Displasia de ossos arqueados é uma condição rara caracterizada por ossos longos curvados, 11 pares de costelas e múltiplos outros problemas, como estridor, anormalidades cardiovasculares e dificuldades alimentares. Pode envolver tireoide ectópica e infecções respiratórias recorrentes.
Introdução
O que você precisa saber de cara
Visão geral
A displasia de ossos arqueados (também conhecida como displasia campomélica e doenças relacionadas) é uma condição genética rara que afeta o desenvolvimento dos ossos e de outros órgãos. O nome 'campomélico' vem do grego e significa 'membros curvados', referindo-se à principal característica da doença: o encurvamento dos ossos longos das pernas e braços. A condição pode variar amplamente em gravidade, desde formas mais leves até quadros complexos que envolvem múltiplos sistemas do corpo.[1][2]
Sinais e sintomas
Os sinais e sintomas da displasia de ossos arqueados são variados e podem incluir: ossos longos curvados (como fêmur e tíbia), ossos longos curtos, pé torto, escoliose ou cifoescoliose (curvatura anormal da coluna), hipoplasia torácica (tórax subdesenvolvido), ponte nasal deprimida, hirsutismo (excesso de pelos), hipertrofia clitoriana, polegares aduzidos, primeiro metacarpo curto, aplasia ou hipoplasia do rádio (osso do antebraço ausente ou subdesenvolvido), forma anormal dos corpos vertebrais, teto acetabular plano (parte do quadril), 11 pares de costelas (em vez de 12), superdobramento das hélices superiores das orelhas, tireoide ectópica (localizada fora do lugar habitual), estridor (ruído ao respirar), dificuldades alimentares na infância, infecções recorrentes do trato respiratório superior, febre, polidrâmnio (excesso de líquido amniótico durante a gestação), morfologia anormal do sistema cardiovascular, e cegueira noturna estacionária congênita (dificuldade para enxergar em ambientes com pouca luz, que não piora com o tempo).[1][2]
Causas genéticas
A displasia de ossos arqueados é causada por alterações (mutações) em genes que são importantes para o desenvolvimento e crescimento dos ossos e cartilagens. Os genes já associados à condição incluem: SOX9, FGFR2, TRPV4, LIFR, IL6ST, LAMA5 e CCN2. Cada um desses genes fornece instruções para a produção de proteínas que atuam em diferentes etapas da formação do esqueleto. Mutações nesses genes podem interromper esse processo, levando às características observadas na doença.[1][3]
Diagnóstico
O diagnóstico da displasia de ossos arqueados é baseado na avaliação clínica dos sinais e sintomas característicos, especialmente o encurvamento dos ossos longos, e pode ser confirmado por exames de imagem (como radiografias) e por testes genéticos. Atualmente, existem 336 testes genéticos disponíveis para investigar mutações nos genes associados à doença. No banco de dados ClinVar, há 516 variantes genéticas (alterações no DNA) registradas como potencialmente relacionadas à condição. O código da doença no sistema MONDO é MONDO:0019698.[1][3]
Tratamento e manejo
Não há um tratamento específico que cure a displasia de ossos arqueados. O manejo é focado em tratar os sintomas e melhorar a qualidade de vida da pessoa. As abordagens podem incluir acompanhamento com ortopedista para correção de deformidades ósseas (como pé torto ou escoliose), suporte respiratório para estridor ou infecções recorrentes, terapia ocupacional e fonoaudiológica para dificuldades alimentares, e avaliação cardiológica para anormalidades cardiovasculares. O tratamento deve ser individualizado e realizado por uma equipe multidisciplinar. Não há medicamentos específicos aprovados para a doença. No Brasil, a condição não possui cobertura específica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).[1]
Prognóstico e qualidade de vida
O prognóstico da displasia de ossos arqueados varia muito de pessoa para pessoa, dependendo da gravidade dos sintomas e dos órgãos afetados. Algumas pessoas podem ter uma vida relativamente saudável com acompanhamento médico regular, enquanto outras podem enfrentar desafios significativos, especialmente relacionados a problemas respiratórios e cardiovasculares. O suporte de uma equipe médica especializada e o acesso a terapias de reabilitação podem ajudar a melhorar a qualidade de vida e a funcionalidade.[1][2]
Conteúdo informativo gerado e mantido automaticamente a partir de fontes oficiais (Orphanet, HPO, OMIM, SUS). Não substitui avaliação médica.
