou microarranjo cromossômico (CMA).[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico para a monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada pessoa. Pode incluir acompanhamento com cardiologista para problemas cardíacos, oftalmologista para correção de erros de refração (miopia, hipermetropia, astigmatismo), nutricionista e fonoaudiólogo para dificuldades alimentares, e neurologista para convulsões. A doença celíaca, se presente, requer dieta isenta de glúten. O suporte psicológico pode ser benéfico para ansiedade e outras questões emocionais. No Brasil, a condição possui cobertura mínima pelo SUS.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da extensão da deleção cromossômica e dos órgãos afetados. Com acompanhamento médico adequado e intervenções precoces, muitas pessoas podem ter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam necessitar de suporte contínuo para desafios específicos, como dificuldades de aprendizado, problemas visuais ou cardíacos. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Síndrome de deleção parcial do braço curto do cromossomo 10 é uma condição rara associada a anomalias craniofaciais (fenda labial, miopia, olho profundo), cardíacas (estenose pulmonar, defeito septal ventricular) e atraso no desenvolvimento, com genes como GATA3, ZMYND11 e WAC implicados.
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Entender a doença
Do básico ao detalhe, leia no seu ritmo
Preparando trilha educativa...
Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Visão geral
A monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10, também conhecida como síndrome da deleção parcial do braço curto do cromossomo 10, é uma condição genética rara caracterizada pela perda de uma parte do braço curto (braço p) de um dos cromossomos 10. Essa alteração pode levar a uma variedade de sinais e sintomas, que variam de pessoa para pessoa. A condição é identificada por alterações no desenvolvimento e em múltiplos sistemas do corpo.[1][3]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10 podem incluir alterações craniofaciais, como testa proeminente, ponte nasal deprimida, nariz curto ou bulboso, fissura palpebral curta, olhos profundamente inseridos e ausência do arco do cupido (formato do lábio superior). Também podem ocorrer fenda não mediana do lábio superior e atresia de coana (obstrução das passagens nasais). Problemas oculares como miopia, hipermetropia e astigmatismo são comuns, podendo levar à deficiência visual. Na região cardíaca, podem ser observados defeito do septo ventricular, estenose pulmonar, hipertrofia ventricular, coartação da aorta e persistência do canal arterial. Outros sintomas incluem hipotonia neonatal (fraqueza muscular ao nascer), convulsões, ansiedade, dificuldades alimentares, constipação e anormalidades do sono. Algumas pessoas podem apresentar doença celíaca.[1][3]
Causas genéticas
A condição é causada pela deleção (perda) de uma parte do braço curto do cromossomo 10. Essa deleção pode envolver diversos genes, e a gravidade dos sintomas depende do tamanho e da localização exata da perda genética. Entre os genes que podem estar envolvidos estão o GATA3 (fator de transcrição específico de células T), o ZMYND11 (proteína com domínio zinc finger MYND) e o WAC (proteína adaptadora com domínio WW e coiled-coil). A herança geralmente não é hereditária, ocorrendo como um evento novo (de novo) durante a formação dos gametas ou nas primeiras divisões celulares após a fecundação.[1][4]
Diagnóstico
O diagnóstico é realizado por meio de testes genéticos que identificam a deleção no braço curto do cromossomo 10. Existem mais de 330 tipos de testes genéticos disponíveis para essa condição, e mais de 560 variantes foram registradas no banco de dados ClinVar. O diagnóstico pode ser suspeitado com base nos sinais clínicos e confirmado por exames como cariótipo com banda G, hibridização in situ fluorescente (FISH) ou microarranjo cromossômico (CMA).[1][4]
Tratamento e manejo
Não existe um tratamento específico para a monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10. O manejo é multidisciplinar e focado nos sintomas apresentados por cada pessoa. Pode incluir acompanhamento com cardiologista para problemas cardíacos, oftalmologista para correção de erros de refração (miopia, hipermetropia, astigmatismo), nutricionista e fonoaudiólogo para dificuldades alimentares, e neurologista para convulsões. A doença celíaca, se presente, requer dieta isenta de glúten. O suporte psicológico pode ser benéfico para ansiedade e outras questões emocionais. No Brasil, a condição possui cobertura mínima pelo SUS.[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico varia amplamente dependendo da extensão da deleção cromossômica e dos órgãos afetados. Com acompanhamento médico adequado e intervenções precoces, muitas pessoas podem ter uma qualidade de vida satisfatória, embora possam necessitar de suporte contínuo para desafios específicos, como dificuldades de aprendizado, problemas visuais ou cardíacos. O aconselhamento genético é recomendado para as famílias.[1][3]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
Partes do corpo afetadas
+ 33 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 109 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
Encontrou um erro ou informação desatualizada? Sugira uma correção →
Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
3 genes identificados com associação a esta condição.
Transcriptional activator which binds to the enhancer of the T-cell receptor alpha and delta genes. Binds to the consensus sequence 5'-AGATAG-3'. Required for the T-helper 2 (Th2) differentiation process following immune and inflammatory responses. Positively regulates ASB2 expression (By similarity). Coordinates macrophage transcriptional activation and UCP2-dependent metabolic reprogramming in response to IL33. Upon tissue injury, acts downstream of IL33 signaling to drive differentiation of i
Nucleus
Hypoparathyroidism, sensorineural deafness, and renal disease
A disease characterized by steroid-resistant nephrosis with progressive renal failure, hypoparathyroidism, sensorineural deafness, and renal dysplasia.