A displasia de ossos arqueados é um grupo de condições genéticas raras que provocam curvatura e encurtamento dos ossos, além de alterações no tórax e na coluna. Os familiares costumam notar desde cedo o encurvamento de braços ou pernas, formato anormal do peito e ruídos na respiração conhecidos como estridor. Não há medicamentos específicos que revertam a doença, e ela não consta na lista oficial de PCDTs de doenças raras do Ministério da Saúde para fornecimento de remédios exclusivos no SUS. O acompanhamento foca no suporte médico contínuo com ortopedistas, pneumologistas e pediatras para garantir reabilitação e qualidade de vida.
Displasia de ossos arqueados é uma condição rara caracterizada por ossos longos curvados, 11 pares de costelas e múltiplos outros problemas, como estridor, anormalidades cardiovasculares e dificuldades alimentares. Pode envolver tireoide ectópica e infecções respiratórias recorrentes.
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Entender a doença
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Sinais e sintomas
O que aparece no corpo e com que frequência cada sintoma acontece
Partes do corpo afetadas
+ 117 sintomas em outras categorias
Características mais comuns
Os sintomas variam de pessoa para pessoa. Abaixo estão as 295 características clínicas mais associadas, ordenadas por frequência.
Linha do tempo da pesquisa
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Genética e causas
O que está alterado no DNA e como passa nas famílias
Genes associados
7 genes identificados com associação a esta condição.
Hyper-IgE syndrome 4A, autosomal dominant, with recurrent infections
An immunologic disorder characterized by recurrent mainly sino-pulmonary infections associated with increased serum IgE. Some patients have onset of symptoms in early childhood and develop complications, including bronchiectasis or hemoptysis, whereas others have later onset of less severe infections. Immunologic workup usually shows normal leukocyte levels, although some patients may demonstrate alterations in lymphocyte subsets, including T cells. Affected individuals also have variable skeletal abnormalities, including high-arched palate, hyperextensible joints, scoliosis, and bone fractures.
Brachyolmia 3
A form of brachyolmia, a clinically and genetically heterogeneous skeletal dysplasia primarily affecting the spine and characterized by a short trunk, short stature, and platyspondyly. BCYM3 is an autosomal dominant form with severe scoliosis with or without kyphosis, and flattened irregular cervical vertebrae.
Stuve-Wiedemann syndrome 1
A form of Stuve-Wiedemann syndrome, an autosomal recessive disease characterized by bowing of tubular bones and other skeletal and craniofacial abnormalities, respiratory distress, feeding difficulties, and hyperthermic episodes. Most patients do not survive past infancy.
Nephrotic syndrome 26
A form of nephrotic syndrome, a renal disease clinically characterized by severe proteinuria, resulting in complications such as hypoalbuminemia, hyperlipidemia and edema. Kidney biopsies show non-specific histologic changes such as focal segmental glomerulosclerosis and diffuse mesangial proliferation. Some affected individuals have an inherited steroid-resistant form that progresses to end-stage renal failure. NPHS26 is an autosomal recessive form characterized by onset of proteinuria in the first months or years of life. Some patients respond to steroids, whereas others show steroid resistance and progression to end-stage renal disease.
Crouzon syndrome
An autosomal dominant syndrome characterized by craniosynostosis, hypertelorism, exophthalmos and external strabismus, parrot-beaked nose, short upper lip, hypoplastic maxilla, and a relative mandibular prognathism.
Kyphomelic dysplasia
An autosomal recessive skeletal dysplasia characterized by bowing of the limbs primarily affecting the femora, along with short stature, short and wide iliac wings, horizontal acetabular roof, platyspondyly, metaphyseal flaring and distinctive facial features that include prominent forehead, micrognathia, microstomia, cleft palate and low set ears.
Campomelic dysplasia
A rare, often lethal, osteochondrodysplasia characterized by congenital bowing and angulation of long bones. Other skeletal defects include unusually small scapula, deformed pelvis and spine, and a missing pair of ribs. Craniofacial and ear defects are common. Most patients die soon after birth due to respiratory distress which has been attributed to hypoplasia of the tracheobronchial cartilage and small thoracic cage. Up to two-thirds of affected XY individuals have genital defects or may develop as phenotypic females.
Variantes genéticas (ClinVar)
516 variantes patogênicas registradas no ClinVar.