Chromatin reader that specifically recognizes and binds histone H3.3 trimethylated at 'Lys-36' (H3.3K36me3) and regulates RNA polymerase II elongation. Does not bind other histone H3 subtypes (H3.1 or H3.2) (By similarity). Colocalizes with highly expressed genes and functions as a transcription corepressor by modulating RNA polymerase II at the elongation stage. Binds non-specifically to dsDNA (PubMed:24675531). Acts as a tumor-suppressor by repressing a transcriptional program essential for tu
NucleusChromosome
Acts as a linker between gene transcription and histone H2B monoubiquitination at 'Lys-120' (H2BK120ub1) (PubMed:21329877). Interacts with the RNA polymerase II transcriptional machinery via its WW domain and with RNF20-RNF40 via its coiled coil region, thereby linking and regulating H2BK120ub1 and gene transcription (PubMed:21329877). Regulates the cell-cycle checkpoint activation in response to DNA damage (PubMed:21329877). Positive regulator of amino acid starvation-induced autophagy (PubMed:
Nucleus speckleNucleus
DeSanto-Shinawi syndrome
An autosomal dominant syndrome characterized by developmental delay, hypotonia, behavioral problems, eye abnormalities, constipation, feeding difficulties, seizures and sleep problems. Patients exhibit dysmorphic features, including broad/prominent forehead, synophrys and/or bushy eyebrows, depressed nasal bridge and bulbous nasal tip. Additional variable features are posteriorly rotated ears, hirsutism, deep-set eyes, thin upper lip, inverted nipples, hearing loss and branchial cleft anomalies.
Variantes genéticas (ClinVar)
565 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
8 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
🇧🇷 Atendimento SUS — Monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10
Centros de Referência SUS
24 centros habilitados pelo SUS para Monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10
Centros para Monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10
Detalhes dos centros
Hospital Universitário Prof. Edgard Santos (HUPES)
R. Dr. Augusto Viana, s/n - Canela, Salvador - BA, 40110-060 · CNES 0003808
Serviço de Referência
Hospital Infantil Albert Sabin
R. Tertuliano Sales, 544 - Vila União, Fortaleza - CE, 60410-794 · CNES 2407876
Serviço de Referência
Hospital de Apoio de Brasília (HAB)
AENW 3 Lote A Setor Noroeste - Plano Piloto, Brasília - DF, 70684-831 · CNES 0010456
Serviço de Referência
Hospital Estadual Infantil e Maternidade Alzir Bernardino Alves (HIABA)
Av. Min. Salgado Filho, 918 - Soteco, Vila Velha - ES, 29106-010 · CNES 6631207
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da UFG
Rua 235 QD. 68 Lote Área, Nº 285, s/nº - Setor Leste Universitário, Goiânia - GO, 74605-050 · CNES 2338424
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFJF
R. Catulo Breviglieri, Bairro - s/n - Santa Catarina, Juiz de Fora - MG, 36036-110 · CNES 2297442
Atenção Especializada
Hospital das Clínicas da UFMG
Av. Prof. Alfredo Balena, 110 - Santa Efigênia, Belo Horizonte - MG, 30130-100 · CNES 2280167
Serviço de Referência
Hospital Universitário Julio Müller (HUJM)
R. Luis Philippe Pereira Leite, s/n - Alvorada, Cuiabá - MT, 78048-902 · CNES 2726092
Atenção Especializada
Hospital Universitário João de Barros Barreto
R. dos Mundurucus, 4487 - Guamá, Belém - PA, 66073-000 · CNES 2337878
Serviço de Referência
Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW)
R. Tabeliao Estanislau Eloy, 585 - Castelo Branco, João Pessoa - PB, 58050-585 · CNES 0002470
Atenção Especializada
Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP)
R. dos Coelhos, 300 - Boa Vista, Recife - PE, 50070-902 · CNES 0000647
Serviço de Referência
Hospital Pequeno Príncipe
R. Des. Motta, 1070 - Água Verde, Curitiba - PR, 80250-060 · CNES 3143805
Serviço de Referência
Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM)
Av. Mandacaru, 1590 - Parque das Laranjeiras, Maringá - PR, 87083-240 · CNES 2216108
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UFPR
R. Gen. Carneiro, 181 - Alto da Glória, Curitiba - PR, 80060-900 · CNES 2364980
Serviço de Referência
Hospital Universitário Pedro Ernesto (HUPE-UERJ)
Blvd. 28 de Setembro, 77 - Vila Isabel, Rio de Janeiro - RJ, 20551-030 · CNES 2280221
Serviço de Referência
Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz)
Av. Rui Barbosa, 716 - Flamengo, Rio de Janeiro - RJ, 22250-020 · CNES 2269988
Serviço de Referência
Hospital São Lucas da PUCRS
Av. Ipiranga, 6690 - Jardim Botânico, Porto Alegre - RS, 90610-000 · CNES 2232928
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA)