Vias biológicas (Reactome)
43 vias biológicas associadas aos genes desta condição.
Diagnóstico
Os sinais que médicos procuram e os exames que confirmam
Tratamento e manejo
Remédios, cuidados de apoio e o que precisa acompanhar
Onde tratar no SUS
Hospitais de referência no Brasil e o protocolo oficial do SUS (PCDT)
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Pesquisa e ensaios clínicos
Nenhum ensaio clínico registrado para esta condição.
Publicações mais relevantes
SOX9 haploinsufficiency reveals SOX9-Noggin interaction in BMP-SMAD signaling pathway in chondrogenesis.
Campomelic Dysplasia (CD) is a rare congenital disease caused by haploinsufficiency (HI) in SOX9. Patients with CD typically present with skeletal abnormalities and 75% of them have sex reversal. In this study, we use CRISPR/Cas9 to generate a human induced pluripotent stem cell (hiPSC) model from a heathy male donor, based on a previously reported SOX9 splice site mutation in a CD patients. This hiPSCs-derived chondrocytes from heterozygotes (HT) and homozygotes (HM) SOX9 mutation carriers showed significant defects in chondrogenesis. Bulk RNA profiling revealed that the BMP-SMAD signaling pathway, ribosome-related, and chromosome segregation-related gene sets were altered in the HT chondrocytes. The profile also showed significant noggin upregulation in CD chondrocytes, with ChIP-qPCR confirming that SOX9 binds to the distal regulatory element of noggin. This suggests SOX9 plays a feedback role in the BMP signaling pathway by modulating noggin expression rather than acting solely as a downstream regulator. This provides further insights into its dosage sensitivity in chondrogenesis. Overexpression of SOX9 showed promising results with improved sulfated glycosaminoglycans (GAGs) aggregation and COL2A1 expression following differentiation. We hope this finding could provide a better understanding of the dosage-dependent role of SOX9 in chondrogenesis and contribute to the development of improved therapeutic targets for CD patients.
Missense variants weakening a SOX9 phosphodegron linked to odontogenesis defects, scoliosis, and other skeletal features.
SOX9 encodes an SRY-related transcription factor critical for chondrogenesis and sex determination among other processes. Loss-of-function variants cause campomelic dysplasia and Pierre Robin sequence, while both gain- and loss-of-function variants cause disorders of sex development. SOX9 has also been linked to scoliosis and cancers, but variants are undetermined. It is highly expressed in tooth progenitor cells, but its odontogenic roles remain elusive, and tooth defects are unreported in SOX9-related conditions. Here, we performed whole-exome sequencing for nine unrelated children with tooth eruption delay and no known syndromes and identified a 7-year-old girl heterozygous for a SOX9 p.Thr239Pro variant and a 10-year-old boy heterozygous for presumably adjacent p.Thr239Pro and p.Thr240Pro variants. These variants were de novo and rare in control populations. Both cases had primary tooth eruption delay. Additionally, the boy had mesiodens blocking permanent central upper incisor eruption, severe scoliosis, and mild craniofacial and appendicular skeleton abnormalities. p.Thr239 and p.Thr240 occupy variable and obligatory positions, respectively, in a cell division control protein 4 (Cdc4)/FBXW7-targeted phosphodegron motif (CPD) fully conserved in SOX9 vertebrate orthologs and SOX8 and SOX10 paralogs, but functionally uncharacterized in vivo. Structural modeling predicted p.Thr240Pro and p.Thr239Pro/p.Thr240Pro but not p.Thr239Pro to strongly reduce SOX9/FBXW7 interaction. Accordingly, p.Thr240Pro and p.Thr239Pro/p.Thr240Pro but not p.Thr239Pro blocked FBXW7-induced SOX9 degradation in cultured cells. All variants increased SOX9-mediated reporter activation independently of protein stabilization, suggesting that CPD may also modulate the transactivation function of SOX9. Altogether, these findings concur that CPD has critical functions, that SOX9 decisively controls odontogenesis, and that gain-of-function variants may markedly perturb both this process and skeletogenesis.
Chromatin profiling identifies chondrocyte-specific Sox9 enhancers important for skeletal development.
The transcription factor SRY-related HMG box 9 (Sox9) is essential for chondrogenesis. Mutations in and around SOX9 cause campomelic dysplasia (CD) characterized by skeletal malformations. Although the function of Sox9 in this context is well studied, the mechanisms that regulate Sox9 expression in chondrocytes remain to be elucidated. Here, we have used genome-wide profiling to identify 2 Sox9 enhancers located in a proximal breakpoint cluster responsible for CD. Enhancer activity of E308 (located 308 kb 5' upstream) and E160 (located 160 kb 5' upstream) correlated with Sox9 expression levels, and both enhancers showed a synergistic effect in vitro. While single deletions in mice had no apparent effect, simultaneous deletion of both E308 and E160 caused a dwarf phenotype, concomitant with a reduction of Sox9 expression in chondrocytes. Moreover, bone morphogenetic protein 2-dependent chondrocyte differentiation of limb bud mesenchymal cells was severely attenuated in E308/E160 deletion mice. Finally, we found that an open chromatin region upstream of the Sox9 gene was reorganized in the E308/E160 deletion mice to partially compensate for the loss of E308 and E160. In conclusion, our findings reveal a mechanism of Sox9 gene regulation in chondrocytes that might aid in our understanding of the pathophysiology of skeletal disorders.
Prenatal Diagnosis of Fetal Micrognathia at 11-20 Weeks of Gestation: A Prospective Observation Study.
To prospectively evaluate the prognosis of fetuses diagnosed with micrognathia using prenatal ultrasound screening. Between January 2019 and December 2022, a normal range of IFA to evaluate the facial profile in fetuses with micrognathia in a Chinese population between 11 and 20 gestational weeks was established, and the pregnancy outcomes of fetal micrognathia were described. The medical records of these pregnancies were collected, including family history, maternal demographics, sonographic findings, genetic testing results, and pregnancy outcomes. Ultrasound identified 25 patients with fetal micrognathia, with a mean IFA value of 43.6°. All cases of isolated fetal micrognathia in the initial scans were non-isolated in the following scans. A total of 78.9% (15/19) cases had a genetic cause confirmed, including 12 with chromosomal abnormalities and 3 with monogenic disorders. Monogenic disorders were all known causes of micrognathia, including two cases of campomelic dysplasia affected by SOX9 mutations and one case of mandibulofacial dysostosis with an EFTUD2 mutation. In the end, 19 cases were terminated, 1 live birth was diagnosed as Pierre Robin syndrome, and 5 cases were lost to follow-up. IFA is a useful indicator and three-dimensional ultrasound is a significant support technique for fetal micrognathia prenatal diagnosis. Repeat ultrasound monitoring and genetic testing are crucial, with CMA recommended and Whole exome sequencing performed when normal arrays are reported. Isolated fetal micrognathia may be an early manifestation of monogenic disorders.
Variants in the SOX9 transactivation middle domain induce axial skeleton dysplasia and scoliosis.
SOX9 is an essential transcriptional regulator of cartilage development and homeostasis. In humans, dysregulation of SOX9 is associated with a wide spectrum of skeletal disorders, including campomelic and acampomelic dysplasia, and scoliosis. The mechanism of how SOX9 variants contribute to the spectrum of axial skeletal disorders is not well understood. Here, we report four novel pathogenic variants of SOX9 identified in a large cohort of patients with congenital vertebral malformations. Three of these heterozygous variants are in the HMG and DIM domains, and for the first time, we report a pathogenic variant within the transactivation middle (TAM) domain of SOX9 . Probands with these variants exhibit variable skeletal dysplasia, ranging from isolated vertebral malformation to acampomelic dysplasia. We also generated a Sox9 hypomorphic mutant mouse model bearing a microdeletion within the TAM domain ( Sox9 Asp272del ). We demonstrated that disturbance of the TAM domain with missense mutation or microdeletion results in reduced protein stability but does not affect the transcriptional activity of SOX9. Homozygous Sox9 Asp272del mice exhibited axial skeletal dysplasia including kinked tails, ribcage anomalies, and scoliosis, recapitulating phenotypes observed in human, while heterozygous mutants display a milder phenotype. Analysis of primary chondrocytes and the intervertebral discs in Sox9 Asp272del mutant mice revealed dysregulation of a panel of genes with major contributions of the extracellular matrix, angiogenesis, and ossification-related processes. In summary, our work identified the first pathologic variant of SOX9 within the TAM domain and demonstrated that this variant is associated with reduced SOX9 protein stability. Our finding suggests that reduced SOX9 stability caused by variants in the TAM domain may be responsible for the milder forms of axial skeleton dysplasia in humans.