Rua Ramiro Barcelos, 2350 Bloco A - Av. Protásio Alves, 211 - Bloco B e C - Santa Cecília, Porto Alegre - RS, 90035-903 · CNES 2237601
Serviço de Referência
Hospital Universitário da UFSC (HU-UFSC)
R. Profa. Maria Flora Pausewang - Trindade, Florianópolis - SC, 88036-800 · CNES 2560356
Serviço de Referência
Hospital das Clínicas da FMUSP
R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 225 - Cerqueira César, São Paulo - SP, 05403-010 · CNES 2077485
Serviço de Referência
Hospital de Base de São José do Rio Preto
Av. Brg. Faria Lima, 5544 - Vila Sao Jose, São José do Rio Preto - SP, 15090-000 · CNES 2079798
Atenção Especializada
Hospital de Clínicas da UNICAMP
R. Vital Brasil, 251 - Cidade Universitária, Campinas - SP, 13083-888 · CNES 2748223
Serviço de Referência
Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto (HCRP-USP)
R. Ten. Catão Roxo, 3900 - Vila Monte Alegre, Ribeirão Preto - SP, 14015-010 · CNES 2082187
Serviço de Referência
UNIFESP / Hospital São Paulo
R. Napoleão de Barros, 715 - Vila Clementino, São Paulo - SP, 04024-002 · CNES 2688689
Serviço de Referência
Dados de DATASUS/CNES, SBGM, ABNeuro e Ministério da Saúde. Sempre confirme a disponibilidade diretamente com o estabelecimento.
Pesquisa ativa
Ensaios clínicos abertos e novidades científicas recentes
Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
Publicações recentes
Partial trisomy 10p12.33 and partial monosomy 13q32.1: case report and a literature review.
46,XX,der(2)t(2;10)(2pter-->2q37::10p13-->10pter)[127]/45,X,der(2)t(2;10) (2pter-->2q37::10p13-->10pter)[23]. Karyotype-phenotype correlation and genetic counselling in complex karyotypes.
Partial DiGeorge syndrome in two patients with a 10p rearrangement.
The phenotypic spectrum of the 10p deletion syndrome versus the classical DiGeorge syndrome.
Frequent loss of heterozygosity on chromosome 10q in muscle-invasive transitional cell carcinomas of the bladder.
Associações
Organizações que acompanham esta doença — pra ter apoio e orientação
Ainda não temos associações cadastradas para Monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10.
É de uma associação que acompanha esta doença? Fale com a gente →
Comunidades
Grupos ativos de quem convive com esta doença aqui no Raras
Ainda não existe comunidade no Raras para Monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10
Pacientes, familiares e cuidadores se organizam em comunidades pra compartilhar experiências, fazer perguntas e se apoiar. Você pode ser o primeiro.
Tire suas dúvidas
Perguntas, dicas e experiências compartilhadas aqui na página
Participe da discussão
Faça login para postar dúvidas, compartilhar experiências e interagir com especialistas.
Fazer loginDoenças relacionadas
Doenças com sintomas parecidos — ajudam quem ainda está buscando diagnóstico
Referências e fontes
Bases de dados externas citadas neste artigo
Publicações científicas
Artigos indexados no PubMed ligados a esta doença no grafo RarasNet — título, periódico e PMID direto da fonte, sem intermediação de IA.
- Partial trisomy 10p12.33 and partial monosomy 13q32.1: case report and a literature review.
- 46,XX,der(2)t(2;10)(2pter-->2q37::10p13-->10pter)[127]/45,X,der(2)t(2;10) (2pter-->2q37::10p13-->10pter)[23]. Karyotype-phenotype correlation and genetic counselling in complex karyotypes.
- Partial DiGeorge syndrome in two patients with a 10p rearrangement.
- The phenotypic spectrum of the 10p deletion syndrome versus the classical DiGeorge syndrome.
- Frequent loss of heterozygosity on chromosome 10q in muscle-invasive transitional cell carcinomas of the bladder.
Bases de dados e fontes oficiais
Identificadores e referências canônicas usadas para montar este verbete.
- ORPHA:261938(Orphanet)
- MONDO:0016892(MONDO)
- GARD:20814(GARD (NIH))
- Variantes catalogadas(ClinVar)
- Busca completa no PubMed(PubMed)
- Q55786595(Wikidata)
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Conteúdo mantido por Agente Raras · Médicos e pesquisadores podem colaborar

Monossomia parcial do braço curto do cromossomo 10
📋 Origem dos dados
Esta página agrega dados de fontes públicas e oficiais. Dados sobre cobertura no SUS (PCDT, CEAF) são verificados ativamente por agente proativo (ver badge no infobox). Demais dados têm atribuição de fonte + data da última sincronização — clique para abrir o original.
- Doença rara (ontologia)
- fonte: Orphanet
- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- CID-11 (futuro)
- fonte: WHO ICD-11
- NIH/GARD
- fonte: GARD (NIH)
- Indexação biomédica
- fonte: MeSH (NLM)
- Dado público estruturado
- fonte: Wikidata