Publicações recentes
A novel SOX9 H169Q mutation in a family with overlapping phenotype of mild campomelic dysplasia and small patella syndrome.
Understanding the role of SOX9 in acquired diseases: lessons from development.
Cloning and characterisation of the Sry-related transcription factor gene Sox8.
📚 EuropePMCmostrando 19
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Cellular and molecular life sciences : CMLSMissense variants weakening a SOX9 phosphodegron linked to odontogenesis defects, scoliosis, and other skeletal features.
HGG advancesChromatin profiling identifies chondrocyte-specific Sox9 enhancers important for skeletal development.
JCI insightPrenatal Diagnosis of Fetal Micrognathia at 11-20 Weeks of Gestation: A Prospective Observation Study.
Journal of ultrasound in medicine : official journal of the American Institute of Ultrasound in MedicineVariants in the SOX9 transactivation middle domain induce axial skeleton dysplasia and scoliosis.
medRxiv : the preprint server for health sciencesCase report: A de novo Non-sense SOX9 mutation (p.Q417*) located in transactivation domain is Responsible for Campomelic Dysplasia.
Frontiers in pediatricsRapid prenatal diagnosis of skeletal dysplasia using medical trio exome sequencing: Benefit for prenatal counseling and pregnancy management.
Prenatal diagnosisThe SOXE transcription factors-SOX8, SOX9 and SOX10-share a bi-partite transactivation mechanism.
Nucleic acids researchIdentifying pathogenic variants in the Follistatin-like 1 gene (FSTL1) in patients with skeletal and atrioventricular valve disorders.
Molecular genetics & genomic medicineWhen standard genetic testing does not solve the mystery: a rare case of preimplantation genetic diagnosis for campomelic dysplasia in the setting of parental mosaicism.
Fertility and sterilityNewly Identified t(2;17)(p15;q24.2) Chromosomal Translocation Is Associated with Dysgenetic Gonads and Multiple Somatic Anomalies.
The Tohoku journal of experimental medicineIdentification of five novel genetic loci related to facial morphology by genome-wide association studies.
BMC genomicsExpanding the Clinical Spectrum of Phenotypes Caused by Pathogenic Variants in PLOD2.
Journal of bone and mineral research : the official journal of the American Society for Bone and Mineral ResearchSpine malformation complex in 3 diverse syndromic entities: Case reports.
MedicineNovel and recurrent XYLT1 mutations in two Turkish families with Desbuquois dysplasia, type 2.
Journal of human geneticsVariability in a three-generation family with Pierre Robin sequence, acampomelic campomelic dysplasia, and intellectual disability due to a novel ∼1 Mb deletion upstream of SOX9, and including KCNJ2 and KCNJ16.
Birth defects research. Part A, Clinical and molecular teratologyClinical, genetics and bioinformatics characterization of a campomelic dysplasia case report.
GeneA case of campomelic dysplasia in whom a new mutation was found in the SOX9 gene.
Turk pediatri arsiviThe versatile functions of Sox9 in development, stem cells, and human diseases.
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Perguntas frequentes
O que as famílias mais perguntam sobre esta doença — cada resposta com a fonte de onde saiu
A condição está associada a mutações em genes fundamentais para o desenvolvimento esquelético, destacando-se o gene SOX9. Outros genes também associados a este espectro incluem TRPV4, FGFR2, IL6ST, LIFR, LAMA5 e CCN2.
Referências
Fontes citadas no texto, publicações do grafo e bases de dados usadas neste verbete
4 fontes citadas no texto · 8 publicações do grafo RarasNet (PubMed) · 5 bases de dados. Títulos, periódicos e PMIDs vêm direto da fonte, sem intermediação de IA.
Dados compilados pelo RarasNet a partir de fontes abertas (Orphanet, OMIM, MONDO, PubMed/EuropePMC, ClinicalTrials.gov, DATASUS, PCDT/MS). Este conteúdo é informativo e não substitui avaliação médica.
Citar este verbete
Raras. (2026). Displasia de ossos arqueados. Em Raras — Enciclopédia de Doenças Raras do Brasil. https://raras.org/doenca/displasia-de-ossos-arqueados
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- Doença rara (ontologia)
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- Identificador unificado
- fonte: MONDO
- NIH/GARD
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- Dado público estruturado
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